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IFE: nº 1.830 - 19 de junho de 2006
www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras
ifes@race.nuca.ie.ufrj.br
lEditor:Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Regulação e Reestruturação do Setor
1
Aneel propõe manutenção do IGP-M na metodologia de revisão tarifária
2 Empresas divergem com relação à manutenção do IGP-M
3 Economista da FGV: listas de produtos que compõem colunas 40 e 41 são muito restritas
4 Abradee questiona metodologia utilizada no primeiro ciclo de revisões
5 Relatório do Pactual analisa proposta da Aneel sobre revisão tarifária
6 Pactual: pontos positivos da metodologia de reajuste tarifário
7 Pactual: manutenção do IGP-M traz estabilidade
8 Merrill Lynch tem avaliação positiva para o setor elétrico
9 Aneel ajusta regulamentação que trata de multa por falta de combustível
10 Aneel: municípios goianos receberão recursos da CFURH
11 Curtas

Empresas
1 Cesp discute adesão ao Nível 1 da Bovespa
2 Tractebel espera que clientes livres respondam por 50% da receita em cinco anos
3 Eletronorte assina contrato para subestação em RR
4 Celesc não encontra comprador para participação na Casan
5 Celesc encontra dificuldades para privatizar PCHs
6 Celesc lança edital para construção de LT
7 AES Sul antecipa resgate de debêntures
8 Coppe repassará para Celpa planta piloto de biodiesel

9 Curtas

Leilões
1 Leilão de energia nova: entrega de documentos para pré-qualificação deve ser feita nesta semana
2 Leilão A-5: Estudos de viabilidade técnico-econômica de hidrelétricas estão disponíveis

Oferta e Demanda de Energia Elétrica
1 Presidente da Eletrobrás descarta racionamento
2 ONS faz balanço positivo do SIN durante jogo do Brasil
3 Apagões afetam túneis em ida para a Baixada Santista

4 Preço Spot - CCEE

Gás e Termelétricas
1 Produção de petróleo e gás natural da Petrobras cresce 1% em maio
2 Negociações sobre preço de gás boliviano devem começar em julho
3 Demora para obter acordo aumenta pressão sobre a YPFB
4 Santa Catarina registra aumento no consumo de gás natural
5 Repsol aposta no aumento do mercado de GLP

Grandes Consumidores
1 Suzano pretende assumir vice-liderança mundial em celulose
2 Suzano registrou lucro de R$ 152,2 mi no primeiro trimestre
3 Akzo vai instalar nova fábrica para atender a Suzano
4 MMX prepara oferta pública de ações

Economia Brasileira
1 Balança comercial registra superávit de US$ 17,4 bi
2 IPC-S registra deflação em cinco capitais

3 Volume de consultas ao BNDES cresce 9% de janeiro a maio
4 Dólar ontem e hoje

Internacional
1 Parlamento russo confirma monopólio de exportação da Gazprom

Regulação e Reestruturação do Setor

1 Aneel propõe manutenção do IGP-M na metodologia de revisão tarifária

As atenções dos executivos do setor elétrico estão voltadas para a nova rodada de revisões tarifárias, que começa em 2007 e cujas regras começam a ser discutidas pela Aneel. Um dos principais pontos em discussão se refere à correção da base de remuneração dos ativos. Pela minuta divulgada pela agência, a proposta é a manutenção da metodologia de 2003. Sobre essa base da primeira rodada de revisões, seria adotada a correção pelo IGP-M do período. (Valor Econômico - 19.06.2006)

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2 Empresas divergem com relação à manutenção do IGP-M

A proposta da Aneel de manter o IGP-M para correção da base de remuneração desagradou algumas empresas de energia, que investiram pesado na modernização de suas redes recentemente. Houve, segundo executivos de algumas companhias, aumento vultoso na aplicação de recursos nas redes, porque os itens que compõem a maior parte dos custos do setor elétrico tiveram aumento superior ao IGP-M. Alguns executivos defendem a adoção a coluna 40 ou 41 da FGV, indexadores que refletem melhor a alta do preço das commodities que compõem os ativos de energia: alumínio (fio); cobre (transformadores); aço (torres) e cimento (postes). A adoção em cima dessa base pelo IGP-M, que ultimamente tem mostrado baixas variações, não mostraria a realidade do setor. Nem todas as concessionárias defendem a troca do IGP-M. A coluna 40 da FGV, abrange os preços de motores e geradores, e acumulou alta de 41,8% nos anos de 2004 e 2005. Já a coluna 41, que reúne a variação dos preços de outros materiais elétricos, acumulou elevação de 19,8% no período. O IGP-M, ao mesmo tempo, subiu 13,62%. Neste ano, até maio, os preços da lista 40 subiram 3,56% e os da 41 avançaram 18,71%. O IGP-M, por sua vez, teve alta de apenas 0,65%. (Valor Econômico - 19.06.2006)

