l

IFE: nº 2.098 - 15 de agosto de 2007
www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras
ifes@race.nuca.ie.ufrj.br
lEditor:Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Regulação e Reestruturação do Setor
1
Aneel veta limite a participação acionária no Madeira
2 Decisão da Aneel é provisória
3 Aneel: participantes deverão depositar garantia no valor de 1% do empreendimento
4 Anace: predominância do capital de uma construtora traz riscos
5 Exportação de energia para Argentina pela Cien é oficializada
6 Artigo "Algumas observações sobre o regime jurídico das empresas estaduais de energia elétrica"
7 Curtas

Empresas
1 Furnas tem lucro líquido de R$245 mi no primeiro semestre de 2007
2 Presidente de Furnas será escolhido hoje pelo novo conselho de administração da empresa
3 Copel: lucro líquido da empresa ficou em R$ 525 mi
4 Celesc registra lucro líquido consolidado de R$ 215,094 mi no primeiro semestre
5 Cemig apresenta lucro líquido de R$ 922 mi
6 Reajuste da conta de luz será menor, garante Cemig
7 Cemig quer ampliar investimentos
8 Cemig no Madeira e na Brasiliana

9 Cemig quer UTE Juiz de Fora

10 Tractebel Energia lucra R$ 471,649 mi

11 Tractebel produziu 82,1% mais energia

12 Coelce lucra R$ 161,230 mi no primeiro semestre

13
Lucro da AES Elpa subiu 297% no primeiro semestre de 2007
14 AES Sul registra queda de 64,4% no lucro líquido do primeiro semestre

15 Energisa investe para combater perdas

16
Neoenergia inicia obras de PCHs
17 Cotações da Eletrobrás

Oferta e Demanda de Energia Elétrica
1 Sudeste/Centro-Oeste: volume está em 77,2%
2 Sul: nível dos reservatórios está em 76,8%
3 NE apresenta 70,4% de capacidade armazenada

4 Norte tem 73,6% da capacidade de armazenamento

Gás e Termelétricas
1 Petrobras projeta vendas de 5.439 MW médios em 2012
2 Petrobras projeta triplicar produção de gás até 2012
3 Petrobras eleva previsão de investimento até 2012
4 Orçamento da Petrobras não contempla a Bolívia

Grandes Consumidores
1 Unipar lucra 151,75% a mais no 1º semestre
2 Unipar: US$ 100 mi por ações da Suzano
3 Gabrielli: Petrobras não é estatizante
4 94,9% dos 10,8 bi de latas de alumínio produzidas no Brasil foram recicladas
5 Lucro da CSN dispara para R$952 mi no 2o trimestre
6 Complexo do Rio está no plano da Braskem
7 Julgamento de ação da Vale contra órgão regulador é adiado
8 Vale arrenda cinco graneleiros de Japão e China para 2011
9 Vale investe R$ 234 mi para eliminar gargalo em Brucutu

Economia Brasileira
1 Governo descarta hipótese de dividir CPMF com Estados e municípios
2 Novas mudanças no Supersimples

3 Fiesp quer alteração na ação comercial
4 Anefac aponta queda nos juros para pessoas físicas
5 Lula sanciona Lei de Diretrizes Orçamentárias do próximo ano
6 Para Mantega, já é crise. E vai durar
7 Alta do dólar não é ruim, diz a Fazenda
8 Dólar ontem e hoje

Internacional
1 Argentina vai liderar novos investimentos em gás na Bolívia

Biblioteca Virtual do SEE
1 ANEEL. Leilão n. 005/2007 - Minuta do edital de licitação da usina Santo Antônio. Brasília, 14 de agosto de 2007.
2 LOUREIRO, Gustavo Kaercher; Rodrigues, Itiberê de Oliveira Castellano. Algumas observações sobre o regime jurídico das empresas estaduais de energia elétrica. IFE 2.098. Rio de Janeiro, 15 de agosto de 2007.

Regulação e Reestruturação do Setor

1 Aneel veta limite a participação acionária no Madeira

Em decisão que contraria orientação do MME, a Aneel derrubou o limite de 20% para a participação acionária de construtoras e empresas fornecedoras de equipamento na usina Santo Antônio, a primeira das duas hidrelétricas do rio Madeira. A agência aprovou ontem a minuta do edital de licitação da usina, que irá a audiência pública até o dia 24, sem restrições à participação societária de qualquer interessado. Em voto seguido por seus colegas, a diretora Joísa Campanher Dutra, relatora do processo na Aneel, ressaltou que "eventuais restrições à competição no certame deverão possuir fulcro em lei ordinária". Ela citou dois acórdãos do Tribunal de Contas da União que coíbem esse tipo de condicionante e disse que a orientação do governo "foi surpresa para nós". Para ler a minuta na íntegra, clique aqui. (Valor Econômico - 15.08.2007)

