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IFE
31/08/2026

IFE Diário 6.485

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditor: Sérgio Silva
Pesquisadores: Gustavo Esteves e Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Gabriel Eleotério, Luciano Zunino, Luiza Bonazza e Paulo Giovane

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31/08/2026

IFE nº 6,485

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditor: Sérgio Silva
Pesquisadores: Gustavo Esteves e Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Gabriel Eleotério, Luciano Zunino, Luiza Bonazza e Paulo Giovane

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IFE Diário 6.485

Regulação

Aneel mantém bandeira amarela em setembro

A Aneel manteve a bandeira tarifária amarela para setembro de 2026, repetindo a sinalização adotada desde maio. A decisão indica que as condições de geração permanecem menos favoráveis e exigem maior utilização de fontes com custos superiores, mantendo cobrança adicional nas contas de energia. Com a bandeira amarela, os consumidores pagarão R$ 1,885 extras a cada 100 kWh consumidos. A agência reforçou que a sinalização tarifária funciona como mecanismo para refletir os custos conjunturais de geração e recomendou o uso consciente da eletricidade para reduzir o impacto nas faturas. A manutenção ocorre em um contexto de redução dos níveis de armazenamento em parte relevante do Sistema Interligado Nacional, maior necessidade de despacho térmico em algumas regiões e perspectivas de crescimento da carga com a elevação das temperaturas a partir de setembro, fatores que mantêm condições operativas menos favoráveis para o sistema. (Agência CanalEnergia - 28.08.2026)

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MME quer regulamentar Lei 15.269 ainda em 2026

O Ministério de Minas e Energia pretende concluir ainda em 2026 a maior parte das regulamentações da Lei nº 15.269/2025, embora reconheça que alguns temas relacionados ao Decreto nº 5.163/2004 possam avançar posteriormente devido à complexidade da agenda. O secretário-executivo adjunto Fernando Colli destacou que já estão abertas consultas públicas sobre o rateio do Encargo de Reserva de Capacidade, regras de comercialização de energia e a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica, todas com prazo de 45 dias, até 8 de outubro. No caso do ERCAP, a proposta busca vincular o pagamento ao consumo nos horários de maior demanda do sistema, reduzindo distorções na cobrança. O MME também prepara consulta sobre a destinação à CDE de valores associados a ativos prorrogados ou licitados até 2032, mas o tema permanece em discussão interna e deverá ser submetido ao mercado em uma etapa posterior. (Agência CanalEnergia - 28.08.2026)

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Pauta do 15º Circuito Deliberativo Público Ordinário da Diretoria de 2026

A pauta do 15º Circuito Deliberativo Público Ordinário da Diretoria da Aneel, previsto para 1º de setembro de 2026, reúne 27 processos com temas relevantes para a regulação do setor elétrico, sob relatoria dos diretores Agnes Maria de Aragão da Costa, Gentil Nogueira de Sá Júnior, Willamy Moreira Frota e Ludimila Lima da Silva. Entre os destaques estão requerimentos e processos relacionados à geração termelétrica, como o ressarcimento de custos da UTE Araguaia, a apuração de penalidade da UTE Termo Norte II e o ajuste do prazo de outorga da UTE Angélica, além de proposta de abertura de consulta pública para o aprimoramento das Regras de Comercialização de Energia Elétrica de 2027 e para a criação de Indicador de Atendimento de Mercado no serviço público de distribuição. A diretoria também analisará recursos administrativos envolvendo faturamento e compensação a consumidores, condições de conexão de microgeração distribuída, fiscalização de recursos de P&D, reforços e RAP de transmissão, inventário hidrelétrico e o reajuste tarifário da Roraima Energia, além de pedido de efeito suspensivo relacionado à CCEE e medida cautelar da J&F envolvendo o Leilão de Reserva de Capacidade de 2026. A pauta inclui ainda processo de fiscalização por descumprimento de obrigação na CCEE, prorrogação da concessão da UHE Cachoeira Dourada, manifestações relativas ao Contrato de Concessão nº 14/2008 da Chesf, declarações de utilidade pública para subestações no Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Rondônia, além da autorização de reforços de transmissão com estabelecimento de Receita Anual Permitida – RAP para ativos da Axia Energia. Acesse a pauta aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 31.08.2026)

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Artigo de Massami Uyeda Junior: “GD e agricultura: como o país começa a controlar o excesso de energia”

Em artigo publicado pela MegaWhat, Massami Uyeda Junior (advogado especializado em Direito Administrativo e na implantação e desenvolvimento de projetos de infraestrutura, incluindo a estruturação e negociação de financiamentos) analisa a Portaria Normativa MME nº 137, publicada em 9 de junho de 2026, que flexibilizou o horário de acesso à tarifa subsidiada de irrigação rural — antes restrita ao período fixo entre 21h30 e 6h — permitindo que produtores fracionem as 8h30 de desconto em até três intervalos ao longo de uma janela de 19h30, com exceção do horário de ponta (17h às 21h30) e possibilidade de ajustar a escala conforme a safra. Segundo o autor, a medida aproveita a expansão da geração solar e distribuída para deslocar o consumo de irrigação para o período diurno, ajudando a "drenar" o excedente de energia que hoje obriga o Operador Nacional do Sistema (ONS) a determinar cortes de geração (curtailment), e se soma a outras iniciativas do setor, como o leilão de reserva de capacidade (LRCap) de março, que contratou quase 19 GW de potência firme para reforçar a segurança do sistema diante da intermitência solar e eólica. (GESEL-IE-UFRJ – 31.08.2026)

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Transição Energética

Ibram e setor de mineração defendem marco regulatório para minerais críticos

Representantes do setor de mineração reunidos na Exposibram 2026 defenderam segurança jurídica e cooperação internacional para desenvolver a cadeia de minerais críticos e terras raras no Brasil, com o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) apresentando o documento "Mineração: Uma Prioridade Estratégica para o Brasil 2027/2030" e a Associação de Minerais Críticos lançando dez propostas, incluindo debêntures incentivadas e fundo garantidor para o setor. O ministro Alexandre Silveira reiterou confiança na aprovação do PL 2.780/24 pelo Senado, enquanto estudo da Amcham Brasil estima que a expansão de investimentos em minerais críticos pode adicionar R$ 192,1 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) e gerar 750 mil empregos até 2050; entre os projetos em andamento estão a St George Mining, com centro de processamento de R$ 2 bilhões em Uberlândia (MG), e a Aclara Resources, com projeto de US$ 780,9 milhões em Goiás. (Valor Econômico – 27.08.2026)

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Deputado defende controle estatal sobre operações com minerais críticos no Brasil

O deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), que foi relator na Câmara dos Deputados do projeto de lei que cria um marco legal sobre minerais críticos, defende que o Brasil tenha algum nível de controle governamental sobre operações envolvendo controle societário de empresas do setor. Segundo ele, todos os países com relevância na mineração —como China, EUA, Austrália e Canadá— acompanham operações envolvendo terras raras e minerais estratégicos. Por isso, diz, é importante que o Brasil também tenha poder de homologar negócios na área. Além disso, segundo Jardim, esse acompanhamento não significa uma anuência prévia ou uma notificação oficial antes de as negociações começarem. Convém notar que o poder estatal nesse setor e a criação de filtros a investimentos estrangeiros é uma das principais polêmicas envolvendo o projeto de lei. Além disso, o texto, aprovado pela Câmara dos Deputados em maio, deve ser votado no Senado na semana que vem. Por fim, o governo deseja criar um conselho, vinculado à Presidência da República, para homologar o controle de estrangeiros na atividade. (Folha de São Paulo - 29.08.2026)

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Appian avalia oportunidades em terras raras no Brasil

O fundo britânico de investimentos em empresas Appian Capital diz que a exploração de terras raras no Brasil é algo que está no radar do grupo, e a ausência de um projeto no portfólio não é sinal de que novas oportunidades não estejam sendo mapeadas. Segundo Milson Mundim, executivo à frente da Appian no Brasil, o Ocidente ainda tem uma posição "embrionária" nas tecnologias necessárias para prosperar no setor, dominado pela China. Como prova disso, ele diz que hoje só existe uma mina em operação hoje no Brasil, a Serra Verde (GO), que foi recentemente adquirida por um grupo dos EUA —com recursos do Departamento de Defesa americano. Além disso, o Brasil é rico em terras raras —a segunda maior reserva do mundo—, e tem atraído uma corrida global, com Estados Unidos, China e União Europeia disputando acesso aos minerais. Ao mesmo tempo, diante da importância geopolítica que o setor ganhou, o Congresso Nacional discute uma política nacional de minerais críticos e terras raras, com a possibilidade de impor limites à participação estrangeira em projetos no Brasil. (Folha de São Paulo - 28.08.2026)

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Especialistas veem fim da globalização como oportunidade para o Brasil na energia

Em painel do Congresso Sustentável do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), no Rio, especialistas como Eduardo Gianetti da Fonseca e Roberto Azevedo defenderam que o fim do ciclo de globalização abre espaço para o Brasil se destacar no cenário geopolítico ao aproveitar vantagens como energia limpa e biodiversidade, com Azevedo citando que os Estados Unidos terão, nos próximos quatro anos, demanda adicional de energia equivalente a um Brasil inteiro para atender data centers de inteligência artificial. Solange Ribeiro, vice-presidente da Neoenergia, destacou a combinação única do Brasil entre malha de transmissão de mais de 170 mil km, combustíveis sustentáveis e minerais críticos, defendendo que transformar esse potencial em produtividade depende de atrair novas cargas, como data centers, para ampliar o consumo interno de energia limpa. (Valor Econômico – 26.08.2026)

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Antecipação de infraestrutura é chave para viabilizar transição energética, dizem especialistas

Executivos reunidos no evento Conecta Rio destacaram que a antecipação de infraestrutura logística e a garantia de compradores de longo prazo são essenciais para viabilizar projetos de transição energética no país, mesmo com capital disponível e interesse de investidores atraídos pelos fluxos de caixa previsíveis desses ativos. Foi citado um projeto de e-metanol em Pernambuco que só avançou por ter comprador comprometido com 100% da produção ao longo de dez anos, ilustrando o desafio de encontrar quem compre a energia de novas tecnologias como o hidrogênio verde. O CEO da Genial Investimentos, apontou que a infraestrutura atrai investidores por gerar fluxos de caixa constantes e regulares, mas que o patamar elevado dos juros no Brasil encarece o capital e reduz o retorno dos projetos. Fabio Passarelli, da Petrobras, afirmou que a descoberta de óleo na Margem Equatorial é vista como complemento à produção atual, e não como ameaça à posição do Rio como capital do petróleo. (Valor Econômico – 27.08.2026)

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Especialistas alertam que Rio deve converter investimentos em obras antes do pico do pré-sal

Especialistas em direito de infraestrutura e energia alertam que o Rio de Janeiro precisa transformar rapidamente anúncios de investimentos e processos de licenciamento em obras e empregos concretos, diante da previsão de que a produção do pré-sal atinja seu pico entre 2030 e 2032, iniciando declínio natural. O setor de óleo e gás responde hoje por 53% do Produto Interno Bruto (PIB) industrial e 73% das exportações do Estado, tendo gerado R$ 30,23 bilhões em royalties e R$ 14,72 bilhões em participações especiais somente em 2025, com cadeia que mobiliza cerca de 214 mil empregos diretos, podendo chegar a 1 milhão somando fornecedores, segundo Roberto Ardenghy, do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP). Para Diego Fernandes, do Roenick Fernandes Advogados, "a janela de oportunidade gerada pela atual renda do petróleo não ficará aberta por tempo indeterminado", enquanto Felipe Kfuri, do L.O. Baptista Advogados, defende que diversificar a matriz energética reduz a exposição fiscal do Estado a oscilações de preços de commodities, sem que isso signifique abandonar a vocação histórica em petróleo e gás. (Valor Econômico – 27.08.2026)

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Mercado de baterias para armazenar energia é dominado pela China e vive era de euforia

Os sistemas de armazenamento de energia passaram, em curto espaço de tempo, de uma promessa para uma demanda do setor. Diante do avanço de fontes renováveis intermitentes —cuja geração não coincide com os momentos de maior consumo—, as baterias passaram a ser vistas como essenciais para conferir flexibilidade aos sistemas elétricos. A China lidera essa corrida e responde por mais da metade dos novos projetos de baterias instalados no mundo. Em segundo lugar vêm os Estados Unidos, com cerca de 16%. Dados do regime chinês mostram que, no final de 2025, a capacidade instalada em sistemas de armazenamento no país atingiu 136 GW. O crescimento veio apoiado por subsídios estatais para a instalação de novos projetos e para a redução de custos de produção. Além disso, a previsão da BloombergNEF é de que o setor de armazenamento continuará crescendo ao longo da próxima década, impulsionado pela queda dos custos, aumento das renováveis e leilões de baterias. A estimativa é que as instalações anuais cheguem a marca de 300 GW até 2036. Neste ano, a consultoria projeta novos 158 GW. (Folha de São Paulo - 28.08.2026)

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Artigo de Fernando de Lima Caneppele: “O engenheiro como professor: formar técnicos é estratégia de transição energética”