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3 Economista da FGV: listas de produtos que compõem colunas 40 e 41 são muito restritas

Salomão Quadros, economista da FGV, acredita que essas duas listas de produtos são muito restritas para captar os aumentos de custos do setor elétrico. Elas não englobam, por exemplo, os custos com salários. Além disso, "cada estágio do setor (transmissão, geração) tem uma estrutura de custos", completa. (Valor Econômico - 19.06.2006)

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4 Abradee questiona metodologia utilizada no primeiro ciclo de revisões

A Abradee questiona na Justiça a metodologia utilizada no primeiro ciclo de revisões tarifárias, mas não defende publicamente a mudança do IGP-M. "O importante é que se tenha um indexador que reflita os custos financeiros. Depois que os investimentos são feitos, deixam de ser simplesmente cobre, alumínio e aço. Passam a ser custos que precisam ter menos risco para o investidor que a cotação das commodities", diz Fernando Maia, diretor de regulação da Abradee. (Valor Econômico - 19.06.2006)

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5 Relatório do Pactual analisa proposta da Aneel sobre revisão tarifária

O Banco Pactual divulgou relatório analisando o conteúdo da minuta exposta pela Aneel. Coordenado pelo analista do banco, Pedro Batista, o relatório mostra que, pela metodologia exposta pela Aneel, o retorno médio das empresas poderá cair de 17% para 15,4% . A estrutura de capital considerada como "ideal" pela Aneel, de 50% de capital próprio e 50% de terceiros também é considerada insatisfatória por Batista. Segundo ele, o ideal é 60% de "equity" e 40% de empréstimos. O principal questionamento do analista do Pactual são os dados impostos pela chamada "empresa modelo", que na visão de Batista são irreais. A inadimplência considerada pela companhia de referência é de 0,2% do faturamento líquido, índice que nenhuma concessionária real conseguiu atingir. Mesmo com todas as melhorias operacionais, a faixa média de inadimplência do setor é hoje de 3%. (Valor Econômico - 19.06.2006)

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6 Pactual: pontos positivos da metodologia de reajuste tarifário

Dentre os pontos positivos destacados pelo relatório do Banco Pactual, estão a eliminação do índice de satisfação do consumidor na composição do Fator X. Outro fator que agradou ao mercado foi a proposta de compartilhamento de receitas adicionais entre concessionária e consumidor. A metodologia antiga exigia que todos os ganhos extraordinários deveriam ser repassados ao consumidor, exclusivamente, o que impedia investimentos das empresas em outros projetos. (Valor Econômico - 19.06.2006)

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7 Pactual: manutenção do IGP-M traz estabilidade

Segundo o analista do banco Pactual, Pedro Batista, a metodologia proposta pela Aneel beneficia algumas empresas e prejudica outras, daí a falta de consenso. Mas, para ele, o mais importante dentro de um processo regulatório é a estabilidade. "A manutenção do IGP-M é positiva sob esse ponto: traz previsibilidade para o investidor".

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8 Merrill Lynch tem avaliação positiva para o setor elétrico

A perspectiva para o setor de energia elétrica é positiva, devido à alta nos preços de geração, destaca o relatório do banco de investimentos Merrill Lynch. "Tivemos reuniões com a CPFL e com a Cemig e as discussões com a gerência confirmaram nossa expectativa de que o maior preço de geração tanto para curto quanto para longo prazo é fator essencial para nossa avaliação positiva do setor". Na visão do banco de investimentos, o leilão de energia nova, que ocorrerá no dia 29 de junho, deve reforçar esta discussão. O relatório destaca que o preço máximo para a energia proveniente de hidrelétricas é de R$ 125 por MW/h, valor superior aos R$ 116 por MW/h registrados no leilão de dezembro. "E a expectativa é de preços ainda mais altos no leilão de 5 de setembro, que será visto como um primeiro teste da habilidade do setor em atrair investimento privado para aumentar a capacidade de geração", segundo o relatório. Apesar da perspectiva positiva, o ML destaca que há certa preocupação do investidor quanto ao grande volume de ofertas secundárias no setor, dada a atual má condição geral do mercado. (Investnews - 16.06.2006)


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9 Aneel ajusta regulamentação que trata de multa por falta de combustível

