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IFE: nº 2.066 - 29 de junho de 2007
www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras
ifes@race.nuca.ie.ufrj.br
lEditor:Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Regulação e Reestruturação do Setor
1
BB libera R$ 306 mi para PCHs
2 BNDES pode reduzir prazo para liberação de financiamento
3 LI pode atrasar Passo São João
4 Parcerias do MMA contribuem para proteger camada de ozônio, o clima e economizar
5 Cepel dá continuidade a ciclo de cursos 2007
6 Coppe terá motor de 500 kW

Empresas
1 Eletrobrás agrupa ações
2 Decisão limita terceirização na Cemig
3 Furnas entra na Justiça por perda de R$ 267,4 mi
4 CEEE vai receber ressarcimento do governo federal
5 Cat-Leo realiza leilão de máquinas
6 Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia às indústrias
7 Cotações da Eletrobrás

Leilões
1 Leilão de Ajustes não tem negociações
2 Leilão de Energia Nova: Cambuci e Barra do Pomba estão fora do leilão
3 Leilão de Energia Nova: EPE habilita 106 empreendimentos

4 Tolmasquim: quantidade de usinas habilitadas demonstra interesse de investir no SE

Oferta e Demanda de Energia Elétrica
1 Desperdício de energia no País equivale a cinco usinas Angra 3
2 Consumo de energia no estado de São Paulo cresce 9,3% em maio
3 Sudeste/Centro-Oeste: volume está em 83%

4 Sul: nível dos reservatórios está em 79,1%

5 NE apresenta 84,1% de capacidade armazenada

6 Norte tem 94% da capacidade de armazenamento

Gás e Termelétricas
1 Petrobras estuda instalação de terminal de regaseificação de GNL no Uruguai
2 Governo de SP rejeita usina nuclear no estado
3 Angra 3 poderá ter nova licitação de equipamentos
4 Fecomércio de São Paulo discute produção de energia nuclear
5 País deve explorar nova mina de urânio

Grandes Consumidores
1 Rio Tinto fornece de Corumbá para Cosipa
2 Pode sair acordo entre Petrobras e Ceará Steel
3 MMX tenta aporte de US$ 1,4 bi para minério

Economia Brasileira
1 Demanda por empréstimos estoura orçamento do BNDES
2 Banco Central reafirma cenário favorável para controle da inflação e crescimento do país

3 Taxa média de juros de maio caiu para 37,4% ao ano, diz relatório do Banco Central
4 Operações de crédito superaram os R$ 780 bi em maio e BC vê tendência de elevação
5 BC revê para cima projeção para PIB e investimento
6 Dólar ontem e hoje

Internacional
1 França diz que há tempo para fusão com Suez
2 Pai do biodiesel afirma que energia solar será predominante no mundo

Regulação e Reestruturação do Setor

1 BB libera R$ 306 mi para PCHs

O Banco do Brasil finalizará dentro de 30 dias o contrato de financiamento de R$ 360 milhões para o consórcio Juruena Participações. Os recursos serão aplicado na construção de cinco PCHs no Mato Grosso.O BNDES será o agente da negociação, que tem prazo de pagamento de 12 anos. As negociações para o empréstimo iniciaram em agosto de 2006. As unidades serão construídas às margens do rio Juruena e terão capacidade total instalada de 91,4 MW. O projeto já possui contrato de compra e venda de energia elétrica firmado com a Eletrobrás pelo prazo de 20 anos. O consórcio responsável pelas PCHs é formado pelas empresas Linca Participações e Investimentos e Energia PCH - Fundo de Investimentos em Participações. A energia gerada pelas usinas deverão atender 600 mil famílias. (Brasil Energia - 28.06.2007)

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2 BNDES pode reduzir prazo para liberação de financiamento

O BNDES pode reduzir o prazo para liberação de financiamento para entre cinco e seis meses, contra até 12 meses, atualmente, segundo Luiz Fernando Vianna, presidente da Associação dos Produtores Independentes de Energia. O enquadramento seria feito num prazo entre 30 e 40 dias. "Ele garantiu que a redução do prazo será possível, se o processo estiver em ordem", explica Vianna. A intenção é permitir que geradores que atendam o mercado livre possam acessar às linhas do BNDES." (Agência Canal Energia - 28.06.2007)

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3 LI pode atrasar Passo São João

