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IFE: nº 2.322 - 12 de agosto de 2008
www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras
ifes@race.nuca.ie.ufrj.br
lEditor:Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Regulação e Reestruturação do Setor
1
Ibama concede licença de instalação para Santo Antonio
2 Governo assina contrato de concessão de Jirau
3 Minc diz que mudança no projeto de Jirau tem quatro pontos positivos e um negativo
4 Odebrecht e Suez elevam tom das acusações
5 Moody's eleva nota do setor elétrico brasileiro
6 PCHs: Câmara discute mudanças em procedimentos de outorgas
7 Tribunal acompanhará discussão sobre Itaipu
8 Gasto com energia chega a 20% do salário mínimo
9 Aneel declara terras no MT
10 Artigo GESEL: Lições do PROINFA e do Leilão de Fontes Alternativas para a Inserção da Bioeletricidade Sucroalcooleira na Matriz Elétrica Brasileira
11 Artigo GESEL: O leilão de Energia de Reserva e a superação de entraves para a bioeletricidade
12 Artigo: "O Presidente e as agências"
13 Artigo "Um rio de encrencas elétricas"
14 Artigo: "Messias, o profeta nuclear"

Empresas
1 Cesp insiste na renovação de usinas
2 Energias do Brasil pretende expandir seu parque eólico
3 Afluente lucra R$ 20,121 mi no primeiro semestre
4 Afluente lucra R$ 12,456 mi no segundo trimestre
5 Celesc investe R$ 26 mi em uma nova subestação
6 Lagoa Grande Energética inicia testes de unidade geradora de PCH
7 CCEE suspende cobrança de liquidação no mercado de curto prazo para Coenergy
8 Energias do Brasil: Sistema para monitorar raios

9 Cotações da Eletrobrás

Leilões
1 44 usinas vão ao leilão de energia

Oferta e Demanda de Energia Elétrica
1 Sudeste/Centro-Oeste: volume está em 71,25%
2 Sul: nível dos reservatórios está em 56,48%
3 NE apresenta 73,36% de capacidade armazenada

4 Norte tem 73,36% da capacidade de armazenamento

Meio Ambiente
1 LI de Santo Antônio liberada

Gás e Termelétricas
1 Empresas de energia já consideram fazer fortes investimentos em energia a partir da biomassa
2 Petrobras: Gás & Energia reverte prejuízo no segundo trimestre deste ano
3 Expansão de Pecém em análise
4 Aneel nega enquadramento da UTE Serra do Navio na CCC
5 BNDES aprova crédito para a Brasil Bioenergia
6 Angra 3: comissão ignora exigência do Ibama

Grandes Consumidores
1 MRN produz sua própria energia
2 ArcelorMittal cresce no Brasil com a Pirâmide
3 Pólo siderúrgico injetará US$ 7,5 bi no Pará
4 Mercedes diz que investirá R$ 1,5 bi em 3 anos no ABC
5 Produção de aço bruto aumenta 6,9% no primeiro semestre
6 Consumo de produtos siderúrgicos cresce e pode dobrar até 2015

Economia Brasileira
1 Exportações brasileiras até agosto chegam a US$ 117 bi
2 Investimento estrangeiro ajuda contas externas

3 Balança tem superávit de R$ 453 mi no começo do mês
4 Nível de emprego no setor é o mais elevado em 6 anos
5 Mercado prevê queda da inflação e juros altos
6 Mantega se diz satisfeito com queda da inflação
7 IPC semanal perde fôlego
8 Inflação tem oitava desaceleração seguida em São Paulo, apura Fipe
9 Dólar ontem e hoje

Internacional
1 A energia eólica marinha levanta protestos na Espanha
2 Duke constrói LT nos EUA
3 Dejeto animal poderia gerar até 2,4% da energia nos EUA

Biblioteca Virtual do SEE
1 CASTRO, Nivalde José de; DANTAS, Guilherme de A. Lições do PROINFA e do Leilão de Fontes Alternativas para a Inserção da Bioeletricidade Sucroalcooleira na Matriz Elétrica Brasileira. In: 30 Congresso Internacional de Bioenergia. Curitiba, 2008.
2 CASTRO, Nivalde José; DANTAS, Guilherme A. O leilão de Energia de Reserva e a superação de entraves para a bioeletricidade. Disponível em http://www.canalenergia.com.br/zpublisher/materias/Artigos.asp?id=66276 . Acessado em 29 de julho de 2008

3
FALCÃO, Joaquim. O Presidente e as agências. São Paulo. Folha de São Paulo. 10 de agosto de 2008.
4
FREIRE, Vinicius Torres. "Um rio de encrencas elétricas" Folha de São Paulo. Rio de Janeiro. 12 agosto 2008.
5
LERER, Rebeca. "Messias, o profeta nuclear" Folha de São Paulo. Rio de Janeiro. 12 agosto 2008.