<topo>

2 Decisão da Aneel é provisória

A decisão da Aneel é provisória. De acordo com a diretora Joísa Campanher Dutra, relatora do processo na Aneel, a posição definitiva sobre o tema estará na versão final do edital, que deverá sair no dia 5 de setembro. A legalidade da restrição será avaliada pela consultoria jurídica do ministério e pela procuradoria da Aneel, "tudo com o propósito de resguardar a segurança jurídica do certame", explicou Joísa. Em caso de divergência entre as interpretações, a Aneel seguirá a diretriz dada pelo ministério, assegurou o diretor-geral do órgão regulador, Jerson Kelman. (Valor Econômico - 15.08.2007)

<topo>

3 Aneel: participantes deverão depositar garantia no valor de 1% do empreendimento

A Aneel também estabeleceu que, para o leilão de 30 outubro, os participantes deverão depositar garantia no valor de 1% do empreendimento. Não se sabe qual será esse valor, cuja definição só ocorrerá na versão definitiva do edital, mas não estará muito distante de R$ 10 bilhões. A agência resolveu flexibilizar a exigência de garantia de "fiel cumprimento" da construção da usina. O vencedor do leilão é obrigado a depositar 10% do valor total, conforme determina a lei, mas o desbloqueio da garantia será realizado em parcelas. Foi uma forma, encontrada pela Aneel, de não comprometer em excesso o caixa das empresas. Em vez de liberar as garantias de uma vez só, quando a usina tiver sido construída, elas serão desbloqueadas em seis parcelas - por exemplo, 10% no fim da implementação dos canteiros de obras e mais 30% no início da concretagem da casa de força. A última parcela será devolvida só no início da operação da última unidade geradora. A energia produzida pela hidrelétrica Santo Antônio - um total de 3.150 megawatts - terá contrato de 30 anos e deverá ser entregue a partir de 2012. (Valor Econômico - 15.08.2007)

<topo>

4 Anace: predominância do capital de uma construtora traz riscos

A Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace) deu sua opinião sobre o limite de 20% para a participação acionária de construtoras e empresas fornecedoras de equipamento na usina Santo Antônio. "A predominância do capital de uma construtora em um empreendimento desse porte poderia trazer riscos indesejáveis para os consumidores", afirmou Paulo Mayon, diretor-presidente da Anace. "Se cada uma dessas empresas tiver uma grande representatividade nos consórcios que participarão do leilão, poderemos verificar uma alta no preço de construção da usina. Esse preço, com certeza, se traduziria em tarifa mais cara para a população." (Valor Econômico - 15.08.2007)

<topo>

5 Exportação de energia para Argentina pela Cien é oficializada

A Cien recebeu autorização formal da Aneel para exportar energia para a Argentina, no âmbito do acordo firmado entre o Brasil e o país vizinho. A agência oficializou o envio de 50 MW por meio da estação conversora de freqüência de Garabi, e o aumento do montante de 700 MW, já exportado, para 1 mil MW, esta por meio da conversora de Garabi II. Segundo o processo analisado pela diretoria da Aneel nesta terça-feira, 14 de agosto, o contrato de exportação de 50 MW via Uruguaiana é interruptível e retroativo a 4 de julho. O fornecimento durará até 30 de setembro. Já o contrato de exportação, que teve montante aumentado em 300 MW, estava em vigor desde 1° de junho e tem aditivo contratual validado retroativamente a 5 de julho. (Agência Canal Energia - 14.08.2007)

<topo>

6 Artigo "Algumas observações sobre o regime jurídico das empresas estaduais de energia elétrica"

O artigo "Algumas observações sobre o regime jurídico das empresas estaduais de energia elétrica", de autoria de Gustavo Kaercher Loureiro e Itiberê de Oliveira Castellano Rodrigues propõe uma parceria público-público, a partir do art. 241 da Constituição que regula os convênios e consórcios para a gestão associada de serviços públicos por diferentes entes da Federação. Com isso, o problema das prorrogações se colocaria apenas para as empresas privadas, as (únicas) verdadeiramente concessionárias ou permissionárias. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ - 15.08.2007)

<topo>

7 Curtas

A Fundação Coge promove, entre os dias 17 e 21 de setembro, no Rio de Janeiro, o curso "Aspectos Econômico-Financeiros do Negócio de Transmissão de Energia Elétrica". Os interessados devem fazer a inscrições até o dia 10 de setembro através do site www.funcoge.org.br/cursos/html/ceft.html. (Agência Canal Energia - 14.08.2007)

<topo>

 

Empresas

1 Furnas tem lucro líquido de R$245 mi no primeiro semestre de 2007

A empresa que Conde vai presidir teve um lucro líquido no primeiro semestre de 2007 de R$ 245 milhões, superior aos R$ 82 milhões obtidos por sua controladora Eletrobrás. Mas, mesmo tendo sido considerada por analistas do banco Credit Suisse como uma das controladas da holding do setor elétrico de melhor performance no período, enfrenta queda do resultado operacional e perdas com a comercialização da energia de terceiros, entre elas Eletronuclear e a térmica Pantanal, em Cuiabá, enquanto cumpre um pesado programa de investimentos. (Valor Econômico - 15.08.2007)