Uma ação judicial que impede a Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luis Roessler (Fepam) de emitir licenças de instalação de hidrelétricas no rio Ijuí, no Rio Grande do Sul, poderá atrasar ainda mais a liberação da LI da hidrelétrica Passo São João (77 MW). A conclusão do processo estava prevista para dezembro do ano passado. A Eletrosul, dona do empreendimento, espera a licença para a hidrelétrica até julho deste ano para que possa manter o prazo de funcionamento da primeira máquina para janeiro de 2010 e da segunda, dois meses depois. "Caso passe deste prazo, dificilmente conseguiremos entregar a obra dentro do prazo", disse o diretor Comercial da estatal, Ronaldo Custódio. Segundo Custódio, a Fepam solicitou documentos e estudos além do previsto. O órgão ambiental alega aguardar a entrega da documentação emitida pelo Departamento de Florestas de Áreas Protegidas e uma avaliação da Câmara de Compensação, que irá chancelar a obra após a empresa se comprometer a realizar as compensações ambientais. (Brasil Energia - 28.06.2007)

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4 Parcerias do MMA contribuem para proteger camada de ozônio, o clima e economizar

O Ministério do Meio Ambiente assinou nesta quarta-feira (27), no Rio de Janeiro, dois termos de cooperação que contribuem para controlar a agressão à camada de ozônio, auxiliam a reduzir o aquecimento global e também a diminuir o consumo de energia. O primeiro deles, com a distribuidora de energia Ampla, prevê a substituição de 900 aparelhos refrigeradores no Rio de Janeiro até o final do ano. O segundo, com o governo estadual, firma uma parceria para regenerar os gases nocivos à camada de ozônio. De acordo com a secretária de Mudanças do Clima e Qualidade Ambiental do MMA, Telma Krug, as parcerias são a forma mais eficiente de implementar as ações do Protocolo de Montreal, que prevê metas para a redução das emissões desses gases na atmosfera. "A integração entre público e privado, e entre União e estados, é o caminho correto para aplicar essas medidas que auxiliam o País", disse. (MMA - 27.06.2007)

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5 Cepel dá continuidade a ciclo de cursos 2007

O Departamento de Sistemas Elétricos do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel) dá continuidade ao Ciclo de Cursos 2007. Serão seis novos módulos realizados nas instalações do Cepel, no Rio de Janeiro. Os cursos envolvendo os programas Anarede, Flupot, NH2, Anatem, Pacdyn, Anafas e Harmzs começam a partir do dia 22 de outubro e vão até o dia 14 de dezembro. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas através do site www.dse.cepel.br/cursos. Outras informações podem ser obtidas peo telefone (21) 2598-6235 ou pelo email cursos_dse@cepel.br (Agência Canal Energia - 28.06.2007)

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6 Coppe terá motor de 500 kW

A Coppe/UFRJ comprou por US$ 1,8 milhão um motor de 500 kW de potência para realizar testes com lubrificantes nacionais - usados tanto na área veicular como na geração de energia - e com óleo combustível do tipo bunker, para geração de energia elétrica. O equipamento tem o objetivo de testar a eficácia dos produtos da Petrobras, financiadora do projeto. O equipamento ficará instalado no banco de testes do Laboratório de Máquinas Térmicas do Departamento de Engenharia Mecânica da UFRJ e deverá suprir energia para alguns setores da Coppe. (Brasil Energia - 28.06.2007)

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Empresas

1 Eletrobrás agrupa ações

O Conselho de Administração da Eletrobrás encaminhou aos seus acionistas proposta para o grupamento da totalidade das ações emitidas pela holding na proporção de 500 para uma ação da respectiva espécie e classe. Amanhã (29/6), a empresa publicará edital de convocação para Assembléia Geral Extraordinária (AGE), que estudará a matéria. De acordo com comunicado enviado nesta quinta-feira (28/6) à Bovespa, o grupamento das ações irá proporcionar a negociação das ações da Eletrobrás pelo preço unitário. (Brasil Energia - 28.06.2007)

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2 Decisão limita terceirização na Cemig

Após quatro anos, o Sindieletro, Sindicato dos Eletricitários de Minas Gerais, venceu na Justica uma luta contra a terceirização na Cemig. Decisão da 4ª Vara de Justiça do Trabalho de Belo Horizonte condenou a estatal a acabar, num prazo de nove meses, com o uso de funcionários terceirizados em atividades essenciais ao seu funcionamento. A direção da Cemig apenas informou que pretende recorrer contra a decisão. O principal argumento do Sindieletro contra a terceirização diz respeito a segurança. (Valor Econômico - 29.06.2007)

