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IFE: nº 1.870 - 15 de agosto de 2006
www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras
ifes@race.nuca.ie.ufrj.br
lEditor:Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Regulação e Reestruturação do Setor
1
Diretores tomam posse e recompõem colegiado da Aneel
2 Projeto vai alterar critérios para acesso à tarifa social de energia
3 Dívida de Itaipu terá nova rodada de negociação
4 Visões dos Agentes para a Política Energética 2007-2010 o
5 Técnicos discutem melhorias nas redes elétricas do país
6 Seminário internacional discutirá efeitos de campos eletromagnéticos

Empresas
1 Elétricas investem 14% a mais em TI este ano
2 Papéis da Eletrobrás podem ser negociados em Nova York este ano
3 Eletrobrás estuda pagar R$6 bi de dividendos retidos no passado
4 Projeto de consórcio formado pela Elebrás, Innovent e Eletrobrás está emperrado
5 Celesc: lucro acumulado de R$121,7 mi
6 Geração Paranapanema: lucro de R$ 47 mi
7 CEEE: lucro líquido de R$ 96,3 mi no primeiro semestre
8 Equatorial lucra R$ 20,5 mi

9 Tractebel registra lucro 14% menor no 2º tri

10 Tractebel Energia investe R$ 22 mi no primeiro semestre

11 Tractebel Energia reafirma interesse por Dardanelos

12 CPFL pretende regularizar 6 mil pontos clandestinos de energia

13
Cotações da Eletrobrás
14 Curtas

Leilões
1 Leilão de LTs: Aneel nega recursos para suspensão de leilão

Oferta e Demanda de Energia Elétrica
1 Horário de verão deve começar em novembro
2 Sudeste/Centro-Oeste: volume está em 66%
3 Sul: nível dos reservatórios está em 31,5%

4 NE apresenta 76,8% de capacidade armazenada

5 Norte tem 67,9% da capacidade de armazenamento

Gás e Termelétricas
1 Doris e Petrobras fecham contrato de US$ 1 mi
2 Bolívia admite arbitragem para fixar novo preço do gás vendido ao Brasil
3 YPFB corre para conseguir recursos

Grandes Consumidores
1 Vale envia proposta a acionistas da Inço
2 Celulose exporta 23,4% mais

Economia Brasileira
1 Saldo de US$ 1,4bi na 2ª semana
2 FGV: Sobe número de indústrias que planejam investir mais

3 Dólar ontem e hoje

Internacional
1 Bolívia e Argentina negociam novo gasoduto
2 Governo português pode privatizar até 27,5% do capital da Galp Energia
3 França vai apoiar produção de etanol
4 Japão vai apoiar produção de etanol
5 Noruega vai assessorar a YPFB na nacionalização

6 Australianos investem US$ 700 mi em projeto de luz solar

Biblioteca Virtual do SEE
1 ABCE; Abdib; Abiape; Abrace; Abraceel; Abradee; Abrage; Abragef; Abraget; Abrate; Apine; APMPE; Instituto Acende Brasil. Visões dos Agentes para a Política Energética 2007-2010. 3º Enase - Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico. Agosto de 2006.

Regulação e Reestruturação do Setor

1 Diretores tomam posse e recompõem colegiado da Aneel

Dois novos diretores passaram a compor o colegiado da Aneel. Romeu Donizete Rufino e José Guilherme Silva Senna foram empossados pelo ministro Silas Rondeau para um período de quatro anos. Silas Rondeau destacou que as nomeações vêm "recompor a diretoria da agência". De acordo com o ministro, a Aneel atuava com apenas três diretores desde o início do ano, pela dificuldade de encontrar nomes que dessem o claro sinal de que a agência trabalha com autonomia. (Agência Brasil - 14.08.2006)

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2 Projeto vai alterar critérios para acesso à tarifa social de energia

O governo decidiu propor mudanças nos critérios para a tarifa social, até 65% mais barata que a convencional. O governo prepara um projeto de lei para corrigir as atuais distorções na concessão do benefício, e fazer com que os usuários que realmente necessitam tenham direito à energia mais barata, segundo informou o ministro Silas Rondeau. Hoje, como o critério previsto em Lei é basicamente o de consumo de energia, muitas residências acabam recebendo o benefício sem precisar, como é o caso de casas de veraneio, por exemplo, enquanto outros consumidores de baixa renda têm dificuldade de acesso à tarifa social porque têm famílias numerosas (e acabam gastando mais energia) ou utilizam medidores coletivos (para mais de uma residência), caso de cortiços, por exemplo. Rondeau não antecipou quais serão os novos critérios, já que o texto do projeto ainda está sendo concluído, mas disse que a proposta será objeto de consulta pública e audiência pública antes de ser encaminhada ao Congresso Nacional. (Elétrica - 14.08.2006)

