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IFE: nº 2.093 - 08 de agosto de 2007
www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras
ifes@race.nuca.ie.ufrj.br
lEditor:Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Regulação e Reestruturação do Setor
1
País precisa de energia limpa, diz Tolmasquim
2 Abrace defende eliminação da RGR e da CCC para reduzir tarifas
3 CCEE ganha arbitragem para conflitos no ambiente livre
4 Deputados convidam Hübner para audiência pública sobre tarifa social

Empresas
1 CPFL Energia anuncia lucro líquido de R$ 369 mi
2 Neoenergia tem ganho 67,7% maior no trimestre
3 Duke Energy informa resultados do segundo trimestre de 2007
4 Crescem lucros da Cemar
5 Cemar aumenta previsão de investimentos para até R$ 220 mi este ano
6 Aneel propõe ao MME a caducidade da concessão da CEA
7 Eletrosul recebe licença de instalação para interligar Santa Catarina ao SIN
8 Cemat lança sistema de transmissão de energia para interligar o Norte Araguaia

9 Furnas recebe licença de instalação de Simplício

10 Cotações da Eletrobrás

Leilões
1 Leilão de fontes alternativas tem resultado homologado pela Aneel

Oferta e Demanda de Energia Elétrica
1 Tolmasquim contesta elevação de risco de déficit em patamares elevados para 2011
2 Sudeste/Centro-Oeste: volume está em 78,8%
3 Sul: nível dos reservatórios está em 79,7%

4 NE apresenta 72,2% de capacidade armazenada

5 Norte tem 77,9% da capacidade de armazenamento

Meio Ambiente
1 Tolmasquim quer redução no prazo da concessão da licença ambiental
2 ABCE: compensação sócio-ambiental pode elevar o custo da energia
3 Abrace: incerteza quanto à questão ambiental leva o investidor a aumentar o custo

4
Compensação ambiental para usinas do PDEE pode totalizar R$ 2,670 bi
5
Senado aprova MP que divide o Ibama

Gás e Termelétricas
1 Falta de gás faz agência definir multa de estatal
2 Tolmasquim: energia térmica será importante para garantir o abastecimento
3 Tolmasquim: governo quer viabilizar venda de GNL da Petrobras para as térmicas
4 EPE considera mudança no despacho térmico mais viável para GNL
5 Energia nuclear: Eletronuclear tem autorização para buscar sítio para nova usina

Grandes Consumidores
1 Demanda interna impulsiona siderúrgicas
2 Copesul atinge receita de R$ 4,7 bi
3 Lucro consolidado da Gerdau soma R$856 mi
4 Braskem reverte prejuízo e lucra de R$281 mi no 2o trimestre
5 Unipar pode controlar 60% de petroquímica no Sudeste
6 Suzano criará área de novos negócios

Economia Brasileira
1 Vendas na indústria crescem 2,7% no 1º semestre, diz CNI
2 Indústria reduz ritmo de elevação de salários

3 Mantega é contra redução da CPMF
4 Relator contraria governo sobre CPMF
5 Proposta tributária terá redutor automático de carga
6 Agricultura, indústria e exportação
7 Queda na tarifa de energia causa deflação em SP
8 IPC-S sobe 0,34%, na 1ª semana de agosto
9 INPC de julho registra alta de 0,32% nos preços
10 Dólar ontem e hoje

Internacional
1 Argentina põe fim à restrição de energia para as indústrias
2 Na Argentina, Chávez destaca importância de acordo energético
3 Filipinas: falta de chuva prejudica colheitas e hidrelétricas

Regulação e Reestruturação do Setor

1 País precisa de energia limpa, diz Tolmasquim

A evolução da matriz energética brasileira até 2011, focada em combustíveis fósseis mais poluentes, desagrada o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, que lamenta a menor participação dos projetos hidrelétricos na matriz, travados por exigências ambientais. Nos leilões de energia já realizados, com previsão de entrada no sistema elétrico até 2011, somente um terço da energia ofertada é de origem hidrelétrica. "Isso não é condizente com as necessidades do país", disse Tolmasquim. "Poderia entrar mais potencial de geração de hidrelétricas se houvesse mais licenciamento ambiental. Não podemos ficar contentes em entrar tão poucas hidrelétricas." "Por restrições ambientais, vai se deixar de construir hidrelétricas e vai se poluir mais o meio ambiente. O Brasil hoje se destaca no mundo em termos de mudança climática por ter uma matriz superlimpa. Será lamentável se o movimento ambiental for o causador de sujar a matriz energética brasileira", disse Tolmasquim. (Valor Econômico - 08.08.2007)

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2 Abrace defende eliminação da RGR e da CCC para reduzir tarifas