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3 Furnas entra na Justiça por perda de R$ 267,4 mi

Furnas entrou com uma medida cautelar na Justiça do Rio pedindo suspensão dos efeitos da revisão das tarifas de transmissão anunciada pela Aneel, que resultará em queda da receita da estatal pelos investimentos em suas linhas de transmissão. Segundo cálculos da Abrate, a estatal terá que devolver R$ 267,4 milhões relativos a tarifas cobradas a mais em 2005 e 2006. Além de Furnas, outras empresas afetadas devem entrar com pedido de revisão da decisão na Aneel. (Valor Econômico - 29.06.2007)

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4 CEEE vai receber ressarcimento do governo federal

A CEEE ganhou causa no STF e será ressarcida das despesas não computadas na Conta de Resultados a Compensar (CRC), no valor de cerca de R$ 4 bilhões. Descontados o Imposto de Renda e a dívida de cerca de R$ 450 milhões da CEEE com a União, junto ao Sistema Eletrobrás, o valor do ressarcimento do governo federal para a empresa é da ordem de R$ 2 bilhões. (Agência Canal Energia - 28.06.2007)

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5 Cat-Leo realiza leilão de máquinas

A Cat-Leo Cise, empresa do Sistema Cataguazes-Leopoldina especializada no setor de construção e operação de PCHs, vai promover um leilão de máquinas pesadas nos dias 2 e 3 de julho. No total, 300 lotes, que reúnem mais de 250 equipamentos utilizados na construção de empreendimentos de energia elétrica, serão leiloados. Os lotes compreendem máquinas pesadas da Caterpillar, caminhões da Ford, perfuratrizes da Tamrock, conteineres da Eurobras e compressores da Atlas Copco. A operação faz parte do plano de desmobilização do grupo Cataguazes no setor de construção de PCHs para investir na geração e distribuição de energia. (Brasil Energia - 27.06.2007)

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6 Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia às indústrias

A Eletrobrás/Procel, a CNI e a Petrobras/Conpet deram a partida para o Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia - 2007, categoria Indústria. Foram apresentadas aos representantes das 27 federações industriais do país as modificações no regulamento do prêmio e o processo de escolha dos vencedores. A maior alteração do regulamento deste ano em relação ao de 2006 é a diminuição do número de premiados de três para apenas um, o mesmo acontecendo em relação à menção de destaque. As empresas interessadas em concorrer poderão se inscrever nos sites do Procel, CNI e do Conpet. O prazo para envio das fichas de inscrição é o dia 31 de julho e a entrega do Prêmio será realizada em dezembro. (Eletrobrás - 27.06.2007)

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7 Cotações da Eletrobrás

No pregão do dia 28-06-2007, o IBOVESPA fechou a 54.146,59 pontos, representando uma alta de 0,01% em relação ao pregão anterior, com movimento de R$ 3,90 bilhões. As empresas que compõem o IEE apresentaram valorização de 0,93% fechando a 17.661,18 pontos. As ações da Eletrobrás tiveram o seguinte comportamento: ficaram cotadas a R$ 57,90 ON e R$ 56,82 PNB, alta de 1,58% e 2,54%, respectivamente, em relação ao fechamento do pregão do dia anterior. Na abertura do pregão do dia 29-06-2007 as ações da Eletrobrás foram cotadas a R$ 58,40 as ações ON, alta de 0,86% em relação ao dia anterior e R$ 57,00 as ações PNB, alta de 0,32% em relação ao dia anterior. (Investshop - 29.06.2007)

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Leilões

1 Leilão de Ajustes não tem negociações

A CCEE realizou nesta quinta-feira (28/06), o 5° Leilão de Ajuste. O leilão terminou sem negociações, pois não houve oferta de venda pelos vendedores habilitados. A Ceb, Cemig, Cosern e Saelpa foram os compradores habilitados pelo preço máximo de repasse às tarifas de R$ 84,70, estabelecido pela Aneel. A Cemar teve preço estipulado de R$ 84,60 e a Celesc, R$ 83,00. Os vendedores habilitados foram a Chesf, Copel G, Delta Comercializadora, Eletronorte, Furnas, Tradener e União Comercializadora. (Agência Canal Energia - 28.06.2007)