A Aneel aperfeiçoou a regulamentação que trata das penalidades para térmicas que tiverem indisponibilidade de geração devido à falta de combustível. Segundo a Aneel, a nova regra prevê a aplicação de um sistema gradual de penalidades. A multa a ser aplicada aumentará de acordo com o número de meses em que ocorrer a falta do combustível. O novo método de cálculo do valor das multas será implantado até janeiro de 2007, por meio de regra e de procedimento de comercialização elaborada pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica. Ainda de acordo com a Aneel, a penalidade será paga pelo fornecedor do combustível ao gerador, tendo como base de cálculo o Preço de Liquidação de Diferenças Máximo gradualmente multiplicado pelo montante de energia não gerado, em função do período em que a termelétrica não operou. (Agência Canal Energia - 16.06.2006)

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10 Aneel: municípios goianos receberão recursos da CFURH

A Aneel informou que sete municípios goianos receberão recursos no âmbito do rateio da Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos para Geração de Energia Elétrica. O motivo do repasse é a entrada em operação da hidrelétrica Corumbá IV (127 MW), que começou a operar comercialmente no último mês de abril. Os municípios de Luziânia, Santo Antônio do Descoberto, Abadiânia, Alexânia, Novo Gama, Silvânia e Corumbá de Goiás passarão a receber os recursos a partir do final de junho, proporcionalmente à área afetada pela formação do lago da usina. (Agência Canal Energia - 16.06.2006)

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11 Curtas

O governo federal publicou portaria 132, que aprova a regulamentação de lâmpadas fluorescentes compactas. A regulamentação define os índices mínimos de eficiência energética das lâmpadas e determina, entre outros pontos, que as embalagens devem conter o índice de eficiência energética do produto. O Inmetro fará a avaliação e verificação dos índices mínimos de eficiência. (Agência Canal Energia - 14.06.2006)

A Aneel liberou para operação em teste as unidades geradoras 2 e 3 da PCH São Bernardo, no Rio Grande do Sul. A CJ Energética começou a fazer os testes nas turbinas de 5 MW, cada, na última quinta-feira, 15 de junho, na unidade 2. A empresa inicia os testes da unidade 3 a partir do dia 20. (Agência Canal Energia - 16.06.2006)

A Aneel liberou as unidades geradoras 1 e 2 da UTE Aeroporto de Maceió, localizada em Maceió, em Alagoas, para início de operação em teste, a partir do dia 16 de junho. As unidades geradoras da térmica, de propriedade da empresa BR Distribuidora, possuem 395 kW cada. A Aneel determinou que a Petrobras deverá enviar a SFG, no prazo de até 60 dias, após a data de conclusão de operação em teste, o relatório final de testes e ensaios, ratificando ou retificando as potências das unidades geradoras. (Agência Canal Energia - 14.06.2006)

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Empresas

1 Cesp discute adesão ao Nível 1 da Bovespa

A Cesp realiza no dia 30 de junho assembléia geral extraordinária com os acionistas para deliberar sobre a adesão da companhia ano Nível 1 da Bolsa de Valores de São Paulo. A reunião também discutirá itens importantes para viabilizar essa adesão, como inclusão de disposição no Estatuto Social da empresa em que estabelece a obrigatoriedade em no mínimo 20% de participação de membros independentes no Conselho de Administração e a utilização de arbitragem perante a Câmara de Arbitragem do Mercado da Bovespa, por exemplo. A assembléia discutirá ainda a criação de uma nova classe de ações preferenciais da classe B, nominativas escriturais e sem valor nominal. (Agência Canal Energia - 14.06.2006)

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2 Tractebel espera que clientes livres respondam por 50% da receita em cinco anos

A Tractebel Energia espera que os consumidores livres respondam por até 50% da receita nos próximos cinco anos. Até março deste ano, esses consumidores já representavam 22% da receita da geradora, marca 1% superior à que este grupo representou em todo o ano de 2005. Segundo Manoel Zaroni, presidente da Tractebel Energia, essa força que o mercado livre está ganhando na carteira da geradora faz parte da estratégia adotada para maximizar o portfólio de clientes e, conseqüentemente, equilibrar a receita. Entre as ações adotadas pela empresa, estão maior relacionamento com clientes industriais, oferta de preços competitivos e flexibilidade de produtos. Esse plano tem ajudado a Tractebel a atrair grandes clientes industriais. Prova disso é que, hoje, a carteira de clientes da companhia é composta por 30% de consumidores livres. (Agência Canal Energia - 14.06.2006)

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3 Eletronorte assina contrato para subestação em RR

