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IFE: nº 2.142 - 18 de outubro de 2007
www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras
ifes@race.nuca.ie.ufrj.br
lEditor:Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Regulação e Reestruturação do Setor
1
Governo reduzirá tarifa em usina do Madeira
2 Governo adia leilão do Madeira
3 Chesf e Furnas: ainda é crível cumprir o cronograma de obras
4 BNDES: $ 8,3 bi para energia
5 Preço reduz ritmo de adesão ao mercado livre
6 Abrace é contra contratos baseados no PLD
7 Consumidores livres tentam viabilizar projetos de expansão
8 MME descarta subsídio
9 Câmara vota perdão de dívida
10 CCC deve cair mais
11 Preço de energia no mercado cativo sobe 11,5% entre julho de 2006 e julho de 2007
12 Eletronorte: RAP para reforços em Sinope e São Luis II sobe para R$ 14,3 mi

Empresas
1 Alternativas para o Madeira
2 Light expande parque gerador
3 Copel comercializa 15.179 GWh nos primeiros nove meses do ano
4 P&D: distribuidoras investirão R$ 18,3 mi em projetos do ciclo 2005/06
5 Cataguazes transfere concessão da hidrelétrica para Barra do Braúna Energética
6 Light anuncia investimentos de R$ 1,13 bi até 2008
7 Cotações da Eletrobrás

Leilões
1 Leilão de eficiência energética deve demorar de 12 a 18 meses para ocorrer
2 Leilão A-5 reforça carência de novas concessões para empreendimentos hídricos, diz Apine
3 Consultoria: entrada antecipada de usinas pode favorecer mercado livre

Oferta e Demanda de Energia Elétrica
1 Mantega: podemos crescer 5% ao ano sem apagão
2 Sudeste/Centro-Oeste: volume está em 55,7%
3 Sul: nível dos reservatórios está em 57,3%

4 NE apresenta 46,5% de capacidade armazenada

5 Norte tem 40% da capacidade de armazenamento

Gás e Termelétricas
1 UTE será âncora no Maranhão
2 Ros Roca chega ao Brasil com compra de 25% da Usimeca

Grandes Consumidores
1 Ministro rebate declaração da Vale
2 Subsidiária da MMX deverá ofertar ações no Novo Mercado e no exterior
3 Gerdau anuncia emissão de títulos de dívida com vencimento em 10 anos

Economia Brasileira
1 FMI revê crescimento do Brasil para 2008
2 Após 18 cortes, BC opta por "pausa" e mantém Selic

3 Entidades da indústria e do comércio criticam manutenção
4 BNDES vai pedir US$ 2 bi ao Banco Mundial
5 IPC-Fipe desacelera e sobe 0,19% na 2a prévia de outubro
6 BC age e mantém o dólar acima de R$ 1,80
7 Dólar ontem e hoje

 

Regulação e Reestruturação do Setor

1 Governo reduzirá tarifa em usina do Madeira

O governo marcou para 29 de novembro a licitação de Santo Antônio, primeira das duas usinas do rio Madeira, e reduzirá o valor máximo da energia produzida pela hidrelétrica. A tarifa de referência para o leilão estava entre R$ 131 e R$ 132 por cada megawatt-hora (MWh), mas o Ministério de Minas e Energia prometeu acatar pelo menos uma parte das recomendações feitas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que pediu redução de 13% do preço da energia. "Podemos ter diferenças de dosagem, de um entendimento ou outro, mas estamos analisando todas as sugestões", disse o ministro interino Nelson Hubner, que preparava ontem à noite as diretrizes finais para o leilão. Elas deverão ser divulgadas oficialmente hoje. Hubner garantiu que "vai ter redução" na tarifa máxima, embora não tenha se comprometido com o percentual recomendado pelo TCU. (Valor Econômico - 18.10.2007)

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2 Governo adia leilão do Madeira

O leilão da hidrelétrica Santo Antônio (3.150 MW), integrante do complexo do rio Madeira (6.450 MW) foi adiado para o dia 29 de novembro. Inicialmente previsto para o dia 30 de outubro, a licitação já havia sido transferida para o dia 22 de novembro. A informação foi dada pelo ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner. O edital com as adaptações sugeridas pelo TCU segue amanhã (18/10) para aprovação da Aneel. De acordo com o ministro, a data foi alterada para dar tempo de concluir o edital da concorrência ao menos 30 dias antes do leilão. O texto final sofreu adaptações após análise do TCU. (Brasil Energia - 18.10.2007)

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3 Chesf e Furnas: ainda é crível cumprir o cronograma de obras

