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IFE
04/05/2026

Data Center 25

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Cristina Rosa e Piero Carlo Sclaverano
Pesquisadores: Paulo Giovane
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

IFE
04/05/2026

IFE nº 25

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Cristina Rosa e Piero Carlo Sclaverano
Pesquisadores: Paulo Giovane
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

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Data Center 25

Tendências de Mercado

Brasil: Demanda por cobre cresce com expansão de data centers

A expansão dos data centers impulsionada pela inteligência artificial tende a elevar significativamente a demanda por cobre, material essencial para infraestrutura elétrica e sistemas de refrigeração. O Brasil ocupa posição relevante no mercado global e pode se beneficiar de investimentos estimados em até US$ 3 trilhões nos próximos cinco anos. O metal é amplamente utilizado em cabos, barramentos, aterramento e trocadores de calor, sendo crítico para suportar cargas elevadas e garantir eficiência energética. Projeções da S&P Global indicam aumento de 50% na demanda global até 2040, com possível déficit de 10 milhões de toneladas anuais, pressionando preços e exigindo expansão da produção e reciclagem. (ConvergenciaDigital - 28.04.2026)

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Brasil: Corrida por data centers exige planejamento energético

A expansão global dos data centers, impulsionada pela inteligência artificial, pode mobilizar investimentos superiores a R$ 16 trilhões nos próximos cinco anos e posiciona o Brasil como potencial hub regional. Projetos como o complexo no Ceará, com capacidade inicial de 200 MW e investimento de cerca de R$ 50 bilhões, ilustram esse movimento. Contudo, o crescimento traz desafios, como aumento da demanda energética, uso intensivo de água para refrigeração e necessidade de infraestrutura robusta. Atualmente, os data centers consomem cerca de 415 TWh globalmente e operam de forma contínua, pressionando sistemas elétricos. O país se destaca pela matriz renovável, mas precisa de planejamento para evitar gargalos e garantir expansão sustentável. (Data Center Dynamics - 28.04.2026)

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Brasil: Data centers podem pressionar conta de luz

A expansão dos data centers reacendeu o debate sobre impactos no consumo elétrico, nas redes locais e nas tarifas. Como operam continuamente e concentram servidores, GPUs, sistemas de refrigeração e infraestrutura de suporte, essas instalações demandam energia 24 horas por dia e podem exigir reforços em geração, transmissão e subestações. Nos Estados Unidos, análise citada pela reportagem aponta que preços atacadistas de eletricidade em áreas próximas a data centers chegaram a ficar até 267% maiores que cinco anos antes, embora o repasse ao consumidor dependa das regras tarifárias. No Brasil, projetos como o Scala AI City, em Eldorado do Sul, podem alcançar 4,75 GW, acima da capacidade da usina de Jirau. A IEA projeta que o consumo global de data centers pode superar o dobro até 2030, chegando a 945 TWh. (CNN Brasil - 27.04.2026)

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Brasil: Helix projeta expansão com foco em IA e data centers

A Helix, empresa de gestão de serviços empresariais e soluções em nuvem com inteligência artificial, projeta expansão no Brasil com meta de conquistar cerca de 15 novos clientes por ano. O país representa aproximadamente 60% da operação latino-americana da companhia, que surgiu como spin-off da BMC Software. A estratégia inclui investimentos em data center local em modelo de colocation, equipes e fortalecimento de marca, visando atender demandas regulatórias e de soberania de dados. A empresa aposta na integração de IA em suas soluções para aumentar eficiência operacional, reduzir custos e antecipar falhas, além de atuar em setores como finanças, telecomunicações e indústria. Atualmente, a base nacional soma cerca de 48 clientes recorrentes. (BNamericas - 27.04.2026)

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Global: Expansão de data centers levanta debate sobre soberania digital

A expansão global de data centers, impulsionada por IA, pode reforçar dependência tecnológica em países do Sul Global, segundo análise. Esses países fornecem energia e território, mas capturam pouco valor econômico e intelectual, enquanto multinacionais mantêm controle sobre dados. A demanda energética elevada pode criar “bolsões de privilégio” em sistemas elétricos pressionados. O debate destaca a necessidade de políticas que exijam transferência tecnológica, transparência e benefícios locais. Sem coordenação, há risco de consolidação de modelo periférico na economia digital, apesar do aumento de investimentos e da relevância estratégica da infraestrutura. (G1 - 26.04.2026)

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Brasil: Intersolar destaca integração entre data centers e renováveis