A Eletronorte assinou contrato para a construção da Subestação Distrito Industrial, em Boa Vista (RR). A unidade será alimentada por uma linha de transmissão de 26 quilômetros em 69 KV, que a ligará à Subestação Boa Vista. A implantação desta linha está em fase de contratação. As duas obras estão orçadas em R$ 30 milhões e devem ser energizadas até março de 2007. A linha de transmissão e a subestação vão ampliar o atendimento e garantir maior oferta de energia e segurança aos serviços da CER em regiões do interior hoje abastecidas por sistemas descentralizados. Com estas duas obras, a Eletronorte amplia a oferta de energia trazida da Venezuela pela Linha de Transmissão Guri, em 230 KV. (Investnews - 16.06.2006)

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4 Celesc não encontra comprador para participação na Casan

A Celesc não encontrou comprador para participação de 19,3% na Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan). Segundo Gerson Berti, diretor Financeiro da distribuidora, o mercado considerou o investimento na Casan muito arriscado. "O mercado está em um momento muito ruim, o que afastou os possíveis investidores", afirmou. Berti disse que a empresa procurará a bolsa de valores, analistas e agentes de mercado para encontrar uma forma melhor de repassar o ativo. (Agência Canal Energia - 14.06.2006)

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5 Celesc encontra dificuldades para privatizar PCHs

A Celesc encontra dificuldade para colocar em movimento o processo de privatização de 12 PCHs. Gerson Berti, diretor Financeiro da distribuidora, aguarda resposta da Aneel para questionamentos enviados pela Celesc e a prorrogação do prazo de concessão das usinas. "Parece que a Aneel está encontrando dificuldades em renovar os contratos das usinas", disse. Por isso, a Celesc já pediu a prorrogação do prazo de conclusão de desverticalização das operações de 30 de junho deste ano para 30 de março de 2007. (Agência Canal Energia - 14.06.2006)

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6 Celesc lança edital para construção de LT

A Celesc lançou no dia 15 de junho, o edital da licitação para construção da linha de transmissão Palmitos - Mondaí. Segundo a Celesc, o edital prevê, a partir da subestação Palmitos, a construção de uma LT em 138 kV e 29,5 quilômetros de extensão, e da subestação Mondaí, além de uma SE simplificada em 23 mil volts.(Agência Canal Energia - 16.06.2006)

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7 AES Sul antecipa resgate de debêntures

A AES Sul resgatará antecipadamente as debêntures da primeira emissão que estão em circulação. Segundo aviso divulgado nesta sexta-feira, 16 de junho, a distribuidora fará o resgate do saldo dos títulos no próximo dia 30 de junho. Em 2001, a companhia lançou R$ 250 milhões em debêntures da primeira emissão, em duas séries, com o objetivo de reestruturar o passivo. (Agência Canal Energia - 16.06.2006)

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8 Coppe repassará para Celpa planta piloto de biodiesel

A Coppe pretende repassar a Celpa uma planta de biodiesel para o desenvolvimento de pesquisas sobre o combustível alternativo na região Norte. Segundo o coordenador do Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (IVIG) da Coppe, Luiz Pinguelli Rosa, o objetivo é permitir a análise da viabilidade de projetos de combustíveis alternativos na geração elétrica em sistemas isolados. Para Pinguelli, o uso do biodiesel na geração térmica pode ajudar na redução dos subsídios pagos atualmente pelas demais gerações, ao substituir o óleo diesel por combustíveis obtidos através da produção local. (Agência Canal Energia - 16.06.2006)

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9 Curtas

A Elektro participa nos dias 19 e 20 de junho, em São Paulo, da "Conferência Internacional 2006 - Empresas e Responsabilidade Social", realizada pelo Instituto Ethos. O tema da conferência deste ano é o papel da empresa socialmente responsável em uma sociedade sustentável. (Agência Canal Energia - 16.06.2006)

A CEEE divulga licitação para aquisição de transformadores de potência e de corrente. O prazo vai até o dia 20 de junho. A Manaus Energia abre licitação para aquisição de cabos elétricos. O prazo acaba no dia 27 de junho. (Agência Canal Energia - 16.06.2006)

A Chesf abriu licitação para contratação de serviços de adequações e melhorias do sistema de controle, proteção e supervisão, através da ampliação da base de dados e substituição da remota, na subestação de Banabuiu (CE). O prazo acaba no dia 23 de junho. (Agência Canal Energia - 16.06.2006)

Com 16 anos de atuação exclusiva em engenharia ambiental, a Habtec Engenharia vai manter nos setores de petróleo e gás e energia elétrica o foco de suas atividades. O segmento energético vem sendo um dos principais responsáveis pelos resultados recentes da empresa, que vem dobrando a cada cinco anos. (Jornal do Commercio - 19.06.2006)