O adiamento do leilão da hidrelétrica de Santo Antônio (RO, 3.164 MW) para 29 de novembro deve ser o último para o cumprimento do cronograma de entrada das duas primeiras turbinas no terceiro trimestre de 2012. Essa é a avaliação de Dilton da Conti, presidente da Chesf, que vai disputar o empreendimento com a Camargo Correa. "Os adiamentos deixam a situação um pouco crítica para implementação dos canteiros para obra", avaliou. As obras da usinas têm que ser iniciadas no período seco da região amazônica entre março e setembro. "Temos que passar por todos os percalços. Fazer uma obra dessa não é simples. Fazer um leilão desse é complexo também. É natural que aconteça (adiamentos). Perseguir o cronograma não quer dizer cumpri-lo", observou Fábio Resende, diretor de operação do sistema e comercialização de energia elétrica de Furnas. Para ambos os executivos ainda é crível cumprir o cronograma de obras. "Esta não é uma usina convencional, antes de concluir podemos iniciar a geração", lembrou o diretor de Furnas. (Agência Canal Energia - 18.10.2007)

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4 BNDES: $ 8,3 bi para energia

O BNDES aprovou R$ 8,3 bilhões em financiamento para o setor de Energia Elétrica nos últimos 12 meses, um número 156% maior em relação às aprovações do ano anterior. Os desembolsos no período cresceram 15%, para R$ 4 bilhões - os números são recordes. Nos nove primeiros meses deste ano, o banco desembolsou R$ 2,8 bilhões, ante R$ 2 bilhões em igual período de 2006. O banco contabilizou R$ 17,2 bilhões em consultas de empresas de energia no período, ante R$ 2,9 bilhões no ano anterior. Dentre os últimos desembolsos feitos pelo banco, estão os financiamentos de R$ 540 milhões para a construção da hidrelétrica Serra do Facão (210 MW), R$ 57,3 milhões à Enersul para a implantação do Programa de Investimentos, R$ 255 milhões para a construção de três Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) dos grupos Bertin e Cornélio Brennand. Ontem, o banco aprovou ainda um financiamento de R$ 549 milhões à concessionária fluminense Light. (Brasil Energia - 18.10.2007)

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5 Preço reduz ritmo de adesão ao mercado livre

O aumento do preço da energia para o consumidor livre já provocou diminuição do ritmo de empresas que ingressam nesse mercado. Nos últimos 12 meses, o número de consumidores livres subiu 15%, enquanto no período anterior, de setembro de 2005 a setembro de 2006, o crescimento foi de 25%. A participação desse mercado no consumo nacional de energia está em 25%, mas tem potencial para atingir pelo menos 35%, considerando o número de empresas que possuem condições legais de participação. A empresa que ingressa hoje no mercado livre consegue cerca de 10% de redução de custos com energia, segundo levantamento da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace). É pouco em comparação com os preços obtidos nos primeiros contratos, após o racionamento, quando a diferença foi de até 40%. Se os primeiros contratos foram fechados por uma média de R$ 57 o megawatt-hora, hoje os preços estão acima de R$ 100. A queda da atratividade dos preços é o principal fator que tem segurado novas adesões ao mercado livre. No entanto, há também a impossibilidade legal de empresas com tensão inferior a 69 kV e demanda inferior a 3 MW deixarem o mercado regulado. (Valor Econômico - 18.10.2007)

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6 Abrace é contra contratos baseados no PLD

A Abrace não concorda que o cálculo dos contratos seja baseado no PLD, e defende que o preço negociado para a energia a ser fornecida no ano que vem deve ser por volta de R$ 100 o MWh. "Ainda não temos um mecanismo seguro para estimar o preço da energia futura" , diz Patrícia Arce, diretora-executiva da Abrace. As geradoras também concordam que há problemas nesse cálculo de preço, mas segundo Xisto Vieira, presidente da Abraget, entidade que representa as geradoras térmicas de energia, os consumidores livres precisam se acostumar com as mudanças de cenário. "Não é regra que o preço do mercado livre tem que ser menor que do mercado cativo, o normal seria que os dois mercados fossem equilibrados", diz Vieira. (Valor Econômico - 18.10.2007)

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7 Consumidores livres tentam viabilizar projetos de expansão