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2 Leilão de Energia Nova: Cambuci e Barra do Pomba estão fora do leilão

As usinas Cambuci (50 MW) e Barra do Pomba (80 MW), ambas no Rio de Janeiro, estão fora do leilão de energia nova, que será realizado no dia 10 de julho, em concorrência de não terem conseguido licença ambiental. Em maio, quando aprovou o edital da concorrência, a Aneel fez adequações no documento para permitir a inclusão das hidrelétricas, mesmo assim não foi possível habilitar as usinas. (Brasil Energia - 27.06.2007)

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3 Leilão de Energia Nova: EPE habilita 106 empreendimentos

A EPE informou que foram habilitados 106 empreendimentos, que totalizam 16.022 MW de capacidade instalada, para os leilões de energia A-5 e A-3, marcados para o dia 10 de julho, pela Aneel. Entre os empreendimentos habilitados, 50 deles, cuja potência instalada corresponde a 8.834 MW, foram autorizados para os dois leilões. Para participar apenas do leilão A-3, foram habilitados 41 projetos que totalizam 3.243 MW de capacidade instalada. Os 15 restantes, que somam 3.944 MW, obtiveram autorização apenas para o leilão A-5. O leilão A-5 venderá energia que será gerada apenas a partir de 2012, enquanto a geração dos empreendimentos do A-3 será iniciada em 2010. Foram autorizadas usinas hidrelétricas, PCHs, termelétricas movidas a gás natural, bagaço de cana-de-açúcar, óleo diesel, óleo combustível e carvão mineral, além de usinas eólicas. (Jornal do Commercio - 28.06.2007)

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4 Tolmasquim: quantidade de usinas habilitadas demonstra interesse de investir no SE

O presidente da EPE, Mauricio Tolmasquim, considerou que o número de usinas habilitadas para os leilões de energia nova A-3 e A-5, marcados para o dia 10 de julho, demonstra o interesse dos empreendedores em investir no setor elétrico. Para o leilão de energia nova A-5, foram liberados 65 empreendimentos, cuja potência instalada soma 12.779 MW. Entre eles, sete empreendimentos hidrelétricos, com 2.584 MW e quatro termelétricas movidas a carvão mineral, cuja capacidade instalada chega a 2.242 MW. Parte desses empreendimentos também foi habilitada no A-3, cuja quantidade total de projetos autorizados chegou a 91, que resultam em potência total de 12.078 MW. Nesse leilão, a maior oferta é para as 31 termelétricas movidas a óleo combustível, cuja oferta. (Jornal do Commercio - 28.06.2007)

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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

1 Desperdício de energia no País equivale a cinco usinas Angra 3

O desperdício de energia elétrica no Brasil equivale a cinco usinas nucleares do porte de Angra 3. Levantamento obtido pela Eletrobrás mostra que esse desperdício evitaria a construção de uma usina de 7 mil MW. Angra 3 terá 1.350 MW. Em termos econômicos, a falta de eficiência energética gera custos de R$ 3,8 bilhões por ano. São máquinas ultrapassadas usadas por indústrias, ausência de medidas de conservação de energia no comércio e residências e falta de controle sobre atividades de saneamento e iluminação que fazem o dinheiro correr pelo ralo e pressionam a demanda. O levantamento toma por base dados de diversas entidades. Alguns, como os da Associação Brasileira das Empresas de Conservação de Energia (Abesco), são de 2001, antes, portanto, do racionamento. O engenheiro Moisés Antônio dos Santos, da Eletrobrás, diz, porém, que o retrato atual se assemelha ao daquele ano, pois o consumo de energia voltou ao patamar de 2001 só em 2006. "A situação é próxima. Por isso, acreditamos que podemos usar esses números sem problemas". (DCI - 29.06.2007)

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2 Consumo de energia no estado de São Paulo cresce 9,3% em maio

O consumo de energia elétrica cresceu 9,3% em maio, em relação ao mesmo mês de 2006, no estado de São Paulo, segundo o boletim informativo da secretaria estadual de Saneamento e Energia. A demanda chegou a 9.630 GWh no mês passado. O consumo no acumulado do ano e nos 12 findos em maio apresentaram acréscimos de 5,7% e 5%, respectivamente, quando comparados com iguais períodos do ano anterior. A classe industrial apresentou em maio um acréscimo de 8,8%, em relação ao consumo de maio do ano passado. A classe comercial teve crescimento de 10,5% no consumo em maio em relação ao mesmo mês do ano anterior. O segmento residencial apresentou expansão de 8,5% em maio deste ano, em comparação ao mesmo mês de 2006.(Agência Canal Energia - 28.06.2007)