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3 Dívida de Itaipu terá nova rodada de negociação

O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, disse ontem que ele e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, vão se reunir na quinta-feira, em Foz do Iguaçu, com autoridades paraguaias. Vão tratar do pedido do país vizinho de retirar o impacto da inflação dos EUA no serviço da dívida que eles têm com o Brasil, por causa da construção da usina binacional. Essa será a segunda rodada de negociações entre os dois países sobre o assunto. Na primeira, no fim de julho, não houve acordo. (O Estado de São Paulo - 15.08.2006)

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4 Visões dos Agentes para a Política Energética 2007-2010

O documento "Visões dos Agentes para a Política Energética 2007-2010" foi lançado pelas 12 principais entidades do setor elétrico no 3º Enase - Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico. Com o objetivo de balizar as ações a serem adotadas na próxima gestão, as entidades destacam no documento os principais pontos que ainda demandam debates, no sentido de assegurar o equilíbrio na cadeia produtiva, em especial no tocante à atração de investimentos para o setor e à redução do risco. O documento aborda 11 pontos, divididos em três principais tópicos, que representam o eixo de discussão considerado necessário pelos agentes. Entre os pontos abordados, o documento abre espaço para debates sobre atração de investimentos, meio ambiente, tributos e encargos e preços justos. O documento é assinada pelas seguintes entidades: ABCE, Abdib, Abiape, Abrace, Abraceel, Abradee, Abrage, Abragef, Abraget, Abrate, Apine, APMPE e Instituto Acende Brasil. Para ler o documento na íntegra, clique clique aqui. (Agência Canal Energia - 14.08.2006)

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5 Técnicos discutem melhorias nas redes elétricas do país

Técnicos das empresas responsáveis pela geração, transmissão e distribuição de energia estão discutindo, em Belém, formas de melhorar o desempenho do serviço que, hoje, está interligado em quase todo o Brasil. Atualmente, já se tem a vantagem de interrupções menos freqüentes. Mas a rapidez no restabelecimento da energia para as casas, em muitos casos, depende de investimento para duplicação de linhas. As melhorias alcançadas pelo aperfeiçoamento das ferramentas utilizadas na oferta de energia e dos procedimentos técnicos adotados por geradoras (no Pará, Eletronorte) e distribuidoras (Rede Celpa) estão sendo discutidas no 3º Seminário Nacional de Operadores de Sistemas Elétricos (Senop). São cerca de 200 representantes de empresas de todo o Brasil. (O Liberal - 15.08.2006)

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6 Seminário internacional discutirá efeitos de campos eletromagnéticos

Especialistas, nacionais e estrangeiros, estarão reunidos em Brasília, dias 16 e 17 de agosto, no Seminário Internacional Campos Eletromagnéticos de Baixas Freqüências (ELF) e Seus Efeitos - Estado da Arte, Desafios e Opções de Políticas. Os Campos Eletromagnéticos (CEM) - ou EMF da sigla em inglês - são gerados pela ação de equipamentos elétricos ou causas naturais. O seminário é promovido em conjunto pelo Cepel, MME, Eletrobrás e Furnas. O evento, que terá tradução simultânea, será realizado no Centro de Convenções do Hotel Bonaparte, no Setor Hoteleiro Sul (SHS), em Brasília. Voltado para profissionais dos setores elétrico e da saúde, representantes de empresas dessas áreas e dos Poderes Judiciário e Legislativo, ambientalistas e a todos os interessados na questão, o seminário tem entrada franca. As inscrições são limitadas e devem ser feitas por intermédio do site http://brasilcem2006.cepel.br/ (GESEL-IE-UFRJ - 15.08.2006)

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Empresas

1 Elétricas investem 14% a mais em TI este ano

Após deixar para trás o aperto de gastos pós-apagão, as empresas do setor elétrico intensificam os investimentos em tecnologia da informação. Neste ano, além de substituir seus antigos sistemas corporativos desenvolvidos internamente, elas buscam terceirizar mais suas atividades de TI, seguindo tendência de outras indústrias. O Grupo Rede, por exemplo, fechou neste ano dois contratos com a Unisys e a Elucid, parceira brasileira especializada em softwares para o segmento da IBM. O acordo dará à Unisys R$ 11 milhões durante 36 meses e foi disputado também por IBM e Tivit. O setor de energia e saneamento deve ampliar em 14% os gastos com TI neste ano sobre 2005, quando respondeu por 3,8% dos investimentos totais no segmento no País, segundo pesquisa da IDC Brasil. Segundo pesquisa da IT Data, com 40 empresas de geração e distribuição, apenas metade terceiriza a área de help desk e 45%, os serviços de impressão. (Gazeta Mercantil - 15.08.2006)