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Leilões

1 Leilão de energia nova: entrega de documentos para pré-qualificação deve ser feita nesta semana

A entrega dos documentos para a pré-qualificação e das garantias financeiras e de proposta dos participantes do próximo leilão de energia elétrica proveniente de novos empreendimentos de geração, classificado como A - 3, está marcada para esta quarta-feira (21/06). A documentação deverá ser apresentada das 9h às 14h na Avenida Paulista, 1.415,1º andar, em São Paulo. O resultado da pré-qualificação será divulgado no dia 26 pela Comissão Especial de Licitação da Aneel. (APMPE - 16.06.2006)

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2 Leilão A-5: Estudos de viabilidade técnico-econômica de hidrelétricas estão disponíveis

Os estudos de viabilidade técnico-econômica de usinas hidrelétricas cujas concessões serão ofertadas no leilão de energia de novos empreendimentos A - 5 estão disponíveis na Secretaria de Licitações da Aneel. O endereço é SGAN Quadra 603 - Módulo "J", 2º Andar, Ala Oeste, sala 206, em Brasília - DF. O leilão será realizado no dia 5 de setembro. A portaria relaciona as usinas Barra do Pomba, Cambuci, Dardanelos, Mauá e Salto Grande. O leilão ofertará energia de novos empreendimentos de geração de fonte hidráulica ou térmica com prazo para início de entrega em 2011. (APMPE - 16.06.2006)

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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

1 Presidente da Eletrobrás descarta racionamento

Para o presidente da Eletrobrás, Aloísio Vasconcelos, não há risco de um novo racionamento de energia, já que o Governo Federal retomou o planejamento do setor elétrico. Conforme Vasconcelos, a projeção da Aneel, de inexistência de empreendimentos de geração livres de restrições para operação a partir de 2009, não deve incluir usinas cujas obras foram retomadas pelas subsidiárias da Eletrobrás. A Eletrobrás prevê colocar em operação algumas usinas como a hidrelétrica de Serra do Facão em 2009, a hidrelétrica de Foz do Chapecó, no Sul do país, em 2009 ou 2010. Vasconcelos acrescentou a existência de novos projetos de hidrelétricas no Rio Madeira e também de futuros investimentos por parte do governo federal em energia eólica, biomassa e solar, ainda não catalogado pela Aneel. No planejamento da Eletrobrás, há ainda a previsão de aquisição de participação da usina de Salto do Pilão, de 182,5 MW, que está com obras paralisadas, e estudos para a construção da termelétrica a carvão de Ceival, de 500 MW, no Rio Grande do Sul, em associação com a Construtora Andrade Gutierrez. (Hoje em Dia - 19.06.2006)

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2 ONS faz balanço positivo do SIN durante jogo do Brasil

O ONS fez uma avaliação positiva do desempenho da operação do Sistema Interligado Nacional na estréia do Brasil na Copa do Mundo no dia 13 de junho. Segundo o ONS, as medidas operativas preventivas adotadas pelos agentes garantiram uma operação normal no controle de tensão e freqüência. O ONS disse ainda que não foram verificadas sobrecargas em equipamentos e nem violações dos limites operativos durante a partida. (Agência Canal Energia - 14.06.2006)

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3 Apagões afetam túneis em ida para a Baixada Santista

Os motoristas que viajam entre a capital paulista e a Baixada Santista têm enfrentado blecautes nos túneis do sistema Anchieta - Imigrantes, onde há a praça de pedágio com a maior tarifa de São Paulo -R$ 14,80. Dos cinco apagões ocorridos em 2006, no dia 20 de maio, a escuridão durou duas horas. A Ecovias, concessionária responsável pelas rodovias desde 1998, diz que não houve acidentes por conta dos blecautes. As explicações ainda são divergentes. A Ecovias e a CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz) dizem que estão se reunindo para tentar achar uma solução. (Folha de São Paulo - 14.06.2006)

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4 Preço Spot - CCEE

De acordo com os dados apresentados na tabela abaixo, o CCEE fixou o preço spot do Mwh para o período de 17/06/2006 a 23/06/2006.

Tabela
Brasil - Mercado Spot por Região.
(valores expressos em R$/Mwh)

Sudeste/Centro Oeste
Sul
Nordeste
Norte
 pesada                             71,40  pesada                      75,37  pesada                     23,93  pesada                    71,40
 média                               70,34  média                        74,03  média                       23,93  média                      70,34
 leve                                  70,15  leve                           70,34  leve                          23,93  leve                         70,15
  