Regulação e Reestruturação do Setor

1 Ibama concede licença de instalação para Santo Antonio

Com novas exigências, o Ibama concedeu a licença de instalação da usina de Santo Antônio, no rio Madeira. O documento autoriza o início das obras. A Odebrecht planeja começar efetivamente a construção da hidrelétrica em setembro. Se o cronograma for respeitado, o projeto entrará em operação em maio de 2012, quatro meses antes do prazo fixado pelo governo. Mas já se fala em apertar ainda mais o calendário para iniciar a geração de energia em janeiro de 2012, embora a Odebrecht não confirme oficialmente a informação. Para liberar as obras em Santo Antônio, usina com capacidade para 3.150 MW, o Ibama impôs 40 exigências. (Valor Econômico - 12.08.2008)

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2 Governo assina contrato de concessão de Jirau

O governo federal assinará nesta terça-feira, 12 de agosto, o contrato de concessão da hidrelétrica de Jirau (RO, 3.300 MW), arrematado pelo consório Energia Sustentável do Brasil, em leilão realizado no dia 19 de maio passado. Segundo o MME, a cerimônia de assinatura será às 11 horas, no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. (CanalEnergia - 11.08.2008)

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3 Minc diz que mudança no projeto de Jirau tem quatro pontos positivos e um negativo

A mudança no projeto básico da Usina Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, que deslocou em nove quilômetros o local de construção da barragem "tem quatro pontos negativos e um positivo", de acordo com o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Equipes do ministério e do Ibama estão no local avaliando os impactos da mudança anunciada pelo consórcio vencedor da licitação após o leilão do empreendimento. A identificação de mais pontos positivos que negativos na mudança do projeto não significa que o Ibama irá aprovar a alteração. O presidente do órgão, Roberto Messias Franco, ponderou que "nem sempre quatro é maior que um", ao comentar as possibilidades de aprovação ambiental da mudança. "Comer um boi, por exemplo, é mais que comer quatro galinhas", comparou, brincando. (Agência Brasil - 12.08.2008)

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4 Odebrecht e Suez elevam tom das acusações

Com acusações mútuas, esquentou ainda mais a briga envolvendo os dois consórcios que disputaram o leilão da usina de Jirau, no rio Madeira. O grupo liderado por Odebrecht e Furnas entregou ao Ibama e à Aneel um relatório de 111 páginas em que contesta, ponto por ponto, os supostos ganhos econômicos e ambientais com a mudança de local da barragem da hidrelétrica. No relatório, o grupo diz que os fornecedores de equipamentos não têm como atender o cronograma do consórcio adversário, que prometeu antecipar em 14 meses a entrada em operação da usina, e faz um alerta ao governo: "fica demonstrado que existem grandes chances de haver um atraso de um a dois anos no início da geração". A elaboração do relatório provocou indignação do Energia Sustentável do Brasil (Enersus), que pretende alterar em pelo menos nove quilômetros o local da usina e assinará hoje o contrato de concessão da hidrelétrica, em cerimônia no Palácio do Planalto. (Valor Econômico - 12.08.2008)

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5 Moody's eleva nota do setor elétrico brasileiro

A Moody's elevou a classificação de suporte do ambiente regulatório brasileiro para as empresas do setor elétrico, do nível 4 para 3 na escala Suporte do Ambiente Regulatório (SRE, da sigla em inglês). A agência informou que as regras para o setor evoluíram nos últimos anos, permitindo às empresas recuperar custos e manter retorno adequado sobre investimento mesmo após períodos de racionamento e inflação elevada. A Moody's também colocou em revisão o rating de dez empresas do setor, com possibilidade de alta. (DCI - 12.08.2008)

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6 PCHs: Câmara discute mudanças em procedimentos de outorgas

A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados realiza audiência pública nesta quarta-feira, 13 de agosto, para discutir os procedimentos de outorga para pequenas centrais hidrelétricas. O deputado Gervásio Silva (PSDB - SC), que propôs a discussão, afirma que é necessário avaliar questões como o impacto das novas regras nos custos para os empreendedores. A Agência Nacional de Energia Elétrica propôs, recentemente, mudanças nas regras visando acelerar as autorizações. A Aneel sugeriu e colocou em audiência pública - ainda em andamento - alterações na caracterização do potencial hidráulico, nos critérios de desempate - em caso de mais de um interessado em um mesmo aproveitamento, além da aplicação de penalidades para os empreendedores que descumprirem os requisitos do projeto. O tema será debatido no Fórum CanalEnergia: Revisão dos Procedimentos para Outorga de PCH, que acontece no próximo dia 22 de agosto, no Rio de Janeiro. (CanalEnergia - 12.08.2008)

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7 Tribunal acompanhará discussão sobre Itaipu

O TCU informou que vai acompanhar as negociações que tratam de possíveis alterações no Tratado de Itaipu, referente à comercialização da energia da usina. Apesar de o TCU ter concluído pela normalidade do acordo entre Brasil e Paraguai, a avaliação do processo mostra que houve variação significativa nos preços de Itaipu nos últimos anos. Além disso, de acordo com o tribunal, o Brasil comprou desnecessariamente a energia que não foi utilizada pelo Paraguai, o que, na avaliação do TCU, gerou perdas significativas para o País por um período aproximado de 10 anos. (DCI - 12.08.2008)

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8 Gasto com energia chega a 20% do salário mínimo

A participação dos gastos com energia elétrica nas despesas daqueles que ganham um salário mínimo tem decaído desde 2004, por conta da combinação de reduções tarifárias e ganho real no valor do piso. Em alguns Estados, como Tocantins, porém, a conta de energia chega ainda a abocanhar um quinto do piso local. De acordo com levantamento do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), o custo da energia em relação aos salários mínimos estaduais caiu de 24% para 15% nos últimos quatro anos, em dez dos Estados pesquisados. É uma tendência contrária ao contexto mundial, em que os custos nesse segmento são crescentes. Ainda assim, o percentual é considerado elevado pelo Idec. (Folha de São Paulo - 12.08.2008)