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2 Papéis da Eletrobrás podem ser negociados em Nova York ainda este ano

Os papéis da Eletrobrás podem ser negociados na Bolsa de Nova York ainda este ano. A empresa deve preparar até meados de setembro toda a documentação necessária para que a empresa tenha American Depositary Receipts (ADRs) em nível II, o que permitirá oferta pública dos papéis da estatal na bolsa novaiorquina. Segundo o diretor financeiro da Eletrobrás, José Drummond Saraiva, a documentação será encaminhada à Securities Exchange Commission (SEC). (Elétrica - 14.08.2006)

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3 Eletrobrás estuda pagar R$6 bi de dividendos retidos no passado

A Eletrobrás estuda a distribuição de 6 bilhões de reais aos seus acionistas referente a dividendos retidos no passado o diretor José Drumond Saraiva. Explicou que a forma de pagamento dos dividendos ainda não foi definida, mas a idéia é que se chegue a uma conclusão ainda em 2006. Ele informou ainda que a empresa entregará à Securitie Exchange Comission (SEC), até o dia 15/09/2006, os papéis necessários para que suas ações possam ser negociadas no nível 2 da Bolsa de Valores de Nova York, que exige maior transparência das companhias. A Eletrobrás planeja estar presente também no leilão de LTs e de energia nova, previsto para novembro. Saraiva anunciou ainda que a empresa prepara captação de 430 milhões de dólares, "sem prazo de conclusão", para finalizar a usina termelétrica de Candiota III, de 350 MW. (Reuters - 14.08.2006)

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4 Projeto de consórcio formado pela Elebrás, Innovent e Eletrobrás está emperrado

Uma batalha judicial nos fóruns de Porto Alegre (RS) coloca em lados opostos o Ministério Público Federal e o consórcio formado pela brasileira Elebrás e a alemã Innovent, parceiras da Eletrobrás em um projeto de energia eólica em Tramandaí (RS). O empreendimento, orçado em R$ 320 milhões, é alvo de questionamentos sobre se possuía ou não a documentação completa no prazo fixado (10 de maio de 2004). Segundo a última decisão, concedida no fim da semana passada, o consórcio volta a ter o direito de tocar a obra até que uma decisão final seja tomada. Contudo, o mérito da ação ainda não tem data para ser julgado. "A 6ª Vara Federal de Porto Alegre havia acatado a ação do Ministério Público Federal, que pedia a suspensão do projeto, mas o Tribunal Regional Federal da 4ª Região de Porto Alegre derrubou a decisão e determinou que o projeto siga em frente até o julgamento do mérito", explica Roberto Jardim, diretor da Elebrás. A Eletrobrás, no entanto, informou ao que não foi notificada sobre qualquer decisão a respeito da manutenção do contrato. E afirmou que apenas "fez uma manifestação ao Tribunal de Contas da União (TCU) informando que considera mais prudente esperar pelo fim do trâmite judicial para que possamos tomar uma decisão sobre o tema". (Valor Econômico - 15.08.2006)

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5 Celesc: lucro acumulado de R$121,7 mi

A Celesc divulgou as Demonstrações Contábeis do primeiro semestre de 2006 com um lucro acumulado de R$121,7 milhões. O resultado é 74% maior que o resultado do mesmo período de 2005, quando a Empresa obteve lucro de R$69,8 milhões. A Receita Operacional Líquida da Empresa apresentou acréscimo de 14,40% se comparada com mesmo período do ano passado, somando R$1.594.8 milhões e a rentabilidade foi de 11,67% sobre o patrimônio líquido. (Celesc - 14.08.2006)

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6 Geração Paranapanema: lucro de R$ 47 mi

A Duke Energy Geração Paranapanema registrou lucro de R$ 47 milhões no primeiro semestre deste ano, menor que os R$ 47,6 milhões no mesmo período do ano passado. No segundo trimestre deste ano, o lucro líquido caiu 30% em relação a 2005, indo de R$ 35,2 milhões para R$ 24,5 milhões. A receita bruta da geradora foi de R$ 323,8 milhões de janeiro a junho deste ano, contra R$ 317,3 milhões nos mesmos meses do ano passado. A receita bruta do segundo trimestre foi de R$ 158,7 milhões, frente aos R$ 152,2 milhões em 2005. A Duke teve receita líquida de R$ 296,4 milhões nos seis primeiros meses deste ano, ligeiramente inferior aos R$ 298 milhões do ano passado. No segundo trimestre, a receita líquida ficou em R$ 144,7 milhões, abaixo dos R$ 146,1 milhões em 2005. A Duke obteve R$ 155,8 milhões em resultado bruto de janeiro a junho deste ano, ante R$ 160 milhões em igual período do ano passado. O resultado bruto de abril a junho deste ano ficou em R$ 80,5 milhões, contra R$ 84,7 milhões em 2005. A geradora registrou resultado operacional de R$ 68 milhões no primeiro semestre, pouco abaixo dos R$ 67,1 milhões no ano passado. O resultado operacional do segundo trimestre recuou 30%, passando de R$ 51,20 milhões, em 2005, para R$ 36,29 milhões este ano. (Agência Canal Energia - 14.08.2006)

