X
O mal-estar regulatório causado pelo rombo bilionário devido ao déficit de geração hídrica também afeta a atratividade do leilão. Segundo o executivo da filial brasileira de uma multinacional energética, não há “clima” para convencer o conselho de administração da matriz, na Europa, a investir em Tapajós agora. “Nenhum agente sério entrará no leilão de Tapajós enquanto a questão do GSF [sigla em inglês para o fator que mede o déficit de geração hídrica] não for resolvida. E as condições de financiamento pelo BNDES mudaram”, explicou o coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel/UFRJ), professor Nivalde de Castro. (Valor Econômico – 29.05.2015)
Para ler o texto na íntegra, clique aqui.