    Fonte: www.ccee.org.br


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Gás e Termoelétricas

1 Produção de petróleo e gás natural da Petrobras cresce 1% em maio

A produção de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil e no exterior em maio, em boe, apresentou a média diária de 2.319.469 barris/dia, 1% superior à de abril de 2005. Em relação a maio de 2005, a produção total da Petrobras aumentou 2%. Considerando os campos nacionais, a produção de petróleo e gás natural chegou a 2.078.945 barris/dia, mantendo-se no mesmo nível do mês anterior e 3% maior que a de maio de 2005. No exterior, a produção total da Companhia (petróleo e gás) foi de 259.863 boe diários, registrando um crescimento de 1,9% em relação ao mês anterior. A produção de gás natural no Brasil alcançou, em média, 45 milhões 471 mil metros cúbicos diários, mantendo estabilidade em relação à do mês anterior. (Investnews - 16.06.2006)

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2 Negociações sobre preço de gás boliviano devem começar em julho

As negociações sobre o preço do gás natural que a Bolívia exporta ao Brasil começarão em julho, anunciou o presidente boliviano, Evo Morales. Morales disse que as conversas com as autoridades brasileiras terão início após a definição de um novo contrato entre bolivianos e argentinos sobre a mesma questão. "No dia 29 (de junho) teremos uma reunião em Buenos Aires. (...) Imediatamente, a comissão de hidrocarbonetos terá que avançar com o Brasil". O líder boliviano viajará na ocasião a Buenos Aires para assinar com o presidente da Argentina, Néstor Kirchner, o novo acordo. Assim, concluiu-se uma longa negociação, embora não tenha sido divulgado o preço que a Argentina pagará pelo gás boliviano. Para as negociações com o Brasil, o governo boliviano enviou há uma semana à Petrobras uma "notificação amistosa". (Gazeta Mercantil - 19.06.2006)

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3 Demora para obter acordo aumenta pressão sobre a YPFB

A demora em se obter um acordo com a Petrobras começa a elevar a pressão sobre a YPFB. Um mês e meio depois de o governo Evo Morales lançar o decreto de nacionalização de gás, a Petrobras, informou uma fonte do Itamaraty, começa a considerar a situação sob maior controle. "O tempo agora corre contra a Bolívia e não contra a Petrobras na questão do preço. A empresa segue o que determina o contrato e se sente respaldada por este", explica. Seguir o contrato, para a Petrobras, significa duas opções para a Bolívia. A primeira seria a de notificar a estatal brasileira sobre o desejo de alterar os preços do gás natural. A Petrobras já disse que recusará a proposta caso receba. Neste caso, a opção da YPFB é a de recorrer a corte arbitral nos Estados Unidos. Ninguém considera crível uma terceira opção: a do rompimento do contrato porque a necessidade de derivados da Bolívia está atrelada à necessidade de exportação de gás para o Brasil. A YPFB enviou um comunicado à Petrobras para a discussão do preço, mas esta convocação não foi aquela prevista no contrato de fornecimento de gás, o GSA (Gas Supply Agreement). Foi um pedido para debater o preço. Assim, como não se refere a uma notificação nos moldes previstos no GSA o prazo de 45 dias, a partir do qual caberia arbitragem, sequer começou a contar. (Jornal do Commercio - 16.06.2006)

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4 Santa Catarina registra aumento no consumo de gás natural

Mais de um mês depois do início da crise do gás, não se registrou rompimento de contratos ou substituição do combustível na matriz energética de Santa Catarina. O presidente do Sindicato das Indústrias Cerâmicas da região Sul do Estado, Luiz Alexandre Zugno, afirma que o gás natural continua sendo o combustível economicamente mais viável e o ambientalmente mais correto. O "efeito Bolívia" também não conseguiu arrefecer as vendas da SCGás que registrou, em maio, mais um recorde de vendas no estado. O volume total comercializado chegou a 45,6 milhões metros cúbicos, com a média diária de 1,473 milhões de metros cúbicos. Zugno diz que as indústrias do setor cerâmico, que consomem 51% do insumo distribuído no estado, têm projetos alternativos a médio prazo para serem implantados, caso o gás natural venha a subir muito de preço. O presidente em exercício da SCGás, diz que para a indústria e o mercado urbano o reajuste da tarifa continua em avaliação. Segundo ele, a empresa pretende manter a tarifa fixa até o final do ano, "desde que não ocorram alterações significativas no cenário macroeconômico". (Gazeta Mercantil - 19.06.2006)

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5 Repsol aposta no aumento do mercado de GLP