A Intersolar Nordeste 2026, realizada em Fortaleza, destacou a crescente integração entre data centers e fontes renováveis, em um cenário de expansão da demanda digital impulsionada por IA e streaming. O evento abordou projetos como o megadata center no Porto do Pecém, ligado à ByteDance, inserido em uma ZPE e associado à geração eólica. Estimativas indicam investimentos globais de até US$ 3 trilhões no setor, enquanto o Brasil apresenta matriz elétrica com 88,2% de fontes renováveis. O debate enfatizou desafios como consumo energético, uso de água e necessidade de manter competitividade e confiabilidade, reforçando o papel estratégico do Nordeste como polo emergente de infraestrutura digital sustentável. (Canal Solar - 24.04.2026)

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Brasil: Projeto de data center no CE enfrenta resistência ambiental

O megaprojeto de data centers em Caucaia (CE), associado à ByteDance e com potencial de até R$ 200 bilhões em investimentos, enfrenta resistência de comunidades locais e ambientalistas. As preocupações envolvem consumo de energia e água, embora os desenvolvedores afirmem que o uso hídrico será reduzido e que a energia virá de novos parques eólicos. O caso é visto como teste para a estratégia brasileira de atração de investimentos em IA e infraestrutura digital, equilibrando desenvolvimento econômico e impactos socioambientais. O debate reflete tensões globais na expansão de data centers, especialmente em regiões com sensibilidade ambiental e social. (Diário do Nordeste - 24.04.2026)

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Global: Gastos com data centers devem crescer 55,8% em 2026

Os investimentos globais em tecnologia devem atingir US$ 6,31 trilhões em 2026, com destaque para sistemas de data centers, que devem somar US$ 788 bilhões, crescimento de 55,8% sobre 2025. A expansão é impulsionada pela demanda por IA e computação de alto desempenho. O aumento nos preços de chips de memória também pressiona custos, elevando gastos com equipamentos para US$ 856,2 bilhões. O movimento reforça a centralidade dos data centers na economia digital e indica forte aceleração dos investimentos em infraestrutura crítica para suportar novas aplicações e serviços baseados em inteligência artificial. (Valor Econômico - 24.04.2026)

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Brasil: Evento debate IA, energia e expansão de data centers

O TS Data Center, AI & Cloud Summit 2026, realizado em Santana de Parnaíba, reúne empresas, governo e especialistas para discutir os desafios da expansão da infraestrutura digital no Brasil. O evento aborda temas como inteligência artificial, consumo energético, regulação e conectividade, em um contexto de crescimento acelerado da demanda por serviços digitais. A programação inclui cinco painéis focados em sustentabilidade, planejamento energético e modelos multicloud, refletindo a necessidade de coordenação entre políticas públicas e investimentos privados. A iniciativa busca fortalecer o ecossistema local e atrair novos projetos para o país. (Folha de Alphaville - 23.04.2026)

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Brasil: Expansão de data centers impulsiona ativos energéticos

O crescimento acelerado dos data centers na América Latina está elevando a demanda por energia e reposicionando ativos elétricos no mercado financeiro, como o fundo SNEL11. O Brasil concentra 48% da capacidade instalada regional e 71% da capacidade em construção, com polos como São Paulo e Campinas liderando. Em 2025, a região adicionou 184 MW em colocation. O SNEL11, com patrimônio de R$ 905 milhões e 87,5 MWp em energia solar distribuída em oito estados, surge como instrumento de exposição à expansão energética ligada à digitalização. A tendência reforça a interdependência entre infraestrutura digital e geração renovável no contexto da IA e computação em nuvem. (Fiis - 23.04.2026)

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Global: Fundo de US$ 1 bi mira riscos de data centers

A Euler ILS Partners planeja lançar um fundo de cerca de US$ 1 bilhão focado em riscos de seguros associados a data centers, marcando a entrada do setor no mercado de títulos vinculados a seguros (ILS). A iniciativa prevê retornos acima de 15% ao assumir parte do risco de seguradoras, em um contexto de crescente exposição a eventos climáticos e concentração de ativos. Segundo a S&P, um único data center pode atingir valor segurável de US$ 30 bilhões. Nos EUA, mais de 40% da capacidade está em áreas sujeitas a tornados, enquanto o aumento de temperatura e estresse hídrico já afeta mais da metade dos principais hubs globais. O movimento reflete a ampliação dos riscos físicos diante da expansão acelerada da infraestrutura digital. (Valor Econômico - 22.04.2026)

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Brasil: País soma 205 data centers com avanço da IA

O Brasil alcançou 205 data centers em operação, impulsionado pela expansão da inteligência artificial, da computação em nuvem e dos serviços digitais. O Sudeste concentra 128 unidades, com destaque para São Paulo, que reúne 59 instalações, seguida por Campinas, com 26, e Rio de Janeiro, com 24. No recorte estadual, São Paulo lidera com 96 data centers, à frente de Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Levantamento aponta ao menos 10 empreendimentos em construção, principalmente no Sudeste, mas também no Sul e no Nordeste. A expansão é favorecida pela matriz elétrica limpa, baseada em hidrelétricas, solar e eólica, mas enfrenta gargalos de conexão, demanda por subestações dedicadas, uso de energia 24 horas por dia e impactos ambientais. Especialistas divergem sobre benefícios locais, geração de empregos e consumo de água nos sistemas de resfriamento. (Poder360 - 20.04.2026)

