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IFE: nº 1.695 - 10 de novembro de 2005
www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras
ifes@race.nuca.ie.ufrj.br
lEditor:Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Empresas
1 CPFL Energia não vai participar de leilão de energia nova
2 CPFL vai se concentrar na disputa pela CTEEP
3 CPFL Energia registra lucro de R$ 240 mi no terceiro trimestre
4 CPFL Energia: Light só seria interessante na parte de geração
5 CPFL Piratininga registra lucro de R$ 47,3 mi no trimestre
6 CPFL Paulista lucra R$ 190,2 mi no terceiro trimestre
7 CPFL Geração registra lucro de R$ 31,821 mi no terceiro trimestre
8 AES Eletropaulo tem resultado negativo de R$ 324 mi

9 Faturamento da AES Eletropaulo atinge os R$ 2,7 bi

10 Mercado cativo da Eletropaulo cai 2,5% no terceiro trimestre

11 AES Tietê fecha terceiro trimestre com lucro de R$ 200,8 mi

12 RGE fecha terceiro trimestre com lucro de R$ 27,282 mi

13
Projeto de desverticalização da Celesc é aprovado
14 Paraguai propõe acordo para pagamento de dívida da Usina de Itaipu com a Eletrobrás

15 MAB discute projetos de construção de PCHs da CFLCL

16 Cotações da Eletrobrás

Leilões
1 MME e BNDES anunciam linha de financiamento
2 Programa de Financiamento: participação do BNDES foi elevada para 80%
3 Novo programa de financiamento terá nova forma de garantias

4 Leilão de energia nova: previsão do MME de investimentos de US$ 1,2 bi

5 BNDES avalia estrutura de financiamento para Rio Madeira e Belo Monte

6
BNDES anuncia as novas condições de financiamento para linhas de transmissão
7
Mantega: novo programa de financiamento para LTs é tão ou mais seguro que o anterior
8
Rondaeu otimista em relação aos investimentos no setor elétrico
9 Mantega garante recursos para novas linhas de financiamento do BNDES

Oferta e Demanda de Energia Elétrica
1 Nível dos reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste está em 60,1%
2 Índice de armazenamento da submercado Sul está em 91,1%
3 Região Nordeste registra 54,9% de volume armazenado em seus reservatórios

4 Capacidade do submercado Norte está em 37,9%

Gás e Termelétricas
1 Secretário do MME pede investimentos em pesquisa na área de gás
2 Governo negocia inclusão de duas termelétricas no Pecém
3 Gasmig busca parceiros para a compra da Gas Brasiliano

Grandes Consumidores
1 Vale lucra R$ 7,806 bi em 9 meses
2 Vale: maior parte das unidades opera a plena capacidade
3 Vale: bom desempenho operacional e financeiro é responsável pelos resultados
4 Lucro da Braskem cai 90% no trimestre
5 Braskem investe, apesar de queda no lucro

Economia Brasileira
1 Governo libera R$ 1,2 bi para gastos de custeio e investimentos
2 IPC da Fipe registra elevação de 0,59% na primeira quadrissemana de novembro

3 IGP-M apresenta inflação de 0,16% na primeira prévia de novembro
4 INPC de outubro aponta elevação de 0,58%
5 IPCA mostra maior inflação em 6 meses e já encosta na meta deste ano
6 Dólar ontem e hoje

Internacional
1 Projeto de anel energético pode ser afetado por crise entre Peru e Chile

Biblioteca Virtual do SEE
1 BNDES. Programa de Financiamento de Geração de Energia Elétrica ("Energia Nova"). Rio de Janeiro. BNDES, 9 de novembro de 2005.

Empresas

1 CPFL Energia não vai participar de leilão de energia nova

O presidente da CPFL Energia, Wilson Ferreira Jr. informou que não vê atratividade para a companhia no leilão de energia nova a ser realizado pelo governo. "O preço teto de R$ 116 por MW para a energia dessas usinas, aliado ao seu custo e prazo de 30 anos, não traz o retorno exigido pela companhia, que é de 15%", afirmou. Segundo ele, podem atingir no máximo 11%. Assim, o preço de venda dessa energia teria de ser entre R$ 130 e R$ 140. "Estamos tentando mostrar isso ao governo", afirmou o executivo. (Valor Econômico - 10.11.2005)

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2 CPFL vai se concentrar na disputa pela CTEEP