Em artigo publicado pelo Jornal Ribeirão, Fernando de Lima Caneppele (professor da USP e pesquisador associado do GESEL-UFRJ) trata da formação de profissionais qualificados como elemento estratégico para a transição energética brasileira. O autor destaca que tecnologias como painéis fotovoltaicos, turbinas eólicas, sistemas de armazenamento, redes inteligentes e plantas de biogás exigem engenheiros e técnicos capazes de integrar conhecimento teórico e experiência prática. Segundo o texto, MME e MEC reconhecem que a velocidade da transformação energética supera a atual capacidade de formação de recursos humanos, embora iniciativas como PRONATEC Energia e programas do SENAI busquem reduzir essa lacuna. Caneppele cita Alemanha e Dinamarca como exemplos de países que investiram antecipadamente em qualificação especializada e defende que polos como Ribeirão Preto podem formar centros de excelência. Conclui que universidades e professores com experiência prática são fundamentais para preparar profissionais capazes de atuar nas empresas, políticas públicas e tecnologias que sustentarão a transição energética. (GESEL-IE-UFRJ – 31.08.2026)

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Artigo de Henrique Verdan: “Dos 100 anos de Henry Borden ao próximo século da energia: por que o Brasil precisa discutir usinas reversíveis”

Em artigo publicado pela Agência Eixos, Henrique Verdan (Superintendente de M&A e Novos Negócios da Emae) trata do potencial das usinas hidrelétricas reversíveis para ampliar a capacidade de armazenamento e a flexibilidade do sistema elétrico brasileiro diante do crescimento das fontes solar e eólica. O autor explica que a tecnologia funciona como uma grande bateria hidráulica, utilizando excedentes de eletricidade para bombear água a um reservatório superior e devolvendo-a para geração nos períodos de maior demanda. Destaca que a região de Henry Borden reúne condições favoráveis por combinar o reservatório Billings, o desnível da Serra do Mar e infraestrutura elétrica existente. A Emae estuda uma nova usina reversível no local, capaz de reforçar o suprimento ao maior centro de carga do país e prestar serviços ao SIN. O principal desafio está na consolidação de um modelo regulatório que remunere armazenamento, flexibilidade e confiabilidade. Verdan conclui que o avanço dessas usinas dependerá de maturidade técnica, modelos de negócio e previsibilidade para investimentos de longo prazo. (GESEL-IE-UFRJ – 31.08.2026)

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Artigo de Ricardo Baitelo, Anton Schwyter e Marcelo Testoni: “Segurança energética em tempos de El Niño: Brasil precisa de planejamento de longo prazo e transição para economia de baixo carbono”

Em artigo publicado pela Agência Eixos, Ricardo Baitelo (Pesquisador do Instituto de Energia e Meio Ambiente), Anton Schwyter (Pesquisador do Instituto de Energia e Meio Ambiente) e Marcelo Testoni (Comunicador do Instituto de Energia e Meio Ambiente) tratam dos desafios para conciliar segurança energética e transição para uma economia de baixo carbono diante do provável fortalecimento do El Niño. Os autores destacam que alterações no regime de chuvas podem afetar os reservatórios hidrelétricos, mas alertam que a resposta não deve se limitar à expansão de termelétricas a gás. Criticam a previsão de contratação compulsória de 2,5 GW de térmicas fósseis no PL nº 5.017/2019, argumentando que usinas inflexíveis podem elevar custos, emissões e curtailment de eólicas e solares, além de exigir nova infraestrutura de gás. Como alternativas, apontam armazenamento de energia, modernização da transmissão, gestão dos reservatórios e sinais adequados de mercado. Concluem que segurança e transição energética devem ser objetivos complementares, sustentados por planejamento de longo prazo, flexibilidade e interesse público. (GESEL-IE-UFRJ – 31.08.2026)

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Crise Climática

Abradee prevê desligamentos mais longos com El Niño

A Abradee avalia que o El Niño poderá provocar desligamentos mais prolongados na rede elétrica brasileira em 2026, com efeitos mais fortes a partir de outubro. Segundo a entidade, pouco mais de 99% das redes de distribuição do país são aéreas e, portanto, mais expostas a ventos, chuvas intensas, enchentes, queimadas e queda de árvores. Sul e Sudeste tendem a sofrer principalmente com tempestades, enchentes e ventos extremos, enquanto Norte e Nordeste deverão enfrentar secas, redução da geração, dificuldades no transporte de combustíveis por rios e maior risco de queimadas. A associação estima que os efeitos do fenômeno possam gerar impacto negativo equivalente a 12% do PIB da América do Sul até 2050. As distribuidoras projetam investir R$ 260 bilhões entre 2026 e 2030, dos quais 40% serão destinados à modernização das redes, com foco em resiliência, tecnologia e redução dos tempos de recomposição do serviço. (Broadcast Energia - 28.08.2026 12:06)

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Inmet emite alerta vermelho para SC e RS

O Inmet emitiu alerta vermelho de grande perigo para tempestades em áreas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, válido até 23h59 de 31 de agosto. A previsão indica chuva superior a 60 mm por hora ou acima de 100 mm no dia, ventos que podem superar 100 km/h e possibilidade de granizo. Entre as áreas sob maior risco estão Serrana, Oeste Catarinense, Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Sul e Norte Catarinense, além das regiões Noroeste e Nordeste Rio-grandenses. O instituto alerta para grande risco de danos em edificações, interrupções no fornecimento de energia elétrica, perdas em plantações, queda de árvores, alagamentos e transtornos no transporte rodoviário. A orientação à população inclui desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia, proteger documentos e objetos de valor em sacos plásticos em caso de enxurrada e procurar abrigo seguro quando houver confirmação de situação de grande perigo. (CNN Brasil - 31.08.2026)


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Fundo Retomada RS amplia crédito para prevenção climática de pequenos negócios

O Fundo Retomada Rio Grande do Sul (RS), do Fundo de Impacto Estímulo, ampliará sua atuação com R$ 30 milhões em crédito para pequenos negócios gaúchos investirem em prevenção contra eventos climáticos extremos, além da recuperação pós-enchentes de 2024 — pesquisa com beneficiários mostra que 93% recorreriam a crédito para aumentar a resiliência de seus negócios, enquanto 66% ainda não voltaram ao nível de faturamento anterior às enchentes. O crédito segue o modelo de blended finance, com juros de 0,99% a 1,99% ao mês e prazo de até 36 meses, contando com aportes do Instituto Helda Gerdau e da família de Nestor de Paula, fundador da Azaleia. (Valor Econômico – 27.08.2026)

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Enchentes na fronteira entre Nepal e China deixam mais de 900 mortos