As tarifas de energia cairiam cerca de 50% caso fossem eliminados encargos tributários como a Reserva Global de Reversão e a Conta de Consumo de Combustíveis, de acordo com o vice-presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e Consumidores Livres, Eduardo Spalding. Segundo o executivo, a Abrace está extremamente preocupada com a escalada de preços da energia no país. "O preço da energia no Brasil é um dos mais caros no mundo e ela é um fator de competitividade para as indústrias. Se o preço continuar alto, as indústrias não vão comprar energia, consequentemente não irão investir e o país não vai crescer e não vai gerar empregos", afirmou Spalding. O vice-presidente da Abrace disse ainda que em busca da segurança energética, "está se tirando uma licença para se fazer energia a qualquer custo". Isso, segundo ele, fica comprovado com o resultado do último leilão A-3, onde só entraram usinas a óleo combustível. (Agência Canal Energia - 07.08.2007)

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3 CCEE ganha arbitragem para conflitos no ambiente livre

A diretoria da Aneel aprovou, em reunião, nesta terça-feira, 7 de agosto, a convenção arbitral da CCEE. As regras serão integradas à Convenção de Comercialização de Energia Elétrica. A Câmara de Arbitragem, conduzida pela Fundação Getúlio Vargas, servirá para os agentes da CCEE e a própria Câmara dirimirem todos os conflitos que envolvam direitos disponíveis. Todos os agentes da CCEE terão que integrar a Câmara de arbitragem. Em caso de não observância da regra, eles poderão ser multados pela Aneel. (Agência Canal Energia - 07.08.2007)

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4 Deputados convidam Hübner para audiência pública sobre tarifa social

A Comissão Especial de Tarifa Social de Energia Elétrica da Câmara dos Deputados promoverá na próxima quarta-feira, dia 8 de agosto, audiência pública para discutir a cobrança das tarifas sociais no País. O ministro de Minas e Energia, Nelson Hübner, foi convidado para participar da audiência. A comissão analisa o Projeto de Lei 1921/99, do Senado, que institui a tarifa social de energia elétrica para consumidores de baixa renda. O texto assegura o suprimento de energia mediante o pagamento de uma tarifa social aos consumidores residenciais com renda de até três salários mínimos. As informações são da Agência Câmara. (Agência Canal Energia - 07.08.2007)

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Empresas

1 CPFL Energia anuncia lucro líquido de R$ 369 mi

A CPFL Energia S.A. (Bovespa: CPFE3 e NYSE: CPL), anuncia seu resultado do 2T07: Aquisição de participação de 100% da CMS Energy Brasil S.A. (anunciada em abril de 2007); Crescimento de 14,1% nas vendas de energia na área de concessão; Crescimentos de 18,2% na receita operacional líquida, de 23,5% no EBITDA e de 20,9% no lucro líquido; Aumento de 80,6% no volume médio diário de negociação das ações da CPFL Energia no 1S07, passando a R$ 31,2 milhões, quando comparado com o ano de 2006. (DCI - 08.08.2007)

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2 Neoenergia tem ganho 67,7% maior no trimestre

A Neoenergia, obteve lucro líquido de R$ 402,1 milhões no segundo trimestre deste ano, um crescimento 67,7% sobre o montante verificado em igual intervalo do ano passado. A receita líquida da holding avançou 21% na mesma comparação, para R$ 1,53 bilhão. O Ebtida avançou 42,9% em relação ao período de abril a junho de 2006, atingindo R$ 735,3 milhões. (DCI - 08.08.2007)

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3 Duke Energy informa resultados do segundo trimestre de 2007

A Duke Energy informou lucro por ação diluída contínuo de $0,25 no segundo trimestre de 2007 comparado a $0,24 no segundo trimestre de 2006.A empresa informou lucro por ação diluída no segundo trimestre de 2007 de $0,23, ou $293 milhões de lucro líquido, em comparação a $0,28 de EPS diluída no segundo trimestre de 2006, ou $355 milhões de lucro líquido. Pela primeira vez, as comparações trimestre a trimestre das operações antigas da Cinergy estão incluídas nos resultados do relatório. (DCI - 07.08.2007)

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4 Crescem lucros da Cemar

A Cemar lucrou R$ 86,635 milhões no primeiro semestre deste ano, contra R$ 61,562 milhões no mesmo período do ano passado, segundo demonstrativo divulgado na última segunda-feira, 6 de agosto. O lucro da distribuidora maranhese, no segundo trimestre, ficou em R$ 47,655 milhões, acima dos R$ 26,394 milhões em igual trimestre de 2006. A receita bruta evolui de R$ 502,567 milhões para R$ 573,434 milhões entre os primeiros semestres de 2006 e 2007. (Agência Canal Energia - 07.08.2007)

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5 Cemar aumenta previsão de investimentos para até R$ 220 mi este ano