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Brasil: Expansão de data centers levanta debate socioambiental

O avanço dos data centers no Brasil, impulsionado pela inteligência artificial, tem gerado debates sobre impactos ambientais, consumo de energia e uso de água. O país concentra cerca de 50% da capacidade da América Latina e quase 200 instalações, mas novos projetos, como o da ByteDance no Ceará, ampliam preocupações sobre licenciamento, uso de recursos hídricos e participação de comunidades locais. Estruturas de IA podem consumir até dez vezes mais energia que data centers tradicionais, com cerca de 40% do consumo dedicado à refrigeração. O Redata surge como instrumento para atrair investimentos, mas enfrenta críticas por lacunas regulatórias e socioambientais. (UOL - 19.04.2026)

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Brasil: Desperdício de energia limita avanço de data centers

O Brasil perde cerca de 20% de sua geração elétrica por curtailment, volume que poderia abastecer centenas de data centers, segundo a ABDC. Apesar de vantagens como matriz renovável e baixa pegada de carbono — até dez vezes menor que a dos EUA —, o país enfrenta entraves como insegurança jurídica, carga tributária e burocracia. A expansão da IA elevou a demanda energética para níveis de 100 MW a 200 MW por instalação, tornando eficiência crítica. Especialistas destacam que a falta de previsibilidade regulatória pode comprometer a atração de investimentos, mesmo diante de um cenário global favorável e crescente demanda por infraestrutura digital. (Poder360 - 18.04.2026)

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Expansão e Investimentos

Brasil: I Squared assume Elea com plano de US$ 10 bi

O fundo americano I Squared Capital assumiu o controle da Elea Data Centers, garantindo R$ 2,5 bilhões para expansão no curto prazo e compromisso com um plano de investimentos de US$ 10 bilhões. A Piemonte Holding manterá 33% da empresa, enquanto o fundador Alessandro Lombardi seguirá na gestão por ao menos sete anos. O plano inclui projetos como o Rio AI City, com capacidade de 1,5 GW, e expansão da presença nacional, que já soma nove data centers em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Brasília e Porto Alegre. A companhia também mantém R$ 790 milhões em debêntures sustentáveis vinculadas a metas de eficiência energética e diversidade, reforçando a estratégia de crescimento com foco em IA. (Valor Econômico - 28.04.2026)

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Malásia: MNDR investe US$ 126 mi em campus de IA

A Mobile-health Network Solutions (MNDR) firmou acordo para investir US$ 126 milhões na construção de um campus de data center de inteligência artificial de 60 MW em Sarawak, Malásia. O financiamento será realizado de forma faseada, com expansão inicial entre 20 MW e 30 MW, e conclusão prevista para 2027. O acordo prevê emissão de ações que resultarão em participação de 65% para o investidor, alterando significativamente a estrutura societária. A iniciativa busca ampliar a capacidade computacional e explorar novas receitas com IA, mas envolve riscos associados à diluição acionária e à dependência da demanda futura por serviços digitais. (ADVFN - 28.04.2026)

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EUA: Galaxy avança em data center e mira US$ 1 bi anual

A Galaxy Digital reportou prejuízo líquido de US$ 216 milhões no 1º trimestre de 2026, impactado pela queda de 20% no mercado cripto, mas destacou avanço estratégico em data centers como vetor de crescimento. A empresa entregou o primeiro data hall do campus Helios, no Texas, com capacidade total aprovada superior a 1,6 GW e potencial acima de 3,4 GW. O contrato com a CoreWeave prevê arrendamento de 526 MW por 15 anos, com expectativa de gerar mais de US$ 1 bilhão em receita anual média e margens de EBITDA de cerca de 90%. A operação marca a transição para receitas recorrentes, equilibrando a volatilidade do negócio de ativos digitais e posicionando a companhia no mercado de infraestrutura para IA. (Investing- 28.04.2026)

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Brasil: Interior paulista recebe edge data center regional

A CDZNET concluiu a primeira fase de expansão de seu data center em São José do Rio Preto, ampliando a capacidade de 12 para 36 racks, crescimento de 200%. A unidade passa a oferecer serviços como cloud computing, colocation, VPS, backup e disaster recovery, além de infraestrutura preparada para aplicações de inteligência artificial. O projeto busca atender principalmente pequenas e médias empresas e setores como saúde e administração pública, com foco em baixa latência e alta disponibilidade. A expansão inclui conectividade direta com operadoras de telecomunicações, garantindo redundância e maior resiliência, e integra o plano de crescimento da companhia diante da demanda crescente por serviços digitais. (Data Center Dynamics - 27.04.2026)