<topo>

2 Presidente de Furnas será escolhido hoje pelo novo conselho de administração da empresa

O governo vai indicar na manhã dessa quarta-feira os novos membros do conselho de administração de Furnas Centrais Elétricas. À tarde, o novo conselho se reúne para escolher entre seus membros o presidente da estatal. O cargo, como todo mundo sabe, deve ser ocupado pelo arquiteto Luiz Paulo Conde. Sem experiência no ramo, Conde, que deixa a secretaria estadual de Cultura, vai comandar Furnas no momento em que a estatal se prepara para disputar a maior obra hidrelétrica do mundo, a usina Santo Antonio, que será construída no rio Madeira e exigirá um esforço gigantesco de gestão. A confirmação de Conde será recebida com uma manifestação à porta de Furnas. Integrantes de movimentos populares, do P-SOL, do Conlutas e da Intersindical protestarão contra, segundo eles, o fato de Furnas estar sendo objeto de barganha política. (Valor Econômico- 15.08.2007)

<topo>

3 Copel: lucro líquido da empresa ficou em R$ 525 mi

A Copel obteve, no primeiro semestre de 2007, uma receita operacional líquida de R$ 2,57 bilhões, alta de 7,9% ante igual período de 2006. Já o lucro líquido da empresa ficou em R$ 525 milhões e o lajida em R$ 1,07 bilhão. (DCI - 15.08.2007)

<topo>

4 Celesc registra lucro líquido consolidado de R$ 215,094 mi no primeiro semestre

A Celesc fechou o primeiro semestre de 2007 com lucro líquido consolidado de R$ 215,094 milhões, 76,67% superior ao de 2006 Segundo balanço divulgado em 14 de agosto, a receita bruta consolidada chegou a R$ 2,493 bilhões nos seis primeiros meses deste ano, 8,88% acima da receita bruta de 2006. A receita líquida consolidada da holding alcançou R$ 1,563 bilhão no semestre passado, contra R$ 1,399 bilhão fechados no período janeiro-junho de 2006 - elevação de 11,66%. (Agência Canal Energia - 15.08.2007)

<topo>

5 Cemig apresenta lucro líquido de R$ 922 mi

A Cemig apresentou lucro líquido de R$ 922 milhões no primeiro semestre deste ano, alta de 39% em relação aos R$ 665 milhões registrados no mesmo período do ano passado. Com isso, a receita total líquida alcançou R$ 4,92 bilhões, valor 24% superior, na mesma comparação. O desempenho da empresa é atribuído ao crescimento de indústrias mineiras, principalmente dos setores de mineração e siderurgia, pelo consumo de clientes residenciais e pelo impacto positivo das aquisições realizadas em 2006. (Hoje em Dia - 15.08.2007)

<topo>

6 Reajuste da conta de luz será menor, garante Cemig

O reajuste da conta de luz dos consumidores mineiros atendidos pela Cemig em abril do ano que vem não deverá ultrapassar a inflação, garantiu na terça-feira o presidente da empresa, Djalma Bastos de Morais. Com isso, o aumento em 2008 será aproximadamente metade do deste ano. Segundo os cálculos da pesquisa Focus, do BC, o IGP-M deverá fechar o ano em 3,68%. Em abril deste ano, o aumento médio aplicado pela Cemig para consumidores residenciais e industriais foi de 6,48%. "O reajuste será menor ou igual à inflação. Essa é a nossa meta", disse Morais. Para que isso seja possível, a estatal contratou uma consultoria internacional com o objetivo de levantar setores nos quais é possível reduzir os custos de operação. (Estado de Minas - 15.08.2007)

<topo>

7 Cemig quer ampliar investimentos

Depois das aquisições do ano passado, a Cemig pretende ampliar seus investimentos na compra de outros ativos. A intenção, de acordo com o presidente da empresa, Djalma Bastos de Morais, é manter a lucratividade, sem depender dos reajustes tarifários, que devem ser revistos para baixo pela Aneel no ano que vem. (Hoje em Dia - 15.08.2007)

<topo>

8 Cemig no Madeira e na Brasiliana

A Cemig deve participar dos leilões das hidrelétricas do complexo do Rio Madeira e concorrer pela participação na Brasiliana Energia. O presidente da empresa, Djalma Bastos de Morais, informou que a participação da Cemig na concorrência do Rio Madeira será discutida com representantes do MME na próxima quinta-feira (16/8), em Brasília. Morais afirmou que a empresa deve participar do leilão pela Brasiliana, por meio de parcerias, mas na condição de minoritária. O executivo informou que novas formas de financiamento para a continuidade do Programa Luz Para Todos na área de distribuição da Cemig serão discutidas na reunião com o MME. (Brasil Energia - 15.08.2007)