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7 CEEE: lucro líquido de R$ 96,3 mi no primeiro semestre

A CEEE registrou um aumento de 112,13% no lucro líquido do primeiro semestre, alcançando R$ 96,3 milhões. O desempenho foi influenciado pelo aumento de 98,7% no resultado operacional, que chegou a R$ 107,3 milhões no período, ante os R$ 54 milhões no semestre de 2005. A receita bruta da companhia cresceu R$ 158 milhões, atingindo R$ 1,4 bilhão nos seis primeiros meses do ano. A receita líquida no período ficou em R$ 994,81 milhões, contra uma receita de R$ 930,85 milhões do mesmo semestre do ano passado. O resultado bruto cresceu 15,06%, passando para R$ 392,2 milhões nos meses de janeiro a junho deste ano. As despesas operacionais caíram em R$ 1,98 milhão, ficando em R$ 284,8 milhões. O lucro líquido no segundo trimestre do ano alcançou R$ 27 milhões, uma queda de 32,74% em comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado foi influenciado pelo aumento de 17,3% nas despesas operacionais, que passaram de R$ 112,8 milhões, no segundo trimestre de 2005, para R$ 132,4 milhões neste ano. A receita bruta da companhia aumentou em R$ 43,5 milhões, ficando em R$ 657 milhões nos meses de abril a junho deste ano. A receita líquida no segundo trimestre atingiu R$ 457,3 milhões, ante os R$ 448,4 milhões verificados no mesmo período do ano passado. O resultado bruto cresceu 5,30%, alcançando R$ 161,8 milhões no segundo trimestre. O resultado operacional caiu 27,88%, passando para R$ 29,4 milhões. No segundo trimestre de 2005, o resultado operacional havia ficado em R$ 40,8 milhões. (Agência Canal Energia - 14.08.2006)

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8 Equatorial lucra R$ 20,5 mi

A Equatorial Energia registrou um lucro líquido de R$ 20,5 milhões no segundo trimestre deste ano, alta de 53,2% em relação a igual período de 2005. No mesmo período, a receita líquida foi de R$ 191,8 milhões, 25,9% maior que os R$ 152,3 milhões. (Valor Econômico - 15.08.2006)

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9 Tractebel registra lucro 14% menor no 2º tri

A Tractebel Energia registrou lucro líquido de R$ 188,8 milhões no segundo trimestre, queda de 14,4% sobre o resultado obtido em igual período de 2005, de R$ 220,5 milhões. No semestre, o lucro da companhia somou R$ 532,6 milhões, valor 36% maior que o verificado nos primeiros seis meses do ano passado. O presidente da Tractebel, Manoel Zaroni Torres, disse que o resultado positivo no semestre refletiu o aumento de 13% na venda de energia e a valorização de 7% nos preços médios. Torres destacou ainda a elevação de 60% nas vendas aos consumidores livres em relação ao segundo trimestre de 2005. O Ebtida atingiu R$ 416,3 milhões, crescimento de 15% sobre o segundo trimestre de 2005 e 7% se comparado ao primeiro trimestre de 2006. (Gazeta Mercantil - 15.08.2006)

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10 Tractebel Energia investe R$ 22 mi no primeiro semestre

A Tractebel Energia investiu R$ 22 milhões no primeiro semestre do ano, dos quais R$ 14,6 milhões no segundo trimestre. A empresa se limitou a aplicar os recursos em manutenção. A previsão para o ano é de um investimento de R$ 59 milhões na rubrica. Mas, de acordo com Marc Verstaete, diretor da Tractebel Energia, os investimentos podem alcançar R$ 154 milhões até dezembro, se a hidrelétrica de São Salvador (241 MW) tiver a energia comercializada no leilão A-5. A empresa programa aplicar R$ 61 milhões em manutenção das 13 usinas no ano que vem; caso São Salvador saia do papel outros R$ 297 milhões deverão ser investidos. Com isso, em 2007, poderão ser aplicados um total de R$ 358 milhões. O projeto de Estreito (1.084 MW) também está incluído na expectativa de aumento dos investimentos. (Agência Canal Energia - 14.08.2006)