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EUA: Core Scientific projeta campus de 1,5 GW para IA

A Core Scientific anunciou a expansão de seu campus em Pecos, Texas, para cerca de 1,5 GW de capacidade bruta, com aproximadamente 1,0 GW disponível para locação em data centers voltados à inteligência artificial. O projeto transforma uma estrutura antes dedicada à mineração de bitcoin, atualmente com 300 MW, em infraestrutura de alta densidade para computação avançada. A empresa já garantiu 300 MW adicionais junto à concessionária e desenvolve soluções de geração distribuída para ampliar a escalabilidade. A primeira fase deve entrar em operação no início de 2027, apoiada por mais de 200 acres e estratégia de conversão de sites existentes para atender à demanda crescente por HPC e IA. (ADVFN - 27.04.2026)

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Índia: Google planeja data center de 5 GW com US$ 15 bi

O Google anunciou plano de investir US$ 15 bilhões na construção de um campus de data centers em Visakhapatnam, na Índia, com capacidade projetada de até 5 GW entre 2026 e 2030, superando amplamente os cerca de 1,5 GW existentes no país em 2025. O projeto, voltado à expansão de infraestrutura de IA e nuvem, inclui múltiplas unidades, sistemas energéticos dedicados, conectividade por fibra óptica e nova conexão submarina internacional. A iniciativa reflete crescimento acelerado da demanda por IA, com aumento de 50% no uso de APIs em três meses, e integra a rede global do Google em 12 países. A estratégia também considera exigências regulatórias locais e reforça a resiliência operacional por meio de replicação de dados e distribuição geográfica. (CPG Click Petróleo e Gás - 26.04.2026)

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EUA: Emissão de US$ 14 bi para data center da Oracle enfrenta dúvidas

Investidores demonstram cautela com emissão de US$ 14 bilhões em títulos para financiar um data center de 1 GW em Michigan, parte de acordo de US$ 300 bilhões com a OpenAI envolvendo até 4,5 GW de capacidade computacional. A Oracle atua como locatária, o que levanta preocupações sobre garantias de pagamento em caso de atrasos ou rescisão contratual. A necessidade de prêmios mais altos reflete riscos percebidos no aumento da dívida vinculada à expansão de IA. O caso evidencia desafios financeiros na viabilização de projetos de larga escala em infraestrutura digital, apesar da forte demanda por capacidade computacional. (Investing - 24.04.2026)

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Brasil: Fundo chinês entra em data center de até R$ 200 bi

O fundo estatal China-LAC tornou-se acionista indireto do projeto de data center da ByteDance no Ceará, desenvolvido pela Omnia Data Centers, com potencial de até R$ 200 bilhões em investimentos na próxima década. A primeira fase está orçada em R$ 11 bilhões e prevê capacidade de 200 MW, cerca de um quarto da atual capacidade nacional. A obra começou em fevereiro e deve ser concluída no início de 2029, com operação baseada em contrato de longo prazo com o TikTok. A transação foi submetida ao Cade e integra a estratégia de captação de recursos internacionais para viabilizar o empreendimento no Complexo do Pecém. (O GLOBO - 22.04.2026)

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Chile: Gtd amplia rede de data centers na América Latina

A Gtd anunciou plano de expansão de sua rede de data centers na América Latina após a venda de 49% da GTData à InfraCorp por cerca de US$ 109,8 milhões. O acordo inclui investimentos iniciais de US$ 10 milhões no Chile e US$ 15 milhões no Peru e na Colômbia em 2026, voltados à ampliação e construção de novas instalações. A empresa opera atualmente 11 data centers na região e busca adaptar sua infraestrutura às demandas de inteligência artificial, com maior densidade energética e capacidade operacional. Projetos como o data center de Medellín, com certificação Tier III e disponibilidade de 99,982%, exemplificam essa estratégia. (Data Center Dynamics - 22.04.2026)

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Brasil: Scala negocia com EUA e China megacampus de IA

A Scala Data Centers intensificou negociações com grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos e da China para viabilizar a Scala AI City, projeto de grande escala no Rio Grande do Sul voltado a cargas de inteligência artificial. A primeira fase deve começar no fim de 2026, com investimento de cerca de US$ 500 milhões em infraestrutura, enquanto hyperscalers podem aportar múltiplos desse valor em equipamentos. O campus já possui aprovação para conexão de até 5 GW, equivalente ao consumo de grandes metrópoles, e poderá abrigar operações segregadas para diferentes provedores. A empresa aposta na estabilidade geopolítica do Brasil, na oferta de energia renovável e na conectividade para atrair investimentos bilionários, além de expandir projetos em São Paulo, onde já investiu cerca de R$ 12 bilhões e planeja atingir 600 MW. (Capital Aberto - 21.04.2026)