<topo>

9 Cemig quer UTE Juiz de Fora

A Cemig é uma das finalistas para a aquisição da térmica Juiz de Fora (87 MW), pertencente à CFLCL. A outra empresa finalista é a Brascan. Representantes da Cemig e da CFLCL vão se reunir amanhã (15/8), no Rio de Janeiro, para discutir os valores finais da operação. (Brasil Energia - 15.08.2007)

<topo>

10 Tractebel Energia lucra R$ 471,649 mi

A Tractebel Energia apresentou lucro líquido consolidado de R$ 471,649 milhões no primeiro semestre deste ano, queda de 11,43% em comparação a igual período de 2006. A redução foi atribuída a efeitos não recorrentes nos seis primeiros meses do ano passado, quando obteve ganhos de R$ 115,7 milhões com a venda de sua participação no Projeto Jacuí, termelétrica de 350 MW em Charqueadas (RS). O Ebitda cresceu 2,69%, passando de R$ 817 milhões para R$ 839 milhões na comparação entre janeiro a junho deste ano e igual período de 2006. (Jornal do Commercio - 14.08.2007)

<topo>

11 Tractebel produziu 82,1% mais energia

O parque gerador da Tractebel Energia produziu 4.129 MW médios no segundo trimestre do ano, uma alta de 82,1% na comparação com o produzido no mesmo período do ano passado. Do total, as térmicas foram responsáveis por 424 MW médios e as hidrelétricas, por 3.705 MW médios. Os números representam uma redução de 36,9% na geração térmica da empresa e um aumento de 132,2% na geração hídica, na comparação com o mesmo trimestre de 2006. (Brasil Energia - 15.08.2007)

<topo>

12 Coelce lucra R$ 161,230 mi no primeiro semestre

A Coelce registrou lucro líquido de R$ 161,230 milhões no primeiro semestre, contra R$ 165,945 milhões no mesmo período do ano passado, segundo balanço divulgado em 14 de agosto. O lucro do segundo trimestre também caiu, passando de R$ 85,963 milhões, em 2006, para R$ 52,758 milhões este ano.A distribuidora teve uma receita bruta de R$ 1,222 bilhão de janeiro a junho deste ano, ante R$ 1,157 bilhão nos mesmos meses de 2006. De abril a junho, a receita bruta ficou em R$ 584,733 milhões, contra R$ 578,963 milhões no ano passado. (Agência Canal Energia - 14.08.2007)

<topo>

13 Lucro da AES Elpa subiu 297% no primeiro semestre de 2007

O lucro líquido da AES Elpa subiu 297%, passando de R$ 46,217 milhões no primeiro semestre de 2006 para R$ 137,578 milhões no mesmo período desse ano. No segundo trimestre, o lucro da empresa ficou em R$ 95,943 milhões, contra R$ 51,395 milhões verificados em igual período de 2006, segundo demonstrativos publicados nesta terça-feira, 14 de agosto. A receita bruta da empresa ficou em R$ 5,758 bilhões no primeiro semestre deste ano, ante o valor de R$ 5,423 bilhões dos seis primeiros meses de 2006. (Agência canal Energia - 14.08.2007)

<topo>

14 AES Sul registra queda de 64,4% no lucro líquido do primeiro semestre

A AES Sul registrou queda de 64,4% no lucro líquido do primeiro semestre, fechando em R$ 34,702 milhões, ante R$ 97,483 milhões no ano passado, segundo balanço divulgado na última segunda-feira, 13 de agosto. No segundo trimestre, a distribuidora reverteu o prejuízo de R$ 47,951 milhões, em 2006, e lucrou R$ 6,474 milhões este ano. A receita bruta da empresa aumentou em R$ 10 milhões no semestre, indo de R$ 1,047 bilhão, em 2006, para R$ 1,057 bilhão este ano. (Agênxia Canal Energia - 14.08.2007)

<topo>

15 Energisa investe para combater perdas

Na área de distribuição, a Energisa investe pesado para combater as perdas das concessionárias. O foco do grupo é a Saelpa (PB), com 20,42% de perdas totais. A distribuidora está recebendo uma injeção de R$ 25 milhões anuais a mais na conta de investimento direcionada ao combate às perdas. O Luz para Todos, segundo o executivo, aumenta as perdas técnicas devido às distâncias percorridas aliadas à baixa voltagem demandada pelos consumidores. Por isso, a expectativa é que as ligações sejam concluídas apenas em 2009. (Agência Canal Energia - 15.08.2007)

<topo>

16 Neoenergia inicia obras de PCHs

O Grupo Neoenergia iniciou as obras de construção de duas PCHs em Rio Veríssimo, Goiás. Adquiridas pelo grupo em dezembro de 2005, as PCHs Goiandira e Nova Aurora serão construídas em aproximadamente 21 meses e têm previsão de entrada em operação em 2009. As obras da PCH Goiandira começaram nesta terça-feira (14/8), com investimentos de R$ 98 milhões. Próxima ao município de Goiandira, a usina terá potência instalada 28 MW. Já na PCH Nova Aurora serão investidos R$ 88 milhões e a usina terá potência instalada de 21 MW. As obras em Nova Aurora tiveram início no último dia 10. Os empreendimentos serão implantados através da subsidiária integral da Neoenergia, a empresa Goiás Sul. (Brasil Energia - 15.08.2007)

