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A entrada do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da UFRJ (GESEL) na Coalizão Eólica Marinha (CEM Brasil) marca um ponto de inflexão estratégico para o setor. Em um mercado em que a viabilidade depende da precisão regulatória e econômica, contar com a expertise de quase três décadas do GESEL é um diferencial competitivo para o Brasil.
Coordenado pelo professor Nivalde de Castro, presença frequente na análise pública dos rumos da energia no país, e contando também com o pesquisador Sergio Coelho, ambos têm se dedicado ao papel da eólica offshore na transição e na segurança energética, tema de um artigo deles, recentemente publicado pelo próprio grupo.
O GESEL traz o rigor acadêmico necessário para elevar o debate sobre eólica offshore. Não se trata apenas de potencial de vento — já comprovado pelo Banco Mundial —, mas de Bancabilidade e Segurança Jurídica.
O capital busca previsibilidade, e o rigor técnico do GESEL é a ferramenta certa para reduzir o prêmio de risco regulatório do mar brasileiro.
Bem-vindo, GESEL!