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Costa Rica: Navégalo obtém certificação e amplia capacidade

A operadora Navégalo obteve certificação DCOS-3 para seu data center em San José, reforçando padrões de gestão de riscos, continuidade operacional e segurança. A instalação possui certificação Tier III, capacidade atual de 5 MW e potencial de expansão para 15 MW. O reconhecimento valida protocolos de resposta a incidentes, proteção física e lógica, além de práticas de gestão ambiental e energética, incluindo certificações ISO 9001, 14001, 14064, 27001 e 50001. O movimento reflete o aumento das exigências por confiabilidade e resiliência em infraestruturas críticas, impulsionado pela crescente demanda por serviços digitais e computação em nuvem. (BNamericas - 20.04.2026)

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Brasil: Fim do Redata paralisa projetos de data centers

A caducidade do programa Redata, em fevereiro de 2026, gerou um vácuo regulatório que paralisou investimentos em data centers no Brasil, afetando projetos com cerca de 700 MW de energia contratada. Segundo estimativas do escritório Lefosse, esse volume poderia viabilizar até sete hyperscalers ou abastecer uma capital como Fortaleza. Entre 2017 e 2025, foram estruturados 4,3 GW em projetos de energia, sendo 1,9 GW apenas nos últimos 12 meses, com data centers representando até 70% dos contratos. A ausência de incentivos fiscais, somada à perda da MP 1.318, comprometeu a viabilidade econômica de empreendimentos baseados em autoprodução de energia renovável, enquanto o governo avalia retomar o tema ainda em 2026. (Pipelinevalor - 27.04.2026)

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Políticas Públicas e Regulatórias

Brasil: CNDH aponta falhas em data center no Rio Grande do Sul

O Conselho Nacional de Direitos Humanos identificou falta de transparência e déficit de participação social no projeto Scala AI City, previsto para Eldorado do Sul, no Rio Grande do Sul. Após visita à aldeia guarani Tekoa Guajayvi, ao assentamento Belo Monte e à comunidade Guaíba City, em Charqueadas, representantes do CNDH afirmaram que moradores desconhecem possíveis impactos do empreendimento. O conselho recomendou consulta prévia, livre e informada às comunidades afetadas, conforme a Convenção 169 da OIT, além de estudos de impacto ambiental antes da licença. O projeto, voltado ao treinamento de modelos de IA, prevê investimento inicial de R$ 3 bilhões e, em plena capacidade, poderia consumir mais eletricidade que todo o Rio Grande do Sul. O CNDH também defendeu marco regulatório nacional para mega data centers. (Matinal - 28.04.2026)

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Brasil: CNDH pede marco nacional para data centers de IA

Relatório da Relatoria de Inteligência Artificial do Conselho Nacional dos Direitos Humanos recomendou ao Congresso e ao governo federal a criação de um marco regulatório nacional para data centers de IA, com foco em direitos humanos, justiça socioambiental, transparência e participação social. O documento foi elaborado após missão em Eldorado do Sul, onde está prevista a Scala AI City, projeto oficializado em protocolo de intenções com o governo gaúcho em 2024. O empreendimento prevê R$ 3 bilhões de investimento inicial e mais de 3 mil empregos, mas menos de 100 teriam sido criados até o momento. Comunidades como Guaíba City, Tekoa Guajayvi e Assentamento Belo Monte relatam ausência de consulta prévia e preocupação com impactos sobre água, agricultura familiar e território. O relatório estima que um data center de 1,8 GW pode consumir 2.160 m³ de água por dia. (Brasil de Fato - 28.04.2026)

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Brasil: Governo amplia foco para edge data centers

O Ministério das Comunicações articula uma política nacional para data centers que vai além do regime tributário Redata, incluindo infraestrutura, burocracia e distribuição territorial da capacidade computacional. A estratégia prioriza também edge data centers para descentralizar processamento e apoiar redes de telecomunicações com baixa latência e alta confiabilidade. O debate envolve integração com expansão da fibra óptica, que já responde por 79,3% da banda larga fixa, e necessidade de coordenação institucional para inclusão digital. A iniciativa busca alinhar investimentos privados e políticas públicas, evitando concentração regional e fortalecendo a soberania digital do país. (TeleSíntese - 28.04.2026)

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Brasil: Redata reacende debate sobre gás, energia e soberania

A corrida por conexão à rede elétrica para data centers no Brasil já soma demanda de cerca de 7 GW, segundo dados do ONS, concentrando-se principalmente em São Paulo, com aproximadamente 4 GW. Mudanças trazidas pelo Decreto nº 12.772/2025 alteraram o modelo de acesso à transmissão, criando filas e exigências de garantias financeiras, o que gerou disputas regulatórias e pedidos de cautelares à ANEEL. Projetos de empresas como Odata, Casa dos Ventos e outros buscam preservar prioridade na conexão, essencial para viabilizar operações. A nova dinâmica reforça a energia como principal gargalo para expansão do setor e pode se intensificar com eventual retomada do Redata. (Capital Digital - 23.04.2026)