A CPFL Energia vai concentrar esforços na privatização da empresa paulista de transmissão, a CTEEP, marcada para fevereiro. A companhia define esta semana o banco que será seu assessor financeiro na operação, informou Wilson Ferreira Jr., presidente da companhia. "A decisão está entre dois bancos com grande experiência nesse tipo de operação", afirmou. A privatização da CTEEP, será um grande negócio, admite Ferreira Jr. O capital total em poder do governo paulista é de 35%. Há ainda os minoritários com direito de "tag along" de 80% do valor de venda, que detêm mais 13%. A avaliação é de que será uma operação na casa de pelo menos R$ 1 bilhão. O executivo disse que a CPFL, caso seja vencedora na disputa, terá condições de alavancar recursos, pois seu endividamento está bem confortável. A relação dívida líquida sobre resultado operacional caiu para 1,8% no fim de setembro. (Valor Econômico - 10.11.2005)

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3 CPFL Energia registra lucro de R$ 240 mi no terceiro trimestre

De julho a setembro, a CPFL Energia lucrou R$ 240 milhões, revertendo um prejuízo de R$ 6 milhões em igual período do ano passado. No acumulado de nove meses, o ganho cresceu 439% - de R$ 119 milhões para R$ 641 milhões. A aplicação do caixa, de quase R$ 900 milhões antes do pagamento de R$ 411 milhões de dividendos em 9 de setembro, contribuiu com cerca de 15% desse resultado. O ganho operacional da CPFL foi de R$ 570 milhões no trimestre, com alta de 79%. De janeiro a setembro somou R$ 1,63 bilhão, 40% maior que em 2004. A receita bruta, por conta de maior venda de energia (1,7%) e aumento de preço médio na distribuição e geração com reajustes tarifários, cresceu 15% no acumulado do ano, para R$ 8 bilhões. No trimestre, subiu 17%. (Valor Econômico - 10.11.2005)

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4 CPFL Energia: Light só seria interessante na parte de geração

Na estratégia da CPFL Energia, da Light só seria interessante a parte de geração, afirmou Wilson Ferreira Jr., presidente da companhia. São cerca de 600 MW sem contar a parte de termoelétrica. "Em distribuição, vamos focar em ativos que tenham sinergia com nossas operações, baseadas no interior de São Paulo e Rio Grande do Sul", afirmou Ferreira Jr. (Valor Econômico - 10.11.2005)

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5 CPFL Piratininga registra lucro de R$ 47,3 mi no trimestre

A CPFL Piratininga teve lucro líquido de R$ 47,376 milhões no terceiro trimestre do ano. O resultado é maior que o prejuízo de R$ 38,651 milhões verificado em igual período do ano passado. No acumulado do ano, a empresa registrou lucro líquido de R$ 161,808 milhões, contra lucro de R$ 48,698 milhões dos noves meses de 2004. A receita bruta no trimestre ficou em R$ 635,392 milhões, ante R$ 506,364 milhões do mesmo período do ano passado. Nos primeiros nove meses, a receita bruta atingiu R$ 1,963 bilhão. A receita líquida chegou a R$ 447,543 milhões no terceiro trimestre, enquanto no mesmo período do ano passado, essa receita ficou em R$ 316,142 milhões. No acumulado do ano, a receita líquida atingiu R$ 1,374 bilhão, contra R$ 1,258 bilhão no mesmo período de 2004. O resultado bruto da CPFL Piratininga nos meses de julho a setembro ficou em R$ 109,21 milhões, contra resultado negativo de R$ 13,051 milhões no trimestre de 2004. Em nove meses, o resultado bruto somou R$ 348,635 milhões. As despesas financeiras no terceiro trimestre ficaram em R$ 24,761 milhões. No acumulado do ano, essas despesas atingiram R$ 77,694 milhões. (Canal Energia - 09.11.2005)

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6 CPFL Paulista lucra R$ 190,2 mi no terceiro trimestre

A CPFL Paulista teve lucro líquido de R$ 190,245 milhões no terceiro trimestre do ano, revertendo o resultado negativo de R$ 20,543 milhões registrado no mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, o lucro da distribuidora atingiu R$ 501,167 milhões, contra os R$ 103,328 milhões verificados em igual período de 2004. Segundo balanço divulgado pela empresa nesta quarta-feira, dia 9 de novembro, a receita bruta da companhia no trimestre chegou a R$ 1,532 bilhão, contra R$ 1,39 bilhão verificados nos meses de julho a setembro de 2004. Em nove meses, a receita bruta atingiu R$ 4,389 bilhões.Ainda de acordo com o balanço, no terceiro trimestre, a receita líquida da empresa atingiu R$ 1,079 bilhão, ante R$ 965,076 milhões do mesmo período do ano passado. Nos primeiros nove meses do ano, a receita líquida somou R$ 3,084 bilhões. O resultado bruto no trimestre ficou em R$ 295,75 milhões, enquanto no acumulado do ano, esse resultado atingiu R$ 787,443 milhões. Já as despesas financeiras passaram de R$ 132,022 no terceiro trimestre de 2004, para R$ 96,674 milhões no mesmo período desse ano. Em nove meses, as despesas atingiram R$ 440,657 milhões, contra R$ 470,893 milhões em igual período do ano passado. (Canal Energia - 09.11.2005)