A Repsol YPF quer ganhar mercado no segmento de gás liquefeito de petróleo (GLP) e aposta na experiência acumulada nos 11 países onde atua para oferecer soluções integradas de energia. A empresa está voltando ao clube de sócios do Sindigás e o diretor da divisão de GLP da Repsol YPF no Brasil, Marcos Capdepont Pacheco, explica que está vendo com otimismo a retomada do mercado brasileiro de GLP. A empresa já detectou uma reação de algumas indústrias diante do temor de queda do suprimento de gás natural por problemas na América Latina, notadamente a Bolívia. "O mercado daqui é muito antigo e caiu por causa da introdução do gás natural na matriz energética. Mas agora, algumas empresas que migraram do óleo para o gás natural temem problemas na América Latina e precisam de um estoque seguro", afirma Capdepont. Como o GLP tem mais poder calorífero do que o gás natural e é fácil de transportar, o executivo conta que as empresas que distribuem o produto já começam a ser sondadas por potenciais clientes interessados em ter um segundo combustível, no caso uma alternativa ao gás natural. (Valor Econômico - 19.06.2006)

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Grandes Consumidores

1 Suzano pretende assumir vice-liderança mundial em celulose

À frente da presidência da Suzano Papel e Celulose, uma das maiores produtoras da América Latina, Antonio Maciel Neto terá a missão de conduzir a companhia à vice-liderança mundial em celulose e, para isto, apóia-se na conclusão do projeto Mucuri, que aumentará a produção de atuais 550 mil toneladas para 1,5 milhão de toneladas por ano em 2009. Os investimentos são da ordem de US$ 1,3 bilhão. "Em 2008 já produziremos 900 mil toneladas", disse o executivo. O Mucuri consiste na construção de segunda linha de produção de celulose na unidade industrial localizada no sul do Estado da Bahia. O início das operações está previsto para outubro de 2007. Para garantir mercado consumidor, a Suzano Papel e Celulose deve inaugurar em 1º de julho escritório na Europa. No primeiro semestre de 2007 é a vez da Ásia ganhar um escritório. Segundo Maciel Neto, os recursos necessários para a implantação do projeto estão praticamente financiados. (Jornal do Commercio - 16.06.2006)

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2 Suzano registrou lucro de R$ 152,2 mi no primeiro trimestre

No primeiro trimestre deste ano, a Suzano Papel e Celulose registrou lucro líquido de R$ 152,2 milhões, o que significa um crescimento de 67,2% em relação ao mesmo período de 2005. A dívida chegou a US$ 1,15 bilhão. Esse endividamento deve-se, principalmente, ao empréstimo feito para a compra da Ripasa em parceria com a Votorantim Celulose e Papel (VCP), no ano passado. "Absorvemos 50% da dívida da Ripasa", explicou Maciel Neto. O endividamento financeiro líquido da empresa em 31 de dezembro de 2005 era de R$ 608,1 milhões. "Até o final do ano a dívida total da Suzano Papel e Celulose pode chegar a US$ 1,9 bilhão, mas isso está previsto pelo analistas", ponderou o executivo. (Jornal do Commercio - 16.06.2006)

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3 Akzo vai instalar nova fábrica para atender a Suzano

O grupo químico holandês Akzo Nobel anunciou que planeja investir 15 milhões de euros em uma nova fábrica de dióxido de cloro no Brasil. A unidade abastecerá a fábrica de celulose de Mucuri da Suzano Papel e Celulose, no sul da Bahia, e começará a operar em agosto de 2007. A Eka Chemicals, unidade da Akzo Nobel de químicos para celulose e papel, atualmente opera em Mucuri uma fábrica de dióxido de cloro com capacidade para 25 toneladas/dia, informou a empresa. (Gazeta Mercantil - 19.06.2006)

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4 MMX prepara oferta pública de ações

Falta pouco para a oferta pública de ações da MMX Mineração e Metálicos S.A., empresa que reunirá três empreendimentos de mineração e siderurgia distribuídos entre o Amapá, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. Para O empresário Eike Batista não divulgou oficialmente quanto espera arrecadar com a venda de ações. Na semana passada, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou a primeira versão do prospecto sobre o empreendimento. É por meio desse documento que o empresário tentará convencer investidores brasileiros e estrangeiros. A MMX tem como "ativos" basicamente direitos minerários, ou mais precisamente o direito de pesquisar em glebas que, se supõe, têm muito minério de ferro. A empresa já pagou R$ 254 milhões em compra de concessões e de direitos minerários. O projeto prevê a construção de um "minerioduto" de 550 km , de Minas Gerais até o Rio de Janeiro. Em São João da Barra (RJ), seria construído o terminal do Porto do Açu, com uma indústria de pelotização. No Amapá, seria construída uma indústria de ferro-gusa e um terminal portuário. Em Corumbá (MS), está prevista uma indústria de ferro-gusa e outra de produtos semi-acabados. O produto seria levado por barcaças, pelo Rio Paraguai, para ser exportado pela Argentina. (O Estado de São Paulo - 19.06.2006)