O expressivo aumento de 11% no consumo de energia do Maranhão no primeiro semestre fez a Cemar rever os planos de investimentos para os próximos três anos. Diante da expectativa de crescimento entre 7% e 9%, este ano, da demanda, a distribuidora vai antecipar alguns investimentos previstos para 2008. Com isso, o montante a ser aplicado ficará entre R$ 200 milhões e R$ 220 milhões, contra R$ 180 milhões previstos anteriormente. A previsão de investimentos para o triênio 2007-2009 também foi ampliada para entre R$ 500 milhões e R$ 550 milhões, ante expectativa anterior de R$ 400 milhões. (Agência Canal Energia - 07.08.2007)

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6 Aneel propõe ao MME a caducidade da concessão da CEA

A diretoria colegiada da Aneel decidiu propor ao MME a declaração de caducidade da concessão outorgada à CEA. A recomendação será acompanhada de cópia do processo administrativo de inadimplência e todos os anexos. A deliberação da diretoria também será comunicada ao governador do Amapá, Waldez Góes. O governo do Amapá detém o controle societário da empresa. Em junho, a diretoria apontou a existência dos requisitos necessários para a aplicação da penalidade de perda da concessão e concedeu 15 dias para que a estatal apresentasse defesa. A decisão anunciada considerou que as alegações apresentadas pela empresa não foram suficientes para alterar o processo no qual a Agência constatou a inexistência de condições econômicas, técnicas e operacionais para a prestação do serviço pela distribuidora. Para garantir a continuidade do serviço de distribuição para a população do estado até a definição, pelo MME, da situação da concessionária, as áreas de fiscalização da Aneel deverão monitorar as atividades da CEA e emitir relatórios periódicos de fiscalização. (Aneel - 07.08.2007)

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7 Eletrosul recebe licença de instalação para interligar Santa Catarina ao SIN

O Ibama concedeu à Eletrosul na última segunda-feira, a licença ambiental de instalação para reforços que vão ligar a Ilha de Santa Catarina ao SIN. A licença permite que sejam realizados os levantamentos topográficos e a mobilização do canteiro de obras. Segundo a empresa, a obra vai aumentar a oferta de energia e diminuir o risco de apagões. Com o atraso na obra, segundo a Celesc, o abastecimento no próximo verão fica comprometido. De acordo com a Eletrosul, todos os equipamentos já foram comprados, restando à empresa aguardar a licença de supressão de vegetação, que deve ser emitida nos próximos dias, para dar andamento à parte insular das obras. (Agência Canal Energia - 07.08.2007)

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8 Cemat lança sistema de transmissão de energia para interligar o Norte Araguaia

Uma das obras de infra-estrutura mais importantes e mais esperadas de Mato Grosso será lançada no próximo dia 10 de agosto: é o "Avança Araguaia", composto por 425 quilômetros de linhas de transmissão (138 kV) e subestações de energia, que vai permitir que 15 municípios da região do Norte Araguaia passem a fazer parte do Sistema Interligado Nacional. As obras representam um investimento de R$ 115 milhões e vão permitir a desativação de 15 termoelétricas que hoje queimam diesel para gerar a energia para a região. O sistema de transmissão deve ser concluído pela Cemat em meados de 2008. As obras já começaram em Querência, com a ampliação da subestação local, para que permita a saída da linha de transmissão, em direção a Alto Boa Vista - onde será construída uma nova subestação. Os municípios de Confresa e de Vila Rica também terão novas subestações. "Essa interligação é mais um passo que o Araguaia avança em direção a um futuro promissor e pujante, passando a contar com um sistema moderno e robusto de transmissão e distribuição de energia elétrica", afirma o Vice-Presidente de Operações da Cemat, Arlindo Napolitano. (Cemat - 08.08.2007)

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9 Furnas recebe licença de instalação de Simplício

O Ibama concedeu na última quinta-feira, a licença de instalação da hidrelétrica de Simplício (333,7 MW). De acordo com Furnas, responsável pelo empreendimento, serão investidos cerca de R$ 1,2 bilhão na usina. A entrada em operação comercial plena está prevista para outubro de 2010. (Agência Canal Energia - 07.08.2007)

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10 Cotações da Eletrobrás

No pregão do dia 07-08-2007, o IBOVESPA fechou a 53.802,48 pontos, representando uma alta de 1,34% em relação ao pregão anterior, com movimento de R$ 4,46 bilhões. As empresas que compõem o IEE apresentaram valorização de 1,72% fechando a 17.060,68 pontos. As ações da Eletrobrás tiveram o seguinte comportamento: ficaram cotadas a R$ 50,40 ON e R$ 48,32 PNB, baixa de 1,16% e 0,19%, respectivamente, em relação ao fechamento do pregão do dia anterior. Na abertura do pregão do dia 08-08-2007 as ações da Eletrobrás foram cotadas a R$ 51,10 as ações ON, alta de 1,39% em relação ao dia anterior e R$ 49,11 as ações PNB, alta de 1,63% em relação ao dia anterior. (Investshop - 08.08.2007)

