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IFE
28/08/2026

IFE Diário 6.484

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditor: Sérgio Silva
Pesquisadores: Gustavo Esteves e Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Gabriel Eleotério, Luciano Zunino, Luiza Bonazza e Paulo Giovane

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28/08/2026

IFE nº 6,484

Assinatura:
Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditor: Sérgio Silva
Pesquisadores: Gustavo Esteves e Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Gabriel Eleotério, Luciano Zunino, Luiza Bonazza e Paulo Giovane

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IFE Diário 6.484

Mercado Livre de Energia Elétrica

Artigo de Daniel Araújo Carneiro: “Quando o Lucro Não Basta: O que os defaults das comercializadoras ensinam sobre risco no ACL”

Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Daniel Araújo Carneiro (sócio da Câmara Falcão & Gava Sociedade de Advogados e pesquisador associado do GESEL-UFRJ) trata dos riscos financeiros associados à comercialização no Mercado Livre de Energia e das lições decorrentes dos recentes episódios de default. O autor sustenta que lucro esperado não equivale a capacidade de sobrevivência, pois oscilações de preços, exigências de garantias, limites de crédito e descasamentos de caixa podem tornar uma carteira aparentemente rentável financeiramente insustentável. Defende que a gestão deve considerar cenários extremos, liquidez, alavancagem, concentração de contrapartes e perdas de cauda, recorrendo a modelagem estocástica e testes de estresse. Também propõe que a CCEE evolua de controles predominantemente ex post para uma supervisão prudencial prospectiva, capaz de identificar exposições futuras. Conclui que conselhos e diretorias devem estabelecer limites de sobrevivência compatíveis com o capital disponível, evitando riscos capazes de comprometer a continuidade das comercializadoras. (GESEL-IE-UFRJ – 28.08.2026)

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Armor projeta expansão com abertura do mercado livre

A Armor Energia prepara sua estratégia para a abertura gradual do mercado livre aos consumidores de baixa tensão, prevista pela Lei 15.269/2025 para 25 de novembro de 2027 no comércio e na indústria e para 2028 nos demais segmentos. A companhia, que registrou crescimento de 522% em 2024, avalia que o principal desafio está na regulamentação necessária para atender um mercado potencial de dezenas de milhões de consumidores. Entre os pontos considerados essenciais estão a criação do supridor de última instância, regras de comunicação, separação dos custos das distribuidoras entre ambientes regulado e livre, produto padrão com preço de referência e definição de encargos. A Armor pretende ampliar a oferta para além da comercialização, incluindo gestão de consumo, eficiência energética, telemetria, geração solar e armazenamento. Para ganhar escala no Grupo B, a empresa está estruturando processos baseados em tecnologia, dados e gestão de crédito, com foco em simplicidade e segurança para o consumidor. (Agência CanalEnergia - 28.08.2026)

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Proteção ao consumidor é desafio na abertura do mercado

Segundo Rita Knop, diretora Comercial da Neoenergia, a abertura escalonada do mercado livre de energia representa uma oportunidade para os consumidores, mas exige mecanismos capazes de reduzir os riscos associados à entrada de novos agentes e proteger principalmente os clientes com menor conhecimento sobre o setor. A executiva apontou que promover uma abertura gradual, conforme previsto no decreto 13.097/26, permite que empresas e consumidores se preparem para uma nova dinâmica, ao contrário do ocorrido com a abertura do setor de telecomunicações, de onde veio, que enfrentou dificuldades operacionais e de atendimento. Além disso, a executiva trata da assimetria de conhecimento, contratos de longo prazo, competição além do preço, migração e pós-venda. Por fim, Rita resume os desafios em três frentes: ampliar a visibilidade sobre a possibilidade de migração para os consumidores que já são elegíveis; tornar a jornada de entrada no mercado mais simples e clara; e estabelecer um arcabouço regulatório capaz de garantir condições adequadas para os agentes que disputarão esse mercado. (Brasil Energia - 26.08.2026)


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CCEE lança Cartilha Anticorrupção e Antissuborno

Para apoiar agentes, parceiros, fornecedores e colaboradores na construção de um ambiente de negócios mais íntegro, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) lança sua Cartilha Anticorrupção e Antissuborno. O material foi desenvolvido para apresentar conceitos, orientações práticas e situações do dia a dia que ajudam a identificar riscos e tomar decisões alinhadas aos seus valores. Assim, a cartilha é uma ferramenta para apoiar as escolhas diárias e reforçar a importância de uma atuação sempre alinhada aos princípios de integridade. Para a CCEE, o compromisso com a ética e a cultura de conformidade precisam estar nas rotinas de todas as organizações. As oportunidades para mitigar riscos e combater práticas ilícitas podem aparecer a qualquer momento. Por isso, é fundamental saber reconhecer os cenários e agir adequadamente. (CCEE - 27.08.2026)

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Regulação

Bandeira amarela deve continuar em setembro, prevê Armor Energia

A gestora e comercializadora de energia Armor Energia prevê a manutenção da bandeira tarifária amarela em setembro, o que deverá representar um acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos na conta de luz. No mercado livre, a gestora de negócios projeta que os preços negociados para setembro fiquem próximos de R$ 165/MWh. Fred Menezes, diretor de Comercialização da companhia, destaca que a melhora das condições hidrológicas no Sul tem contribuído para aliviar a pressão sobre os preços de energia, bem como a entrada em operação dos contratos do LRCAP 2026. Assim, o cenário representa uma melhora em relação a setembro de 2025, quando condições hidrológicas mais restritivas levaram à adoção da bandeira vermelha patamar 2. Para os próximos meses, no entanto, a transição para o período úmido exige atenção dos agentes do setor. A atuação do El Niño pode influenciar a distribuição das precipitações, com tendência de maior concentração das chuvas no Sul, favorecendo as afluências na região e podendo ampliar os intercâmbios de energia com os demais subsistemas. (Brasil Energia - 27.08.2026)

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TCU aprova prorrogação de concessões de seis distribuidoras por 30 anos

O Tribunal de Contas da União (TCU) considerou regulares os processos de prorrogação por 30 anos das concessões de Coelba, Cosern, Elektro (Neoenergia), Energisa Mato Grosso e Sergipe, e CPFL Paulista, que somam 20,8 milhões de unidades consumidoras e faturamento estimado de R$ 2,37 trilhões ao longo dos novos contratos. O tribunal concluiu que R$ 391 milhões em multas não pagas pelas distribuidoras não impedem a renovação, já que a legislação não condiciona a prorrogação à quitação das penalidades, recomendando à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) acompanhar a regulamentação pendente de novas regras de qualidade e resiliência. (MegaWhat – 27.08.2026)