<topo>

17 Cotações da Eletrobrás

No pregão do dia 14-08-2007, o IBOVESPA fechou a 50.911,75 pontos, representando uma baixa de 2,90% em relação ao pregão anterior, com movimento de R$ 5,09 bilhões. As empresas que compõem o IEE apresentaram desvalorização de 3,10% fechando a 16.130,04 pontos. As ações da Eletrobrás tiveram o seguinte comportamento: ficaram cotadas a R$ 44,91 ON e R$ 43,75 PNB, baixa de 9,09% e 7,11%, respectivamente, em relação ao fechamento do pregão do dia anterior. Na abertura do pregão do dia 15-08-2007 as ações da Eletrobrás foram cotadas a R$ 44,79 as ações ON, baixa de 0,27% em relação ao dia anterior e R$ 43,99 as ações PNB, alta de 0,55% em relação ao dia anterior. (Investshop - 15.08.2007)

<topo>

 

Oferta e Demanda de Energia Elétrica

1 Sudeste/Centro-Oeste: volume está em 77,2%

O nível de armazenamento no submercado Sudeste/Centro-Oeste está em 77,2%, apresentando queda de 0,2% em relação à medição do dia 12 de agosto. A usina de Furnas atinge 86,8% de volume de capacidade. (ONS - 13.08.2007)

<topo>

2 Sul: nível dos reservatórios está em 76,8%

O nível de armazenamento na região Sul apresentou queda de 0,7% no nível de armazenamento em relação à medição do dia 12 de agosto, com 76,8% de capacidade armazenada. A usina de Machadinho apresenta 90,5% de capacidade em seus reservatórios. (ONS - 13.08.2007)

<topo>

3 NE apresenta 70,4% de capacidade armazenada

Apresentando queda de 0,2% em relação à medição do dia 6 de março, o Nordeste está com 70,4% de sua capacidade de armazenamento. O reservatório de Sobradinho opera com 63,3% de volume de capacidade. (ONS - 13.08.2007)

<topo>

4 Norte tem 73,6% da capacidade de armazenamento

O nível de armazenamento da região Norte está em 73,6% com queda de 0,6% em relação à medição do dia 12 de agosto. A usina de Tucuruí opera com 67,6% do volume de armazenamento. (ONS - 13.08.2007)

<topo>

 

Gás e Termoelétricas

1 Petrobras projeta vendas de 5.439 MW médios em 2012

A Petrobras estima aumentar as vendas de energia elétrica no Brasil e no exterior para 5.439 MW médios, entre 2008 e 2012. Os números foram divulgados pela empresa nesta terça-feira, 14 de agosto, durante a apresentação do plano de negócios 2008/2012 e do plano de estratégico 2020. Entre as estratégias do plano para atuar no setor elétrico estão a otimização de termelétricas, além da exploração de oportunidades de geração de energia a partir de biomassa e derivados do gás natural. (Agência Canal Energia - 15.08.2007)

<topo>

2 Petrobras projeta triplicar produção de gás até 2012

A Petrobras planeja triplicar a produção de gás natural até 2012. A estimativa da empresa é que a produção que, em 2006, foi de 46,3 milhões de metros cúbicos por dia aumente para 134 milhões de m³/dia em 2012. A meta foi apresentada nesta terça-feira, 14 de agosto, dentro do plano de negócios para o período de 2008/2012. O presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, disse também que a companhia pretende alcançar 31,1 milhões de m³ de Gás Natural Liquefeito. Além dos 31 milhões de m³ de GNL, a Petrobras espera para 2012 uma oferta de 30 milhões de m³ importados da Bolívia e outros 72,9 milhões de m³ provenientes da exploração e produção. (Agência Canal Energia - 15.08.2007)

<topo>

3 Petrobras eleva previsão de investimento até 2012

A Petrobras anunciou ontem seu novo Plano Estratégico prevendo investimentos de US$ 112,4 bilhões no período de 2008 a 2012, sem contar o pagamento de dividendos. São US$ 29 bilhões acima da previsão anterior, que era de investir US$ 87,1 bilhões até 2011. A maior parte será destinada ao segmento de exploração e produção, seguido pela área de refino, transporte e comercialização, gás e energia, petroquímica, distribuição, e biocombustíveis. Na área de gás e energia a Petrobras já estuda aumentar de 20 para 31 milhões de metros cúbicos as importações de Gás Natural Liquefeito (GNL). Já as vendas de energia elétrica alcançarão 3.070 MWm em 2008, saltando para 5.439 MW médios em 2012. (Valor Econômico - 15.08.2007)