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Leilões

1 Leilão de fontes alternativas tem resultado homologado pela Aneel

A diretoria da Aneel homologou e adjudicou, em reunião, nesta terça-feira, 7 de agosto, o resultado do leilão de fontes alternativas. O certame comercializou 186 MW médios de pequenas centrais hidrelétricas e térmicas a biomassa. Foram gerados negócios de R$ 4,89 bilhões com os contratos firmados para fornecimento de energia a partir de 2010. O diretor-relator, José Guilherme Senna, pediu a fiscalização da Aneel para verificar a situação da Celg. A distribuidora não apresentou toda a documentação prevista tanto na pré-qualificação como na pós-qualificação. À Celg foi permitido continuar no processo do leilão porque se colocou como prioridade o atendimento da demanda. As distribuidoras são obrigadas a adquirirem a totalidade da demanda prevista em leilão. Segundo Senna, a Celg poderá ser multada ou ter a garantia financeira executada. Outro caso salientado pelo relator é o da PCH Santa Luzia Alto, que vendeu 14 MW médios, não apresentou até o momento, de acordo com Senna, a declaração de disponibilidade hídrica. O diretor-geral da Aneel, Jerson Kelman, lembrou que sem a declaração não há como conceder a outorga da PCH de Santa Catarina. (Agência Canal Energia - 07.08.2007)

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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

1 Tolmasquim contesta elevação de risco de déficit em patamares elevados para 2011

O presidente da EPE, Mauricio Tolmasquim, voltou a negar que haja risco elevado de déficit no submercado Sudeste/Centro-Oeste em 2011. Segundo ele, o ONS realizou projeções que indicam risco de 5,9%, considerando cenário de demanda alta de energia e nenhuma contratação de energia no leilão A-3 que será realizado no ano que vem. "Se não fosse contratado nenhum MW, considerando que o leilão foi fracasso total, o risco de déficit ficou em apenas 5,9%", disse Tolmasquim, durante o Energy Summit 2007, no Rio de Janeiro. Na avaliação do executivo, a questão é gerenciável porque o valor está dentro do que chama de risco de déficit de profundidade, que neste caso estaria abaixo de 1%. (Agência Canal Energia - 07.08.2007)

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2 Sudeste/Centro-Oeste: volume está em 78,8%

O nível de armazenamento no submercado Sudeste/Centro-Oeste está em 78,8%, apresentando queda de 0,1% em relação à medição do dia 7 de agosto. A usina de Furnas atinge 88,7% de volume de capacidade. (ONS - 07.08.2007)

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3 Sul: nível dos reservatórios está em 79,7%

O nível de armazenamento na região Sul apresentou queda de 0,3% no nível de armazenamento em relação à medição do dia 7 de agosto, com 79,7% de capacidade armazenada. A usina de Machadinho apresenta 98,6% de capacidade em seus reservatórios. (ONS - 07.03.2007)

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4 NE apresenta 72,2% de capacidade armazenada

Apresentando queda de 0,2% em relação à medição do dia 7 de agosto, o Nordeste está com 72,2% de sua capacidade de armazenamento. O reservatório de Sobradinho opera com 65,2% de volume de capacidade. (ONS - 07.03.2007)

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5 Norte tem 77,9% da capacidade de armazenamento

O nível de armazenamento da região Norte está em 77,9% com queda de 0,6% em relação à medição do dia 7 de agosto. A usina de Tucuruí opera com 72,8% do volume de armazenamento. (ONS - 07.03.2007)

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Meio Ambiente

1 Tolmasquim quer redução no prazo da concessão da licença ambiental

Maurício Tolmasquim, propôs a redução no prazo da concessão da licença ambiental prévia a projetos hidrelétricos para até quatro meses. Dessa forma, o país retomaria sem atrasos tais empreendimentos, com início de geração em 2012. "A energia hidrelétrica é o meu foco de atenção. Temos que viabilizá-la no país nos próximos anos", afirmou. A proposta de diminuição do prazo de licenciamento tem como argumento o tempo gasto na avaliação ambiental integrada, de 15 meses a 18 meses, quando a EPE consulta órgãos ambientais e o Ministério Público para realizar um levantamento dos impactos dos projetos em uma bacia hidrográfica. Para Tolmasquim, esse período deveria ser considerado como tempo de licenciamento. (Valor Econômico - 08.08.2007)

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2 ABCE: compensação sócio-ambiental pode elevar o custo da energia

Representantes do SE ressaltaram as dificuldades com as exigências ambientais e sociais nos empreendimentos hidrelétricos. Hoje, a chamada compensação sócio-ambiental corresponde a 0,5% do custo de um projeto, embora não tenha uma regulamentação específica. "Não tem lei para isso. Temos defendido que 0,5% é suficiente, mas já se fala em 1,5%, 2%. O aumento vai elevar o custo da energia", disse a diretora-executiva da Associação Brasileira de Concessionárias de Energia Elétrica (ABCE), Silvia Calou. (Valor Econômico - 08.08.2007)

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3 Abrace: incerteza quanto à questão ambiental leva o investidor a aumentar o custo