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7 CPFL Geração registra lucro de R$ 31,821 mi no terceiro trimestre

A CPFL Geração registrou lucro de R$ 31,821 milhões no período entre julho e setembro deste ano, superando os R$ 14,169 milhões, também positivos, registrados no mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, o lucro ficou em R$ 87,083 milhões, contra R$ 52,312 milhões registrados no período de janeiro a setembro de 2004. A receita bruta no terceiro trimestre deste ano ficou em R$ 1,154 milhão, contra R$ 192 mil apurados em igual período de 2004. No período entre julho e setembro de 2005, a receita líquida ficou em R$ 990 mil, contra os R$ 165 mil registrados no terceiro trimestre do ano passado. O resultado bruto também ficou em R$ 990 mil no terceiro trimestre deste ano e em R$ 167 mil no mesmo período do ano passado. Já a receita operacional do período ficou em R$ 30,952 milhões este ano, contra os R$ 14,085 milhões de 2004. (Canal Energia - 09.11.2005)

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8 AES Eletropaulo tem resultado negativo de R$ 324 mi

A AES Eletropaulo anunciou prejuízo líquido de R$ 324,01 milhões no terceiro trimestre deste ano, em relação aos R$ 136,8 milhões registrados no trimestre anterior. No acumulado do ano, a empresa totaliza prejuízo de R$ 204,05 milhões, acima dos R$ 11,89 milhões verificados ao final de setembro de 2004. O vice-presidente de finanças e relações com investidores da companhia, Britaldo Soares, explicou que o resultado negativo decorre de provisões extraordinárias, no valor total de R$ 390 milhões, para acomodar em balanço a dívida da prefeitura de São Paulo e o pagamento da majoração do PIS/Cofins para a AES Tietê. "Sem essas provisões, o resultado seria próximo de zero", disse. A dívida da prefeitura paulistana com a distribuidora, de R$ 346,4 milhões, é referente a créditos entre 1996 e 2003 e já foi fruto de renegociações em 2002 e em 2004. Outros R$ 43,6 milhões do provisionamento são referentes ao pagamento de débito acumulado pela majoração dos custos de PIS/Cofins. O aumento ocorreu em 2004, mas somente agora a AES Eletropaulo definiu o pagamento da diferença. (Gazeta Mercantil - 10.11.2005)

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9 Faturamento da AES Eletropaulo atinge os R$ 2,7 bi

O faturamento da AES Eletropaulo atingiu os R$ 2,7 bilhões no terceiro trimestre, 2,5% acima do apurado no trimestre anterior, e 4,7% maior em relação ao do mesmo período do ano passado. No entanto, o volume de energia distribuída, de 7,8 mil GWh, caiu 2,5% entre julho e setembro deste ano frente os 8,1 mil GWh do mesmo período do ano passado. Para o ano, porém, a previsão é de 36 mil GWh de energia faturada, superior aos 32,67 verificados em 2004. (Gazeta Mercantil - 10.11.2005)

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10 Mercado cativo da Eletropaulo cai 2,5% no terceiro trimestre

O mercado consumidor cativo da Eletropaulo sofreu redução de 2,5% no terceiro trimestre do ano. De julho a setembro deste ano, o consumo cativo, que exclui os consumidores livres, ficou em 7.881 GWh, produzindo um faturamento de R$ 2,184 bilhões. No mesmo período do ano passado, esse consumo atingiu 8.080 GWh. Segundo Britaldo Soares, vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores da empresa, o resultado reflete a saída de grandes consumidores de sua base cativa. Neste período, seis clientes migraram da base cativa da distribuidora. Considerando os clientes livres, o consumo total da companhia cresceu 4,1%, atingindo 9.193 GWh no terceiro trimestre. A expectativa da empresa, segundo Soares, é fechar o ano com um consumo total de 36,5 mil GWh. Entre as classes de consumo, a área residencial foi a que teve melhor desempenho, com crescimento de 4,7% no terceiro trimestre. Já a classe industrial apresentou redução de 13,1%, em função da saída de grandes consumidores para o mercado livre. Em termos de investimentos, a empresa mantém o planejamento inicial e esperar fechar o ano com R$ 370 milhões. Para 2006, a expectativa é investir em torno de R$ 300 milhões. (Canal Energia - 09.11.2005)