O número de mortos pelas enchentes na fronteira entre Nepal e China chegou a 919, sendo 903 no Nepal e 16 no lado chinês, enquanto 4.793 pessoas permaneciam desaparecidas nos dois países. No Nepal, o total de desaparecidos saltou de 2.502 para 4.247, incluindo 592 estrangeiros, e equipes de emergência já haviam resgatado 10.451 pessoas. As buscas são dificultadas pelo terreno montanhoso, lama, detritos e acesso restrito a áreas como Rasuwa e Nuwakot. Parte da operação concentra-se em túneis de usinas hidrelétricas, onde centenas de trabalhadores podem estar presos. A agência de desastres nepalesa contabiliza pelo menos 933 desaparecidos em projetos hidrelétricos; uma lista do setor aponta 898. No projeto Trishuli-3A, foi aberta uma passagem em um túnel para permitir a entrada de equipes de resgate. (CNN Brasil - 31.08.2026)

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Empresas

Axia aprova incorporação de quatro sociedades

Os acionistas da Axia Energia aprovaram, em assembleia geral extraordinária, as incorporações de Juno, Tijoá Energia, Retiro Baixo Energética e SPE Nova Era Janapu. No caso de Juno e Tijoá, as operações serão interdependentes e realizadas em sequência: primeiro, a Axia incorporará a Juno e passará a deter diretamente todo o capital da Tijoá Energia, que será incorporada imediatamente depois. Também foram aprovados os laudos de avaliação, protocolos e justificações das operações. As incorporações de Retiro Baixo e NE Janapu foram igualmente aprovadas, mas sua eficácia dependerá do cumprimento das condições suspensivas previstas. Segundo a companhia, nenhuma das operações provocará aumento de capital social, relação de troca de ações ou direito de recesso aos acionistas. A conclusão das incorporações está condicionada ainda à obtenção das autorizações necessárias junto à Aneel. (Broadcast Energia - 28.08.2026 17:33)

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Governo de Minas Gerais propõe troca no comando da Cemig

O governador de Minas Gerais, Mateus Simões, propôs ao conselho de administração da Cemig que o presidente Alexandre Ramos Peixoto e o vice-presidente jurídico Sergio Pessoa deixem seus cargos na estatal para assumir funções na Cemig SIM, subsidiária de geração distribuída. Segundo Simões, a indicação está relacionada à necessidade de aprofundar investigações sobre suspeitas de irregularidades na empresa. A mudança exigirá a escolha de um novo presidente para a Cemig, decisão que ficará a cargo do conselho de administração. A substituição ocorre em contexto eleitoral e também foi associada, por veículos mineiros, a negociações políticas envolvendo a coalizão União Progressista. Entre nomes cogitados para a presidência estiveram Fernando Antônio Fagundes e Marcio Nunes. Alexandre Ramos assumiu o comando da Cemig em maio de 2026, após deixar a presidência da CCEE, onde permanece como presidente do conselho. (Broadcast Energia - 28.08.2026 17:32)

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Safra reduz preço-alvo da Cemig

O Safra reduziu o preço-alvo da Cemig de R$ 12,50 para R$ 11,90 por ação e manteve recomendação neutra, incorporando resultados do primeiro semestre de 2026, projeções mais altas de juros e inflação para 2026 e 2027, nova curva de preços de energia e a renovação das concessões das hidrelétricas Sá Carvalho, Emborcação e Nova Ponte. O banco também destacou o risco eleitoral, diante da possibilidade de mudanças na gestão e na estratégia da estatal mineira. A análise cita ainda pouco apoio dos candidatos ao governo de Minas à privatização da empresa. No operacional, o Safra aponta pressão da comercialização, que apresenta déficit de energia até 2027, e o elevado capex previsto para a Cemig D até a revisão tarifária de 2028. Com investimentos médios de R$ 5,5 bilhões anuais, a projeção é de alavancagem próxima de 2,5 vezes dívida líquida/Ebitda, limitando o payout a 25%. (Broadcast Energia - 28.08.2026 18:32)

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Cemig Sim passará por auditoria completa

O governador de Minas Gerais, Mateus Simões, recomendou ao conselho de administração da Cemig a transferência do presidente Alexandre Ramos e do vice-presidente jurídico Sérgio Pessoa de Castro para a Cemig Sim, subsidiária voltada à geração distribuída. A missão dos executivos será conduzir uma auditoria completa após suspeitas de irregularidades e possível interferência de grupos políticos na companhia. Simões afirmou que eventuais prejuízos deverão ser recuperados e os responsáveis identificados, mas não detalhou os elementos que motivaram a decisão. A movimentação exigirá a escolha de um novo presidente para a Cemig, decisão que ficará a cargo do conselho de administração. O governador também ressaltou a relevância estratégica da geração fotovoltaica em Minas Gerais, estado que, segundo ele, responde por cerca de 40% da geração solar do país, e afirmou que a subsidiária deve operar sob padrões rigorosos de legalidade e governança. (Agência CanalEnergia - 28.08.2026)

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ArcelorMittal investirá até R$ 5 bi no Espírito Santo

A ArcelorMittal Brasil anunciou investimento entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões para ampliar sua usina siderúrgica de Serra, no Espírito Santo. O projeto prevê a instalação de um laminador de tiras a frio e de uma linha de revestimento contínuo, elevando a capacidade de produção de aços com maior valor agregado. A nova linha terá capacidade anual de 560 mil toneladas e utilizará bobinas a quente já fabricadas na própria unidade capixaba, integrando etapas adicionais de processamento ao complexo industrial existente. Segundo a companhia, o início das operações está previsto para o primeiro semestre de 2030. O aporte reforça a estratégia de expansão e modernização da ArcelorMittal no Brasil e amplia a capacidade local de produzir materiais revestidos e laminados a frio para segmentos industriais que demandam especificações mais sofisticadas, aproveitando a infraestrutura e a produção de aço já disponíveis na planta. (CNN Brasil - 28.08.2026)

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Leilões

Aneel propõe ampliar rateio de custos do leilão de baterias entre geradores

A área técnica da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) propôs que hidrelétricas, termelétricas e usinas nucleares também paguem pelo rateio das baterias do leilão de dezembro, com cobrança graduada em quatro níveis conforme a flexibilidade de cada gerador — de pagamento integral para usinas inflexíveis a 25% para as mais flexíveis. A Associação Brasileira de Geradoras Termelétricas (Abraget) classificou a proposta como "distorção inaceitável" e alertou para risco de judicialização do certame, argumentando que o critério de flexibilidade transfere para fontes firmes parte de um custo que deveria recair principalmente sobre solar e eólica; a Aneel ainda aguarda parecer da Procuradoria Federal sobre a legalidade da diferenciação por fonte antes de abrir consulta pública de 30 dias. (Valor Econômico – 26.08.2026)

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Modelo de custeio ameaça primeiro leilão de baterias no Brasil