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11 Tractebel Energia reafirma interesse por Dardanelos

A Tractebel Energia reafirmou que estuda a possibilidade de fazer lances pela hidrelétrica de Dardanelos (261 MW) no leilão de energia nova A-5. Segundo Marc Verstraete, diretor da Tractebel, a empresa deve disputar o empreendimento sozinha ou como sócia majoritária. "Pela estratégia da empresa, não devemos ter participação minoritária", observou. O gerente, Antônio Previtali Júnior, adiantou que pelo tamanho da hidrelétrica, a Tractebel Energia deve disputá-la sozinha. A CPFL Energia e a Copel também já demonstraram interesse pelo empreendimento. Ainda no leilão A-5, a Suez espera vender a energia de São Salvador (241 MW). O diretor de Finanças disse que a Tractebel tem energia descontratada a partir de 2009 para ser comercializada, já que até 2008, praticamente toda a energia está contratada. As exportações corresponderam a 2% da receita operacional bruta de R$ 1,4 bilhão, registrada no primeiro semestre deste ano. A proporção foi menor que a registrada em 2005, quando as exportações corresponderam a 5% da receita, ainda segundo o executivo. A rubrica custos e despesas ficou em R$ 301 milhões no segundo trimestre deste ano, apresentando acréscimo de 17,5% em relação ao mesmo trimestre de 2005. (Agência Canal Energia - 14.08.2006)

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12 CPFL pretende regularizar 6 mil pontos clandestinos de energia

A CPFL vai regularizar este ano a situação de 6 mil unidades consumidoras em Campinas que hoje usam ligações clandestinas. As regiões do Parque Oziel e Campo Belo serão as prioridades no cronograma para este segundo semestre. Para conseguir atingir a meta, a empresa vai intensificar o trabalho de estruturação das redes com a colocação de postes e relógios de energia. A execução desse trabalho é parte do projeto Rede Comunidade. O programa é uma parceria entre as administrações municipais e a concessionária. A região de Campinas dentro da área de concessão da CPFL concentra grande parcela de locais com ligações clandestinas. A empresa estima que na região existam 13 mil a 14 mil pontos para serem regularizados. (Elétrica - 14.08.2006)

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13 Cotações da Eletrobrás

No pregão do dia 14-08-2006, o IBOVESPA fechou a 36.556,88 pontos, representando uma baixa de 1,05% em relação ao pregão anterior, com movimento de R$ 1,79 bilhão. As empresas que compõem o IEE apresentaram desvalorização de 0,92%, fechando a 11.709,90 pontos. As ações da Eletrobrás tiveram o seguinte comportamento: ficaram cotadas a R$ 52,97 ON e R$ 46,89 PNB, alta de 0,70% e 0,41%, respectivamente, em relação ao fechamento do pregão anterior. Na abertura do pregão do dia 15-08-2006 as ações da Eletrobrás foram cotadas a R$ 53,22 as ações ON, alta de 0,47% em relação ao dia anterior e R$ 47,25 as ações PNB, alta de 0,77% em relação ao dia anterior. (Investshop - 15.08.2006)

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14 Curtas

A CPFL acaba de se tornar a maior empresa energética do País. Ela chegou ao topo depois de ampliar, para 51%, sua participação na usina hidrelétrica Foz do Iguaçu, cuja sócia é a CEEE. A obra está orçada em R$ 1 bilhão e a usina deverá entrar em operação em 2010. (Eletrosul - 14.08.2006)

Integrantes das Comissões de Assuntos Municipais e de Minas e Energia da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro se reunirão com representantes da SuperVia e da Light para chegar a um acordo sobre a dívida da concessionária que administra o transporte ferroviário com a distribuidora de energia. (Agência Canal Energia - 14.08.2006)

A Anefac, a Fipecafi e a Serasa indicaram FURNAS como uma das 14 empresas finalistas que disputarão, nas categorias Capital Aberto e Capital Fechado, o Troféu Transparência 2006. (Furnas - 14.08.2006)

Os acionistas da Cteep elegeram os novos integrantes do CA, já respeitando a nova composição acionária com a colombiana ISA, como acionista majoritária. Os 16 integrantes do conselho manterão os mandatos até a assembléia geral ordinária prevista para o primeiro quadrimestre de 2007. O conselho fiscal e os seus suplentes também foram escolhidos na assembléia. (Agência Canal Energia - 14.08.2006)