Os consumidores livres estão tentando buscar maneiras de viabilizar projetos de expansão, mas não têm conseguido comprar energia nova - que é a negociada dos novos empreendimentos -, porque o modelo de financiamento das usinas faz com que os contratos com as distribuidoras sejam mais interessantes às geradoras. Os recebíveis das distribuidoras - suas contas de luz - dão mais garantia na busca de financiamento para o projeto. Além disso, a previsibilidade do mercado das distribuidoras possibilita a assinatura de contratos de longo prazo, de 15 a 30 anos. Por isso, um dos pontos convergentes entre as comercializadoras e os consumidores é que é preciso construir meios de viabilizar os contratos de curto prazo mesmo para energia nova. Para isso, os consumidores defendem a criação de títulos financeiros que dariam direito de consumo de energia e que poderiam ser comercializados futuramente no caso da energia contratada não ser "usada". Hoje essa energia é entregue para comercialização no mercado "spot", que é muito variável. Já as comercializadoras propõem outro tipo de certificado, que permitiria a investidores a aplicação de recursos num projeto de usina e futura participação nos resultados das vendas. (Valor Econômico - 18.10.2007)

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8 MME descarta subsídio

O Ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, classificou como "sem sentido" a proposta do Instituto Acende Brasil de conceder mais subsídios às distribuidoras para a implementação do programa Luz para Todos. Ele afirmou que em algumas localidades, o subsídio do governo, por meio da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), chega a 90% do projeto de eletrificação. O recurso da CDE é a custo perdido. A companhia também conta com os recursos da Reserva Global de Reversão (RGR), com uma taxa de 5% ao ano e dois anos de carência. O que o Instituto está reivindicando é um subsídio em cima do que já é subsidiado, argumentou o MME por meio de sua assessoria de imprensa. Hubner também rechaçou a reclamação do Instituto de prorrogação do prazo de implementação do Luz para Todos, válido até 2008. Ele afirmou que as metas do programa serão revistas para cima devido a um número de ligações à rede elétrica superior ao previsto no cronograma inicial do Programa. Ele citou como exemplo o programa de eletrificação de Minas Gerais, cuja meta inicial era de 129 mil ligações. Porém, já foram feitas 201 mil ligações ao sistema. (Brasil Energia - 18.10.2007)


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9 Câmara vota perdão de dívida

A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados pode votar nesta quarta-feira (17/10) o Projeto de Lei 661/07, do deputado Wellington Fagundes (PR-MT), que perdoa as dívidas dos consumidores de energia elétrica contraídas dentro do programa de eletrificação rural Luz no Campo, criado em 1999. Pelo texto, esse perdão vale para os saldos devedores existentes quando a nova lei entrar em vigor. (Brasil Energia - 18.10.2007)

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10 CCC deve cair mais

A Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), que financia a geração de energia por meio de combustíveis fósseis, nos sistemas isolados, deve sofrer nova redução em 2008, assim como ocorreu em 2007. O motivo é o controle maior que a Aneel implementou no consumo de óleo combustível e do óleo diesel destas usinas. A informação é do diretor da agência, Edvaldo Santana, que preferiu não estimar o tamanho a redução do encargo. De acordo com Santana, a projeção de redução da CCC não leva em consideração a interligação dos sistemas isolados Acre e Rondônia, que será viabilizada com a energização da Jauru-Vilhena, prevista para agosto de 2008. Caso o cronograma da LT seja cumprido, a redução pode ser ainda mais significativa. O diretor da Aneel voltou a defender o repasse dos custos ambientais adicionais depois da fase de licenciamento prévio para o preço da energia. Dessa forma, o investidor poderá ter mais certeza de quanto irá gastar na construção de uma hidrelétrica. (Brasil Energia - 18.10.2007)

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11 Preço de energia no mercado cativo sobe 11,5% entre julho de 2006 e julho de 2007

Os preços médios da energia elétrica no mercado cativo subiram 11,5%, de R$ 192,51 por MWh para R$ 214,64 por MWh, entre julho de 2006 e julho de 2007, segundo dados da Comerc. No mercado livre, o custo final da energia para o consumidor - que considera energia, transporte e encargos - subiu 7,5%, de R$ 143,07 por MWh para R$ 153,74 por MWh em igual período. Segundo a Comerc, a economia média dos consumidores livres em relação aos cativos subiu de 25,7%, para 28,4% no período, o equivalente a R$ 399 milhões. Em julho deste ano, o consumo de energia no mercado livre foi de 9.018 MW médios, o que representou 18,41% de toda a energia consumida no Sistema Interligado Nacional. A pesquisa foi feita com base em 104 unidades consumidoras espalhadas pelo país, que representam cerca de 10% do mercado livre total, e nos preços praticados pelas distribuidoras de energia. De acordo com a comercializadora, o aumento da atratividade do mercado livre neste período reflete a manutenção da tendência de encarecimento das tarifas cativas, que vêm sofrendo reajustes anuais acima da variação do IGPM - índice padrão de reajuste dos contratos feitos no mercado livre. (Agência Canal Energia - 18.10.2007)