O primeiro leilão de baterias do Brasil já nasceu ameaçado. A incerteza é fruto do que vem sendo tratado por integrantes do setor como uma espécie de "pecado original": a determinação de que as baterias serão custeadas só pelos geradores de energia, não pelo sistema geral. Nesse último caso, o custo seria repassado aos consumidores via encargos na tarifa. Além disso, é essa indefinição, somada à insatisfação de parte do setor elétrico com a medida, que pressiona o leilão contra o calendário. O argumento dos representantes dos setores de baterias e de geradores de energia eólica e solar é que o certame será na modalidade de reserva de capacidade e que isso é um requisito do sistema como um todo, não só de alguns atores. Por isso, dizem, a regra deveria ser a mesma de outros leilões do tipo, nos quais o custo é compartilhado por todos. Por outro lado, defensores da regra atual dizem que ela foi pensada para atribuir os encargos a quem fez um leilão de baterias ser necessário: os próprios geradores. Por fim, pelo imbróglio, agentes do setor elétrico consideram significativo o risco de o leilão ser atrasado ou judicializado. (Folha de São Paulo - 28.08.2026)

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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

ONS projeta alta de 5,9% da carga em setembro

O ONS projeta crescimento de 5,9% da carga do Sistema Interligado Nacional em setembro de 2026 na comparação anual, em cenário de aumento das temperaturas e maior demanda. No mês, apenas o Sul deverá registrar elevação do armazenamento, com os reservatórios chegando a 93,6%, sustentados por ENA de 23.223 MW médios, equivalente a 199% da média de longo termo. No Sudeste/Centro-Oeste, o armazenamento deve encerrar setembro em 55%, com ENA de 18.982 MW médios, ou 97% da MLT. No Nordeste, a projeção é de 69,2% de armazenamento e ENA de 1.958 MW médios, enquanto o Norte deve terminar o mês com 75,6% e ENA de 1.180 MW médios, ou 52% da média histórica. O despacho térmico semanal foi estimado em 8.971 MW médios, sendo 7.981 MW médios por inflexibilidade e 990 MW médios por ordem de mérito, com custo médio de operação de R$ 442,6 milhões. (Agência CanalEnergia - 28.08.2026)

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Afluência no Sul deve atingir 199% da média

A Energia Natural Afluente aos reservatórios hidrelétricos do Sul deve alcançar 23.223 MW médios em setembro, equivalente a 199% da média histórica do período, segundo o ONS. Com esse desempenho, o armazenamento do submercado poderá chegar a 93,6%, quase 11 pontos percentuais acima do nível atual. No Sudeste/Centro-Oeste, a ENA projetada é de 18.982 MW médios, ou 97% da média de longo termo, enquanto o armazenamento deve recuar 3,5 pontos, para 55%. O cenário será mais seco no Norte e Nordeste. No Norte, a afluência prevista é de 1.180 MW médios, equivalente a 52% da MLT, com reservatórios caindo para 75,6%. No Nordeste, a ENA deve atingir 1.958 MW médios, ou 62% da média histórica, enquanto o armazenamento deverá recuar para 69,2%. As projeções indicam forte assimetria hidrológica regional em setembro. (Broadcast Energia - 28.08.2026 17:57)

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Reservatórios recuam e Norte opera com 83,3%

Os reservatórios do Norte recuaram 0,5 ponto percentual em 27 de agosto e operavam com 83,3% da capacidade, segundo o ONS, com 12.753 MW mês armazenados e ENA de 1.527 MW médios, equivalente a 59% da MLT. O Nordeste caiu 0,2 p.p., para 76,9%, com 39.728 MW mês e ENA de 1.902 MW médios, ou 63% da MLT. No Sudeste/Centro-Oeste, o armazenamento recuou 0,2 p.p., para 58,9%, enquanto a ENA ficou em 17.680 MW médios, 87% da MLT. O Sul teve queda de 1,3 p.p., para 82%, com ENA de 11.862 MW médios, equivalente a 104% da média histórica. O ONS também registrou restrições de até 7.406 MW de geração renovável, concentradas no Nordeste, com 5.601 MW limitados ao longo do dia, além de 1.585 MW no Sudeste/Centro-Oeste, 140 MW no Sul e 80 MW no Norte. (Agência CanalEnergia - 28.08.2026)

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Mobilidade Elétrica

Valor Econômico: “Rio quer descarbonizar frota com apoio do BNDES”

Em matéria publicada pelo Valor Econômico, o leilão da prefeitura do Rio de Janeiro de cinco lotes do Sistema Rio, com compra de 1.420 novos ônibus e investimento de R$ 1,3 bilhão, buscando financiamento via Fundo Clima do BNDES para viabilizar a renovação total da frota até 2028 com veículos a biocombustível e elétricos, é analisado. Segundo o secretário de Transportes Jorge Arraes, o acesso ao fundo — com custo total estimado entre 7,8% e 10,2% ao ano, segundo a diretora do BNDES Luciana Costa — tornaria a operação mais vantajosa para o Tesouro municipal que o pagamento direto às concessionárias. O plano inclui uma terceira etapa prevista para 2027, com mais 2.260 veículos e R$ 2 bilhões em investimento, somando cerca de R$ 3,3 bilhões que a prefeitura pretende financiar integralmente, em modelo já usado pelo banco em Curitiba e Belo Horizonte. (GESEL-IE-UFRJ – 31.08.2026)

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Carros híbridos e elétricos são maioria entre lançamentos do Festival Interlagos

Os carros exibidos no Festival Interlagos e disponibilizados para teste no autódromo paulistano são, em sua maioria, híbridos e elétricos. A edição 2026 do evento apresenta alguns dos lançamentos que chegarão às lojas entre o fim deste ano e o segundo semestre de 2027. Um dos destaques é o Honda Prelude, cupê esportivo que estreia por R$ 380 mil. O modelo tem o mesmo conjunto mecânico do Civic, com 203 cv de potência. Entre os modelos 100% elétricos há novidades como o BMW iX3, que chega ao Brasil por R$ 583 mil. A autonomia de 570 quilômetros no padrão adotado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) faz do SUV o modelo de maior alcance entre os carros a bateria no Brasil. A eletrificação também é regra entre as marcas chinesas, e mais duas chegam ao país. A Dongfeng apresenta o utilitário compacto Vigo e o hatch Box, enquanto a Baic exibe os SUVs Arcfox T1 e T5. Todos são 100% elétricos. Além disso, na BYD, a grande novidade é o plano de seus supercarregadores, capazes de entregar 1.500 kW de potência e fazer uma bateria ir a 97% de carga em 10 minutos. (Folha de São Paulo - 29.08.2026)


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Toyota lança RAV4 PHEV por R$ 399.990