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9 Aneel declara terras no MT

A Aneel declarou de utilidade pública áreas de terras no Mato Grosso necessárias para a instalação de empreendimentos de transmsisão. A decisão, para fins de servidão administrativa, favorece a Tecnovolt Centrais Elétricas. Segundo a Aneel, as terras serão utilizadas para a implantação de uma linha de transmsisão que interligará a pequena central hidrelétrica ARS (6,6 MW) à subestação Boa Esperança. Os empreendimentos estão localizados nos municípios de Nova Ubiratã e Sorriso. (CanalEnergia - 11.08.2008)

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10 Artigo GESEL: Lições do PROINFA e do Leilão de Fontes Alternativas para a Inserção da Bioeletricidade Sucroalcooleira na Matriz Elétrica Brasileira

A participação da bioeletricidade sucroalcooleira no sistema elétrico brasileiro é ínfima perto do seu potencial. A estrutura atual do setor elétrico é compatível com a sua inserção. A conjuntura energética atual clama pelo aumento desta participação na matriz energética brasileira. Contudo, os resultados dos instrumentos utilizados pelo governo para a contratação desta energia foram decepcionantes. Estes fracassos devem servir de subsídios para a elaboração dos instrumentos futuros, sobretudo o leilção de energia de reserva. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ - 12.08.2008)

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11 Artigo GESEL: O leilão de Energia de Reserva e a superação de entraves para a bioeletricidade

Em artigo ao CanalEnergia, Nivalde José de Castro e Guilherme de A. Dantas, do Gesel/UFRJ, afirmam que a promoção e incorporação mais efetiva da bioeletricidade sucroalcooleira na matriz energética é importante para o equilíbrio entre oferta e demanda. Contudo, sucessivos adiamentos indicam que alguns entraves à esse tipo de tecnologia ainda não foram completamente equacionados. As evidências sobre o assunto indicam e justificam a necessidade de se aumentar a participação da biomassa na matriz elétrica brasileira. Entretanto, a remuneração do MWh da energia gerada a partir do bagaço da cana e a responsabilidade pelos custos de conexão persistem como obstáculos à maximização da comercialização de excedentes de eletricidade gerados nas usinas sucroalcooleiras. Infelizmente, a resistência dos usineiros e os sucessivos adiamentos do leilão de energia de reserva indicam a persistência dos obstáculos à inserção da bioeletricidade na matriz energética. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ - 12.08.2008)

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12 Artigo: "O Presidente e as agências"

Em artigo publicado na Folha de São Paulo. Joaquim Falcão, mestre em direito pela Universidade Harvard (EUA), doutor em educação pela Universidade de Genebra (Suíça), e membro do Conselho Nacional de Justiça avalia o papel das agencias reguladoras. Segundo ele, "sem o apoio do consumidor dos serviços, as agências jamais terão a autonomia que pretendem e precisam ter. Ao distinguirem em sua própria missão a regulamentação das empresas da qualidade do atendimento aos consumidores, as agências se afastam de sua finalidade verdadeira". Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ - 12.08.2008)

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13 Artigo "Um rio de encrencas elétricas"

Em artigo à Folha de São Paulo, o jornalista Vinicius Torres Freire indica que o governo anunciou que tomaria decisão política pesada a fim de evitar atrasos nas UHEs Jirau e Santo Antônio em função da disputa entre Odebrecht e Suez. Ameaçou suspender os leilões, estatizando a obra, mas a ameaça não se concretizou. Santo Antônio foi liberada ontem. O contrato de Jirau pode sair hoje, mas a querela jurídica não está afastada. Três advogados consultados observaram que algumas cláusulas no edital são tão específicas que alterações abririam uma "ampla estrada" para ações judiciais. Para um dos advogados, o edital permite amplas alterações do projeto, com exceção de alguns pontos. Conclui que ainda não há uma definição sobre o assunto. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ - 12.08.2008)

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14 Artigo: "Messias, o profeta nuclear"

Em artigo à Folha de São Paulo, Rebeca Lerer argumentou que o estudo de impacto ambiental apresentado pela Eletronuclear tem várias lacunas e falhas, que o Ibama, em vez de exigir a correção, transformou em condicionantes listadas na licença prévia de Angra 3, sem nenhuma garantia de que elas serão cumpridas antes do início das obras. A autora afirma que a tecnologia nuclear é reconhecidamente perigosa e que o Brasil tem recursos renováveis como vento, sol e biomassa em abundância para garantir seu desenvolvimento sustentável. Essa opção, porém, parece não interessar ao governo federal. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ - 12.08.2008)

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Empresas

1 Cesp insiste na renovação de usinas

A Cesp e o governador de São Paulo, José Serra, pediram ontem ao ministro das Minas e Energia o reconhecimento de que a extinção das concessões de Ilha Solteira e de Jupiá só acontecerão em 2024. Segundo fato relevante divulgado ontem, o ofício encaminhado na última quarta-feira solicita que o governo federal garanta que o fim do contrato de concessão 03/2004 Aneel-Cesp será no dia 12 de novembro de 2024, 20 anos após a data em que a estatal assinou o contrato com o Poder Concedente. As usinas de Ilha Solteira e Jupiá estão entre as UHEs que terão vencimento de concessão em 2015, sendo revertidas em favor da União. (DCI - 12.08.2008)

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2 Energias do Brasil pretende expandir seu parque eólico