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11 AES Tietê fecha terceiro trimestre com lucro de R$ 200,8 mi

A AES Tietê registrou lucro de R$ 200,8 milhões no período, acima dos R$ R$69,7 milhões registrados no terceiro trimestre de 2004. O faturamento bruto da companhia teve aumento de 52,9%, para R$ 393,9 milhões. Contribuíram para o resultado o pagamento da diferença pela elevação da PIS/Confins, e o aumento da receita devido ao contrato bilateral com a Eletropaulo, que agora já recebe 75% da energia a partir da geradora, a custo de R$133 por MWh. (Gazeta Mercantil - 10.11.2005)

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12 RGE fecha terceiro trimestre com lucro de R$ 27,282 mi

A RGE fechou o balanço do terceiro trimestre deste ano com lucro de R$ 27,282 milhões, valor 88,72% superior aos R$ 14,456 milhões registrados no mesmo período do ano passado. Nos primeiros nove meses do ano, a empresa registra lucro de R$ 55,054 milhões, contra os R$ 24,214 milhões acumulados entre janeiro e setembro de 2004, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira, dia 9 de novembro. A receita bruta no terceiro trimestre de 2005 foi de R$ 582,403 milhões, contra R$ 504,626 milhões registrado em igual período de 2004. Já a receita líquida foi de 389,653 milhões no período de julho a setembro deste ano, contra 355,199 milhões no terceiro trimestre de 2004. No mesmo período de comparação, o resultado bruto da companhia este ano foi de R$ 107,955 milhões, superando os R$ 93,186 milhões do ano passado. Entre julho e setembro de 2005, o item despesa operacional somou R$ 60,344 milhões, contra 65,182 milhões do mesmo período do ano passado. (Canal Energia - 09.11.2005)

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13 Projeto de desverticalização da Celesc é aprovado

Depois de um reforço de 60 policiais militares, a Assembléia Legislativa conseguiu realizar ontem a votação do polêmico projeto de desverticalização da Celesc. Com acessos policiados e manifestantes vigiados, a matéria foi aprovada com o apoio maciço da bancada governista. O projeto prevê que a Celesc possa alienar seus ativos de geração de energia, que são as PCHs, em número de 12. A empresa tem outros ativos através de consórcio, em usinas como Dona Francisca e Machadinho. O objetivo é vender esses ativos, já que a Celesc pouco investiu neles. A empresa avalia que seriam necessários grandes investimentos para que pudesse atuar na geração dentro do que prevêem as normas do setor. Os lucros com os leilões dos ativos, que podem, segundo estimativas, chegar a R$ 200 milhões, seria reinvestido na empresa, sobretudo na distribuição, área principal da atuação da estatal. (Diário Catarinense - 10.11.2005)

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14 Paraguai propõe acordo para pagamento de dívida da Usina de Itaipu com a Eletrobrás

O Paraguai propôs ao Brasil a transformação em bônus negociáveis na Bolsa de Nova York da dívida que a hidrelétrica de Itaipu tem com a Eletrobrás e com entidades de crédito. Porta-vozes da administração paraguaia de Itaipu, confirmaram que a proposta foi feita pelo presidente do Paraguai, Nicanor Duarte, a Lula durante a Cúpula das Américas da semana passada. (Gazeta Mercantil - 10.11.2005)

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15 MAB discute projetos de construção de PCHs da CFLCL

O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) contesta hoje, em Jequeri, na Zona da Mata, durante audiência pública convocada pela Fundação Estadual do Meio Ambiente, os projetos de construção de PCHs - em Rio Casca, Pedra do Anta e Jequeri. A entidade alega que o relatório de impacto ambiental (Rima), apresentado pela Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina (CFLCL), responsável pelos empreendimentos, tem informações inconsistentes. "Fizemos estudos sobre os atingidos e o valor das indenizações ficou abaixo dos nossos cálculos. Também questionamos a demora do processo, que começou em 1998. O Rima está desatualizado", afirma Leonardo Pereira Resende, advogado do MAB. (Elétrica - 09.11.2005)