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3 Sudeste/Centro-Oeste: volume está em 83%

O nível de armazenamento no submercado Sudeste/Centro-Oeste está em 83%, apresentando queda de 0,2% em relação à medição do dia 26 de junho. A usina de Furnas atinge 96,6% de volume de capacidade. (ONS - 27.06.2007)

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4 Sul: nível dos reservatórios está em 79,1%

O nível de armazenamento na região Sul apresentou queda de 0,8% no nível de armazenamento em relação à medição do dia 26 de junho, com 79,1% de capacidade armazenada. A usina de Machadinho apresenta 69% de capacidade em seus reservatórios. (ONS - 27.06.2007)

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5 NE apresenta 84,1% de capacidade armazenada

Apresentando queda de 0,1% em relação à medição do dia 26 de junho, o Nordeste está com 84,1% de sua capacidade de armazenamento. O reservatório de Sobradinho opera com 81,9% de volume de capacidade. (ONS - 27.06.2007)

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6 Norte tem 94% da capacidade de armazenamento

O nível de armazenamento da região Norte está em 94% com queda de 0,3% em relação à medição do dia 26 de junho. A usina de Tucuruí opera com 92,4% do volume de armazenamento. (ONS - 27.06.2007)

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Gás e Termoelétricas

1 Petrobras estuda instalação de terminal de regaseificação de GNL no Uruguai

A Petrobras confirmou que avalia a instalação de um terminal de regaseificação de gás natural liqüefeito (GNL) no Uruguai. A nova unidade poderia ter investimentos de US$ 400 milhões. (Jornal do Commercio - 29.06.2007)

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2 Governo de SP rejeita usina nuclear no estado

A secretária estadual de Saneamento e Energia, Dilma Celi Pena, rejeita a idéia da Eletronuclear de construir uma usina nuclear no Estado de São Paulo. "A opção brasileira, desde 1950, é pela hidreletricidade. Num futuro próximo teremos que buscar outras fontes, mas em São Paulo não construiremos usinas nucleares", disse. (Gazeta Mercantil - 29.06.2007)

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3 Angra 3 poderá ter nova licitação de equipamentos

A revisão do contrato da Eletronuclear com a fabricante Areva para fornecimento de equipamentos para a usina nuclear Angra 3 poderá caminhar para uma nova licitação, caso a empresa estatal considere que é possível conseguir preços menores, segundo Leonam dos Santos Guimarães, assistente da presidência da Eletronuclear. Ele ressalva, no entanto, que não existe nada negociado com a Areva até o momento. A hipótese de nova licitação não foi levada à negociação. A previsão inicial era de importação dos equipamentos, mas agora isso poderá ser mudado. (Valor Econômico - 29.06.2007)

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4 Fecomércio de São Paulo discute produção de energia nuclear

O Conselho para Assuntos de Energia da Federação do Comércio do Estado de São Paulo vai discutir dia 28 de junho, o tema "A produção de eletricidade a partir de fontes nucleares". Em pauta, estará a recente aprovação da retomada das obras da usina nuclear de Angra 3. (Agência Canal Energia - 28.06.2007)

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5 País deve explorar nova mina de urânio

A retomada da construção da usina nuclear Angra 3 marca também o reinício da exploração da reserva de urânio de Santa Quitéria pela estatal INB (Indústrias Nucleares do Brasil). O objetivo é alcançar a auto-suficiência de todo o ciclo de produção do combustível -da mineração até o produto final, enriquecido e encapsulado, para funcionamento das usinas Angra 1, 2 e 3. Para viabilizar a extração em Santa Quitéria, a segunda maior reserva de urânio do país, a INB está prospectando empresas privadas de mineração. O cronograma de exploração da reserva prevê que a melhor proposta seja selecionada em até 60 dias. (Folha de São Paulo - 29.06.2007)