Antonio José Sellare, vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores da Energias do Brasil, disse que a empresa está desenvolvendo estudos de energia eólica no país, mas que a viabilização de tais projetos depende da realização de um leilão específico para eólicas. De acordo com ele, a Energias do Brasil estuda a expansão do parque eólico adquirido em maio de 2008 em Santa Catarina. "Atualmente, o parque gera 13,8 MW, mas há um projeto para aumentar a capacidade em 70 MW", contou. Alem disso, segundo o executivo, está sendo desenvolvido um projeto em parceria com a Cemig, que prevê a implantação de até 500 MW de eólicas em Minas Gerais e no Espírito Santo. (CanalEnergia - 11.08.2008)

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3 Afluente lucra R$ 20,121 mi no primeiro semestre

A Afluente Geração e Transmissão de Energia Elétrica lucrou R$ 20,121 milhões no primeiro semestre de 2008, ante os R$ 15,892 milhões registrados no mesmo período do ano passado. A receita bruta da companhia passou de R$ 22,061 milhões nos primeiros seis meses de 2007 para R$ 27,498 milhões nos mesmos meses de 2008. A receita líquida da empresa alcançou R$ 25,266 milhões no primeiro semestre do ano, contra os R$ 20,320 milhões apurados em 2007. O resultado operacional também registrou alta, passando de R$ 17,354 entre os meses de janeiro a junho de 2007 para R$ 21,279 milhões no mesmo período de 2008. (CanalEnergia - 11.08.2008)

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4 Afluente lucra R$ 12,456 mi no segundo trimestre

No segundo trimestre de 2008, a Afluente Geração e Transmissão de Energia Elétrica lucrou R$ 12,456 milhões, contra os R$ 7,689 milhões verificados no mesmo período de 2007. Na comparação entre os trimestres, a receita bruta também aumentou, passando de R$ 11,029 milhões no ano passado, para R$ 16,514 milhões em 2008. A receita líquida ficou em R$ 14,987 milhões no 2T08, ante os R$ 10,325 milhões registrados nos mesmos meses de 2007. Entre abril e junho desse ano, o resultado operacional fechou em R$ 13,053 milhões, contra os R$ 8,456 milhões alcançados no segundo trimestre de 2007. (CanalEnergia - 11.08.2008)

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5 Celesc investe R$ 26 mi em uma nova subestação

A Celesc vai investir R$ 26 milhões em uma nova subestação de energia para atender a porção insular de Florianópolis, que há meses opera no limite da capacidade. A obra vai ampliar a oferta em 30%. (Valor Econômico - 12.08.2008)

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6 Lagoa Grande Energética inicia testes de unidade geradora de PCH

A Aneel autorizou o início dos testes da unidade geradora 2 da pequena central hidrelétrica Lagoa Grande, no Tocantins. O empreendimento, que pertence à Lagoa Grande Energética, está localizado nos municípios de Dianópolis, Novo jardim e Ponte Alta do Bom Jesus. Segundo despacho 2.957 publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 11 de agosto, a empresa tem até 60 dias para enviar relatório confirmando ou retificando a potência da unidade, estimada em 8,5 MW. (CanalEnergia - 11.08.2008)

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7 CCEE suspende cobrança de liquidação no mercado de curto prazo para Coenergy

A CCEE informou que está suspensa a cobrança, à Coenergy Comercializadora, dos valores apurados na liquidação financeira do mercado de curto prazo em junho. O presidente do Conselho de Administração da CCEE, Antônio Carlos Fraga Machado, afirmou que a suspensão permanecerá até que o questionamento feito pela Aneel e pela CCEE, quanto a vigência ou não da liminar, seja respondido pelo juiz da 1º Instância ou pelo Desembargador-relator do Agravo de instrumento que deferiu a liminar. (CanalEnergia - 11.08.2008)

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8 Energias do Brasil: Sistema para monitorar raios

A Energias do Brasil e o Inpe estão desenvolvendo um aplicativo que tem como objetivo diminuir o impacto dos raios sobre a rede de distribuição de energia. O SIT-Raios controla e executa a automação das estações do sistema elétrico e informações de descargas da Rede Brasileira de Detecção de Descargas Atmosféricas, armazenando-as em um banco de dados. Dessa forma, as informações são observadas em tempo real em uma plataforma que possui informações de todos os ativos do sistema de distribuição, permitindo a identificação de um desligamento da rede e a sua origem. Através dessa tecnologia, a empresa pode deslocar equipes de emergência e realizar estudos específicos para avaliação do desempenho da rede. (Brasil Energia - 11.08.2008)

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9 Cotações da Eletrobrás

No pregão do dia 11-08-2008, o IBOVESPA fechou a 54.720,25 pontos, representando uma baixa de 3,29% em relação ao pregão anterior, com movimento de R$ 4,89 bilhões. As empresas que compõem o IEE apresentaram desvalorização de 4,67% fechando a 17.977,67 pontos. As ações da Eletrobrás tiveram o seguinte comportamento: ficaram cotadas a R$ 28,30 ON e R$ 24,52 PNB, baixa de 4,55% e 4,96%, respectivamente, em relação ao fechamento do pregão do dia anterior. Na abertura do pregão do dia 12-08-2008 as ações da Eletrobrás foram cotadas a R$ 28,28 as ações ON, baixa de 0,07% em relação ao dia anterior e R$ 24,61 as ações PNB, alta de 0,37% em relação ao dia anterior. (Investshop - 12.08.2008)