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16 Cotações da Eletrobrás

No pregão do dia 09-11-2005, o IBOVESPA fechou a 30.666,07 pontos, representando uma baixa de 0,98% em relação ao pregão anterior, com movimento de R$ 1,70 bilhão. As empresas que compõem o IEE apresentaram desvalorização de 0,84%, fechando a 9.460,24 pontos. Este conjunto de empresas movimentou R$ 65,2 milhões. As ações da Eletrobrás tiveram o seguinte comportamento: ficaram cotadas a R$ 39,70 ON e R$ 40,18 PNB, baixa de 2,46% e 1,74% respectivamente, em relação ao fechamento do pregão anterior. Destaca-se que estas ações movimentaram R$ 9,4 milhões as ON e R$ 20,4 milhões as PNB. De todo o movimento das ações que compõem o IEE, as ações da Eletrobrás foram responsáveis por 31% do volume monetário. Na abertura do pregão do dia 10-11-2005 as ações da Eletrobrás foram cotadas a R$ 40,00 as ações ON, alta de 0,76% em relação ao dia anterior e R$ 39,90 as ações PNB, baixa de 0,70% em relação ao dia anterior. (Economática e Investshop - 10.11.2005)

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Leilões

1 MME e BNDES anunciam linha de financiamento

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou a criação de uma linha especial de financiamento para apoiar a construção de novas usinas e linhas de transmissão de energia. O anúncio do acordo foi feito pelo ministro do MME, Silas Rondeau, e pelo presidente do BNDES, Guido Mantega. Para fomentar o investimento privado no setor elétrico, o MME e o BNDES desenharam dois programas de financiamento para novos empreendimentos de geração e transmissão. Para ler a íntegra do Programa de Financiamento de Geração de Energia Elétrica, clique aqui. (Ministério de Minas e Energia - 09.11.2005)

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2 Programa de Financiamento: participação do BNDES foi elevada para 80%

O Programa de Financiamento de Geração de Energia Elétrica, formatado pelo MME e BNDES, difere dos programas anteriores em diversos quesitos. Em primeiro lugar, a participação dos recursos do BNDES foi elevada para 80% dos itens financiáveis e foi reduzida a exigência de capital próprio para 30%. Em segundo lugar, o programa retirou da remuneração do financiamento a parcela atrelada à variação da cesta de moedas. Assim, 80% do financiamento permaneceu remunerado à variação da TJLP adicionada a um spread de 3,5% a.a e os demais 20% serão constituídos pela remuneração de debêntures a serem emitidas pela beneficiária e subscritas pelo BNDES. O principal das debêntures será reajustado pelo IPCA. A amortização do financiamento se dará em 14 anos, somados ao período para construção e seis meses de carência a partir da entrada em operação. (Ministério de Minas e Energia - 09.11.2005)

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3 Novo programa de financiamento terá nova forma de garantias

Outra mudança a ser realizada no processo de financiamento de novos projetos de geração diz respeito às garantias exigidas. Um dos principais pleitos dos agentes do setor elétrico - a adoção do project finance - está prevista pela linha de financiamento do BNDES. Para isso, contou o presidente do banco de fomento, Guido Mantega, não haverá necessidade de apresentação de garantias reais não relacionadas ao projeto. A fiança dos acionistas ou bancária serão dispensadas desde que atendidas as e seguintes condições: aporte de recursos próprios equivalentes a pelo menos 35% das fontes de recursos do projeto; integralização dos recursos próprios antes do aporte do BNDES; contratar seguro-garantia de execução do projeto; contratação de EPC com empresas reconhecidas; apresentação de agente financeiro credenciado junto ao BNDES para efetuar repasse de parte do recurso para compartilhamento do risco de crédito. Mantega contou que está em curso uma mudança na Lei de Concessões para permitir que a concessão seja dada como garantia em caso de problemas financeiros. (Ministério de Minas e Energia e Canal Energia - 09.11.2005)

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4 Leilão de energia nova: previsão do MME de investimentos de US$ 1,2 bi

A previsão de investimentos pelo MME para as usinas do leilão de energia nova é de, no mínimo, US$ 1,2 bilhão, considerando um mínimo de 12 usinas, com capacidade total de 1,3 mil MW. (Canal Energia - 09.11.2005)

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5 BNDES avalia estrutura de financiamento para Rio Madeira e Belo Monte