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Transição Energética

Minerais críticos abrem oportunidade ao Brasil

O Brasil possui uma janela de oportunidade para transformar a demanda global por energia limpa e minerais críticos em maior crescimento, renda e emprego, segundo Aldemir Drummond, professor da Fundação Dom Cabral. O especialista defende que o país evite repetir um modelo concentrado na exportação de commodities e avance para etapas de maior valor agregado. No caso das terras raras, a estratégia deveria incluir não apenas extração, mas também refino, produção de ligas e fabricação de ímãs, ampliando o retorno econômico para empresas e trabalhadores. Drummond ressalta que essa agenda exige desenvolvimento tecnológico e formação de mão de obra especializada, ainda insuficiente em algumas cadeias. A avaliação foi apresentada no evento Caminhos para Futuros Positivos, realizado em São Paulo pelos 50 anos da FDC. O debate também abordou como vantagens brasileiras em energia renovável, agricultura tropical, biodiversidade, recursos hídricos e minerais podem ser convertidas em produtividade, investimentos e empregos de maior remuneração. (CNN Brasil - 27.08.2026)


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Pesquisa avança em produção sustentável de amônia

Pesquisadores brasileiros avançaram em uma rota eletroquímica mais sustentável para produzir amônia a partir de nitrato em temperatura e pressão ambientes, com possibilidade de uso de eletricidade renovável. A alternativa busca reduzir a dependência do processo Haber-Bosch, responsável por cerca de 2% das emissões globais de gases de efeito estufa e por 1% a 2% do consumo mundial de energia. O estudo avaliou nanoplacas de óxido de cobalto como eletrocatalisador e mostrou que alterações provocadas pelo uso podem modificar a superfície do material e aumentar a velocidade de produção de amônia. O processo também converte nitrato, considerado poluente de ambientes aquáticos, em um insumo essencial para fertilizantes e potencial vetor de transporte de hidrogênio de baixo carbono. A pesquisa, publicada na ACS Applied Materials & Interfaces, reúne cientistas ligados ao CINE, centro apoiado por Fapesp e Shell e sediado na Unicamp, USP e UFSCar. Os resultados ajudam a avaliar estabilidade e eficiência da tecnologia. (CNN Brasil - 27.08.2026)


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WoodMac: BESS na AL passará de 2,5 GW para 34 GW até 2035

O mercado de armazenamento de energia na América Latina está entrando em um período de expansão rápida e sustentada, de acordo com a Wood Mackenzie, segundo a qual a capacidade acumulada crescerá de 2,5 GW em 2025 para 34 GW em 2035, uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 30%. A aceleração das licitações, o aumento do curtailment e a infraestrutura de transmissão não modernizada são os principais fatores que impulsionam esse crescimento, segundo a consultoria. Além disso, de acordo com Pamela Morales, da Wood Mackenzie, o número de projetos em desenvolvimento está crescendo rapidamente, mas a implementação está estagnada devido à falta de estruturas regulatórias abrangentes com mecanismos de remuneração claros. Por outro lado, no Brasil, segundo a Wood, o mercado está prestes a dar um grande passo adiante, com o LRCAP para baterias, previsto para dezembro, que poderá impulsionar a expansão da capacidade a partir de 2028. No entanto, a consultoria faz a ressalva: sem mecanismos de remuneração claros, o financiamento continuará sendo um desafio no curto prazo. (Brasil Energia - 27.08.2026)


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Baterias ganham espaço na Índia para conter perdas de energia solar

A Índia aposta no aumento dos investimentos em armazenamento de energia por baterias para ajudar a reduzir os crescentes cortes na geração de energia solar que a rede elétrica atualmente não consegue absorver. Projetos que não forem equipados com sistemas de armazenamento por baterias provavelmente terão dificuldade para encontrar compradores: cerca de 42 GW (gigawatts) de capacidade planejada ainda não têm contratos de compra de energia, disse em 21 de agosto Santosh Kumar Sarangi, secretário de Energias Renováveis. Entre os projetos mais ameaçados estão cerca de 18 gigawatts de empreendimentos exclusivamente solares e outros 14 a 15 gigawatts de capacidade que foram contratados a preços elevados, afirmou ele durante o BNEF Summit, em Nova Déli. Além disso, na Índia, a expansão das energias renováveis tem sido liderada pela geração fotovoltaica, provocando um excesso de oferta durante o dia, especialmente no verão. Cerca de 11% da energia solar gerada na Índia durante este ano foi perdida devido aos cortes na geração, mesmo com a demanda atingindo níveis recordes. (Folha de São Paulo - 26.08.2026)


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Artigo de Bernardo Araripe Diniz: “Minerais críticos e tributação: o Brasil diante de uma nova corrida global”

Em artigo publicado pela Agência Eixos, Bernardo Araripe Diniz (sócio-fundador do Araripe Diniz Advogados) trata do papel da tributação e da política industrial na capacidade brasileira de transformar reservas de minerais críticos em desenvolvimento econômico e tecnológico. O autor destaca que lítio, níquel, grafita, cobre e terras raras são estratégicos para inteligência artificial, transição energética, semicondutores e baterias, em um contexto de reorganização das cadeias globais e disputas geopolíticas. A análise aborda a CFEM e os efeitos da Reforma Tributária, especialmente a introdução do IBS e da CBS, cuja não cumulatividade, apropriação de créditos e tributação no destino podem influenciar extração, beneficiamento e industrialização. O texto argumenta que exportar matérias-primas com baixo processamento limita a captura de valor, enquanto produzir componentes e baterias amplia a participação nacional nas cadeias produtivas. Conclui que previsibilidade regulatória, planejamento tributário, inovação e agregação de valor serão determinantes para converter a riqueza mineral em industrialização e competitividade. (GESEL-IE-UFRJ – 28.08.2026)

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Artigo José Eli da Veiga: “Entre ilusão e xodó”

Em artigo publicado pelo Valor Econômico, José Eli da Veiga (professor sênior do Instituto de Estudos Avançados da USP) trata dos limites da descarbonização e argumenta que o avanço tecnológico observado nos setores elétrico e de veículos leves não se reproduz nos segmentos mais dependentes de processos térmicos de alta temperatura e reações químicas. Aço, cimento e concreto, edificações, fertilizantes, transportes pesados e hidrogênio permanecem entre os setores mais difíceis de descarbonizar. Com base nos relatórios da Breakthrough Agenda, publicados pela Agência Internacional de Energia desde 2022, o autor mostra uma mudança de foco: inicialmente, o desafio era levar tecnologias promissoras à escala; posteriormente, ganharam importância financiamento, padrões, infraestrutura e criação de demanda; no relatório mais recente, a prioridade passou à execução dos 120 Plans to Accelerate Solutions, elaborados por grupos internacionais. O gargalo atual, portanto, está na implementação verificável. O texto também examina a captura e armazenamento de carbono (CCS), considerada relevante para emissões industriais remanescentes, mas capaz de criar um “moral hazard” ao retardar cortes na fonte e investimentos em alternativas. (GESEL-IE-UFRJ – 28.08.2026)