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Leilões

1 44 usinas vão ao leilão de energia

O primeiro leilão voltado exclusivamente para projetos de co-geração de energia a partir de biomassa poderá jogar no sistema elétrico o equivalente a meia usina de Jirau, entre 2009 e 2010. Para o leilão de energia de reserva, que será realizado na quinta-feira, 44 empresas deram garantias para geração de cerca de 1.160 MW médios. A maior parte, 39 delas, são usinas de açúcar e álcool que produzem energia principalmente a partir do bagaço da cana. Esperava-se uma adesão maior de usinas porque 96 empresas se habilitaram para participar da rodada. Uma das causas da desistência foi o preço de R$ 157 por MW/h, considerado baixo por usineiros. (Valor Econômico - 12.08.2008)

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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

1 Sudeste/Centro-Oeste: volume está em 71,25%

O nível de armazenamento no submercado Sudeste/Centro-Oeste está em 71,25%, se mantendo estável em relação à medição do 9 dia de agosto. A usina de Furnas atinge 88,89% de volume de capacidade. (ONS - 12.08.2008)

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2 Sul: nível dos reservatórios está em 56,48%

O nível de armazenamento na região Sul apresentou alta de 0,76% em relação à medição do dia 9 de agosto, com 56,48% de capacidade armazenada. A usina de Machadinho apresenta 44,19% de capacidade em seus reservatórios. (ONS - 12.08.2008)

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3 NE apresenta 73,36% de capacidade armazenada

Apresentando queda de 0,22% em relação à medição do dia 9 de agosto, o Nordeste está com 73,36% de sua capacidade de armazenamento. O reservatório de Sobradinho opera com 60,36% de volume de capacidade. (ONS - 12.08.2008)

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4 Norte tem 73,36% da capacidade de armazenamento

O nível de armazenamento da região Norte está em 73,36% com variação de -0,42% em relação à medição do dia 9 de agosto,. A usina de Tucuruí opera com 74,51% do volume de armazenamento. (ONS - 12.08.2008)

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Meio Ambiente

1 LI de Santo Antônio liberada

A licença de instalação da hidrelétrica de Santo Antônio (3.150 MW), no Rio Madeira, foi assinada nesta segunda-feira pelo presidente do Ibama, Roberto Messias. Entre as condicionantes para a construção da usina, o documento lista a adoção de duas unidades de conservação, investimentos de R$ 30 milhões em obras de saneamento ambiental do município de Porto Velho. Também foi requerido pelo órgão ambiental a demarcação e o monitoramento de duas terras indígenas no estado de Rondônia e investimentos de R$ 6 milhões em equipamentos para o Corpo de Bombeiros e o Batalhão de Polícia Ambiental. (Brasil Energia - 11.08.2008)

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Gás e Termoelétricas

1 Empresas de energia já consideram fazer fortes investimentos em energia a partir da biomassa

A participação dos produtos derivados da cana já supera a energia hidráulica na composição das fontes primárias de energia usadas no país, segundo levantamento da EPE. O bagaço está atrás dos produtos derivados de petróleo, ocupando a segunda posição entre as matéria-primas mais utilizadas, e à frente das grandes usinas hidrelétricas. Com esse destaque no ranking, muitas distribuidoras e comercializadoras de energia já consideram fazer fortes investimentos em energia a partir da biomassa. A grande procura por parte desse novo tipo de investidor em co-geração a partir do bagaço deverá acelerar os projetos. Especialistas ouvidos pelo Valor acreditam que a bioletricidade tem potencial para tornar-se o segundo produto mais rentável para as usinas. Hoje, o álcool é a principal receita das usinas, seguido pelo açúcar. (Valor Econômico - 12.08.2008)

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2 Petrobras: Gás & Energia reverte prejuízo no segundo trimestre deste ano

A área de Gás e Energia da Petrobras reverteu prejuízo de R$ 396 milhões no do segundo trimestre do ano passado, para alcançar um lucro de R$ 237 milhões. As vendas de gás natural passaram de 45 milhões de metros cúbicos por dia para 59 milhões de metros cúbicos por dia. O resultado se deveu, além do maior volume comercializado, da recomposição dos preços do gás, considerados pela estatal defesados no último semestre. No primeiro semestre, segundo o balanço divulgado nesta segunda-feira, 11 de agosto, a área de Gás & Energia teve prejuízo de R$ 159 milhões, reduzindo em 70% o montante de R$ 531 milhões acumulados em igual período do ano passado. (CanalEnergia - 11.08.2008)

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3 Expansão de Pecém em análise

A EDB e a MPX concluem até o final do mês os estudos para o projeto de expansão da térmica Porto do Pecém. A informação é do vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores da EDB, Antonio José Sellare, que participou nesta segunda-feira (11/8) de reunião da Apimec, na sede da Firjan, no Rio de Janeiro. A expansão do projeto elevará a capacidade da usina de 720 MW para 1.080 MW instalados. Esta etapa deve demandar investimentos da ordem de US$ 700 milhões para iniciar a operação em 2013. A energia produzida será vendida tanto para o mercado cativo quanto para o livre. (Brasil Energia - 11.08.2008)

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4 Aneel nega enquadramento da UTE Serra do Navio na CCC