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Brasil: Data centers disputam capital sob entraves tributários

O Brasil disputa investimentos em data centers em um cenário de forte demanda por infraestrutura digital, mas enfrenta obstáculos de energia, tributação, conectividade, equipamentos e regulação. O país teria 188 data centers voltados à nuvem e atenderia apenas cerca de 40% da demanda nacional, enquanto 60% dos serviços digitais consumidos internamente ainda seriam processados no exterior. Estimativas citadas indicam potencial de US$ 92 bilhões em investimentos entre 2025 e 2031, com destaque para o projeto da Omnia no Pecém, estimado em R$ 200 bilhões e movido a energia eólica. A perda de validade do Redata, que suspendia PIS, Cofins, IPI e Imposto de Importação, e a Resolução Gecex nº 852/2026, com alíquotas de 7,2% a 25%, ampliaram a pressão por uma agenda federal e estadual de incentivos. (Brazil Economy- 22.04.2026)

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Brasil: Tarifa sobre servidores opõe big techs e fabricantes

A elevação do imposto de importação sobre servidores de grande capacidade acirrou a disputa entre big techs e fabricantes instalados no Brasil. A Brasscom, que representa empresas como Microsoft, Oracle e Amazon, busca reverter a decisão da Camex, que elevou alíquotas de equipamentos para data centers a até 25%. A Abinee, que reúne fabricantes como Cisco, Foxconn e Dell, defende a medida, alegando que a regra anterior tornava mais vantajoso importar equipamentos prontos do que produzir localmente. O impasse ocorre após a perda de validade do Redata, programa que previa R$ 5,2 bilhões em renúncias fiscais para componentes de data centers. Operadoras como Scala e Ascenty afirmam que a combinação de tarifas, falta de incentivos federais e indefinição sobre ICMS pode travar projetos e deslocar investimentos para outros países. (Folha de São Paulo - 20.04.2026)

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Brasil: Terranova recorre a ZPEs diante de impasse do Redata

Com a indefinição do regime tributário Redata, a Terranova Data Centers passou a priorizar projetos em Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs), onde já existem incentivos fiscais consolidados. A estratégia busca viabilizar economicamente empreendimentos voltados à exportação de dados, diante da elevada carga tributária no Brasil. A empresa protocolou pedido de acesso a 300 MW em Uberaba (MG), o que permitiria cerca de 210 MW de TI, e mantém projetos adicionais de 300 MW em Campinas e 450 MW em Praia Grande. Segundo o CEO José Eduardo Quintella, as ZPEs oferecem isenção por até 20 anos, superior aos cinco anos previstos no Redata, mas possuem limitações geográficas e de foco no mercado externo. A falta de previsibilidade regulatória segue como principal entrave à competitividade global dos projetos. (TeleSíntese - 20.04.2026)

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Oferta de Energia Elétrica

EUA: GE Vernova amplia backlog com demanda de data centers

A GE Vernova registrou forte crescimento impulsionado pela demanda de data centers, com backlog de eletrificação atingindo US$ 42 bilhões, ante US$ 9 bilhões em 2022. Apenas no 1º trimestre de 2026, pedidos ligados a data centers somaram US$ 2,4 bilhões, superando todo o volume de 2025. A receita total cresceu 16%, para US$ 9,34 bilhões, enquanto pedidos avançaram 71%, alcançando US$ 18,3 bilhões. O desempenho reflete expansão de infraestrutura elétrica, incluindo transformadores e sistemas de alta tensão, essenciais para suportar cargas de IA. A empresa elevou sua projeção anual para até US$ 45,5 bilhões em receita, evidenciando o papel central da eletrificação na expansão digital. (TradingView - 22.04.2026)

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Brasil: Itaú Ventures investe em data center móvel contra curtailment

O Itaú Ventures liderou rodada série A na Minter, startup criada em 2023 que instala data centers móveis em usinas renováveis para consumir energia que seria perdida por curtailment. A solução usa contêineres modulares com até 200 máquinas e busca transformar excedentes de geração eólica e solar em receita para geradoras, reduzindo custos de consumo e transmissão. A empresa opera uma planta de 20 MW em Xique-Xique, na Bahia, e pretende chegar a 40 MW até o fim de 2026 e a 500 MW em 2029. Embora o valor da rodada não tenha sido revelado, o Itaú Ventures costuma aportar entre R$ 20 milhões e R$ 50 milhões. A Minter mira inicialmente mineração de bitcoin, por ser mais rentável no modelo flexível, e vê potencial em um mercado com perdas estimadas em 4 GW, cerca de 5% da matriz elétrica brasileira. (pipelinevalor - 22.04.2026)