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Leilões

1 Leilão de LTs: Aneel nega recursos para suspensão de leilão

A Aneel negou os recursos impetrados pelas empresas Alusa, Elecnor, Isolux e Abengoa, com o objetivo de adiar o leilão de linhas de transmissão, no dia 18 de agosto. Segundo o processo analisado pela diretoria da agência, os recursos que pediam a impugnação do edital foram apresentados fora do prazo previsto pelo mesmo edital. A diretoria da Aneel também negou provimento aos recursos de empresas que pediam impugnação de pré-qualificação de concorrentes. Os processos pretendiam suspender a realização do leilão de linhas de transmissão até a definição do processo de revisão tarifária. (Agência Canal Energia - 14.08.2006)

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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

1 Horário de verão deve começar em novembro

O horário de verão deve começar mais tarde este ano devido às eleições, cujo primeiro turno ocorre em 1º de outubro. De acordo com o ministro Silas Rondeau, "a tendência é que o horário comece no primeiro domingo após o segundo turno das eleições". Ou seja, no dia 5 de novembro, já que o segundo turno será em 29 de outubro. Segundo o ministro, a mudança ocorreria para evitar complicação operacional no sistema de informática das urnas eletrônicas usadas na votação. No ano passado, o horário de verão começou em 16 de outubro e terminou em 18 de fevereiro deste ano. Nas últimas eleições, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pediu a mudança para que não houvesse coincidência entre o horário de verão e a votação. Segundo Rondeau, desta vez, o ministério tomou a iniciativa de começar a discussão sobre o assunto. (Agência Brasil - 14.08.2006)

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2 Sudeste/Centro-Oeste: volume está em 66%

O nível de armazenamento no submercado Sudeste/Centro-Oeste está em 66%, apresentando queda de 0,2% em relação à medição do dia 12 de agosto. A usina de Furnas atinge 74,4% de volume de capacidade. (ONS - 13.08.2006)

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3 Sul: nível dos reservatórios está em 31,5%

O nível de armazenamento na região Sul não apresentou variação na capacidade armazenada em relação à medição do dia 12 de agosto, com 31,5% de capacidade armazenada. A usina de Machadinho apresenta 75,4% de capacidade em seus reservatórios. (ONS - 13.08.2006)

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4 NE apresenta 76,8% de capacidade armazenada

Apresentando queda de 0,2% em relação à medição do dia 12 de agosto, o Nordeste está com 76,8% de sua capacidade de armazenamento. O reservatório de Sobradinho opera com 75,4% de volume de capacidade. (ONS - 13.08.2006)

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5 Norte tem 67,9% da capacidade de armazenamento

O nível de armazenamento da região Norte está em 67,9% apresentando queda de 0,6% em relação ao dia 12 de agosto. A usina de Tucuruí opera com 63% do volume de armazenamento. (ONS - 09.08.2006)

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Gás e Termoelétricas

1 Doris e Petrobras fecham contrato de US$ 1 mi

A Doris Engineering, empresa francesa de exploração e produção de petróleo e gás, abrirá escritório no Rio e será comandada por Carlos Filipe Rizzo. Ele disse que a Doris deve assinar na terceira semana um contrato de cerca de US$ 1 milhão com a Petrobras para revalidar os projetos básicos das P-55 e P-57 e possivelmente participará de concorrência da estatal para executar os projetos básicos das P-56 e P-58. Rizzo diz que a empresa possui tecnologia de ponta na área de terminais flutuantes de GNL. (Valor Econômico - 15.08.2006)

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2 Bolívia admite arbitragem para fixar novo preço do gás vendido ao Brasil

Andrés Soliz, ministro dos Hidrocarbonetos da Bolívia, anunciou dia 14/08 que possivelmente um tribunal arbitral decida o novo preço do gás boliviano vendido ao Brasil. "O mais provável é uma arbitragem", resignou-se depois que as comissões de ambos os países decidiram um prazo decisivo de 60 dias para definir a nova tarifa do gás boliviano, pelo qual o Brasil paga atualmente cerca de US$ 4 o milhão de BTU. (Eletrosul - 14.08.2006)

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3 YPFB corre para conseguir recursos

A decisão do governo boliviano de suspender temporariamente as atividades da estatal "em toda a cadeia produtiva" aumentou as incertezas com relação à nacionalização do setor de petróleo e gás no país. A medida só foi divulgada dia 11. O governo admitiu que a YPFB não tem recursos para assumir as funções e espera, em 10 dias, finalizar um novo documento de refundação da estatal. Segundo Carlos Miranda, ex-superintendente de Hidrocarbonetos da Bolívia, a suspensão das atividades da YPFB indica que a empresa tem sérios problemas de administração técnica e financeira. "Parece que a YPFB tem uma total desorganização interna e o governo achou conveniente parar para ver o que fazer, como fazer e quando vai fazer", disse. (Jornal do Commercio- 14.08.2006)