A Toyota lançou no Brasil o RAV4 XSE híbrido plug-in por R$ 399.990, ampliando sua oferta de veículos eletrificados no país. O sistema PHEV combina motor 2.5 a gasolina de 189 cv e 24,2 kgfm com três motores elétricos e entrega 329 cv de potência combinada. O SUV acelera de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos, alcança 180 km/h e dispõe de tração integral sob demanda, com um bateria de íons de lítio tem 22,7 kWh seu processo garante autonomia elétrica de até 61 km pelo Inmetro. O modelo traz central multimídia de 12,9 polegadas, painel digital de 12,3 polegadas, head-up display, porta-malas de 421 litros e pacote Toyota Safety Sense 4.0. A garantia convencional é de cinco anos, com oito anos para componentes híbridos e bateria, e pode ser estendida a até dez anos pelo programa Toyota 10, condicionada às revisões na rede autorizada. (CNN Brasil - 28.08.2026)


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Alta do petróleo impulsiona venda de carros elétricos no mundo

As vendas de carros elétricos devem atingir níveis recordes neste ano, com 29% de todos os carros novos comprados no mundo previstos para serem modelos totalmente movidos a bateria ou híbridos plug-in, segundo um relatório da IEA (Agência Internacional de Energia). O percentual representa um forte aumento em relação aos apenas 4% registrados em 2020. Além disso, o crescimento das vendas foi, em certa medida, inesperado. Alguns analistas haviam previsto um mercado mais lento para veículos elétricos neste ano —até que a guerra dos EUA com o Irã e o fechamento do estreito de Hormuz fizeram os preços do petróleo e da gasolina dispararem. Por outro lado, as vendas totais de carros tradicionais com motores a combustão vêm caindo de forma constante e, neste ano, devem atingir o menor nível desde o início dos anos 2000. Entretanto, o que torna o aumento das vendas de carros elétricos especialmente significativo é que as compras de veículos elétricos, na verdade, caíram neste ano tanto na China quanto nos EUA. Por fim, resta questionar o que aconteceria com as vendas globais se o Estreito de Ormuz for reaberto. (Folha de São Paulo - 29.08.2026)

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China anuncia pacote para reduzir competição 'desenfreada' no saturado mercado das montadoras

O vice-ministro da Indústria da China, Xin Guobin, anunciou, em 26 de agosto, mais um pacote contra a guerra de preços entre as montadoras do país, numa entrevista sobre o início do 15º Plano Quinquenal. A disputa chegou ao ponto em que empresas vendem carros perto do custo de produção e cobrem o rombo atrasando o pagamento de fornecedores, e é isso que Pequim tenta interromper há dois anos. Além disso, a palavra que o governo usa é neijuan (内卷), literalmente traduzida como "involução", mas usada neste contexto para descrever a corrida em que todos gastam mais para ficar no mesmo lugar. Ela entrou no vocabulário oficial em julho de 2024 e tem sido apontada como motivação para que a cúpula econômica do partido conduza a regulação de governos locais. Isso porque a origem do problema está nessa ponta: a capacidade automotiva foi erguida por províncias que disputaram montadoras com terreno barato, crédito e isenção, até formar um parque maior do que o mercado interno consegue absorver. Por fim, as medidas têm tentado atacar o sintoma, mas a um custo que levará marcas à bancarrota. (Folha de São Paulo - 28.08.2026)

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Inovação e Tecnologia

Redata volta à pauta do Congresso

O Congresso deve retomar nesta semana a votação do projeto que cria o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter, o Redata, após meses de paralisação no Senado. A proposta suspende o Imposto de Importação sobre equipamentos destinados a data centers e prevê a substituição gradual do ICMS pelo IBS até 2033. Para acessar os incentivos, os projetos deverão reservar pelo menos 10% da capacidade de processamento ao mercado brasileiro e aplicar 2% do valor investido em pesquisa e desenvolvimento, com direcionamento de recursos para Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A Receita Federal estima impacto fiscal de R$ 5,2 bilhões em 2026, R$ 1 bilhão em 2027 e R$ 1,05 bilhão em 2028. Estudo da FGV citado pelo setor estima que um único data center de IA pode mobilizar R$ 25 bilhões, gerar 12,5 mil empregos na implantação e 1.860 postos permanentes. O debate inclui críticas sobre consumo de água, resíduos eletrônicos e demanda por redes elétricas. (CNN Brasil - 31.08.2026)


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Abegás defende gás natural no Redata

A Abegás defende que o gás natural seja incluído no PL nº 278/2026, que cria o Redata, para assegurar fornecimento firme aos data centers beneficiados pelo regime tributário. Segundo a associação, essas instalações toleram interrupção máxima de apenas 0,013% do tempo, equivalente a menos de cinco minutos por ano, o que exige energia contínua e estável. A entidade apoia a Emenda 22, do senador Laércio Oliveira, que prevê expressamente o gás natural entre as fontes aptas a abastecer os empreendimentos. Para a Abegás, o combustível pode atuar como lastro das fontes renováveis e também favorecer a expansão do biometano ao ampliar infraestrutura e demanda. A associação argumenta que países como os Estados Unidos já utilizam termelétricas dedicadas a grandes infraestruturas digitais. O projeto conta com apoio de 11 frentes parlamentares e 34 entidades e é considerado prioritário no Senado, em meio à disputa por investimentos em data centers no Brasil. (Petronotícias - 31.08.2026)


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Rio aposta em energia limpa disponível para virar polo de data centers e IA

O Rio de Janeiro busca se consolidar como uma das poucas capitais globais da economia digital na América do Sul, apoiado na disponibilidade de energia limpa e na rede elétrica ociosa, ao contrário de São Paulo, que opera perto da capacidade máxima. O projeto Rio AI City, na Barra da Tijuca, desenvolvido com a Elea Data Centers, prevê capacidade inicial de 1,5 GW 100% renovável, com potencial de expansão para 3,2 GW, e investimento total que pode superar US$ 10 bilhões — chegando a US$ 50 bilhões somando equipamentos trazidos por clientes —, segundo o presidente da Elea, Alessandro Lombardi. Sidney Levy, presidente da Invest.Rio, afirma que "apenas duas ou três" das futuras capitais globais de dados estarão na América do Sul, e que o trabalho prioritário é fazer do Rio uma delas; as obras do complexo devem começar em 2027, com estimativa de dez mil empregos diretos na construção. O Rio já é a segunda região de data centers do Brasil, atrás de São Paulo, com 76 MW em operação, 63 MW em construção e 40 MW planejados. (Valor Econômico – 27.08.2026)