O presidente da Associação Brasileira dos Grandes Consumidores Industriais (Abrace), Eduardo Spalding, destacou os impasses com as comunidades indígenas e citou o projeto de Belo Monte, cujo cronograma está em atraso devido a problemas com terras indígenas, como exemplo. "A incerteza quanto à questão ambiental leva o investidor a aumentar o custo, o que é péssimo para o consumidor", reforçou o presidente da PSR Consultoria, Mario Veiga. (Valor Econômico - 08.08.2007)

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4 Compensação ambiental para usinas do PDEE pode totalizar R$ 2,670 bi

A compensação ambiental a ser paga pelos empreendedores que arrematarem as usinas previstas pelo PDEE 2007-2016 pode superar a casa dos R$ 2 bilhões. Segundo a diretora executiva da ABCE, Sílvia Calou, o encargo totalizará arrecadação de R$ 670 milhões, caso seja mantido o percentual de 0,5% previsto pela legislação atual.No entanto, caso o índice adotado seja o proposto pelo MMA - 2,0% - o montante passa a totalizar R$ 2,670 bilhões. Ainda de acordo com Sílvia, a compensação ambiental a ser paga pelos empreendedores que arrematarem as usinas do complexo hidrelétrico do Rio Madeira (RO, 6.494 MW) pode chegar a R$ 150 milhões, considerando apenas o percentual de 0,5%. Os recursos serão gerenciados pelo recém-criado Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade. (Agência canal Energia - 07.08.2007)

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5 Senado aprova MP que divide o Ibama

Com 37 votos favoráveis, 25 contrários e uma abstenção, o plenário do Senado aprovou, na noite de ontem, a MP que cria o Instituto Chico Mendes, órgão que assumiu parte das atribuições do Ibama. A intenção do Executivo, ao propor a medida, era acelerar a concessão de licença ambiental para os projetos que aumentam a infra-estrutura. Os críticos dizem que não há garantia de que isso ocorra. (O Estado de São Paulo - 08.08.2007)

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Gás e Termoelétricas

1 Falta de gás faz agência definir multa de estatal

A Aneel deverá multar a Petrobras em R$ 91 milhões pelo não cumprimento, em julho, do Termo de Compromisso firmado entre a agência e a estatal em maio, no qual a empresa estabeleceu um cronograma para o abastecimento de gás para as usinas termoelétricas. Segundo dados preliminares enviados pelo ONS à Aneel, a Petrobras deveria ter fornecido gás para gerar 1.197 MW médios em julho. Desse total, apenas 281 MW médios foram efetivamente produzidos, o que resulta em um déficit de 916 MW médios. Conforme o superintendente de Regulação da Geração da Aneel, Rui Altieri, o ONS enviará os dados oficiais de julho à Agência até sexta-feira. Depois disso, segundo o regulamento aprovado ontem, a Aneel deverá homologar os dados do ONS e aplicar a multa. Os recursos da multa serão revertidos em futuras reduções na conta de luz dos consumidores, porque a CCEE aplicará o dinheiro para compensar a diferença do preço da energia nas diferentes regiões do País. O Termo de Compromisso entre Aneel e Petrobras prevê ainda que em agosto a estatal deve realizar um teste para provar que tem como gerar a energia que não conseguiu fornecer no mês anterior. (DCI - 08.08.2007)

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2 Tolmasquim: energia térmica será importante para garantir o abastecimento

O presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, disse, que a energia térmica será importante para garantir o abastecimento até 2011. "A prioridade é a segurança, não pode faltar energia. Isso já está atendido até 2011, mas não podemos nos acomodar porque estamos seguros", afirmou, acrescentando que o Brasil ainda tem um vasto potencial hidrelétrico a ser explorado, além de contar com vantagens comparativas de qualidade e de preço. (Valor Econômico - 08.08.2007)

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3 Tolmasquim: governo quer viabilizar venda de GNL da Petrobras para as térmicas

Maurício Tolmasquim afirmou que o governo estuda uma forma de viabilizar a venda de Gás Natural Liquefeito (GNL) da Petrobras para as térmicas a partir do ano que vem. A estatal vai importar gás em forma líquida para regaseificação para equilibrar a demanda interna pelo combustível, mas o prazo de entrega do gás encomendado à estatal, de 60 dias a 90 dias, é incompatível com o exigido pelo ONS. (Valor Econômico - 08.08.2007)

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4 EPE considera mudança no despacho térmico mais viável para GNL

O presidente da EPE, Mauricio Tolmasquim, disse nesta terça-feira que considera a proposta de mudança nos procedimentos para despacho térmico mais viável para a entrada de novos empreendimentos térmicos no próximo leilão de energia nova, ainda sem data definida. O objetivo do governo é viabilizar a entrada do gás natural liqüefeito no mercado nacional de modo compatível com a operação do setor. O problema é que o tempo entre o pedido do gás pela Petrobras e a entrega no país fica entre 60 dias e 90 dias. A outra proposta prevê a implantação, pela Petrobras, de um sistema de gerenciamento do GNL, adequando-o aos momentos de necessidade de despacho. (Agência Canal energia - 07.08.2007)