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Artigo Larissa Rodrigues e Sergio Leitão: “Minerais críticos: Brasil não pode chegar atrasado ao futuro”

Em artigo publicado pelo Valor Econômico, Larissa Rodrigues (diretora de Pesquisa do Instituto Escolhas) e Sergio Leitão (advogado e diretor-executivo do Instituto Escolhas) tratam do desafio de o Brasil transformar suas reservas de minerais críticos em capacidade industrial e desenvolvimento de longo prazo. A transição energética amplia a importância de lítio, níquel e terras raras, essenciais para veículos elétricos e tecnologias avançadas, mas a existência de reservas não garante liderança. Os autores destacam que a experiência chinesa foi construída com décadas de política industrial, pesquisa, domínio tecnológico e expansão produtiva, especialmente nas etapas de processamento e refino, onde está concentrada parcela relevante do valor agregado. Diante da corrida internacional por refinarias, baterias e unidades de processamento, defendem que o Brasil seja seletivo e identifique segmentos nos quais possa desenvolver vantagens competitivas duradouras. O artigo também alerta para a necessidade de transformar royalties minerais em educação, inovação, infraestrutura e diversificação econômica, evitando repetir o caso de Itabira. (GESEL-IE-UFRJ – 28.08.2026)

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Crise Climática

Inmet alerta 675 municípios para tempestades

O Inmet emitiu alerta de perigo para tempestades em 675 municípios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, válido para esta sexta-feira, 28 de agosto. A previsão indica chuva entre 30 e 60 mm por hora ou acumulados de 50 a 100 mm no dia, acompanhada por ventos de 60 a 100 km/h e possibilidade de queda de granizo. O instituto alerta para risco de interrupção no fornecimento de energia elétrica, danos em plantações, queda de árvores e alagamentos. O aviso abrange todo o território gaúcho e partes dos dois estados vizinhos, com possibilidade de ocorrência de temporais em qualquer horário do dia. Em caso de rajadas, a recomendação é não buscar abrigo sob árvores devido ao risco de quedas e descargas elétricas e evitar estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. O alerta reforça a exposição da infraestrutura elétrica e urbana do Sul a eventos meteorológicos severos. (CNN Brasil - 27.08.2026)


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Mudança climática intensifica variabilidade do El Niño, mostra estudo

O El Niño, fenômeno que favorece de secas a inundações e promete eventos extremos neste restante de 2026 e em 2027, está se intensificando com o aquecimento global. Dados coletados de corais em Galápagos (Equador), arquivo natural com um milênio de informações, mostram que a oscilação está ao menos 36,5% mais intensa do que durante o período pré-industrial. Esta conclusão é de um artigo publicado em 27 de agosto na revista Science e confirma o que dados observacionais já sugeriam: o El Niño também está sendo impactado pela mudança climática provocada sobretudo pela queima de petróleo, carvão e gás natural. O estudo liderado por Julia Cole, professora da Universidade de Michigan, contorna o problema por meio da análise geoquímica de alta resolução de corais do arquipélago no Pacífico e de exemplares fossilizados. Por fim, a constatação de que a mudança climática também altera a intensidade do fenômeno reforça a urgência global por mecanismos de mitigação, da busca pela neutralidade das emissões à aceleração da transição energética, assim como por esforços de adaptação. (Folha de São Paulo - 27.08.2026)


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Nepal eleva alerta após transbordamento de lago

Autoridades do distrito de Rasuwa, no Nepal, voltaram a elevar o nível de alerta após o transbordamento de um lago provocar subida do rio dois dias depois das inundações que devastaram a região de fronteira com a China. As operações de resgate por helicóptero chegaram a ser suspensas temporariamente, mas foram retomadas. Segundo a atualização citada pela reportagem, o número de mortos no Nepal subiu para 547, enquanto a China registrava cinco mortes, e mais de 1.300 pessoas permaneciam desaparecidas. As equipes enfrentam terreno montanhoso, condições meteorológicas adversas, destruição de infraestrutura e cortes de energia. A Cruz Vermelha alertou para a possibilidade de novos deslizamentos e inundações enquanto autoridades tentam reabrir estradas e alcançar comunidades ainda sem assistência. Voluntários e equipes de emergência também trabalham para distribuir avisos à população diante do risco de novos eventos, ao mesmo tempo em que mantêm as buscas por sobreviventes. (CNN Brasil - 28.08.2026)


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Empresas

Axia investe R$ 36 mi em subestação de Resende

A Axia Energia concluiu investimento de R$ 36 milhões na modernização da subestação de Resende, no Sul Fluminense, com o objetivo de ampliar a segurança e a confiabilidade do sistema de transmissão que atende uma das principais regiões industriais do estado do Rio de Janeiro. O empreendimento acrescentará R$ 5,46 milhões à RAP da companhia. Entre as intervenções está a instalação de equipamentos destinados ao controle da tensão da rede, contribuindo para manter condições mais estáveis de operação, sobretudo em períodos de menor demanda. O projeto incluiu também a instalação de um banco formado por três reatores monofásicos de 66,66 Mvar, com potência reativa total de 200 Mvar, além de uma fase reserva e módulos de conexão de barras (CRB). Os equipamentos também contribuem para reduzir a necessidade de desligamentos das linhas de transmissão. Inaugurada em abril de 2009, a SE de Resende ocupa uma área de 98,85 mil m² e integra o sistema resultante do seccionamento da linha de transmissão de 500 kV Cachoeira Paulista-Adrianópolis, atualmente denominada Terminal Rio. (Brasil Energia - 26.08.2026)


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Aeris obtém proteção judicial para negociar dívida de R$ 1,93 bi