A Aneel negou recurso da Amapari Energia para o enquadramento da termelétrica Serra do Navio (23 MW) no ressarcimento do custo de combustíveis por meio da Conta de Consumo de Combustíveis. A Aneel considerou o decreto 2003/1996, que prevê que produtores independentes de energia só tem direito ao benefício, entre outros, se a energia for comercializada com concessionário ou permissionário do serviço público de energia. Além disso, o contrato de comercialização precisa ser homologado pela agência, o que não ocorreu nesse caso. A empresa comercializou a energia da usina com a CEA (AP), que recebeu demanda de 21 MW da MMX Amapá Mineração. A Aneel considerou que a concessionária atuaria em uma intermediação tecnicamente desnecessária somente para receber o benefício, visto que a mineradora e parte da Amapari eram do mesmo grupo em maio, quando foi feito o primeiro pedido pelo benefício. (CanalEnergia - 11.08.2008)

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5 BNDES aprova crédito para a Brasil Bioenergia

O BNDES aprovou financiamento no valor de R$ 128 milhões para a Brasil Bioenergia S.A. (BBE). Os recursos serão utilizados na implantação de uma unidade integrada para extração de óleo vegetal e produção de biodiesel em Nova Andradina, no Mato Grosso do Sul. O montante corresponde a 80% do investimento total, que será da ordem de R$ 160 milhões. Os recursos do BNDES são provenientes da linha de financiamento para projetos de infra-estrutura na área de energia renovável. (DCI - 12.08.2008)

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6 Angra 3: comissão ignora exigência do Ibama

A Comissão Nacional de Energia Nuclear vai desconsiderar na licença de construção de Angra 3 - que deve ser concedida até o fim deste mês - a exigência do Ibama de uma nova solução para depósito do lixo atômico de alta radioatividade. O órgão regulador e fiscalizador da atividade nuclear autorizará a estatal Eletronuclear, responsável pelas obras e operação de Angra 3, a construir o chamado depósito inicial de rejeitos atômicos. O depósito é uma espécie de piscina instalada dentro do prédio auxiliar do reator nuclear, atualmente usado para armazenar o lixo de Angra 2. (O Globo - 12.08.2008)

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Grandes Consumidores

1 MRN produz sua própria energia

A Aneel autorizou a Mineração Rio do Norte a estabelecer-se como autoprodutora de energia elétrica. A empresa possui duas térmicas, com capacidade instalada de 27,7 MW e 45,8 MW, respectivamente. As unidades são movidas a óleo combustível. (Brasil Energia - 11.08.2008)

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2 ArcelorMittal cresce no Brasil com a Pirâmide

A ArcelorMittal anunciou ao mercado a assinatura de um acordo de aquisição de 49% de participação na Mineração Pirâmide Participações Ltda., localizada em Corumbá (MS). A mineradora concentra suas atividades na exploração de minério de ferro e de manganês na região. O preço da negociação não foi revelado, pois ainda precisa ser aprovado pelos órgãos regulatórios e será calculado com base nas reservas de minério de ferro e de manganês da companhia brasileira "in situ". (DCI - 12.08.2008)

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3 Pólo siderúrgico injetará US$ 7,5 bi no Pará

Tradicional produtor de minérios, o Pará vai se tornar, em poucos anos, um importante pólo siderúrgico, com investimentos que podem chegar a US$ 7,5 bilhões. O primeiro passo nessa direção será dado na quinta-feira, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visita a região de Barcarena e participa do anúncio de um bilionário pacote da Vale para o Pará, incluindo uma siderúrgica em Marabá, no Sul do estado. A empresa não adianta os detalhes, mas fontes dizem que os investimentos serão de US$ 5 bilhões. A Vale não estará sozinha. A americana Nucor Steel deve anunciar em breve investimentos de US$ 2 bilhões em outra siderúrgica, também em Marabá. (O Globo - 12.08.2008)

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4 Mercedes diz que investirá R$ 1,5 bi em 3 anos no ABC

O presidente da Mercedes-Benz do Brasil, Gero Herrmann, anunciou ontem aumento de R$ 1,5 bilhão nos investimentos da companhia em São Bernardo do Campo (SP) nos próximos três anos. O valor, segundo ele, permitirá o incremento de 25% na produção diária da empresa e gerará novos empregos. Herrmann disse que, "seguramente" haverá novos empregos a partir de 2009, quando a primeira etapa do projeto de ampliação for cumprida, mas não soube precisar quantos. (Folha de São Paulo - 12.08.2008)

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5 Produção de aço bruto aumenta 6,9% no primeiro semestre

A produção de aço bruto no Brasil cresceu 6,9% no primeiro semestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado, totalizando 17,44 milhões de toneladas. Os produtos laminados mostraram expansão de 3,3% e semi-acabados, 21,9%. Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Siderurgia, Flávio Azevedo, mais de 80% da produção do setor foi destinada aos três maiores segmentos consumidores da cadeia produtiva do aço: construção civil, indústria automotiva e indústria de bens de capital. (DCI - 11.08.2008)

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6 Consumo de produtos siderúrgicos cresce e pode dobrar até 2015

O consumo de aço, levado para cima pelo ritmo acelerado da construção civil, da indústria automotiva e do setor de bens de capital, cresceu 21,5% no 1º semestre de 2008, na comparação com o mesmo período do ano passado, e registrou um valor recorde de 12,5 milhões de toneladas, de acordo com dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Siderurgia. Segundo o IBS, caso a economia brasileira mantenha um crescimento de 5% ao ano até 2015, o consumo aparente dos produtos siderúrgicos deve dobrar e ir das 22 milhões de toneladas, quantidade registrada em 2007, para 44 milhões de toneladas anuais. (DCI - 12.08.2008)