<topo>

4 Orçamento da Petrobras não contempla a Bolívia

Evo Morales não deverá ver grandes investimentos da Petrobrás em seu país. O planejamento da estatal para os próximos cinco anos não prevê aumento nas importações de gás do país vizinho. A empresa, aliás, descarta novas fontes de suprimento sul-americanas do combustível, como o Gasoduto do Sul - que traria gás da Venezuela - e ampliou a previsão de importações de gás natural liquefeito (GNL) de 20 milhões para 31,1 milhões de metros cúbicos por dia. Apontada, no passado, como solução para a falta de reservas de gás no Brasil, a Bolívia praticamente não foi citada ontem no plano da Petrobrás. (O Estado de São Paulo - 15.08.2007)

<topo>

 

Grandes Consumidores

1 Unipar lucra 151,75% a mais no 1º semestre

A Unipar encerrou o primeiro semestre deste ano com lucro líquido de R$ 82,275 milhões, aumento de 151,75%. O resultado foi puxado pelo melhor desempenho operacional na cadeia produtiva de eteno-polietilenos, onde atuam a Petroquímica União (PQU), Rio Polímeros (Riopol) e Polietilenos União. A receita bruta consolidada da companhia registrou crescimento de 21,54% no primeiro semestre deste ano, encerrando o período em R$ 1,935 bilhão. O Ebitda consolidado aumentou 49% no primeiro semestre, atingindo R$ 207,5 milhões, informou ontem a empresa. (Jornal do Commercio - 14.08.2007)

<topo>

2 Unipar: US$ 100 mi por ações da Suzano

A Unipar já pôs na mesa os ativos que negociará com a Petrobrás para a formação da Companhia Petroquímica do Sudeste (CPS): a participação acionária na Petroquímica União, estimada hoje em pouco mais de 50% do capital total e 80% do votante; as duas unidades de polietilenos (União e Cubatão), incluindo a nova fábrica em construção em Santo André, e a divisão química no grupo, na vizinhança de Capuava. Ficarão de fora do acerto de contas a Carbocloro, na qual a Unipar divide o controle meio a meio com a Occidental, a União Terminais (tancagens em portos de São Paulo, Rio e Paraná) e a empresa de distribuição do grupo, Unipar Comercial. (O Estado de São Paulo - 15.08.2007)

<topo>

3 Gabrielli: Petrobras não é estatizante

O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, defendeu ontem o plano de investimentos da companhia - que tem sido apontado por alguns segmentos como de perfil estatizante - ao afirmar que a Lei do Petróleo beneficia mais as empresas privadas do que a estatal. Gabrielli afirmou que a companhia quer competir com o setor privado para crescer, e não para destruí-lo. O executivo frisou que a estatal sofre maiores restrições que o setor privado. Ele disse, contudo, que a abertura do mercado foi positiva para a estatal, uma vez que obrigou a companhia a ser mais competitiva e transparente. Gabrielli enfatizou ainda que a Petrobras tem sócios privados, resultado da abertura de capital da companhia. (Jornal do Commercio - 14.08.2007)

<topo>

4 94,9% dos 10,8 bi de latas de alumínio produzidas no Brasil foram recicladas

A Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) anunciou ontem que 94,9% dos 10,8 bilhões de latas de alumínio produzidas no Brasil em 2006 foram recicladas. No entanto, o índice ficou abaixo do alcançado no ano anterior, quando o setor reciclou 96,2% das latas produzidas. De acordo com estatísticas da entidade, o volume reciclado gera uma economia de energia na faixa de 1.976 GW/h por ano, 0,5% do consumo no Brasil. Também economizou cerca de 700 mil toneladas (t) de bauxita, minério que serve de matéria-prima para a produção da alumina. (DCI - 15.08.2007)

<topo>

5 Lucro da CSN dispara para R$952 mi no 2o trimestre

A CSN teve lucro líquido de 952 milhões de reais no segundo trimestre, resultado quase duas vezes e meia maior que o obtido no mesmo período do ano passado. A empresa foi beneficiada ainda por aumento de produção em um ambiente de demanda aquecida e de alta nos preços do aço. A empresa bateu recorde em receita líquida trimestral. O volume vendido somou 1,42 milhão de toneladas, 52,5 por cento maior que o comercializado um ano antes. Os preços médios da empresa subiram cerca de 10 por cento em moeda local no segundo trimestre em relação ao mesmo período de 2006. (Reuters - 15.08.2007)

<topo>

6 Complexo do Rio está no plano da Braskem

O presidente da Braskem, José Carlos Grubisich, disse ontem que a companhia pode participar do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), projeto que prevê a produção de matéria-prima a partir de petróleo pesado. Grubisich considera que, dessa maneira, a Braskem pode participar do Pólo do Sudeste, que está sendo alvo de negociações da Petrobras com a Unipar, depois que a estatal anunciou a compra da Suzano Petroquímica. (DCI - 15.08.2007)