A Aeris Energy obteve tutela judicial que suspende execuções e medidas constritivas por até 60 dias, período em que negocia com credores uma reestruturação de sua dívida, atualmente em R$ 1,93 bilhão. A decisão foi concedida em ação cautelar sob segredo de justiça, após a companhia iniciar procedimento de mediação no Centro de Mediação da Associação dos Advogados de São Paulo. A medida, baseada no art. 20-B, § 1º, da Lei nº 11.101/2005, busca assegurar estabilidade para a repactuação das obrigações e adequar a estrutura de capital à capacidade de geração de caixa da fabricante. No último trimestre, a Aeris registrou prejuízo líquido de R$ 152 milhões, enquanto as perdas acumuladas no ano chegaram a R$ 290 milhões, alta de 15,4% na comparação anual. A dívida líquida passou de R$ 1,18 bilhão em 2024 para R$ 1,78 bilhão em 2025 e alcançou R$ 1,93 bilhão. A empresa afirma que as operações seguem normalmente. (Agência CanalEnergia - 27.08.2026)

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Comerc aprova recompra de até R$ 120 mi em debêntures

A Comerc aprovou uma operação facultativa de recompra de debêntures de própria emissão no valor de até R$ 120 milhões, como parte de sua estratégia de gestão ativa do endividamento e de otimização da estrutura de capital. A decisão foi tomada pelo conselho de administração em 21 de agosto de 2026. A companhia poderá manter os títulos adquiridos em tesouraria ou cancelá-los, conforme a legislação aplicável. A operação envolve duas emissões: a 4ª, realizada em outubro de 2023 e com 900 mil debêntures em circulação, e a 5ª, de abril de 2024, que possui 600 mil títulos em circulação. O preço de aquisição será igual ou inferior ao valor nominal atualizado, acrescido da remuneração calculada proporcionalmente desde o último pagamento até a data efetiva da recompra. A XP Investimentos Corretora será responsável pela intermediação e a operação deverá ser concluída em até 30 dias úteis após sua aprovação. (Agência CanalEnergia - 27.08.2026)

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Revisão tarifária da Neoenergia Brasília é discutida durante Audiência Pública

A Revisão Tarifária da Neoenergia Distribuição Brasília S.A para o ano de 2026 foi discutida, em 27 de agosto, durante Audiência Pública realizada na sede da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em Brasília. Cerca de 40 pessoas participaram da sessão, entre representantes da Neoenergia Brasília e do Conselho de Consumidores. A Audiência Pública foi presidida pelo Diretor da Aneel, Willamy Frota. A distribuidora atende 1,23 milhão de unidades consumidoras em todo o Distrito Federal. Confira os índices propostos que, caso aprovados dessa forma, entrarão em vigor a partir de 22 de outubro: Empresa Neoenergia Brasília; Consumidores residenciais - B1, 1,17%; Baixa tensão em média, 1,10%; Alta tensão em média, 3,95%; e Efeito Médio para o consumidor, 1,86%. Entre os fatores que mais impactaram os índices propostos estão os custos com distribuição, transmissão e compra de energia, além da inclusão de componentes financeiros. Além disso, a Audiência está vinculada à Consulta Pública nº 024/2026, que recebe contribuições dos interessados até 12 de setembro por meio de intercâmbio documental. (Aneel - 27.08.2026)

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Leilões

CATL e Moura fecham parceria para disputar leilão de baterias

A CATL anunciou, durante a The Smarter E South America 2026, uma parceria estratégica com a Moura para participação conjunta no LRCAP 2026 – Armazenamento Nacional. A iniciativa combina as soluções de armazenamento da fabricante chinesa com a experiência local da Moura e o apoio de um segundo parceiro estratégico, líder no mercado brasileiro de PCS e inversores, para viabilizar uma produção nacionalizada e atender às exigências de conteúdo local previstas no certame. Assim, a parceria amplia a atuação da CATL no mercado brasileiro de armazenamento, no qual a empresa afirma deter 45% de participação. O portfólio local inclui projetos para transmissão, agricultura, logística de cadeia de frio e instalações industriais, com destaque para o sistema de Registro, em São Paulo, primeiro projeto de armazenamento por baterias em escala de utility no setor de transmissão brasileiro. Por fim, ao destacar sua atuação internacional, a CATL também aponta o reconhecimento obtido em rankings de empresas de armazenamento de energia. (Brasil Energia - 27.08.2026)

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TotalEnergies e Petrobras vencem leilão spot da União

TotalEnergies e Petrobras venceram quatro dos oito lotes ofertados no 8º leilão spot de petróleo da União, promovido pela Pré-Sal Petróleo (PPSA). A TotalEnergies arrematou os lotes 1, 2 e 7, todos relacionados à produção de Búzios, enquanto a Petrobras ficou com o lote 4, de Atapu. Os lotes 3, 5, 6 e 8, também com cargas de Búzios, não receberam ofertas vencedoras e serão novamente disponibilizados em setembro. O lote 1 prevê 1 milhão de barris do FPSO Almirante Tamandaré, e o lote 2, igual volume do FPSO Almirante Barroso, ambos com carregamento entre outubro e dezembro de 2026. O lote 7 reúne duas cargas de 1 milhão de barris das plataformas P-78 e P-79, previstas para novembro e dezembro. Já o lote 4 contempla 900 mil barris de Atapu, produzidos pela P-70, com carregamento no início de novembro. As ofertas foram referenciadas pelo Brent datado. (Broadcast Energia - 27.08.2026)

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Aneel promoverá audiência sobre editais dos primeiros leilões de baterias de grande porte

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realizará, em 1º de setembro, às 14h30, em sua sede em Brasília, audiência pública para discutir o aprimoramento das minutas dos editais, anexos e dos respectivos Contratos de Potência de Reserva de Capacidade (CRCAP) dos Leilões de Reserva de Capacidade para Armazenamento Nacional e Armazenamento Geral (Leilões nº 05 e nº 06/2026-ANEEL). A iniciativa faz parte do processo de construção dos primeiros leilões destinados à contratação de sistemas de armazenamento de energia em baterias de grande porte no Brasil. Além disso, a audiência pública está vinculada às Consultas Públicas nº 22/2026, referente ao Leilão nº 05/2026-ANEEL, e nº 23/2026, relacionada ao Leilão nº 06/2026-ANEEL. As contribuições poderão ser encaminhadas até 14 de setembro para os endereços eletrônicos cp022_2026@aneel.gov.br e cp023_2026@aneel.gov.br. Por fim, os certames estão previstos para os dias 2 e 4 de dezembro, respectivamente. (Aneel - 27.08.2026)

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Custeio ameaça judicializar leilões de baterias