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5 Energia nuclear: Eletronuclear tem autorização para buscar sítio para nova usina

No mesmo dia em que a Eletronuclear recebeu autorização do Conselho Nacional de Política Energética para retomar as obras da usina nucelar Angra 3 (RJ, 1.350 MW), a estatal também está com autorização para procurar locais que possam abrigar uma nova unidade nuclear. A implantação dessa usina, que teria capacidade de 1 mil MW, seria feita de modo que a energia gerada seja disponibilizada a partir de 2015. A previsão da entrada em operação comercial de Angra 3 é entre junho e julho de 2013. (Agência Canal Energia - 07.08.2007)

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Grandes Consumidores

1 Demanda interna impulsiona siderúrgicas

Com venda recorde de laminados no semestre, empresas devem registrar alta em seus resultados. A forte demanda do mercado brasileiro em todo o primeiro semestre deste ano deve favorecer os resultados das principais siderúrgicas do País, que começam a ser divulgados hoje. No entanto, o aumento dos custos operacionais e a valorização do real frente o dólar - que prejudica a receita proveniente das exportações - podem resultar em uma evolução menor das margens, de acordo com analistas ouvidos por este jornal. Segundo projeção da Brascan Corretora, o volume de vendas no segundo trimestre deste ano deve subir 2% ante o primeiro trimestre deste ano e 11% em relação a igual período do ano passado, para cerca de 4 milhões de toneladas de aço. No total, a receita líquida da empresa deve aumentar 2% ante o trimestre anterior e 12% na comparação com igual período de 2006, somando R$ 6,58 bilhões. (Gazeta Mercantil - 8.08.2007)

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2 Copesul atinge receita de R$ 4,7 bi

A comercialização de 1.521 mil toneladas de petroquímicos básicos, combustíveis e solventes no 1º semestre de 2007, volume 5,3% superior ao registrado no mesmo período de 2006, gerou à Copesul receita bruta de R$ 4,7 bilhões, alta de 22% no faturamento ante o 1º semestre do ano passado. No acumulado do semestre, o Ebitda (lucro antes dos impostos, juros, depreciações e amortizações) totalizou R$ 634,2 milhões, contra R$ 557,4 milhões no período anterior. (DCI - 08.08.2007)

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3 Lucro consolidado da Gerdau soma R$856 mi

A siderúrgica Gerdau divulgou nesta quarta-feira lucro líquido consolidado de 856 milhões de reais no segundo trimestre, resultado 12,3% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado. No primeiro semestre, o ganho da Gerdau somou 1,725 bilhão de reais, ante 1,808 bilhão de reais de janeiro a junho de 2006. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) no trimestre passado somou 1,429 bilhão de reais, ante 1,415 bilhão um ano antes. (Reuters - 08.08.2007)

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4 Braskem reverte prejuízo e lucra de R$281 mi

A Braskem, maior petroquímica da América Latina, reportou nesta quarta-feira lucro líquido de 281 milhões de reais no segundo trimestre. O resultado representa uma reversão do prejuízo de 55 milhões de reais sofrido um ano antes. Entre abril e junho, a geração de caixa medida pelo Ebitda foi de 921 milhões de reais, bem acima dos 562 milhões de reais de um ano antes. (Reuters - 08.08.2007)

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5 Unipar pode controlar 60% de petroquímica no Sudeste

O presidente da Unipar, Roberto Garcia, disse que a empresa pretende ser a acionista controladora com 60% do capital da empresa que integrará a atividade petroquímica no Sudeste. A estatal, segundo ele, teria uma participação de 40%. Para o executivo, "é importante que essa operação não signifique uma reestatização do setor". Desde o início das negociações com a Petrobras para a criação da empresa que consolidará a petroquímica no Sudeste, Garcia disse que a orientação sempre foi a de manter o controle privado. Na visão de Garcia, a compra da Suzano deve ser uma "etapa para que chegue à consolidação do setor no Sudeste". (Folha de São Paulo - 08.08.2007)

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6 Suzano criará área de novos negócios

A Suzano Holding decidiu montar nos próximos meses uma divisão de novos negócios. A decisão foi tomada depois da venda da Suzano Petroquímica, negócio que levará aos cofres da família Feffer, controladora da holding, uma fortuna de R$ 2,1 bilhões. A idéia é entregar a um grupo a missão de cuidar dos recursos que serão recebidos da Petrobrás após a conclusão da operação de venda das participações na área petroquímica. Segundo o presidente da Suzano Papel e Celulose, Antonio Maciel Neto, a idéia inicial do grupo é focar os investimentos na área de papel e celulose. 'Mas o grupo estuda outras alternativas', disse. Maciel participou ontem da entrega do prêmio Maiores e Melhores, da revista Exame. A Suzano foi eleita a melhor empresa do ano na área de papel e celulose. (O Estado de São Paulo - 08.08.2007)