<topo>

7 Julgamento de ação da Vale contra órgão regulador é adiado

Foi adiado o julgamento previsto para ontem da medida cautelar apresentada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) pela Vale contra restrições impostas pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O julgamento foi suspenso ontem por um pedido de vistas do ministro João Otávio Noronha. Até que se decida o mérito do pedido da Vale, continua valendo uma liminar que suspende o prazo para aplicação das imposições do Cade que obrigam a Vale a optar entre vender a mineradora Ferteco ou abrir mão do direito de preferência na compra do minério de ferro produzido pela mina Casa de Pedra. (DCI - 15.08.2007)

<topo>

8 Vale arrenda cinco graneleiros de Japão e China para 2011

A Vale anunciou ontem o arrendamento de cinco navios graneleiros de longo curso, fabricados na China e no Japão. De acordo com o diretor executivo de Logística, Eduardo Bartolomeu, a empresa deve começar a receber, na primeira metade de 2011, quatro navios da China com capacidade de 388 mil toneladas. A empresa assinou um contrato de frete de 25 anos com a Bergesen Worldwide (B.W. Bulk. A Vale também estabeleceu um contrato de 20 anos para a construção de um navio graneleiro, com capacidade de 300 mil toneladas, com a japonesa Nippon Yusen Kaisha Japan, cuja entrega também está prevista para 2011. (DCI - 15.08.2007)

<topo>

9 Vale investe R$ 234 mi para eliminar gargalo em Brucutu

Para suportar o crescimento das exportações de minério de ferro e o aumento da demanda por transporte da mina de Brucutu, em São Gonçalo do Rio Abaixo Vale investiu cerca de R$ 232 milhões na ampliação do pátio ferroviário de Costa Lacerda, da Estrada de Ferro Vitória a Minhas (EFVM). O pátio teve sua capacidade de manobra incrementada em 20%. (Hoje em Dia - 15.08.2007)

<topo>

 

Economia Brasileira

1 Governo descarta hipótese de dividir CPMF com Estados e municípios

Da reunião da coordenação política do governo, ontem pela manhã, saiu um recado explícito para o Congresso: a União não aceita dividir, em nenhuma hipótese, a arrecadação da CPMF com Estados e municípios. A avaliação feita no encontro - o primeiro depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva retornou da viagem ao México e a quatro países da América Central - é de que a União já está ajudando os governadores e prefeitos de outras maneiras, com investimentos fortes, e não tem como abrir mão de nenhuma fração da CPMF. Lula e os ministros que participaram da reunião avaliaram que a prorrogação da contribuição será aprovada na Câmara até o fim de setembro e, no Senado, até novembro. Dentro, portanto, do tempo hábil para que continue em vigor em 2008 (O Estado de São Paulo - 15.08.2007)

<topo>

2 Novas mudanças no Supersimples

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, acenou ontem com a possibilidade de envio de uma medida provisória ou projeto de lei ao Congresso com mudanças na Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, que criou o Supersimples. A informação é do presidente do Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi), Joseph Couri, que levou ao ministro uma lista com nove reivindicações de alterações no Supersimples. Segundo Couri, a mudança legislativa visa permitir a geração de crédito do PIS e Cofins para as empresas compradoras das pequenas e microempresas. Pela legislação em vigor, o Supesimples não autoriza a geração do crédito do PIS e Cofins. (Jornal do Commercio - 14.08.2007)

<topo>

3 Fiesp quer alteração na ação comercial

O Conselho Superior de Comércio Exterior (Coscex) da Fiesp iniciou ontem as discussões para definir os ingredientes de uma nova estratégia de negociações externas, caso se concretize o fracasso da Rodada Doha da OMC, lançada em 2001. O presidente do Coscex, embaixador Rubens Barbosa, disse estar cético em relação ao futuro da Rodada Doha e, por isso mesmo, defende que o Brasil feche acordos bilaterais - México e Aladi estão na mira da Fiesp. Mas não apenas eles. O Coscex defende, também, a flexibilização de algumas regras do Mercosul para permitir que os quatro países membros negociem acordos bilaterais de forma independente. Pelas normas do Mercosul, os membros só podem fechar acordos em bloco, o que dificulta a formação de parcerias bilaterais, porque nem sempre os quatro países (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) estão de acordo. (Jornal do Commercio - 14.08.2007)

<topo>

4 Anefac aponta queda nos juros para pessoas físicas

A taxa de juros para pessoa física atingiu em julho o menor índice em 12 anos, segundo estudo da Anefac. O resultado é reflexo do corte de 0,5 p.p. na taxa básica de juros no mês passado. Os juros de todas as linhas de crédito concedidas para pessoa física e jurídica recuaram após a medida do Copom no mês passado, apontou a pesquisa divulgada ontem. Nas operações de crédito para pessoa física, a taxa média caiu 0,04 p.p., de 7,32% ao mês em junho para 7,28% ao mês em julho. A taxa de juros média para pessoa jurídica recuou 0,05 p.p. no mês. "A taxa de 4,11% ao mês em julho é a menor taxa de juros desde maio de 2001", afirmou o coordenador da pesquisa, Miguel José Ribeiro de Oliveira.(Jornal do Commercio - 14.08.2007)