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Economia Brasileira

1 Balança comercial registra superávit de US$ 17,4 bi

A balança comercial brasileira acumula no ano, até o dia 18 de junho, superávit de US$ 17,429 bilhões. No período, as exportações somam US$ 55,256 bilhões e as importações, US$ 37,827 bilhões. As informações são da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento (Secex). No ano, a média diária de vendas ao exterior é de US$ 484,7 milhões e a de compras, de US$ 331,8 milhões. As contas do comércio exterior nacional registraram superávit de US$ 654 milhões na terceira semana de junho (dias 12 a 18 ), com quatro dias úteis. O saldo é resultado de exportações de US$ 1,91 bilhão e de importações de US$ 1,256 bilhão. (Valor Econômico - 19.06.2006)

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2 IPC-S registra deflação em cinco capitais

Cinco das sete capitais que fazem parte do levantamento do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registraram deflação no mês terminado em 15 de junho, conforme dados da FGV. Apenas duas capitais tiveram aumento de preços. Em Salvador, o IPC-S reverteu a baixa de 0,02% na semana até o dia 7 de junho para um aumento de 0,02% até a semana encerrada no dia 15. Em Recife, a tendência de alta perdeu força, com o indicador passando de 0,59% no mês até o dia 7 para 0,20% na leitura seguinte. Dentre as cinco capitais com queda nos preços, Porto Alegre saiu de um incremento de 0,10% para deflação de 0,14% no mês até dia 15. Nas outras, o IPC-S passou de uma queda de 0,01% para uma baixa de 0,05% em Belo Horizonte e de um decréscimo de 0,39% para um de 0,49% em Brasília. No Rio de Janeiro, o IPC-S cedeu 0,23% depois de um recuo de 0,09% no mês fechado no dia 7. Em São Paulo, o indicador cedeu 0,73%, sucedendo um declínio de 0,7%. (Valor Econômico - 19.06.2006)

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3 Volume de consultas ao BNDES cresce 9% de janeiro a maio

O volume de consultas ao BNDES de janeiro a maio cresceu 9% sobre o mesmo período de 2005, para R$ 38 bilhões. O número de aprovações e desembolsos, entretanto, ficaram em queda no mesmo período.O volume de consultas ganhou impulso no mês de maio, quando cresceu 65% sobre o mesmo mês do ano anterior, e reverteu a queda de 18% do mês de abril. As aprovações de crédito, no entanto, foram de R$ 14,9 bilhões entre janeiro e maio, o que equivale a um decréscimo de 11% sobre o mesmo intervalo de 2005. O banco desembolsou R$ 13,6 bilhões nos cinco primeiros meses, uma retração de 10% sobre o mesmo período de 2005. Em maio, foram R$ 3 bilhões, uma queda de 1% em relação há um ano. (Valor Econômico - 16.06.2006)

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4 Dólar ontem e hoje

O dólar comercial abriu em queda, cotado a R$ 2,2410. Às 9h24, porém, a moeda subia 0,17%, a R$ 2,247 na compra e a R$ 2,249 na venda. Na sexta-feira (16/06), o dólar caiu 1,62%, a R$ 2,243 na compra e R$ 2,245 na venda. Ao longo do dia, a cotação chegou R$ 2,2620 no maior preço e R$ 2,2440 no menor valor, sempre em queda. De acordo com agentes no mercado, o giro interbancário somou aproximadamente US$ 921 milhões. (O Globo Online e Valor Online - 19.06.2006)

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Internacional

1 Parlamento russo confirma monopólio de exportação da Gazprom

A câmara baixa do Parlamento russo adotou um projeto de lei que dá força jurídica ao monopólio do Gazprom nas exportações de gás, recusando pedidos europeus de liberalização deste mercado. A segunda leitura está prevista para o próximo dia 28. A poucas semanas da cúpula do G-8, de 15 a 17 de julho, em São Petersburgo, a Duma recusa assim os pedidos da União Européia (UE), preocupada por sua excessiva dependência do gás russo. Os europeus querem que a Rússia abra seu mercado para reforçar a segurança energética. No total, 26% do consumo de gás da UE são garantidos pela Gazprom. A Rússia se queixa, por sua vez, do fato de a UE tentar impedir que a Gazprom tenha participação em companhias européias de distribuição de gás. (Jornal do Commercio - 17.06.2006)

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Equipe de Pesquisa UFRJ - Eletrobrás
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro mailto:nivalde@ufrj.br
Sub-editor: Fabiano Lacombe
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Daniel Bueno, Beatriz Mello Affonso, Camila Nobrega, Marcelo Machado, Guilherme Branquinho e Larissa Barbosa

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos de vista da Eletrobrás e da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Visite o site do Provedor onde encontra-se a maior base de dados sobre as empresas do setor: www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras
Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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