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12 Eletronorte: RAP para reforços em Sinope e São Luis II sobe para R$ 14,3 mi

A Aneel alterou a resolução nº 569 de 2002, que estabelece a Receita Anual Permitida para reforços de transmissão das subestações Sinope e São Luis II, ambas em 230 kV, da Eletronorte. Com a mudança, a RAP passou de R$ 13,8 milhões para 14,3 milhões. A Aneel definiu ainda a nova data de entrada em operação comercial da subestação Sinope, que passou do dia 30 de maio de 2004 para 28 de fevereiro de 2008. As alterações foram autorizadas em virtude de mudanças nas características técnicas dos equipamentos nas duas subestações, segundo informou a agência. (Agência Canal Energia - 18.10.2007)

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Empresas

1 Alternativas para o Madeira

Caso vença o leilão da hidrelétrica Santo Antônio (3.150 MW) do Complexo do Rio Madeira (6.450 MW), a Chesf, que vai disputar a UHE em parceria com a Camargo Corrêa, vai estudar alternativas de tecnologias de turbinas bulbo, contempladas no projeto Furnas/Odebrecht. A informação é do presidente da Chesf, Dilton da Conti. A companhia estuda também a contratação dos equipamentos, como turbinas e geradores, de empresas no exterior, caso o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) mantenha a exclusividade dos fabricantes de equipamentos com o consórcio Furnas/Odebrecht. (Brasil Energia - 18.10.2007)

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2 Light expande parque gerador

A Light informou ainda que está investindo na expansão de seu parque gerador, com a construção das PCHs Paracambi e Lajes e da hidrelétrica Itaocara, que juntas trarão um acréscimo de 28%, ou 238 MWh, à capacidade instalada. O custo dos projetos está estimado em R$ 630 milhões e a previsão de início da operação das PCHs é em 2010 e da hidrelétrica, em 2012. (Agência Canal Energia - 18.10.2007)

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3 Copel comercializa 15.179 GWh nos primeiros nove meses do ano

A Copel comercializou 15.179 GWh nos primeiros nove meses de 2007, o que representa um crescimento de 6%, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. De acordo com a empresa, esse desempenho se deve, principalmente, ao aumento de 2% nas temperaturas médias de janeiro a setembro; ao crescimento da renda média proporcionado pelo reajuste do salário mínimo; à melhora do mercado industrial em função da recuperação da safra e do aumento nas exportações de alguns setores; e da criação de 132 mil novos empregos no Paraná. A classe residencial respondeu por 25,8% do mercado de fornecimento de energia, com crescimento de 6,8% de janeiro a setembro de 2007. O consumo da classe industrial, incluindo os consumidores livres atendidos pela Copel Geração, representou 38,6% do mercado de fornecimento até setembro de 2007, com crescimento de 5,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. O mercado industrial cativo apresentou variação de 3,5% no período, enquanto o livre cresceu 15%. A classe comercial, que representou 18,7% do mercado de fornecimento da Copel no período, foi a que apresentou o melhor desempenho entre as classes de consumo, com crescimento de 9,3%. A classe rural cresceu 5,1% nos primeiros nove meses do ano, sendo responsável por 7,6% do mercado de fornecimento faturado da empresa. (APMPE - 17.10.2007)

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4 P&D: distribuidoras investirão R$ 18,3 mi em projetos do ciclo 2005/06

A Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou os programas de pesquisa e deseenvolvimento de quatro empresas para o ciclo 2005/2006. O programa da Eletropaulo (SP), no valor de R$ 16,36 milhões, corresponde a 0,1894% da receita operacional líquida da empresa, de R$ 8,64 bilhões. A Cemig (MG) vai investir R$ 12,8 milhões no ciclo, o equivalente a 0,2007% dos R$ 6,37 bilhões de ROL da empresa. A Aneel aprovou ainda os programas da CPFL Piratininga (SP) e da Ceal (AL). O programa da distribuidora paulista está orçado em R$ 8,18 milhões, o que representa cerca de 0,3445% da ROL da CPFL Piratininga, que é de R$ 2,09 bilhões. A companhia alagoana vai investir no ciclo R$ 971,7 mil, o equivalente a 0,2060% da ROL da empresa, de R$ 471,6 milhões. As empresas terão que cumprir as metas de execução dos projetos até dezembro de 2008. Asinformações foram publicadas nos despachos 3.125; 3.126; 3.127 e 3.139 do Diário Oficial da União desta quarta-feira, 17 de outubro. (Agência Canal Energia - 18.10.2007)