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Economia Brasileira

1 Vendas na indústria crescem 2,7% no 1º semestre, diz CNI

As vendas na indústria cresceram 2,7% no primeiro semestre de 2007 em relação ao mesmo período no ano passado, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela CNI. "É um crescimento até certo ponto expressivo, mas ainda assim aquém do que poderia", disse Paulo Mol, economista da entidade. Em junho, as vendas tiveram alta de 0,2% em relação a maio. Ante junho de 2006, porém, houve queda de 4,5%. (Diário do Grande ABC - 08.08.2007)

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2 Indústria reduz ritmo de elevação de salários

O crescimento da remuneração média paga aos trabalhadores na indústria vem se desacelerando há cinco meses consecutivos, de fevereiro a junho. A informação é da CNI e refere-se às comparações, mês a mês, com o ano passado. Segundo o economista da entidade, Paulo Mol, esse efeito está relacionado com o crescimento do segmento etanol, que paga salários médios menores que os da indústria em geral. Os números da CNI mostraram que o setor de refino e álcool teve queda de 12,6% nas remunerações pagas em junho. No primeiro semestre, houve aumento de 3,5%. A pesquisa Indicadores Industriais, divulgada pela CNI, revelou que as remunerações pagas em janeiro deste ano foram 7,8% maiores que as de janeiro de 2006, mas essa variação foi caindo mês a mês. (Valor Econômico - 8.08.2007)

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3 Mantega é contra redução da CPMF

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou há pouco que vai tentar convencer os parlamentares, que estão discutindo a redução da CPMF, à manterem a alíquota do tributo. 'A CPMF é importante para o setor da saúde de todos os Estados. No futuro podemos reduzir este imposto, mas no presente isso não é possível', diz. O ministro deu a entender que pretende trocar a desoneração da folha de pagamento pela prorrogação da CPMF. Mantega falou descontraidamente sobre a arrecadação de impostos vindos de bancos. 'A incidência de imposto sobre o lucro de Bradesco e Itaú vão engordar os cofres da receita (...) que vai devolver o dinheiro para a população', brincou. (InvestNews - 8.08.2007)

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4 Relator contraria governo sobre CPMF

O governo terá que destinar 29% da receita da CPMF aos Estados e municípios se for aprovado o substitutivo apresentado ontem pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), relator da proposta que prorroga o chamado "imposto do cheque" até dezembro de 2011. Como o governo espera arrecadar cerca de R$ 39 bilhões com a CPMF em 2008, terá que transferir R$ 11,3 bilhões a Estados e municípios, se prevalecer a proposta de Cunha. No substitutivo, os municípios ficarão com 25% dos recursos transferidos pela União. Dos R$ 11,3 bilhões, terão R$ 2,8 bilhões. Em seu texto, o deputado autoriza a prorrogação até dezembro de 2011 do mecanismo que desvincula 20% das receitas da União, a DRU, mas proíbe que incida sobre a CPMF. Dessa forma, o relator garante que Estados e municípios recebam efetivamente 29% da CPMF. (O Estado de São Paulo - 08.08.2007)

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5 Proposta tributária terá redutor automático de carga

O governo federal vai incluir em sua nova proposta de reforma tributária, a ser encaminhada ao Congresso até o fim de setembro, um mecanismo para evitar que a criação do futuro Imposto Federal sobre Valor Agregado (IVA-F) represente aumento de carga sobre as empresas. O anúncio foi feito ontem pelo secretário de Política Econômica, Bernard Appy, após a reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Haverá, ainda, segundo ele, um dispositivo garantindo compensação de eventuais perdas dos Estados com a transição do ICMS para o IVA estadual. O IVA federal vai unificar e substituir quatro tributos de competência da União: a Cofins, a contribuição PIS/Pasep, o IPI e a Contribuição de Intervenção sobre Domínio Econômico - combustíveis (Cide). (Valor Econômico - 8.08.2007)

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6 Agricultura, indústria e exportação

A agropecuária entrou com apenas 4,4% na formação do PIB no ano passado, mas deverá aumentar um pouco sua participação neste ano. No entanto, as Contas Nacionais não fornecem indicações sobre a agroindústria que mostrem toda a importância desse setor no conjunto da economia. O IBGE acaba de publicar informações apenas sobre o volume de produção da agroindústria no primeiro semestre que permitem ter uma visão do dinamismo da atividade. Em relação ao mesmo período de 2006, houve um crescimento de 4,6%, ligeiramente inferior ao da produção industrial total de 4,8%, comparação que não tem muito sentido, pois o conjunto da indústria inclui também setores da agroindústria. Mais significativo nos parece o fato de que os dados do IBGE, para o mesmo período de 2006, haviam acusado crescimento de apenas 1,5%. (O Estado de São Paulo - 08.08.2007)