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Grandes Consumidores

1 Vale envia proposta a acionistas da Inço

A CVRD começa a enviar aos acionistas da Inco correspondências contendo a "bid offer circular", ou seja, a proposta oficial de compra da mineradora por 86 dólares canadenses por ação, em dinheiro. A partir da remessa da circular é que começa a contar o prazo de 45 dias para os investidores se manifestarem sobre a proposta da Vale, o que deverá ocorrer no final de setembro ou início de outubro. A Vale formalizou sua proposta junto à uma espécie de Security Exchange Comission (SEC). O mesmo procedimento foi feito junto à SEC americana, em Nova York, onde a Inco tem ações negociadas. Também foi entregue pela mineradora brasileira a documentação com suas intenções para com a Inco no Canadá, para exame das autoridades daquele país. Vence também o prazo da oferta da Teck Cominco para aquisição da Inco. (Valor Econômico - 15.08.2006)

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2 Celulose exporta 23,4% mais

As exportações das fabricantes brasileiras de celulose e papel cresceram, 17,7% no primeiro semestre deste ano em comparação com igual intervalo de 2005, segundo informou a Bracelpa. As vendas externas somaram US$ 1,95 bilhão no primeiro semestre, ante US$ 1,65 bilhão de igual período do ano passado. A venda externa de celulose se destacou com US$ 1,19 bilhão o que representou alta de 23,4% comparado aos US$ 965 milhões de 2005. Já no caso do papel, a venda para o mercado externo subiu 9,7% até junho, para US$ 760 milhões. Já as importações de celulose caíram 8,7%, com US$ 97 milhões. Em papel foram US$ 414 milhões, 36,6% mais do que no ano anterior. (Gazeta Mercantil - 15.08.2006)

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Economia Brasileira

1 Saldo de US$ 1,4bi na 2ª semana

A balança comercial registrou na segunda semana de agosto vendas externas de US$ 3,1 bilhões e as compras US$ 1,7 bilhão, gerando saldo de US$ 1,4 bilhão, o terceiro melhor do ano. O maior superávit semanal deste ano foi a de US$ 1,6 bilhão na primeira semana de julho. O acumulado mensal é de US$ 2,1 bilhões, resultado das exportações de US$ 5,543 bilhões e das importações, de US$ 3,437 bilhões. (Investnews - 14.08.2006)

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2 FGV: Sobe número de indústrias que planejam investir mais

A Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação de julho de 2006, elaborada pela FGV, aponta aumento no número de indústrias que planejam aumentar os investimentos neste ano. Das 642 empresas que responderam à sondagem, 344, ou 53,6% do total, projetam gastos superiores aos realizados em 2005, em termos reais, relacionados à construção de novas fábricas, compras de máquinas e equipamentos. O volume de investimentos, como proporção das vendas, dessas empresas aumentou de 6,1%, em 2005, para 7,0% este ano, segundo a FGV. O segmento de bens intermediários apresenta o maior ímpeto para investir. A relação investimento/vendas é estimada em 9,3% neste ano contra 8,1% em 2005. Outro setor em que houve avanço nas perspectivas para os investimentos produtivos é o de bens de consumo. Nesse segmento, a relação investimento/vendas cresceu de 4,3% para 5,2%. O setor de material de construção apontou avanço de 4,6% para 5,3%. As piores perspectivas vêm do setor de bens de capital, no qual a relação investimento/vendas ficou estável em relação ao ano passado, em 3,1%. (Folha de São Paulo - 15.08.2006)

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3 Dólar ontem e hoje

O dólar comercial abriu o dia em alta perante o fechamento de ontem, a R$ 2,1640. Às 9h29, porém, a moeda apurava queda de 0,13%, cotada a R$ 2,1570 na compra e a R$ 2,1590 na venda. Ontem, o dólar comercial terminou a R$ 2,16 na compra e R$ 2,1620 na venda, com queda de 0,18%. (Valor Online - 15.08.2006)

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Internacional

1 Bolívia e Argentina negociam novo gasoduto

Até outubro, Bolívia e Argentina devem finalizar negociações sobre a construção de um novo gasoduto, que permitirá que os bolivianos quase quadrupliquem suas exportações aos argentinos. A afirmação foi feita pelo vice-presidente da Bolívia, Álvaro Garcia, e ministro argentino Julio de Vido. De 7,7 milhões de metros cúbicos/dia, a capacidade subirá em 20 milhões. (Gazeta Mercantil - 15.08.2006)

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2 Governo português pode privatizar até 27,5% do capital da Galp Energia