<topo>

5 Lula sanciona Lei de Diretrizes Orçamentárias do próximo ano

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou ontem a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2008, que estipula as regras para a elaboração do Orçamento da União de 2008, como a possibilidade de o governo reduzir sua meta de superávit primário em até R$ 13,8 bilhões no próximo ano, se gastar esse valor nos projetos de investimento selecionados como prioritários, o chamado PPI. Legalmente, o governo tem autorização para reduzir a meta de superávit primário do setor público de 3,80% do PIB para 3,30% - uma margem de 0,5% do PIB. (DCI - 15.08.2007)

<topo>

6 Para Mantega, já é crise. E vai durar

Com a forte piora no clima nos mercados internacionais, que levou o dólar a quase R$ 2 e o Banco Central a deixar de comprar dólares - o que não ocorria desde setembro de 2006 -, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, diminuiu ontem o tom otimista e demonstrou preocupação com a conjuntura externa. Destacando a atuação dos bancos centrais mundiais e utilizando a palavra 'crise' em referência à situação, ele previu a continuidade de 'grandes oscilações' no mercado por mais algum tempo. 'Claro que tenho de ficar atento com a turbulência internacional. É normal que haja um período de grandes oscilações e elas vão continuar até haver um ajuste', afirmou Mantega. (O Estado de São Paulo - 15.08.2007)

<topo>

7 Alta do dólar não é ruim, diz a Fazenda

O governo está mais preocupado com a turbulência financeira internacional do que com os eventuais efeitos sobre a inflação e a desvalorização do real frente ao dólar. Ontem, em mais um dia de estresse no mercado, a moeda americana fechou a R$ 1,9850, com alta de 2,1%. "Estou olhando menos o dólar e mais a turbulência internacional. Estamos atentos para ver se ela não tem implicações no Brasil. Até agora, só afetou mercados de juros de ativos internacionais. O dólar subiu um pouco, mas esse não é um problema ruim para o Brasil. Nossa questão é saber até que ponto essa turbulência continua", comentou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que encontrou-se ontem com Mantega, disse que o mercado "está funcionando na mais absoluta normalidade no Brasil e estamos monitorando cuidadosamente os mercados internacionais". (Valor Econômico - 15.08.2007)


<topo>

8 Dólar ontem e hoje

O dólar comercial registrava valorização nos primeiros negócios desta quarta-feira. Em 20 minutos de atividades, a moeda estava a R$ 2,0040 na compra e a R$ 2,0060 na venda, com acréscimo de 1,05%. Na abertura, marcou R$ 2,0130. No dia anterior, o dólar comercial subiu 2,10%, a R$ 1,9830 na compra e R$ 1,9850 na venda. (Valor Online - 15.08.2007)

<topo>

 

Internacional

1 Argentina vai liderar novos investimentos em gás na Bolívia

A Argentina se encaminha para assumir a posição de principal investidor no setor de hidrocarbonetos na Bolívia, depois de a Repsol-YPF e a Andina terem anunciado planos de investimentos de US$ 1,1 bilhão no país - só o plano da Repsol projeta US$ 900 milhões nos próximos três anos. Já a Petrobras sugeriu que deve investir pouco no país, apenas o suficiente para manter a produção nos níveis atuais. Com esses investimentos, a Repsol-YPF e a Andina pretendem elevar a exportação de gás boliviano para 27,7 milhões de metros cúbicos diários em três anos. "Esses campos nos quais não investirem nós vamos retomar sem medo, porque não temos que ter medo de empresas que não investem. Não queremos empresas que sejam como o cachorro do dono da horta, que não come nem deixa comer", disse na semana passada o presidente boliviano, Evo Morales. (Valor Econômico - 15.08.2007)

<topo>

 

Biblioteca Virtual do SEE

1 ANEEL. Leilão n. 005/2007 - Minuta do edital de licitação da usina Santo Antônio. Brasília, 14 de agosto de 2007.

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

<topo>

2 LOUREIRO, Gustavo Kaercher; Rodrigues, Itiberê de Oliveira Castellano. Algumas observações sobre o regime jurídico das empresas estaduais de energia elétrica. IFE 2.098. Rio de Janeiro, 15 de agosto de 2007.

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

<topo>

 


Equipe de Pesquisa UFRJ - Eletrobrás
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Sub-editor: Fabiano Lacombe
Jornalista: Juliana Lanzarini
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Daniel Bueno, Bianca Reich, Carolina Tavares, Felipe Botelho e, Igor Briguiet.

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos de vista da Eletrobrás e da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Visite o site do Provedor onde encontra-se a maior base de dados sobre as empresas do setor: www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras
Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

POLÍTICA DE PRIVACIDADE E SIGILO
Respeitamos sua privacidade. Caso você não deseje mais receber nossos e-mails,  Clique aqui e envie-nos uma mensagem solicitando o descadastrado do seu e-mail de nosso mailing.


Copyright UFRJ e Eletrobrás