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Inovação e Tecnologia

Austrália: Startup cria data center com neurônios humanos

A Cortical Labs desenvolveu sistemas CL1 que utilizam cerca de 200 mil neurônios humanos cultivados em chips para processamento de informação, formando “data centers vivos”. A tecnologia explora computação biológica com consumo energético potencialmente muito inferior aos modelos tradicionais, comparável aos 20 watts do cérebro humano. Os sistemas já demonstraram capacidade de aprendizado em jogos como Pong e Doom, utilizando feedback dinâmico. Apesar do potencial em eficiência e aplicações específicas, a tecnologia ainda enfrenta desafios de escalabilidade, estabilidade e questões éticas, permanecendo distante de substituir data centers convencionais em larga escala. (Olhar Digital - 28.04.2026)

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EUA: Hut 8 capta US$ 3 bi para data center com Google

Um projeto da Hut 8 está emitindo ao menos US$ 3 bilhões em títulos com vencimento em 2042 para financiar um data center de 245 MW em Louisiana, com área de 600.000 pés quadrados. A instalação terá contrato de arrendamento de 15 anos avaliado em cerca de US$ 7 bilhões com a Fluidstack, com garantia financeira do Google cobrindo obrigações e pagamentos. A energia será fornecida por subsidiária da Entergy. A operação envolve bancos como Goldman Sachs, JPMorgan e Morgan Stanley, refletindo o uso crescente de instrumentos financeiros estruturados para viabilizar infraestrutura digital de larga escala associada à demanda por IA. (Investing - 27.04.2026)

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Japão: Tecnologia promete reduzir até 80% consumo em data centers

A trading japonesa Marubeni, em parceria com a startup espanhola Multiverse Computing, lançou tecnologia capaz de reduzir o consumo energético de data centers de inteligência artificial entre 50% e 80%. A solução comprime modelos de linguagem, reduzindo a carga sobre GPUs e a necessidade de refrigeração, sem perda de desempenho. Em testes com a Telefónica, houve redução de 75% no consumo e aumento de 46% na velocidade de resposta. A tecnologia, voltada inicialmente ao Japão, ainda depende de modelos de código aberto para aplicação. A iniciativa surge em um contexto de crescimento da demanda energética, com projeções de aumento significativo do consumo de data centers na próxima década. (Valor Econômico - 24.04.2026)

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Brasil: LG aposta em climatização eficiente para data centers

A LG Electronics intensificou sua estratégia no Brasil ao direcionar investimentos para soluções de climatização voltadas a data centers, em meio ao crescimento da demanda impulsionada pela inteligência artificial. A empresa destaca tecnologias como chiller centrífugo com mancais magnéticos, unidades de resfriamento líquido (CDU) para racks de alta densidade e sistemas inverter sem uso de água, buscando maior eficiência energética e redução de impacto ambiental. Em 2025, a receita B2B global atingiu R$ 89 bilhões, com lucro operacional superior a R$ 3,7 bilhões, e a meta é crescer 12% em 2026 e 15% em 2027, com objetivo de alcançar 50% do faturamento até 2030. A companhia também aposta em monitoramento remoto e manutenção preditiva para operações críticas. (Forbes Brasil - 24.04.2026)

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Global: SpinLaunch usa data centers da Equinix para satélites

A SpinLaunch escolheu a Equinix para hospedar a infraestrutura terrestre de sua constelação de satélites Meridian Space, integrando teleports diretamente a data centers globais. As antenas desenvolvidas ocupam cerca de 90 m² e podem ser instaladas em telhados e instalações existentes, reduzindo custos e tempo de implantação. A rede prevê mais de 250 microsatélites de 70 kg, com capacidade de dezenas de terabits por segundo. A estratégia busca garantir conectividade resiliente e integração com redes corporativas e nuvem, posicionando data centers como elementos centrais na expansão da infraestrutura espacial e digital global. (Data Center Dynamics - 24.04.2026)

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Brasil: DAH Solar lança inversores híbridos para cargas críticas

A DAH Solar ampliou seu portfólio no Brasil com inversores híbridos de acionamento ultrarrápido, resposta de 4 milissegundos, baterias e conversores com tecnologia AC Coupling. As soluções miram aplicações comerciais, industriais e projetos de maior porte, em meio à expansão do armazenamento de energia e ao aumento da demanda de data centers, mobilidade elétrica e digitalização. A empresa destaca sistemas All-in-one, que integram módulos, inversores e baterias, e a solução SolarUnit, que permite iniciar projetos on-grid e evoluir para armazenamento sem substituição completa dos equipamentos. A linha atende desde aplicações residenciais de até 20 kWh até sistemas comerciais de 26 kWh a 273 kWh e industriais de 1 MWh a 4 MWh, viabilizando peak shaving, time shift, backup, Energy as a Service e arbitragem energética. (Data Center Dynamics - 23.04.2026)