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Economia Brasileira

1 Exportações brasileiras até agosto chegam a US$ 117 bi

O saldo da balança comercial brasileira no acumulado do ano registrou saldo positivo de US$ 15,106 bilhões, fruto de US$ 116,987 bilhões em vendas ao exterior e US$ 101,881 bilhões em compras. O superávit do ano é apenas 38,6% menor que o de igual período em 2007 pela média diária. Os dados foram divulgados ontem pela secretaria de Comércio Exterior (Secex). Já as importações mantiveram o forte ritmo de crescimento em agosto e acumulam alta de 80,3% nos seis primeiros dias úteis do mês, pela média diária frente ao mesmo período do ano passado. As exportações, por outro lado, cresceram 49,5% na mesma comparação. (DCI - 12.08.2008)

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2 Investimento estrangeiro ajuda contas externas

O professor da Fipecafi Alexandre Assaf acredita que a entrada de capitais no País pela conta Investimento Estrangeiro Direto (IED) "será a grande responsável para manter a saúde das contas externas brasileiras". De acordo com o Boletim Focus, a previsão para o IED em 2008 subiu para US$ 34,5 bilhões. Para 2009, o mercado manteve a previsão de US$ 30 bilhões, pela 13ª vez seguida. As expectativas em relação à balança comercial brasileira receberam avaliação positiva no relatório publicado semanalmente pelo BC. A projeção de superávit comercial para este ano foi elevada para US$ 23,1 bilhões. A estimativa para o fechamento deste ano das transações correntes ficou em US$ 25 bilhões negativos. (DCI - 12.08.2008)

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3 Balança tem superávit de R$ 453 mi no começo do mês

Nos primeiros seis dias úteis de agosto, o saldo da balança comercial registrou um superávit de US$ 453 milhões, com exportações de US$ 5,889 bilhões (média diária de US$ 981,5 milhões) e importações de US$ 5,436 bilhões (média diária de US$ 906 milhões), divulgou ontem o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). A primeira semana de agosto, com apenas um dia útil (1º), registrou um déficit de US$ 43 milhões, com US$ 927 milhões em exportações e US$ 970 milhões em importações. Já na segunda semana, houve um superávit de US$ 496 milhões, com exportações de US$ 4,962 bilhões e importações de US$ 4,466 bilhões. Com este resultado, o superávit acumulado no ano passa para US$ 15,106 bilhões, com US$ 116,987 bilhões em exportações (média diária de US$ 769,7 milhões) e importações de US$ 101,881 bilhões (média diária de R$ 670,3 milhões). O superávit de US$ 453 milhões nos seis primeiros dias úteis de agosto é 54,24% menor, que o superávit acumulado nas duas primeiras semanas de agosto de 2007. (Gazeta Digital MT - 12.08.2008)

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4 Nível de emprego no setor é o mais elevado em 6 anos

O nível de emprego na indústria cresceu 2,5% em junho em relação ao mesmo mês do ano passado, perfazendo 24 meses de crescimento nessa base de comparação. Neste ritmo, o emprego industrial cresceu 2,7% no primeiro semestre, a maior expansão já apurada pelo IBGE desde 2002. A folha de pagamento real dos trabalhadores também está em ascensão: 0,2% em relação a maio; 6,7% na comparação com junho de 2007; e 6,5% no acumulado primeiro semestre. Segundo a economista Isabella Nunes, da coordenação de indústria do instituto, o bom desempenho do mercado industrial está refletindo o nível elevado de produção do setor e está sendo puxado pelos segmentos que são destaque na atividade, como máquinas e equipamentos, material de transporte e produtos eletrônicos. Em comparação com junho do ano passado, o nível de emprego cresceu 10,3% no setor de máquinas e equipamentos; 9,9% no de meios de transporte; 12,4% no setor de máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações; e 3,1% em alimentos e bebidas. No semestre, os principais destaques foram as atividades de máquinas e equipamentos (12,6%), meios de transporte (10,8%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (12,9%) e alimentos e bebidas (3,1%). (Gazeta Digital MT - 12.08.2008)

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5 Mercado prevê queda da inflação e juros altos

Após digerir três elevações consecutivas da Selic e ponderar o efeito das recentes quedas dos índices internos de preços, o mercado financeiro revisou para baixo as projeções de inflação neste ano, recolocando sua aposta para o fechamento do IPCA dentro do limite de tolerância da meta do governo, de 6,5%, mas acima do centro do objetivo fixado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), 4,5%. A atual edição do Boletim Focus, divulgada ontem, mostra que o IPCA deve encerrar 2008 em 6,45%. Alcides Leite, professor da Trevisan Escola de Negócios, explica que, além da redução dos preços, o aperto monetário promovido pelo Copom começa a fazer efeito sobre as expectativas. (DCI - 12.08.2008)

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6 Mantega se diz satisfeito com queda da inflação

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse ontem que está satisfeito com a queda da inflação em quase todos os índices. "Isso significa que o processo de alta das commodities está sendo revertido", disse. O ministro manifestou esperança de que o IPCA termine o ano abaixo do teto da meta, que é de 6,5%. "Isso vai fazer com que a inflação possa caminhar mais rapidamente para o centro da meta no futuro", previu. Mantega, no entanto, ressaltou que o governo não se descuidará da inflação. Ele não descartou um possível aumento no superávit primário para impedir o ressurgimento da inflação. (Agência Brasil - 12.08.2008)