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Energias Renováveis

Rio usa royalties do pré-sal para impulsionar eólica offshore, solar e biometano

O Rio de Janeiro, detentor de 87% das reservas provadas de petróleo do país e produção de 3,31 milhões de barris por dia em 2025, está usando a riqueza do pré-sal para atrair projetos de eólica offshore, solar e biometano. A costa fluminense concentra 16 projetos de eólica offshore em licenciamento no Ibama, com potencial líquido de 28 GW segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), enquanto o Estado já adicionou 1.600 MW em capacidade renovável, com mais 1.700 MW previstos, segundo o subsecretário de Energia e Economia do Mar. Uma lei estadual concede isenção de ICMS a termelétricas a gás em troca do investimento de 2% do custo variável do combustível em geração renovável, modelo que ajudou o Rio a consolidar quase 19% da capacidade elétrica nacional. O Porto do Açu desponta como polo de hidrogênio verde e eólica offshore, com a Petrobras conduzindo projeto-piloto no local, enquanto o potencial solar do Estado é estimado em 3,4 GW até 2035, incluindo projeto de 200 MW no próprio porto. (Valor Econômico – 26.08.2026)

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Governador de MG determina auditoria na Cemig Sim após suspeitas de irregularidades

O governador de Minas Gerais, Mateus Simões, determinou a transferência do presidente da Cemig, Alexandre Ramos Peixoto, e do vice-presidente jurídico, Sérgio Pessoa de Castro, para a Cemig Sim, braço de energia solar da estatal, com o objetivo de conduzir uma "auditoria completa, executiva e definitiva" após suspeitas de irregularidades envolvendo o ex-diretor comercial Rubens Soalheiro e negócios com a Green Investimentos, ligada a um primo de Daniel Vorcaro, do Banco Master. A mudança ocorre dias após Simões anunciar a saída de Peixoto da presidência da holding para o conselho de administração, cargo hoje ocupado por Márcio Zimmermann, com o conselho da Cemig responsável por definir o novo presidente da companhia. (MegaWhat – 28.08.2026)

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Lightsource BP tenta suspender execução de garantias de parque solar de 810 MW

A Lightsource BP, joint venture com 49,9% de participação da Petrobras, busca na Justiça e na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) suspender a execução de R$ 17,4 milhões em garantias de parecer de acesso de usinas do parque solar Bauru (810,5 MW), após a CPFL Paulista recusar assinar o Contrato de Uso do Sistema de Distribuição com base em parecer da ISA Energia, que apontou inviabilidade técnica de conexão na subestação Bauru. A empresa obteve liminar favorável na 13ª Vara Cível do Distrito Federal e alega que os projetos, com conexão prevista para fevereiro de 2030, já receberam investimentos relevantes com base nos pareceres de acesso emitidos pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). (MegaWhat – 28.08.2026)

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Cemig renova concessão de Sá Carvalho por 30 anos

O Ministério de Minas e Energia autorizou a Cemig a renovar por mais 30 anos a concessão da usina hidrelétrica de Sá Carvalho, cuja outorga venceria no fim de agosto. Com 78 MW de capacidade instalada, o ativo é o primeiro de três empreendimentos da companhia com contratos próximos do vencimento. A Cemig terá 210 dias para avaliar as condições e assinar o novo contrato de concessão com o MME. As outras usinas são Emborcação e Nova Ponte, cujas concessões terminam em maio e agosto de 2027, respectivamente. Juntas, as três hidrelétricas representam atualmente 55% do parque gerador próprio da empresa. Em fato relevante, a companhia afirmou que a decisão também encaminha uma solução para os dois ativos remanescentes, considerados fundamentais para a robustez de sua geração. A renovação reduz uma incerteza relevante sobre a continuidade operacional de parte expressiva do portfólio hidrelétrico da Cemig. (CNN Brasil - 28.08.2026)


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ABiogás projeta R$ 83 bi para biometano

A ABiogás estima que a expansão do biometano no transporte pesado pode levar à adoção de 40 mil caminhões movidos pelo combustível até 2035 e demandar cerca de R$ 83 bilhões em investimentos na cadeia. A entidade estruturou sua estratégia em quatro frentes: transporte pesado e mobilidade urbana, geração elétrica, fertilizantes e combustíveis avançados, incluindo SAF. O Brasil possui potencial teórico de produção de biogás de cerca de 120 milhões de m³ por dia, mas utiliza menos de 2% dessa capacidade. Segundo a associação, o biometano pode reduzir em aproximadamente 90% as emissões de gases de efeito estufa frente ao diesel e já alcançou paridade de capex em veículos pesados. No setor elétrico, a ABiogás defende leilões anuais de reserva de capacidade dedicados ao biogás, de cerca de 400 MW. Outra prioridade é viabilizar o primeiro Certificado de Garantia de Origem do Biometano, esperado para o início de setembro, etapa necessária à aplicação do mandato de 0,5% previsto pelo CNPE. (Petronotícias - 31.08.2026)

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Gás e Termelétricas

EPE publica Caderno de Estudos sobre Preços de Gás Natural – Projeções Nacionais

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publica o Caderno de Estudos sobre Preços de Gás Natural – Projeções Nacionais, que apresenta projeções para os preços médios do gás natural nos pontos de entrega (citygates) da malha integrada até 2036. As estimativas consideram os preços de molécula praticados pelos agentes comercializadores junto às Concessionárias dos Serviços Locais de Gás Canalizado (CSLGC), suas participações no mercado brasileiro, as tarifas de transporte, e outros aspectos da comercialização de gás no Brasil. Além disso, as projeções indicam que os preços seguem influenciados por fatores da conjuntura internacional, especialmente pela evolução das referências de petróleo Brent e de gás natural Henry Hub, sujeitas a riscos geopolíticos e às condições de oferta dos mercados globais. Esses fatores seguem impondo desafios à previsibilidade dos preços no mercado nacional. Por outro lado, avanços no arcabouço legal e regulatório, a ampliação da oferta doméstica e o aumento da concorrência vêm transformando gradualmente o mercado brasileiro de gás, contribuindo para um ambiente mais competitivo. Acesse o estudo aqui. (EPE - 28.08.2026)

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Supergasbras muda liderança executiva

A Supergasbras promoverá mudanças em sua liderança executiva a partir de 1º de setembro. Rachel Risi assumirá a Diretoria de Planejamento, Marketing e Experiência do Cliente, sucedendo Alessandro Falzetta, que passará a comandar a Diretoria de Negócios. A área liderada por Rachel reunirá análise de mercado e dados, comunicação e marketing digital, atendimento, planejamento comercial, desenvolvimento de produtos, tecnologia para clientes, inteligência competitiva e gestão da experiência. A executiva tem trajetória interna em Marketing, Planejamento, SHV Energy, Experiência do Cliente e, mais recentemente, na Diretoria Regional do Centro-Oeste e Sudeste. Falzetta, com 18 anos de experiência comercial na Itália, assumirá a integração das atividades comerciais e operacionais e trabalhará com as diretorias regionais na gestão de vendas, resultados e operação. Segundo a empresa, as mudanças buscam fortalecer crescimento, execução comercial e geração de valor. (Petronotícias - 31.08.2026)