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Índia: Startup desenvolve resfriamento com geração de água

A Uravu desenvolveu uma tecnologia de resfriamento para data centers que utiliza dessecantes salinos para extrair água do calor residual dos servidores, podendo gerar até 30 m³ de água por dia por MW instalado. O sistema opera com temperaturas entre 27 °C e 32 °C e consome até um quinto da energia de chillers a ar, contribuindo para redução do PUE e possibilitando WUE negativo. A solução também reaproveita calor de baixa qualidade, entre 35 °C e 60 °C, e pode substituir sistemas tradicionais de refrigeração. A empresa já possui 40 clientes no setor de hospitalidade e planeja pilotos em data centers em 2026, com módulos de 125 kW e futuros blocos de 1 MW. (Data Center Dynamics - 23.04.2026)

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Reino Unido: Data center submarino reduz falhas em até 8 vezes

O experimento Project Natick da Microsoft demonstrou que data centers submersos podem reduzir falhas em até oito vezes em comparação com instalações terrestres. O módulo com 864 servidores operou por dois anos a cerca de 36 metros de profundidade, utilizando resfriamento natural do oceano e ambiente interno com nitrogênio. A solução eliminou necessidade de ar-condicionado e reduziu consumo energético, além de operar com energia renovável. Apesar dos ganhos em eficiência e confiabilidade, desafios como manutenção e viabilidade econômica ainda limitam a adoção em larga escala, posicionando a tecnologia como alternativa complementar. (CPG Click Petróleo e Gás - 23.04.2026)

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EUA: Oracle e AWS ampliam integração multicloud

A Oracle anunciou a expansão de sua estratégia multicloud com a integração entre Oracle Cloud Infrastructure e AWS, permitindo conectividade privada, de alta velocidade e gerenciada entre as plataformas. A solução viabiliza operação contínua de aplicações, transferência de dados e execução de cargas de inteligência artificial sem necessidade de infraestrutura física adicional. Com presença em 26 regiões interligadas, a OCI busca simplificar a modernização de aplicações e o uso de bancos de dados em ambientes híbridos. A integração será lançada inicialmente na região AWS US East (N. Virginia) ainda em 2026, ampliando a flexibilidade operacional e reduzindo a complexidade de arquiteturas multicloud para clientes corporativos. (Data Center Dynamics - 22.04.2026)

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Brasil: LG aposta em refrigeração eficiente para data centers

A LG ampliou seu portfólio de soluções de climatização para data centers, com foco em eficiência energética e suporte a cargas de IA. A estratégia inclui chillers inverter, sistemas centrífugos com levitação magnética e resfriamento líquido direto via CDU, permitindo maior densidade computacional e redução de consumo energético. A empresa destaca uso de refrigerantes de baixo GWP e indicadores como IPLV para otimização operacional, além de soluções sem uso de água em alguns modelos. A iniciativa responde ao crescimento da demanda por infraestrutura crítica e busca reduzir o TCO por meio de integração tecnológica e automação em tempo real. (Marcas pelo Mundo - 22.04.2026)

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Global: Fluidos dielétricos ganham espaço no resfriamento

A adoção de resfriamento líquido em data centers de alta densidade impulsiona o uso de fluidos dielétricos, líquidos não condutores capazes de dissipar calor diretamente dos equipamentos. Esses materiais, baseados em hidrocarbonetos sintéticos ou compostos vegetais, permitem maior eficiência térmica e suportam cargas intensivas de IA. Operadores mantêm estoques de 5% a 15% para manutenção e monitoram propriedades como condutividade, pureza e estabilidade. A vida útil pode chegar a 10 a 20 anos, com possibilidade de reciclagem. O avanço dessas tecnologias reflete a necessidade de soluções mais eficientes para reduzir consumo energético e manter desempenho operacional em ambientes de alta densidade computacional. (Data Center Dynamics - 21.04.2026)

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Brasil: Vertiv amplia oferta de soluções críticas para data centers

A Vertiv firmou parceria com a MAXID para expandir a distribuição de soluções de energia e resfriamento para data centers no Brasil e na América do Sul. O acordo prevê estoque local e posterior expansão para o Uruguai, reduzindo prazos e ampliando acesso a tecnologias voltadas a ambientes de alta densidade, IA e computação de alto desempenho. A MAXID atuará como distribuidor master, oferecendo suporte técnico e engenharia, enquanto a Vertiv fortalece sua presença regional diante do crescimento do mercado. A iniciativa responde à demanda por infraestrutura escalável e confiável, essencial para suportar a expansão da economia digital na região. (Globo Rural - 20.04.2026)

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