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5 Cataguazes transfere concessão da hidrelétrica para Barra do Braúna Energética

O grupo Cataguazes-Leopoldina recebeu autorização para a transferência da concessão da hidrelétrica Barra do Braúna da Cat-Leo Construções Indústria e Serviços para a Barra do Braúna Energética. A operação, autorizada na última semana pela Agência Nacional de Energia Elétrica, prevê também o repasse total do controle acionário da Barra do Braúna Energética, detido pela Energisa, para a Brascan Energética. Segundo a Aneel, o processo deve ser concluído nos próximos dois meses. A concessão para a construção do empreendimento hidrelétrico Barra do Braúna foi outorgada inicialmente à Cat-Leo Energia S/A, após leilão realizado pela Aneel em 2000. Com capacidade instalada de 39 MW, a usina ficará localizada nos municípios de Laranjal e Leopoldina, em Minas Gerais. A entrada em operação comercial está prevista para maio de 2009. (Agência Canal Energia - 18.10.2007)

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6 Light anuncia investimentos de R$ 1,13 bi até 2008

A Light planeja investir R$ 1,13 bilhão até dezembro de 2008, sendo que R$ 549,3 milhões correspondem ao financiamento aprovado na última terça-feira, dia 16 de outubro, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Outros R$ 110 milhões virão da emissão de uma Carta de Crédito Bancário, que será capitalizada junto ao Bradesco, no valor de R$ 450 milhões. O restante, segundo a empresa, será aplicado com recursos próprios. Com o financiamento do BNDES, será realizada a modernização e automação das usinas de geração da Light Energia; a ampliação física do atual parque de distribuição da empresa, com investimentos em subestações, transformadores e linhas de distribuição; a modernização e reforma dos circuitos de distribuição existentes; e em material, serviço e mão-de-obra que visam combater o roubo e fraude na medição do consumo de energia. Cerca de R$ 78 milhões, provenientes dos recursos da captação do CCB serão investidos em um projeto piloto de combate às perdas, que inclui a aquisição e a instalação de leitura via telemetria, uso de medidores encapsulados, sistema de medição centralizado e rede de distribuição multiplexada. (Agência Canal Energia - 18.10.2007)

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7 Cotações da Eletrobrás

No pregão do dia 17-10-2007, o IBOVESPA fechou a 63.193,67 pontos, representando uma alta de 2,39% em relação ao pregão anterior, com movimento de R$ 15,56 bilhões. As empresas que compõem o IEE apresentaram valorização de 2,23% fechando a 17.493,80 pontos. As ações da Eletrobrás tiveram o seguinte comportamento: ficaram cotadas a R$ 26,63 ON e R$ 26,00 PNB, alta de 2,90% e 3,54%, respectivamente, em relação ao fechamento do pregão do dia anterior. Na abertura do pregão do dia 18-10-2007 as ações da Eletrobrás foram cotadas a R$ 25,79 as ações ON, baixa de 3,15% em relação ao dia anterior e R$ 25,60 as ações PNB, baixa de 1,54% em relação ao dia anterior. (Investshop - 18.10.2007)

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Leilões

1 Leilão de eficiência energética deve demorar de 12 a 18 meses para ocorrer

Os leilões de eficiência energética ainda estão em uma fase embrionária, de avaliação da viabilidade de sua implantação no país, Segundo as expectativas do professor Jamil Haddad, coordenador do Grupo de Estudos Energéticos da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), em Minas Gerais, o primeiro certame ainda pode demorar de 12 a 18 meses para acontecer. Para Haddad, esses leilões podem evitar que a matriz energética brasileira fique "mais suja e cara". Mas ainda existem obstáculos para a concretização dos leilões de conservação de energia no país, como a modelagem a ser utilizada e como seria a comercialização dos MW poupados. "Poderíamos ter algo parecido com os leilões de energia nova, uma modelagem parecida", sugere Haddad, que propôs a realização de um leilão-piloto para "sentir" a reação do mercado à proposta, começando pela disponibilização do edital para consulta pública para colher sugestões dos agentes interessados na matéria. Os leilões de conservação, ressalta o professor, não irão substituir os de energia nova. Os leilões, explica o professor, serão uma nova fonte de financiamento diferenciada para os projetos de conservação de energia. "O comprador seria, em última instância, a sociedade", observa Haddad. Os projetos seriam bancados por uma fatia da conta de luz paga por todos os consumidores, assim como os projetos de expansão do setor. (Agência Canal Energia - 18.10.2007)