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7 Queda na tarifa de energia causa deflação em SP

O custo de vida do paulistano registrou deflação de 0,30% em julho, ante alta de 0,15% em junho e de 0,63% em maio, segundo levantamento do Dieese. A queda foi puxada pelo barateamento da energia elétrica. Dois grupos de despesas pressionaram o Índice de Custo de Vida (ICV): alimentação, que teve alta de 1,04%, e despesas pessoais, cujos preços subiram 1,40%. Juntos, os dois contribuíram com 0,32 ponto percentual no cálculo da taxa de julho. (Valor Econômico - 8.08.2007)


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8 IPC-S sobe 0,34%, na 1ª semana de agosto

O IPC-S de 07 de agosto de 2007 registrou alta 0,34%, taxa 0,06 p.p. acima da apurada com base na coleta encerrada em 31 de julho. Quatro das sete classes de despesa componentes do índice registraram acréscimos em suas taxas de variação. Os principais destaques foram os grupos Alimentação e Habitação, segundo dados divulgados pela FGV. (InvestNews - 8.08.2007)

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9 INPC de julho registra alta de 0,32% nos preços

O INPC registrou variação positiva de 0,32% nos preços em julho, variação bem próxima daquela apurada em junho, de 0,31%. O acumulado em 2007 situou-se em 2,53%, acima da taxa do ano passado (1,18%). Nos últimos doze meses, a alta nos preços medida pelo INPC foi de 4,19%, também acima dos 3,97% apurados nos doze meses imediatamente anteriores. Vale lembrar que, em julho de 2006, o INPC registrou inflação de 0,11%. Em conjunto com o IPCA, o índice foi divulgado na manhã desta quarta-feira, dia 08 de agosto, pelo IBGE. (Infomoney - 08.08.2007)

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10 Dólar ontem e hoje

O dólar comercial iniciou as operações desta quarta-feira em baixa ante o encerramento da última jornada, a R$ 1,8940. Em 20 minutos de atividades, a moeda saía a R$ 1,8890 na compra e a R$ 1,8910 na venda, o que representa recuo de 0,83%. No dia anterior, o dólar comercial acabou estável, cotado a R$ 1,9050 na compra e R$ 1,9070 na venda. (Valor Online - 08.08.2007)

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Internacional

1 Argentina põe fim à restrição de energia para as indústrias

O governo argentino eliminará em breve as restrições ao consumo de gás e eletricidade que impôs às indústrias para garantir o fornecimento à população em meio a uma crise de oferta de energia devido às baixas temperaturas que atingiram o país. A terceira economia latino-americana sofreu um golpe que deixou clara a falta de investimentos na área energética, no momento em que o país passa por seu quinto ano consecutivo de expansão econômica com altos níveis de demanda por gás e eletricidade. "Nos próximos dias vamos encerrar as restrições que havíamos colocado", disse o ministro do Planejamento, Julio De Vido, durante um encontro com empresários e economistas ontem em Buenos Aires. (DCI - 08.08.2007)

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2 Na Argentina, Chávez destaca importância de acordo energético

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse nesta terça-feira (07) que seu país e a Argentina "são dois pontos estratégicos indispensáveis para a integração" latino-americana, e ressaltou a importância do acordo energético assinado durante sua visita a Buenos Aires. Chávez e seu anfitrião, Néstor Kirchner, assinaram um "Tratado de Segurança Energética" que prevê a formação da empresa estatal binacional Petrosuramérica, empresa que englobará as áreas de petróleo, gás, refino, petroquímica, desenvolvimento de infra-estrutura de transporte, entre outros, na Argentina. A empresa absorverá 10 milhões de m³ de gás por dia enviados pela Venezuela à Argentina a partir de 2009. (DCI - 08.08.2007)

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3 Filipinas: falta de chuva prejudica colheitas e hidrelétricas

A seca em determinadas regiões das Filipinas está destruindo as colheitas, o que causa aumento nos preços e acaba confirmando os temores de inflação maior. O departamento de clima do país havia alertado que o baixo volume das chuvas poderiam causar secas mais sérias e comprometer as plantações. O departamento também alertou que o volume de chuvas podem continuar baixos neste mês. A geração de energia também foi prejudicada pela falta de chuva baixando o nível dos rios e represas. A Capital do país, Manila chegou a sofrer cortes de energia no mês passado porque a hidrelétrica que abastece a região não teve volume de água do suficiente para operar. (InvestNews - 08.08.2007)

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Equipe de Pesquisa UFRJ - Eletrobrás
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Sub-editor: Fabiano Lacombe
Jornalista: Juliana Lanzarini
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Daniel Bueno, Bianca Reich, Carolina Tavares, Felipe Botelho e, Igor Briguiet.

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos de vista da Eletrobrás e da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Visite o site do Provedor onde encontra-se a maior base de dados sobre as empresas do setor: www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras
Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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