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O primeiro leilão de 2025 para contratação de energia em áreas fora do Sistema Interligado Nacional (SIN) ocorreu com deságios de até 46,8%, reduzindo o custo para municípios no Amazonas e Pará, e atraindo mais de R$ 310 milhões em investimentos para soluções híbridas com energia solar, térmica e baterias. O certame foi o primeiro a exigir mínimo de 22% de energia renovável ou gás natural, numa tentativa de reduzir o uso do diesel. Roberto Brandão, diretor técnico científico do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Gesel/UFRJ), destacou a importância dessa transição: “estamos queimando combustíveis fósseis muito caros, com logística complicada em região sensível como a Amazônia”, ressaltando o avanço positivo rumo a fontes mais sustentáveis e eficientes no setor elétrico. (Valor Econômico – 26.09.2025)
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