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2 Leilão A-5 reforça carência de novas concessões para empreendimentos hídricos, diz Apine

O leilão A-5, realizado na última terça-feira, dia 16 de outubro, reforça a carência de novas concessões para empreendimentos hídricos, de acordo com o presidente do conselho de administração da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (Apine), Luiz Fernando Vianna. Segundo ele, apesar do leilão ter tido bons resultados, todas as hidrelétricas eram usinas botox. "O leilão mostrou a ausência de novas concessões para empreendimentos de fonte hídrica. Mas por outro lado, é bom saber que boa parte do estoque de usinas botox está sendo contratado", afirmou Viana. Um ponto levantado pelo presidente da Apine foi que a vigência da lei 10.848/04, que permite que as usinas botox participem de leilões de energia nova, acaba no fim de 2007. "Se não houver uma modificação na legislação, as botox restantes, tanto térmicas quanto hídricas, não poderão entrar nos próximos leilões de energia nova", comentou, acrescentando que para esse fim de ano só está programado o leilão da usina de Santo Antônio (RO, 3.150 MW), no Rio Madeira. (Agência Canal Energia - 18.10.2007)

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3 Consultoria: entrada antecipada de usinas pode favorecer mercado livre

Segundo o superintendente comercial da empresa de consultoria Andrade & Canellas, Luís Fernando Manzano, o mercado livre pode tirar proveito do contexto formado pelo leilão A-5. De acordo com Manzano, a maioria dos empreendimentos que contratou energia tem previsão de conclusão das obras antes do início do prazo de fornecimento. Essa condição, explicou, permitiria que os empreendedores possam contratar a energia que estará disponível entre 2010 e 2011 junto a clientes livres. O superintendente afirmou que os preços praticados no mercado livre para o período entre 2008 e 2012 estão na faixa entre R$ 130 por MWh e R$ 135 por MWh. "São pelo menos 715 MW médios que podem ser negociados livremente antes de 2012", disse. (Agência Canal Energia - 18.10.2007)

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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

1 Mantega: podemos crescer 5% ao ano sem apagão

O País poderá crescer 5% em média ao ano sem que haja riscos de apagões logístico e elétrico, disse nesta quarta o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele evitou fazer um prognóstico a respeito de um limite em que a expansão da atividade esbarraria em problemas de infra-estrutura, mas disse que o crescimento do Brasil é tranqüilo sob a ótica do escoamento da produção. "Com aquilo que temos (em infra-estrutura) e o que estamos produzindo para os próximos anos poderemos crescer tranqüilamente a uma taxa de 5% (ao ano) que não faltarão energia elétrica, rodovias, ferrovias, portos e aeroportos para o transporte dessas mercadorias", afirmou. (Estado de Minas - 17.10.2007)

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2 Sudeste/Centro-Oeste: volume está em 55,7%

O nível de armazenamento no submercado Sudeste/Centro-Oeste está em 55,7%, apresentando queda de 0,4% em relação à medição do dia 15 de outubro. A usina de Furnas atinge 66,9% de volume de capacidade. (ONS - 16.10.2007)

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3 Sul: nível dos reservatórios está em 57,3%

O nível de armazenamento na região Sul apresentou alta de 1,3% no nível de armazenamento em relação à medição do dia 15 de outubro, com 57,3% de capacidade armazenada. A usina de Machadinho apresenta 78,5% de capacidade em seus reservatórios. (ONS - 16.10.2007)

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4 NE apresenta 46,5% de capacidade armazenada

Apresentando queda de 0,5% em relação à medição do dia 15 de outubro, o Nordeste está com 46,5% de sua capacidade de armazenamento. O reservatório de Sobradinho opera com 34,2% de volume de capacidade. (ONS - 16.10.2007)

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5 Norte tem 40% da capacidade de armazenamento

O nível de armazenamento da região Norte está em 40% com queda de 0,4% em relação à medição do dia 15 de outubro. A usina de Tucuruí opera com 43,2% do volume de armazenamento. (ONS - 16.10.2007)

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Gás e Termoelétricas

1 UTE será âncora no Maranhão

O secretário de Indústria e Comércio do Maranhão, Júlio Noronha, disse que o governo estadual não medirá esforços na busca por melhores tecnologias para garantir a construção da TermoMaranhão. A termelétrica que será instalada no Distrito Industrial de São Luís tem capacidade instalada de 350 MW. Segundo o secretário, com a usina, o estado passará de consumidor a produtor de energia. (Brasil Energia - 18.10.2007)