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Grandes Consumidores

1 Rio Tinto fornece de Corumbá para Cosipa

A Rio Tinto Brasil, subsidiária do grupo anglo-australiano Rio Tinto, fechou o primeiro contrato de venda do minério de ferro de sua mina na morroaria de Santa Cruz, em Corumbá (MS), para uma grande siderúrgica brasileira. O negócio envolveu o fornecimento de 33 mil toneladas de minério de ferro para Cosipa, em Cubatão (SP). O transporte do produto envolveu logística complexa por rio e mar, passando por cinco países. Na operação o minério foi transportado, via 2,5 mil quilômetros de hidrovias, pelos rios Paraguai e Paraná, e exigiu transbordo para navio em San Nicolás, na Argentina, onde seguiu por mar até o porto da Cosipa, em Cubatão. Eduardo Rodrigues, diretor comercial da Rio Tinto Brasil, disse que a resposta da Cosipa ao teste feito com o minério de Corumbá foi muita boa. "Agora vamos continuar a conversar para fechar mais uma carga e, eventualmente, acertar a possibilidade de um contrato de longo prazo", afirmou Rodrigues. (Valor Econômico - 29.06.2007)

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2 Pode sair acordo entre Petrobras e Ceará Steel

O presidente Lula pode anunciar na terça-feira, em visita a Fortaleza, um acordo entre Petrobras e Ceará Steel para viabilizar a usina siderúrgica no Estado. Lula deu uma orientação política ao presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, para resolver o assunto e dar uma solução definitiva ao caso. Gabrielli ainda resiste, mas "a tendência é anunciar" o acordo na terça. Ele estará no Ceará para lançar obras de saneamento previstas do PAC e abrir o Conselho Nacional de Segurança Alimentar (Consea). Se deixar de ser apenas uma promessa, o acordo permitirá a operação da siderúrgica - um investimento conjunto entre a coreana Dongkuk, o grupo italiano Danielli e a Vale. A Ceará Steel pretende pagar, no máximo, US$ 3,20 pelo gás. A estatal quer cobrar US$ 5,80 por milhão de BTU e alega que esse é o valor mínimo que pode oferecer sem subsídio. As partes tentam uma fórmula em que os investimentos feitos pelo Ceará na infra-estrutura de distribuição de gás - R$ 600 milhões, segundo o governo estadual - sejam considerados pela Petrobras no preço do gás. A Dongkuk também ofereceu o fornecimento de placas de aço com desconto, para a Petrobras - o material seria utilizado em navios petroleiros. (Valor Econômico - 29.06.2007)

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3 MMX tenta aporte de US$ 1,4 bi para minério

A MMX Mineração e Metálicos, empresa de mineração controlada pelo bilionário Eike Batista, tentará obter cerca de US$ 1,4 bilhão em empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para seu projeto de minério de ferro no Brasil. Os empréstimos ajudarão a empresa e a sua sócia, a Anglo American, a segunda maior empresa de mineração do mundo, a construir o projeto batizado de Minas-Rio, que custará US$ 2,35 bilhões, disse Paulo Gouveia, diretor jurídico da MMX. "Os empréstimos do BNDES ajudarão a financiar 80% do projeto que será fornecida por empresas brasileiras", disse ele. (DCI - 29.06.2007)

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Economia Brasileira

1 Demanda por empréstimos estoura orçamento do BNDES

Pela primeira vez desde 2003, o BNDES vai estourar o orçamento inicialmente planejado para o ano, informou nesta quinta-feira o diretor financeiro e de operações indiretas, Maurício Borges Lemos. Segundo o executivo, já entre julho e agosto os desembolsos anualizados deverão ultrapassar os R$ 60 bilhões programados para 2007, o que está levando o banco a buscar mais recursos no mercado e junto ao governo. Até maio, os desembolsos somavam R$ 57,5 bilhões. Na segunda-feira, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, irá se reunir em Brasília com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, para tentar reduzir o corte realizado na transferência de recursos do FAT ao banco. Segundo Lemos, no ano passado o FAT transferiu 6 bilhões de reais para o BNDES e este ano a quantia deve ficar pela metade. (Jornal do Commercio - 29.06.2007)

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2 Banco Central reafirma cenário favorável para controle da inflação e crescimento do país

A perspectiva para o controle da inflação nos próximos trimestres continua favorável, de acordo com o Relatório Trimestral de Inflação divulgado há pouco pelo Banco Central na internet. O documento menciona também que o "cenário benigno" para a estabilidade de preços possibilita que os agentes econômicos tomem decisões com planejamento de longo alcance, em horizonte mais distante. O relatório ratifica o "cenário constante", expresso nos documentos anteriores, e ressalta que o ritmo de crescimento da economia brasileira deve se acelerar neste ano, por causa do fortalecimento do mercado de trabalho, do crescimento da renda real, do aumento das intenções de investimento e da ampliação do crédito. (Agência Brasil - 28.06.2007)