O governo português pode decidir vender até 27,5% do capital da Galp Energia, segundo decreto-lei publicado em Diário da República. Este diz que a privatização passará pela venda de ações até 25% do capital social, mas prevê a possibilidade de criação de um "lote suplementar" que pode representar mais 2,5% do capital. Um lote caberá aos trabalhadores da Galp, bem como a pequenos subscritores e emigrantes, e outro é dirigido ao público em geral. O ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, disse no conselho de ministros que a quarta fase da reprivatização da Galp é "mais um passo para concretizar o programa do Governo para o setor energético".O decreto prevê ainda que nenhuma entidade singular ou coletiva pode comprar mais de 5% do capital social da Galp. (Elétrica - 14.08.2006)

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3 França vai apoiar produção de etanol

O banco Société Générale anunciou que fará parte de um fundo de US$ 1 bilhão no Brasil que financiará projetos para a ampliação do mercado do etanol. "O banco decidiu investir em etanol porque acha que o combustível será um dos principais elementos na evolução energética mundial, principalmente com o preço do barril de petróleo acima de US$ 70, mas também por causa da escassez do petróleo em 50 anos", explicou François Dossa, diretor da filial do banco. A aposta é que o fundo dê um retorno de 25% ao ano e existem projeções que indicam que o setor precisará de investimentos de US$ 20 bilhões nos próximos cinco anos. Há a possibilidade de uma ampliação dos investimentos no futuro. "O mercado do etanol vai crescer com a mistura cada vez mais importante do biocombustível na gasolina", aposta o diretor. (O Estado de São Paulo - 15.08.2006)

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4 Japão vai apoiar produção de etanol

O governo do Japão pretende implementar uma ampla série de medidas para estimular o uso de etanol como combustível de automóveis e diversificar as fontes energéticas do país, para aliviar o impacto dos elevados preços do petróleo, informou ontem o jornal Nihon Keizai Shimbun. As montadoras japonesas serão encorajadas a desenvolver carros com motores capazes de ser abastecidos tanto com gasolina como com um combustível composto 10% por etanol. O Ministério da Economia, Comércio e Indústria está avaliando a possibilidade de relaxar as regras que atualmente limitam a mistura do etanol na gasolina a 3%, elevando esse nível para 10%. O governo japonês pretende conceder à prefeitura de Okinawa, no sul do país, isenções tributárias e outros tratamentos especiais para promover o uso de bioetanol produzido naquela região. Será reduzido o imposto sobre o combustível misto produzido em Okinawa e, além disso, os produtores de cana-de-açúcar receberão do governo estímulos financeiros. (O Estado de São Paulo - 15.08.2006)

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5 Noruega vai assessorar a YPFB na nacionalização

O governo da Bolívia pediu a assessoria da Noruega para levar adiante o processo de nacionalização do setor de petróleo e gás, paralisado por falta de recursos da empresa estatal YPFB, para controlar afetivamente a produção e comercialização dos hidrocarbonetos. O superintendente de Hidrocarburos, Víctor Hugo Sainz, informou que a Noruega capacitará a YPFB depois que for firmado um acordo com o ministro da Assistência, Erik Solheim, que começa uma visita à Bolívia, ocasião em que será pedida sua cooperação na redação de leis sobre petróleo, projeto e implementação de contratos e acordos de preços da exportação de gás. Segundo o vice-ministro da Exploração Petrolífera, Julio Gómez, as autoridades reconheceram que o processo de nacionalização está paralisado. Além disso, ele anunciou que será iniciada uma nova rodada de contatos com as petrolíferas estrangeiras. (Gazeta Mercantil - 15.08.2006)

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6 Australianos investem US$ 700 mi em projeto de luz solar

Uma torre de 500 metros de altura está sendo construída no deserto australiano. Segundo um executivo da companhia de energia renovável, "A torre vai revolucionar a produção de energia limpa do planeta".A torre usa o próprio cilindro e ar natural como elemento motor para ativar as turbinas geradoras de energia. (Duke Energy - 14.08.2006)

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Biblioteca Virtual do SEE

1 ABCE; Abdib; Abiape; Abrace; Abraceel; Abradee; Abrage; Abragef; Abraget; Abrate; Apine; APMPE; Instituto Acende Brasil. Visões dos Agentes para a Política Energética 2007-2010. 3º Enase - Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico. Agosto de 2006.

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

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Equipe de Pesquisa UFRJ - Eletrobrás
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Sub-editor: Fabiano Lacombe
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Daniel Bueno, Beatriz Mello Affonso, Bianca Reich, Guilherme Branquinho, Larissa Barbosa, Laryssa Naumann e Rodrigo Fonseca.

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos de vista da Eletrobrás e da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Visite o site do Provedor onde encontra-se a maior base de dados sobre as empresas do setor: www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras
Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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