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2 Ros Roca chega ao Brasil com compra de 25% da Usimeca

Em mais um capítulo da onda de investimentos espanhóis no Brasil, a Usimeca - fabricante de equipamentos para limpeza urbana - anunciou ontem ao Valor a criação de uma joint venture com 25% de participação da Ros Roca. Além da previsão de aumentar a presença nos mercados latino-americanos, a Usimeca pretende utilizar tecnologias e equipamentos da empresa espanhola para ingressar nos segmentos de transporte e armazenamento de GNL e no fornecimento de soluções para tratamento de resíduos com objetivo de geração de energia. (Valor Econômico - 18.10.2007)

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Grandes Consumidores

1 Ministro rebate declaração da Vale

O ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, criticou ontem as declarações do presidente da Vale, Roger Agnelli, que disse que a empresa poderá transferir operações para o exterior porque há risco de não ter energia elétrica no Brasil. Hubner lembrou que a empresa participa do mercado livre de energia, ou seja, compra o insumo diretamente das usinas, a preços mais baixos do que no mercado tradicional. O ministro lembrou ainda que a Vale vendeu usinas da qual tinha participação e que outras empresas, como Votorantim e Alcoa, estão comprando energia nos leilões feitos pelo governo. (Jornal do Commercio - 18.10.2007)

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2 Subsidiária da MMX deverá ofertar ações no Novo Mercado e no exterior

A MMX comunicou na última quarta-feira (17) que sua subsidiária LLX Logística pretende realizar oferta pública das ações. O pedido de registro de oferta já foi entregue para a CVM. Segundo o comunicado, serão ofertadas ações ordinárias, escriturais e sem valor nominal para serem negociadas no Novo Mercado, sob coordenação do Credit Suisse. Além de serem negociados papéis no Brasil, a empresa pretende também ofertar GDS (Global Depositary Shares) no exterior. (InfoMoney - 18.10.2007)

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3 Gerdau anuncia emissão de títulos de dívida com vencimento em 10 anos

A Gerdau S.A. (Bovespa: GGBR, NYSE: GGB, Latibex: XGGB) anuncia hoje que lancou e precificou titulos de divida com vencimento em 10 anos no mercado internacional atraves de sua subsidiaria integral GTL Trade Finance Inc. Os titulos terao garantia incondicional e irrevogavel das seguintes empresas do Grupo Gerdau no Brasil: Gerdau S.A., Gerdau Acominas S.A., Gerdau Acos Longos S.A., Gerdau Acos Especiais S.A. e Gerdau Comercial de Acos S.A. (InfoMoney - 18.10.2007)

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Economia Brasileira

1 FMI revê crescimento do Brasil para 2008

O FMI baixou de 4,2% para 4% a previsão de crescimento econômico para o Brasil em 2008 e manteve em 4,4% a expansão estimada para este ano. A economia brasileira passou sem grandes danos pela turbulência financeira dos últimos meses, segundo a avaliação dos economistas do Fundo, e continua a demonstrar vigor. "O País, porém, ainda tem de percorrer um bom caminho para consolidar a melhora das contas públicas e alcançar o grau de investimento", disse ontem o diretor-adjunto de Pesquisa Econômica do FMI, Charles Collyns. O governo pode ao mesmo tempo manter a disciplina fiscal e aumentar o investimento público, segundo Collyns, se o orçamento federal se tornar mais flexível. Disciplina fiscal é também a receita do FMI para quem precisa lidar com a enxurrada de dólares, destacada no relatório como um grande desafio para a América Latina. A produção regional deve crescer 4,9% neste ano e 4,2% em 2008. (Jornal do Commercio - 18.10.2007)

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2 Após 18 cortes, BC opta por "pausa" e mantém Selic

O Comitê de Política Monetária interrompeu nesta quarta-feira um ciclo de 18 cortes do juro e manteve, por unanimidade, a taxa básica em 11,25 por cento ao ano. O mercado estava dividido em relação ao movimento do Copom este mês. No final, analistas viram na decisão preocupações dos diretores do Banco Central com o comportamento da atividade econômica e da inflação. Em breve comunicado, o Copom disse ter decidido fazer uma "pausa no processo de flexibilização da política monetária" após avaliar "a conjuntura macroeconômica". Na ata da última reunião do Copom, em setembro, quando os diretores reduziram o ritmo de corte da Selic para 0,25 ponto, o BC já havia alertado para uma piora no cenário inflacionário e anunciado que cogitara, já na ocasião, uma pausa para os cortes. (Reuters - 18.10.2007)

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3 Entidades da indústria e do comércio criticam manutenção