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3 Taxa média de juros de maio caiu para 37,4% ao ano, diz relatório do Banco Central

A taxa média de juros cobrada pelos bancos de empresas e pessoas físicas caiu para 37,4% ao ano em maio, o menor valor da série histórica do Banco Central iniciada em junho de 2002. Em abril a taxa era de 38,1% ao ano. A taxa cobrada das pessoas físicas caiu de 49,1% em abril, para 48,6% em maio, também recorde histórico na série que teve início em 1994. Já as pessoas jurídicas pagaram em maio 24,3% ao ano, contra 25,3% em abril. O spread bancário caiu de 26,4 p.p. para 26,2 p.p.. (Agência Brasil - 28.06.2007)

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4 Operações de crédito superaram os R$ 780 bi em maio e BC vê tendência de elevação

As operações de crédito no mercado financeiro, que em maio somaram R$ 786,123 bilhões, correspondem atualmente a 32,2% do PIB. Segundo análise do chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, há uma tendência de essa proporção aumentar. O desempenho do volume de empréstimos, das taxas de juros e dos prazos de financiamento, segundo Lopes, estão alcançando recordes históricos - e isso funciona como fator de estímulo para pessoas e empresas pedirem empréstimos. A taxa de juros para pessoa física caiu em maio para 48,6% ao ano - o menor índice desde 1994, quando teve início a série histórica de acompanhamento pelo Banco Central. (Agência Brasil - 28.06.2007)

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5 BC revê para cima projeção para PIB e investimento

Os investimentos neste ano serão mais fortes do que o inicialmente esperado pelo Banco Central, colaborando para ampliar a capacidade de crescimento da economia, informa o relatório trimestral de inflação divulgado ontem pela instituição. O aumento dos investimentos, que em março foi projetado em 7,1% , agora é calculado em 8,5%. Esse é o destaque nas estimativas da autoridade monetária para a evolução do PIB de 2007, cuja expansão foi revista de 4,1% para 4,7%. (Valor Econômico - 29.06.2007)

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6 Dólar ontem e hoje

O dólar comercial apresentava estabilidade em 45 minutos de operações. A moeda estava a R$ 1,9190 na compra e a R$ 1,9210 na venda. Na abertura, marcou R$ 1,9270. Na jornada passada, o dólar comercial declinou 1,18%, saindo a R$ 1,9190 na compra e a R$ 1,9210 na venda. (Valor Online - 29.06.2007)

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Internacional

1 França diz que há tempo para fusão com Suez

Christine Lagarde, ministra francesa da Economia, disse ontem que a liberalização completa dos mercados de energia da França em 1º de julho não marca um prazo final para a esperada fusão entre Gaz de France (GDF) e Suez. "Nós não temos um calendário apertado, nós temos tempo. Várias opções estão sendo examinadas", afirmou Lagarde em entrevista ontem à radio francesa BFM. Perguntada sobre se 1º de julho é uma data-limite, ela respondeu: "Não, certamente não". A ministra francesa da Economia declarou que o governo continua aberto para uma fusão entre os dois grupos de serviços públicos e ainda está avaliando se mantém a GDF como uma empresa autônoma. (DCI - 29.06.2007)

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2 Pai do biodiesel afirma que energia solar será predominante no mundo

Um celular energético, abastecido com energia elétrica solar, será a peça-chave para fazer os carros se movimentarem daqui a 25 anos. Essa é a previsão do engenheiro químico Expedito Parente, pesquisador que concebeu o biodiesel trinta anos atrás. Hoje ele vê a sua invenção como uma tecnologia fundamental na transição da era do petróleo para a era solar - energia que, segundo ele, será predominante no mundo. (Envolverde - Revista Digital de Ambiente, Educação e Cidadania - 28.06.2007)

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Equipe de Pesquisa UFRJ - Eletrobrás
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Sub-editor: Fabiano Lacombe
Jornalista: Juliana Lanzarini
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Daniel Bueno, Bianca Reich, Carolina Tavares, Felipe Botelho e, Igor Briguiet.

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos de vista da Eletrobrás e da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

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