A divisão dos custos dos sistemas de baterias nos leilões de reserva de capacidade marcados para 2 e 4 de dezembro provocou críticas de dirigentes da Absae e da Abraget. A Lei nº 15.269 determinou que o custeio do armazenamento seja atribuído exclusivamente aos geradores, diferentemente de outras tecnologias contratadas para reserva de capacidade. A Aneel propõe ratear os encargos entre geradores da CCEE, com valores diferenciados conforme a flexibilidade das usinas. Markus Vlasits, da Absae, e Xisto Vieira Filho, da Abraget, consideram equivocada a premissa legal e alertam para risco de judicialização. Também questionam o conceito de flexibilidade usado na proposta e afirmam que encargos estimados entre R$ 8 e R$ 15/MWh tenderão a chegar ao consumidor. Apesar das divergências, ambos defendem que os certames sejam mantidos, separando a contratação das baterias da definição final sobre o custeio. Para eles, armazenamento e geração térmica síncrona são recursos complementares à segurança do sistema. (CNN Brasil - 27.08.2026)

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Rateio do ERCAP eleva risco de judicialização do LRCAP

A definição do rateio do Encargo de Potência para Reserva de Capacidade no LRCAP de baterias ampliou a percepção de risco de judicialização no setor elétrico. A Aneel, ao regulamentar a Lei 15.269, propôs dividir o ERCAP entre geradores de todas as fontes, com quatro patamares de cobrança conforme o grau de flexibilidade. A Abraget critica o modelo e sustenta que ele pode onerar termelétricas inflexíveis, hidrelétricas com restrições de vazão e usinas nucleares, enquanto associações de renováveis defendem o PL 3.716/2026, que retira dos geradores a exclusividade do custeio de baterias. Segundo o advogado Raphael Gomes, do Lefosse, a alteração legislativa seria a alternativa mais segura, mas o calendário eleitoral reduz o tempo disponível. Estimativas citadas por agentes indicam ERCAP de até R$ 10/MWh em um leilão de 4 GW e superior a R$ 25/MWh caso a contratação de armazenamento alcance 20 GW. (Agência CanalEnergia - 27.08.2026)

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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

Solar bate 113% da demanda do Nordeste e ONS vê chance de novo corte no domingo

A geração solar no Nordeste atingiu cerca de 16 GW em 7 de agosto, superando 113% da demanda regional naquele instante, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que alertou para o desafio das rampas de geração quando o sol se põe. O operador indicou probabilidade média de novo acionamento do Plano de Gestão de Excedentes de Energia neste domingo (30/8), após ter reduzido cerca de 1 GW da geração distribuída no domingo anterior, reforçando a necessidade de despacho térmico adicional e flexibilidade do sistema nos horários de ponta. (MegaWhat – 27.08.2026)

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ONS mantém geração hidrelétrica minimizada no Norte em setembro

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) manterá a geração hidrelétrica reduzida no Norte em setembro, buscando recuperar o reservatório de Tucuruí até outubro e novembro, em meio à elevada oferta renovável — a geração solar no Nordeste chegou a 16 GW em 7 de agosto, equivalente a 113% da demanda regional naquele instante. O Sistema Interligado Nacional (SIN) encerra agosto com 64% da capacidade de armazenamento, com afluências abaixo da média histórica em três dos quatro subsistemas, e o operador já prevê despacho térmico adicional e possível acionamento do programa de resposta da demanda para atender ao pico de carga na semana seguinte. (MegaWhat – 27.08.2026)

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Reservatórios do Sul operam com 83,3% da capacidade

Os reservatórios do subsistema Sul recuaram 1,5 ponto percentual em 26 de agosto e operavam com 83,3% da capacidade, segundo o ONS, com 17.034 MW mês de energia armazenada e ENA de 12.493 MW médios, equivalente a 107% da média de longo termo. No Nordeste, o armazenamento caiu 0,2 p.p., para 77,1%, enquanto Sudeste/Centro-Oeste e Norte recuaram 0,3 p.p., para 59,1% e 83,8%, respectivamente. O Norte também registrou recordes de carga instantânea, de 11.001 MW, e média, de 9.844 MWmed. O operador registrou ainda restrições de geração renovável em todos os submercados. O maior corte ocorreu no Nordeste, com pico de 5.706 MW durante o dia, por limitações operativas, controle de frequência e fluxos sistêmicos. No Sudeste/Centro-Oeste, a restrição máxima chegou a 1.002 MW, e no Norte, a 150 MW. (Agência CanalEnergia - 27.08.2026)

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BNB reorienta financiamento para transmissão e armazenamento no Nordeste

O Banco do Nordeste (BNB) passou a priorizar temporariamente projetos de transmissão, armazenamento e grandes cargas na região, diante do avanço do curtailment sobre a geração renovável centralizada, sem interromper o financiamento à geração — no primeiro semestre de 2026, R$ 2,42 bilhões dos R$ 4,12 bilhões destinados a infraestrutura foram para transmissão e distribuição. A mudança de prioridades já aparece como justificativa em pedidos de revogação de outorgas solares, como o das usinas Novo Horizonte 1 a 3 (90 MW), em Minas Gerais, que citou a suspensão de financiamentos a projetos eólicos e fotovoltaicos centralizados como fator de inviabilidade. (MegaWhat – 27.08.2026)

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ONS projeta alta de 5,93% na carga do SIN em setembro

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) projeta que a carga do Sistema Interligado Nacional (SIN) chegue a 85.118 MW médios em setembro, alta de 5,93% ante o mesmo mês de 2025, com aceleração prevista para outubro, quando deve atingir 87.447 MW médios, refletindo a expectativa de temperaturas mais elevadas associadas ao El Niño. Norte e Nordeste devem liderar o crescimento regional, com altas de 6,52% e 7,1% respectivamente em setembro, impulsionadas pela interligação de Boa Vista ao SIN e pela expansão do consumo nordestino ao longo do ano. O Sudeste/Centro-Oeste deve crescer 5,32% em setembro, acelerando para 7,1% em outubro, enquanto o Sul revisou para cima sua projeção anual, de 2,6% para cerca de 3,8%, mesmo em períodos de temperaturas mais amenas. Para o conjunto de 2026, o ONS mantém a estimativa de crescimento de 4,37% na carga total do SIN, praticamente em linha com a projeção anterior. (MegaWhat – 27.08.2026)

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ONS projeta carga de 87.447 MWm em outubro

A carga de energia no Brasil deve alcançar 87.447 MW médios em outubro, segundo estimativas do Programa Mensal da Operação do ONS, volume 6,65% superior à previsão divulgada em julho. Para setembro, o operador projeta 85.118 MWm, alta de 5,9% em relação à estimativa anterior, enquanto agosto deve encerrar em 82.592 MWm. No acumulado do ano, a expectativa é de crescimento de 4,37% da carga. O Sudeste/Centro-Oeste permanece como o principal centro de consumo, com projeções de 45.409 MWm em agosto, 47.403 MWm em setembro e 48.894 MWm em outubro. No Sul, os valores esperados são de 13.678 MWm, 13.821 MWm e 14.162 MWm, respectivamente. Para o Nordeste, o ONS estima 13.472 MWm em agosto, 14.130 MWm em setembro e 14.772 MWm em outubro; no Norte, as projeções são de 9.375 MWm, 9.496 MWm e 9.530 MWm. (Broadcast Energia - 27.08.2026)