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Grupo de gás e biometano celebra seis anos

O Grupo Tudo Sobre Gás Natural e Biometano realizará em 2 de setembro, no Rio de Janeiro, uma confraternização presencial para celebrar seis anos de atuação. Criada em 1º de maio de 2020, durante a pandemia, a iniciativa surgiu para aproximar profissionais, preservar o diálogo setorial e promover troca de informações em um período marcado pelo distanciamento. Webinars, debates e interação contínua ajudaram a consolidar a rede, que reúne participantes de diferentes segmentos da indústria de gás natural e biometano. O encontro está marcado para as 19h, no Restaurante Bota, na Marina da Glória, e será conduzido por Larissa Dantas, Rodrigo Otávio Nascimento e Márcio Leal. A programação também prevê homenagens a profissionais com trajetória relevante no setor, entre eles Karine Fragoso, Angélica Laureano, Heloisa Borges, Márcio Félix, Claudia Brun, José Hijar, Renata Isfer, Leonardo Caldas, Symone Araújo e Marcelo Weydt. (Petronotícias - 31.08.2026)


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Delta pode antecipar térmica em Campo Grande

A Delta Geração avalia antecipar em cerca de um ano a entrega de 67 MW adicionais da UTE William Arjona, em Campo Grande, contratados no LRCAP 2026. A potência, originalmente prevista para outubro de 2028, poderá estar disponível em julho de 2027. A empresa ofertou 235 MW no certame, sendo 67 MW provenientes da ampliação da usina existente e 168 MW de uma nova unidade. Segundo a Delta, o projeto greenfield também poderia ser antecipado em um ano, caso haja determinação do MME, frente ao cronograma original de julho de 2029. A companhia afirma ainda ter projetos licenciados que permitiriam praticamente dobrar os 235 MW previstos no complexo. Para contornar a escassez global de turbinas novas, cuja espera supera cinco anos, a empresa adquiriu equipamentos usados com baixa utilização. A UTE William Arjona possui atualmente 177 MW instalados e opera a gás natural. (Broadcast Energia - 28.08.2026 16:10)

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Governo prevê aporte de R$ 651,8 mi na Eletronuclear para Angra 3

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai prever um aporte de R$ 651,8 milhões na Eletronuclear na proposta de Orçamento de 2027, segundo participantes das discussões. O dinheiro será usado para a manutenção de contratos já existentes relativos à usina de Angra 3, obra inacabada que ainda não gera receitas para a estatal. Segundo documentos, o cenário foi desenhado considerando que a decisão sobre dar continuidade ou não ao empreendimento será tomada apenas no ano que vem. Convém lembrar que a Eletronuclear enfrenta dificuldades financeiras devido aos custos de manutenção e ao serviço da dívida de Angra 3. Além disso, segundo notas técnicas da ENBPar, o "patamar mínimo de sobrevivência institucional e técnica de Angra 3" soma R$ 1,03 bilhão para 2027, considerando licenciamento, engenharia e, principalmente, suprimentos internacionais. Ainda assim, a empresa espera também a injeção de outros R$ 365 milhões pelo acionista minoritário em 2027. (Folha de São Paulo - 30.08.2026)

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Sindicato de Angra dos Reis convoca greve na Eletronuclear a partir de 1º de setembro

O Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Energia Elétrica de Parati e Angra dos Reis (Stiepar) convocou greve por tempo indeterminado na Eletronuclear a partir de 1º de setembro, diante de impasses na negociação do Acordo Coletivo de Trabalho, mantendo profissionais essenciais para a segurança operacional das usinas Angra 1 e Angra 2 em turnos de 12 horas. A Eletronuclear afirmou respeitar o direito de greve e informou ter solicitado mediação do Tribunal Regional do Trabalho, com audiência marcada para 31 de agosto. (MegaWhat – 28.08.2026)

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Mercado Livre de Energia Elétrica

CCEE recebe delegação do Quênia para fortalecer cooperação no setor de energia

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) recebeu, nesta semana, a delegação da Energy and Petroleum Regulatory Authority (EPRA), autoridade reguladora de energia e petróleo do Quênia. O encontro, realizado na sede da CCEE, em São Paulo, promove a troca de experiências sobre mercados de energia e amplia a cooperação entre as instituições. A programação inclui a assinatura de uma Carta de Intenções entre a CCEE e a EPRA, iniciativa que reforça o relacionamento institucional e abre novas possibilidades para o intercâmbio de conhecimentos, experiências e boas práticas no setor de energia. Além disso, o intercâmbio entre diferentes mercados e culturas contribui para ampliar perspectivas, estimular a inovação e fortalecer a construção conjunta de soluções para um setor de energia em constante transformação. (CCEE - 28.08.2026)


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Voltalia mira novos contratos de autoprodução

A Voltalia espera concluir ainda em 2026 novos contratos de autoprodução de energia, principalmente pelo modelo de equiparação, embora também avalie estruturas em consórcio. Segundo a companhia, a modalidade permanece atraente para grandes consumidores por permitir economias com encargos como CDE e Proinfa, mas decisões têm sido adiadas por incertezas relacionadas ao rateio do ERCAP e às regras futuras para o curtailment. A empresa afirma que esses riscos já estão incorporados aos preços e às premissas de viabilidade dos projetos. A fonte eólica está atualmente em vantagem no pipeline da Voltalia por apresentar perfil de geração menos exposto aos cortes concentrados no meio do dia, enquanto a solar poderá recuperar atratividade com maior presença de baterias e projetos híbridos. A companhia cadastrou projetos para o leilão de armazenamento de dezembro, mas ainda avaliará sua participação conforme as regras finais e a margem econômica do certame. (Agência CanalEnergia - 28.08.2026)

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Biblioteca Virtual

UYEDA JUNIOR, Massami. “GD e agricultura: como o país começa a controlar o excesso de energia”.

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CANEPPELE, Fernando de Lima. “O engenheiro como professor: formar técnicos é estratégia de transição energética”.

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VERDAN, Henrique. “Dos 100 anos de Henry Borden ao próximo século da energia: por que o Brasil precisa discutir usinas reversíveis”.

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BAITELO, Ricardo; SCHWYTER, Anton; TESTONI, Marcelo. “Segurança energética em tempos de El Niño: Brasil precisa de planejamento de longo prazo e transição para economia de baixo carbono”.

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VALOR ECONÔMICO. “Rio quer descarbonizar frota com apoio do BNDES”.

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