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7 IPC semanal perde fôlego

O cenário de alimentos mais baratos provocou desaceleração de preços em cinco das sete cidades pesquisadas pela FGV para cálculo do IPC-S. O destaque foi São Paulo, onde os preços subiram 0,51% na primeira semana de agosto, resultado bem inferior ao da última semana de julho, quando houve alta de 0,72%. Entre as maiores quedas estão as hortaliças e legumes (de -1,02% para -3,05%); laticínios, panificados e biscoitos (de 0,87% para 0,74%) e carnes bovinas (de 3,33% para 0,83%). (O Estado de São Paulo - 12.08.2008)


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8 Inflação tem oitava desaceleração seguida em São Paulo, apura Fipe

O IPC, apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), fechou a primeira prévia de agosto em 0,38% ante 0,45% do encerramento de julho e 0,77% da primeira prévia do mês passado. Foi a oitava desaceleração seguida. Mais uma vez, a redução no ritmo de alta se deve ao grupo dos alimentos, que teve alta de 0,69%, abaixo da medição anterior (1,07%) e da primeira quadrissemana de julho (2,34%). No período também houve a contribuição do grupo vestuário em queda de (-0,15%), um recuo mais acentuado do que o constatado na última pesquisa (-0,03%). (Agência Brasil - 12.08.2008)

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9 Dólar ontem e hoje

O dólar comercial subia 0,24% minutos atrás, a R$ 1,618 na compra e a R$ 1,620 na venda. Na abertura, marcou R$ 1,626. No mercado futuro, os contratos de setembro negociados na BM & F operam em direção contrária, registrando perda de 0,58%, para a R$ 1,627. Na segunda-feira, o dólar comercial fechou com valorização de 0,43%, a R$ 1,614 a compra e R$ 1,616 na venda. (Valor Online - 12.08.2008)

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Internacional

1 A energia eólica marinha levanta protestos na Espanha

Até a energia mais limpa acarreta polêmicas. Desta vez, o problema são os 31 parques eólicos marinhos projetados para 2012 em Cádiz, Galícia e Tagarrona, na Espanha, que gerarão 2800MW, potência comparável à de 3 usinas nucleares. Os ecologistas estão a favor, mas estão sendo feitos estudos mais profundos. Há um temor entre o povo relativo aos impactos sobre as praias, aves e pesca. A única pendência agora para que os moinhos se façam realidade é delimitar com precisão as áreas onde se podem colocar e onde não. O ministério traçou um mapa preliminar, que poderia, inclusive, invalidar alguns projetos, mas que ainda não foi oficializado. (El País - 12.08.2008)

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2 Duke constrói LT nos EUA

A Duke Energy e a American Eletric Power formaram uma joint-venture para construir e operar 386,3 km de linhas de transmissão em 765 kV, em Indiana, no EUA. O projeto, chamado Pioneer Transmission, custará US$ 1 bilhão e vai interligar a subestação Greentown, da Duke Energy, à subestação da AEP, Rockport, no oeste de Evansville. As linhas vão transportar 3 mil MW gerados a partir da energia eólica nas centrais de Indiana e deverão estar prontas em 2014 ou 2015. (Brasil Energia - 11.08.2008)

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3 Dejeto animal poderia gerar até 2,4% da energia nos EUA

Bovinos, suínos e aves poderiam representar até 2,4% da geração de energia elétrica nos EUA se seus dejetos fossem "levados a sério" pelo governo. Isso é o que diz um estudo inédito desenvolvido por pesquisadores do Texas, que calcularam o potencial de conversão em eletricidade dos gases liberados pelos dejetos desses animais. No Brasil, as estimativas de potencial energético com a suinocultura também são pequenas. Do ponto de vista ambiental, os pesquisadores também apontaram ganhos. Se os gases desses animais fossem convertidos em energia, o setor elétrico deixaria de jogar na atmosfera 4% dos gases de efeito estufa a ele atribuídos. (Valor Econômico - 12.08.2008)

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Biblioteca Virtual do SEE

1 CASTRO, Nivalde José de; DANTAS, Guilherme de A. Lições do PROINFA e do Leilão de Fontes Alternativas para a Inserção da Bioeletricidade Sucroalcooleira na Matriz Elétrica Brasileira. In: 30 Congresso Internacional de Bioenergia. Curitiba, 2008.

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2 CASTRO, Nivalde José; DANTAS, Guilherme A. O leilão de Energia de Reserva e a superação de entraves para a bioeletricidade. Disponível em http://www.canalenergia.com.br/zpublisher/materias/Artigos.asp?id=66276 . Acessado em 29 de julho de 2008

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3 FALCÃO, Joaquim. O Presidente e as agências. São Paulo. Folha de São Paulo. 10 de agosto de 2008.

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4 FREIRE, Vinicius Torres. "Um rio de encrencas elétricas" Folha de São Paulo. Rio de Janeiro. 12 agosto 2008.

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5 LERER, Rebeca. "Messias, o profeta nuclear" Folha de São Paulo. Rio de Janeiro. 12 agosto 2008.

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Equipe de Pesquisa UFRJ - Eletrobrás
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditor: Fabiano Lacombe
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Alessandra Freire, Daniel Bueno, Douglas Tolentino, Juliana Simões, Márcio Silveira,Paula Goldenberg, Thauan dos Santos e Victor Gomes.

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos de vista da Eletrobrás e da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

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Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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