A decisão do Copom de interromper a seqüência de cortes na taxa básica de juros da economia, a Selic, foi criticada por empresários, entidades do comércio e sindicalistas. A Fiesp (federação da indústria paulista) disse ter estudos mostrando "que não há pressão de demanda e, portanto, temos as condições necessárias para prosseguir com os cortes". "Mais uma vez nos decepcionamos com a falta de entendimento da realidade demonstrada pelo Copom. Isso custa caro ao setor produtivo e à sociedade brasileira", afirmou o presidente da Fiesp e da Ciesp (centro da indústria paulista), Paulo Skaf, em nota. A CNI (Confederação Nacional da Indústria) criticou a interrupção nos cortes, principalmente por considerar que "o aumento da inflação dos últimos meses ocorreu por pressões pontuais, e não de forma disseminada", e não ameaça o cumprimento da meta de inflação, de 4,5% ao ano. A Fecomercio SP e a ACSP (Associação Comercial de São Paulo) lamentaram a decisão e afirmaram esperar que seja apenas uma pausa na redução dos juros. (Folha de São Paulo - 18.10.2007)

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4 BNDES vai pedir US$ 2 bi ao Banco Mundial

O BNDES negocia uma linha de crédito de pelo menos US$ 2 bilhões com o Bird (Banco Mundial) para fazer frente ao volume de pedidos de financiamento estimados para 2008. O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, viajou ontem para Washington para participar da reunião anual do FMI com o Bird. Ele pretende aproveitar o encontro para levantar recursos para o banco. Segundo Coutinho, após 15 anos de relativo afastamento entre as duas instituições, o Bird deu sinais de aproximação. Nos últimos meses, o BNDES tem destacado que precisa aumentar o volume de recursos disponíveis para desembolsos com o aumento dos pedidos de financiamento. De janeiro a setembro deste ano, o BNDES concedeu empréstimos de R$ 41,8 bilhões, um resultado 34% maior do que o de igual período do ano anterior. Os desembolsos para infra-estrutura aumentaram 53% e somaram R$ 16 bilhões nos primeiros nove meses do ano. Já os empréstimos para a indústria cresceram 14% e chegaram a R$ 18,8 bilhões. (Folha de São Paulo - 18.10.2007)

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5 IPC-Fipe desacelera e sobe 0,19% na 2a prévia de outubro

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo desacelerou e subiu 0,19 por cento na segunda quadrissemana de outubro, ante alta de 0,26 por cento na abertura do mês, informou nesta quinta-feira a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Os preços do grupo Alimentação tiveram a maior alta do período, de 0,39 por cento. Já os custos com Saúde e Vestuário caíram 0,01 por cento e 0,25 por cento, respectivamente, no período. O IPC mede a variação dos preços no município de São Paulo de famílias com renda até 20 salários mínimos. (Reuters - 18.10.2007)

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6 BC age e mantém o dólar acima de R$ 1,80

O dólar foi ontem a seu mais elevado valor em duas semanas, ao subir 0,44% e fechar a R$ 1,823. Se a retomada das intervenções do Banco Central há dez dias no mercado de câmbio não tem elevado a cotação do dólar muito expressivamente, ao menos tem conseguido evitar que a moeda norte-americana feche negociada abaixo de R$ 1,80. No dia 9 deste mês, o dólar foi a seu mais baixo valor desde agosto de 2000, ao encerrar a R$ 1,802. No mês, o dólar ainda registra depreciação, de 0,6%, diante do real. Segundo operadores do mercado, o BC comprou um montante mais elevado de dólares dos bancos ontem, estimado em aproximados US$ 250 milhões. Desde que retomou suas atuações no câmbio, no último dia 8, o BC vinha adquirido menos de US$ 100 milhões por dia. (Folha de São Paulo - 18.10.2007)

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7 Dólar ontem e hoje

O dólar comercial verifica queda na abertura dos negócios nesta quinta-feira. Há pouco, a moeda estava a R$ 1,807 na compra e a R$ 1,809 na venda, com baixa de 0,76%. Na abertura, marcou R$ 1,805. Na quarta-feira, o dólar comercial fechou com alta de 0,44%, a R$ 1,821 na compra e R$ 1,823 na venda. (Valor Online - 18.10.2007)


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Equipe de Pesquisa UFRJ - Eletrobrás
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Sub-editor: Fabiano Lacombe
Jornalista: Juliana Lanzarini
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Daniel Bueno, Felipe Tavares, Gabriel Naumann e Paula Goldenberg.

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos de vista da Eletrobrás e da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

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Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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