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Mobilidade Elétrica

BYD e EPR Triângulo criam corredor de eletromobilidade em Minas Gerais

A BYD e a concessionária EPR Triângulo anunciaram a instalação de seis carregadores rápidos de 60 kW em rodovias do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, distribuídos a cada 45 km em média, somando 12 pontos de recarga para veículos elétricos e híbridos plug-in de qualquer marca. A parceria integra a estratégia da BYD de expandir sua rede nacional, hoje com mais de 150 carregadores rápidos, enquanto a EPR já eletrificou integralmente sua frota leve de operação. (MegaWhat – 27.08.2026)

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Volvo ES90 chega ao Brasil por R$ 659.950

A Volvo lançou no Brasil o ES90, sedã elétrico que estreia a arquitetura de 800 V da marca e se torna o primeiro Volvo 100% elétrico a superar 500 km de autonomia no Inmetro. A bateria de 106 kWh permite rodar 524 km por carga e recuperar até 300 km em dez minutos em carregador rápido de 350 kW. Na versão Ultra Twin Motor Performance, oferecida no país, dois motores entregam 680 cv e 88,7 kgfm, com aceleração de 0 a 100 km/h em quatro segundos. O modelo já está disponível em 52 concessionárias por R$ 659.950. O ES90 tem 3,1 m de entre-eixos, porta-malas de 442 litros, expansível a 733 litros, e compartimento dianteiro de 22 litros. Entre os equipamentos estão teto panorâmico eletrocrômico, ar-condicionado de quatro zonas, sistema Bowers & Wilkins com 25 alto-falantes, Google integrado, conexão 5G, Snapdragon Cockpit, painel de 9 polegadas, head-up display e tela central de 14,5 polegadas. (CNN Brasil - 27.08.2026)

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DFM estreia no Brasil com dois elétricos

A Dongfeng Motor oficializou sua entrada no Brasil sob a marca DFM e iniciará as vendas com dois veículos 100% elétricos: o compacto BOX e o SUV VIGO. A operação contará com loja oficial no Mercado Livre e rede de 60 concessionárias em 21 estados e no Distrito Federal. O BOX utiliza motor dianteiro de 95 cv e 16,32 kgfm, bateria de 43,89 kWh e autonomia de 275 km pelo Inmetro. A recarga rápida de 88 kW leva a bateria de 30% a 80% em 30 minutos, e o modelo oferece função V2L. Já o VIGO entrega 163 cv e 23,45 kgfm, usa bateria de 51,87 kWh e alcança 302 km de autonomia. Seu carregamento de 167 kW permite recuperar de 30% a 80% em 18 minutos. O SUV traz porta-malas de 500 litros, visão de 540°, estacionamento automático e pacote ADAS nível 2. A fabricante prevê ampliar o pós-venda, capacitar profissionais e desenvolver fornecedores para viabilizar montagem local nos próximos anos. (CNN Brasil - 27.08.2026)


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MG Motor apresenta IM6 elétrico de 767 cv

A MG Motor apresentou no Festival Interlagos 2026 o IM6, SUV elétrico premium da marca IM Motors que deve começar a ser vendido no Brasil até o fim do ano. O modelo entrega 767 cv e 81,7 kgfm de torque, acelera de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos e tem velocidade máxima superior a 300 km/h. A autonomia declarada é de 400 km pelo Inmetro. Para melhorar dirigibilidade e conforto, o IM6 adota esterçamento nas quatro rodas, suspensão com amortecimento ativo e sistemas preventivos contra capotamento e aquaplanagem, além de ter recebido cinco estrelas no Euro NCAP. O SUV mede 4,9 m de comprimento e 2,9 m de entre-eixos. A cabine traz vidros duplos laminados, assentos de perfil executivo, tela contínua de 26,3 polegadas e display auxiliar de 10,5 polegadas. O sistema multimídia utiliza inteligência artificial para ajustar funções e aprender hábitos do motorista. Versões e preços serão anunciados nos próximos meses. (CNN Brasil - 27.08.2026)

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CPFL amplia eletrificação da frota operacional de campo

A CPFL Energia avança na eletrificação de sua frota operacional com um projeto voltado ao uso de caminhões elétricos com cestos aéreos de 10 e 13 metros em atividades críticas de manutenção e operação das redes. A nova etapa receberá R$ 59,69 milhões até julho de 2028, sendo R$ 35,33 milhões do PDI Aneel e R$ 24,36 milhões de recursos próprios. Os testes serão realizados em São José do Rio Preto e Itapetininga, em São Paulo, e São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, abrangendo diferentes perfis de operação. A iniciativa sucede o laboratório de Indaiatuba, que recebeu R$ 17 milhões, utilizou 21 veículos elétricos e 16 pontos de recarga e acumulou mais de 1,24 milhão de quilômetros em três anos. Com adaptações como sistemas elétricos de tomada de força, a CPFL busca eletrificar também os equipamentos de campo. A empresa soma 134 veículos elétricos e pretende ter, até 2030, 15% dos caminhões com cesto aéreo de 10 e 13 metros eletrificados. (Agência CanalEnergia - 28.08.2026)

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Enerzee investe R$ 100 mi em eletropostos

A Enerzee anunciou investimento inicial de R$ 100 milhões para criar a operação Enerzee Recharge e instalar 100 eletropostos em 18 meses, acrescentando 800 vagas de carregamento à infraestrutura brasileira. O projeto começa por Cuiabá e avançará inicialmente pelo Sul, Sudeste e Centro-Oeste, regiões que concentram cerca de 76% das vendas nacionais de eletrificados leves. No primeiro semestre de 2026, o país comercializou mais de 217 mil veículos eletrificados, alta superior a 125% em um ano e equivalente a 15,8% do mercado de leves. Até junho, havia mais de 815 mil plug-ins, incluindo mais de 240 mil elétricos puros. O Brasil possui mais de 25 mil pontos públicos e semipúblicos, dos quais pouco mais de 8,5 mil são rápidos, relação próxima de 20 plug-ins por carregador. O Enerzee Recharge será desenvolvido com WEG, responsável por equipamentos e tecnologia, e Tupi, encarregada da gestão e pagamentos. O modelo também permitirá participação de investidores e proprietários de estações. (Petronotícias - 27.08.2026)

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Inovação e Tecnologia

Senado retoma discussão do Redata na próxima semana

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou que pretende pautar o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata) no esforço concentrado da próxima semana, seis meses após a medida provisória original perder validade sem votação. O regime prevê benefícios tributários por cinco anos para empresas que instalem data centers no país, condicionados ao uso de 100% de energia renovável e a investimentos em pesquisa e desenvolvimento, com renúncia fiscal estimada em R$ 5,2 bilhões em 2026; executivos da Odata alertam que a indefinição já tem levado projetos a serem colocados em espera ou redirecionados para outros países. (MegaWhat – 27.08.2026)

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Redata pode ir a voto no Senado com pressão para atrair data centers

O Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata) pode ser votado pelo Senado na próxima semana, em meio à saturação da infraestrutura nos Estados Unidos, que abre espaço para o Brasil atrair investimentos internacionais no setor. Estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) Projetos mostra que um data center de 100 MW custa 26,7% mais no Brasil que nos EUA, caindo para 17,7% com o Redata, já que o programa não abrange o ICMS estadual, apenas tributos federais como o Imposto de Importação. O país tem entre 750 MW e 1 GW de capacidade instalada, com meta de chegar a 3 GW até 2032, e especialistas defendem vincular o incentivo a metas auditáveis e capacidade efetivamente operacional, e não a promessas de investimento — a matriz elétrica renovável do Brasil (92%) é apontada como vantagem competitiva frente aos EUA (25%). (Valor Econômico – 27.08.2026)

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Empresas de data center pedem mais flexibilidade no calendário da Pnast

Executivos da Renova Energia, Ascenty e Odata defenderam, no Lefosse Energy Day 2026, maior flexibilidade na Política Nacional de Acesso ao Sistema de Transmissão (Pnast), hoje limitada a pelo menos duas temporadas anuais a partir de 2027, para acompanhar o ritmo de decisão de investimento em data centers. A Odata estima que o mercado brasileiro de data centers pode alcançar entre 2,5 GW e 3 GW até 2030, ante cerca de 20 GW em pedidos de conexão registrados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), evidenciando a diferença entre demanda efetiva e especulativa; executivas da Ascenty também defenderam ampliar a possibilidade de investimento direto de grandes consumidores em reforços de transmissão, citando experiências do México e do Chile. (MegaWhat – 27.08.2026)

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OpenAI testa chip próprio para inferência de IA

A OpenAI divulgou os primeiros testes do Jalapeño, seu primeiro chip dedicado à inferência de inteligência artificial, com foco em maior eficiência energética, menor latência e maior capacidade de processamento. No benchmark público InferenceX, da SemiAnalysis, o componente superou sistemas da Nvidia em diferentes modelos. No Kimi K2.5 1T, registrou cerca de 1,5 vez mais desempenho por watt e latência ponta a ponta 3,4 vezes menor. O chip opera com potência de até 700 W, embora o consumo sustentado tenha ficado em 550 W ou menos nas cargas avaliadas, incluindo GPT-OSS 120B, DeepSeek R1 670B e Kimi K2.5 1T. A empresa pretende incorporar o Jalapeño à própria infraestrutura até o fim de 2026, sem abandonar aceleradores da Nvidia e de outros parceiros. A IA também foi usada no desenvolvimento do chip, permitindo reduzir para nove meses o intervalo entre projeto inicial e fabricação. (CNN Brasil - 27.08.2026)


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Energias Renováveis

Faixa de 35 a 44 anos lidera interesse por equipamentos solares

Um estudo realizado pela Aldo Solar, distribuidora de energia solar, analisou o interesse no Google, Google Notícias e Google Shopping pelos termos painel solar, inversor solar, bateria solar, carregador veicular e placa solar entre julho de 2025 e junho de 2026. A faixa etária de 35 a 44 anos é predominante no interesse tanto por equipamentos básicos de geração quanto pelos componentes responsáveis pelo funcionamento dos sistemas fotovoltaicos. Assim, a faixa representa 40,8% do interesse por placa solar, 37,5% por painel solar e chega a 46,3% nas buscas por inversor solar, a maior participação registrada entre as categorias. Esse perfil pode estar relacionado a uma fase de maior estabilidade profissional e financeira, na qual investimentos de médio e longo prazo em infraestrutura, eficiência energética e sustentabilidade ganham espaço. Além disso, compreender quem pesquisa por equipamentos fotovoltaicos e soluções de mobilidade elétrica pode ajudar empresas do setor a identificar oportunidades, ajustar estratégias comerciais e acompanhar mudanças no perfil da demanda. (Brasil Energia - 26.08.2026)


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Registrada outorga de 238 MW em eólicas no RS e suspensão CGH em SP

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) registrou o requerimento de outorga de 238 MW em usinas eólicas da Renobrax em Piratini (RS), com investimento estimado em R$ 1 bilhão, elevando para 87 os pedidos de outorga em 2026, somando 4.974 MW fora do ambiente regulado. A agência também suspendeu a operação comercial da Central Geradora Hidrelétrica (CGH) Izabel (3,17 MW), em Pindamonhangaba (SP), após a suspensão da licença ambiental da usina pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), com possibilidade de reversão caso a licença seja restabelecida. (MegaWhat – 27.08.2026)

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Leo opera CD de Barueri com 100% de energia renovável

A Leo, distribuidora de insumos para marcenaria, passou a operar seu centro de distribuição de Barueri com 100% de energia proveniente de fontes renováveis. A mudança foi viabilizada pela migração do CD para o mercado livre e já gerou uma economia acumulada em 26 meses que ultrapassa R$ 3,43 milhões, sendo R$ 1,7 milhão somente em 2025, além de reduzir as emissões associadas ao consumo energético. Além disso, o uso de energia de origem renovável na unidade se soma a uma série de melhorias estruturais, como o investimento em iluminação natural e a substituição completa das lâmpadas convencionais por modelos de tecnologia LED, medida que, em 2025, foi expandida para as áreas de vendas, administrativas e de colaboradores nas lojas, resultando em redução de consumo energético entre 50% e 80%. (Brasil Energia - 26.08.2026)


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Apine propõe fórmula de payback descontado para extensão de outorgas hidrelétricas

A Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (Apine) propôs à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) uma metodologia baseada em payback descontado para calcular anos adicionais de outorga a hidrelétricas que ampliarem capacidade, considerando investimento, margem líquida (R$ 72,45/MWh), “Generation Scaling Factor” (GSF) médio de dez anos e o Custo Médio Ponderado de Capital (WACC) regulatório como taxa de desconto. Pela proposta, a extensão não seria um prazo fixo, mas resultado de cálculo específico para cada usina, com o investimento de referência baseado nos valores declarados em leilões regulados recentes de capacidade ou energia hidrelétrica. (MegaWhat – 27.08.2026)

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CEM anuncia Sérgio Coelho como novo integrante da diretoria

A Coalizão pela Energia do Mar (CEM) anunciou Sérgio Coelho como novo integrante de sua diretoria. Com experiência em energia, administração pública e indústria, o executivo chega à entidade em um momento de estruturação do mercado brasileiro de eólica offshore. Durante sua atuação como subsecretário adjunto de Energia do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Coelho participou da estruturação de um projeto-piloto de eólica offshore, envolvendo aspectos como financiamento, regulação, cadeia de suprimentos, logística e licenciamento ambiental. Sua trajetória também inclui experiências nos segmentos de petróleo, gás e indústria naval, setores que podem contribuir para a formação da cadeia de fornecedores da eólica offshore no país. A expectativa é que estruturas e competências já desenvolvidas pela indústria de óleo e gás, incluindo estaleiros e fornecedores especializados, sejam aproveitadas na expansão da nova indústria. Além da atuação no governo do RJ, Coelho representou a Região Sudeste no Fórum Nacional de Secretários de Energia e integrou o Grupo de Trabalho de Eólica Offshore do CNPE. (Brasil Energia - 26.08.2026)


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Gás e Termelétricas

Petrobras avalia exportar GNL do pré-sal

A Petrobras avalia exportar gás natural liquefeito produzido a partir do pré-sal para mercados internacionais, com foco especial na Ásia, e estuda soluções de liquefação offshore. Segundo a presidente Magda Chambriard, a companhia discute com a Seatrium alternativas para transformar o gás produzido em campos de águas profundas em GNL e transportá-lo por navios. A proposta é ampliar as possibilidades de monetização da produção do pré-sal sem depender exclusivamente de infraestrutura de escoamento em terra. A Seatrium, que já trabalha com a estatal na construção de FPSOs, vê oportunidade de parceria em unidades flutuantes de liquefação, conhecidas como FLNG, e destaca experiência na conversão de navios transportadores de GNL para esse tipo de aplicação. Chambriard afirmou que a Ásia-Pacífico, hoje principal destino das exportações brasileiras de petróleo, pode também se tornar o principal mercado para o gás do país diante do crescimento esperado da demanda energética regional. (Petronotícias - 27.08.2026)


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Búzios atinge recorde de exportação de gás natural

O campo de Búzios atingiu em julho exportação média recorde de 10,8 milhões de m³/d de gás natural, superando os 9,1 milhões de m³/d registrados em março de 2026. Em 6 de agosto, o campo também alcançou novo recorde diário, de 14,1 milhões de m³/d, ante a marca anterior de 13,9 milhões de m³/d. Em julho de 2024, a média diária era de 4,7 milhões de m³/d. Segundo a Petrobras, o avanço decorre da entrada da Rota 3 e da otimização das unidades existentes, especialmente das plataformas P-74, P-75, P-76 e P-77, cujas plantas de tratamento estão sendo modernizadas desde 2025. A substituição das membranas de remoção de CO₂ elevou a capacidade de exportação de cerca de 1,5 milhão para 3 milhões de m³/d por plataforma. A expansão continuará com P-78 e P-79 até 2027 e Búzios 12, prevista para 2032, com capacidade estimada em 5,5 milhões de m³/d. (Agência CanalEnergia - 27.08.2026)

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CNPE avalia limites para importação e exportação de gás natural

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) avalia resolução para limitar volume e prazo das autorizações de importação e exportação de gás natural, concedidas pela ANP. A minuta prevê validade máxima de cinco anos para importações e de dois anos para exportações, que só poderão ocorrer com volumes excedentes às necessidades do mercado interno e em períodos de sobreoferta. As solicitações deverão informar duração das operações, volume máximo e país de origem ou destino. O texto também equipara o tratamento regulatório de biometano e outros gases intercambiáveis ao do gás natural, desde que atendidas as especificações da ANP, e reforça o acesso não discriminatório às infraestruturas do setor. Entre outros destaques do dia, o ONS estima carga de 87.447 MWm em outubro, alta de 6,65% ante a previsão de julho, enquanto os reservatórios do SIN podem encerrar agosto em 64%. (Broadcast Energia - 28.08.2026)

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ONS diz que inflexibilidade declarada por térmicas do LRCap será apurada depois

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que declarações de inflexibilidade por termelétricas vencedoras do Leilão de Reserva de Capacidade (LRCap) de março — como Termobahia e Norte Fluminense — serão avaliadas posteriormente conforme regras contratuais, já que os Procedimentos de Rede não permitem ao operador impedir previamente esse tipo de declaração, que também pode decorrer de testes de comprovação de disponibilidade. A usina Novo Tempo Barcarena, da New Fortress Energy, também foi mencionada por agentes durante a reunião, permanecendo em intervenção pelo Sistema de Gerenciamento de Intervenções (SGI). (MegaWhat – 27.08.2026)

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TCU alerta que falta de recursos pode paralisar Angra 1

O Tribunal de Contas da União alertou que a falta de recursos pode provocar redução do ritmo ou paralisação das obras destinadas a estender a vida útil de Angra 1 por mais 20 anos, até 2044. O programa tem cronograma até 2028 e custo estimado superior a R$ 3,5 bilhões. Até fevereiro de 2026, a execução financeira somava R$ 1,3 bilhão. O tribunal fiscalizou cinco contratos que totalizam R$ 438 milhões e destacou que a maior parte do financiamento depende de uma operação de R$ 2,4 bilhões ainda não integralmente concretizada. A demora obrigou a Eletronuclear a recorrer a sucessivos empréstimos-ponte, com custo financeiro estimado em mais de R$ 185 milhões até fevereiro. Segundo o TCU, problemas no arranjo financeiro podem elevar o custo do empreendimento, comprometer o cronograma e levar ao descumprimento das condicionantes estabelecidas pela Comissão Nacional de Energia Nuclear. A corte também recomendou melhorias nas justificativas para contratações por inexigibilidade. (Agência Eixos - 27.08.2026)

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Biblioteca Virtual

VEIGA, José Eli da. “Entre ilusão e xodó”.

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RODRIGUES, Larissa; LEITÃO, Sergio. “Minerais críticos: Brasil não pode chegar atrasado ao futuro”.

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DINIZ, Bernardo Araripe. “Minerais críticos e tributação: o Brasil diante de uma nova corrida global”.

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CARNEIRO, Daniel Araújo. “Quando o Lucro Não Basta: O que os defaults das comercializadoras ensinam sobre risco no ACL”.

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