O presidente do BNDES, Guido Mantega, antecipou que outros projetos serão apresentados pelo MME para que o banco avalie a estrutura do financiamento. Entre eles, estão o Complexo do rio Madeira, que demanda R$ 18 bilhões em investimentos; e Belo Monte, com estimativa de investimentos de R$ 15 bilhões. O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, ressaltou que o ministério trabalha para colocar um dos dois projetos em leilão no primeiro semestre de 2006. (Canal Energia - 09.11.2005)

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6 BNDES anuncia as novas condições de financiamento para linhas de transmissão

O BNDES anunciou também as novas condições de financiamento para linhas de transmissão. O novo pacote já será utilizado para as linhas a serem leiloadas no próximo leilão de transmissão no dia 17 de novembro. O programa prevê o financiamento de até 80% dos investimentos passíveis de apoio financeiro. Do total a ser financiado, 80% serão via contrato atrelado à Taxa de Juros de Longo Prazo e 20% mediante subscrição de debêntures, vinculadas ao IPCA, indexador das receitas provenientes das linhas de transmissão. Os investidores terão que constituir Sociedades de Propósitos Específicos (SPEs) para receber o financiamento. Na parcela do financiamento em TJLP, a taxa de remuneração total do banco será de 4% ao ano nas operações diretas e de 3% ao ano nas operações indiretas. O custo das debêntures a serem subscritas pelo BNDES terá como base a taxa referencial de mercado para Notas do Tesouro Nacional indexadas pelo IPCA, acrescida de margem fixa do BNDES de 3% ao ano. O prazo de amortização dos financiamentos é de até 12 anos. O prazo de carência é de até seis meses após a entrada do projeto em operação comercial. (Canal Energia - 09.11.2005)

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7 Mantega: novo programa de financiamento para LTs é tão ou mais seguro que o anterior

As condições para o financiamento de linhas de transmissão tiveram poucas alterações. A grande mudança é o fim da exigência de garantias reais, como imóveis ou outros bens, medida que também vale para os empréstimos para geração. Agora, os pagamentos que as usinas e operadoras de linhas de transmissão terão a receber, chamados de recebíveis, servirão de garantia para o BNDES. "É apenas um novo formato de garantia, que é tão ou mais seguro do que tínhamos anteriormente", disse Mantega. (O Estado de São Paulo - 10.11.2005)

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8 Rondaeu otimista em relação aos investimentos no setor elétrico

O ministro do MME, Silas Rondeau, afirmou que o novo programa de financiamento do BNDES aumentou seu otimismo em relação aos investimentos no setor elétrico. "Entendemos que o programa vai estimular o setor, além de permitir a produção de energia mais barata para a população", afirmou Mantega (O Estado de São Paulo - 10.11.2005)

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9 Mantega garante recursos para novas linhas de financiamento do BNDES

O presidente do BNDES, Guigo Mantega, garantiu que não faltarão recursos para as novas linhas de financiamento do setor elétrico anunciadas hoje. "Se vierem pedidos de R$ 5 bilhões, nós temos. E se vier de R$ 10 bilhões nós temos", afirmou. "Não há limite de recurso, até porque podemos captar", disse. Para Mantega a área de infra-estrutura é prioritária dentro do BNDES e a de energia é prioritária dentro de infra-estrutura. (Investnews - 09.11.2005)

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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

1 Nível dos reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste está em 60,1%

A capacidade do submercado Sudeste/Centro-Oeste está em 60,1%, com queda de 0,1% em relação ao volume registrado no dia anterior. O índice fica 32,2% acima da curva de aversão ao risco. As usinas de Miranda e de M. Moraes operam com 81% e 80,2% de capacidade, respectivamente. (Canal Energia - 09.11.2005)

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2 Índice de armazenamento da submercado Sul está em 91,1%

A região Sul registra 91,1% de volume armazenado em seus reservatórios. Em relação ao dia anterior, houve aumento de 0,2% no índice de armazenamento. A usina de Passo Fundo opera com 99,9% de capacidade. (Canal Energia - 09.11.2005)

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3 Região Nordeste registra 54,9% de volume armazenado em seus reservatórios

O nível dos reservatórios do submercado Nordeste está em 54,9%, com queda de 0,3% em relação ao dia anterior. O índice fica 34,7% acima da curva de aversão ao risco. O volume da hidrelétrica de Sobradinho está em 47,7%. (Canal Energia - 09.11.2005)

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4 Capacidade do submercado Norte está em 37,9%

O índice de armazenamento da submercado Norte está em 37,9%, com queda de 0,4% em relação ao dia anterior. A hidrelétrica de Tucuruí opera com 30,6% de capacidade. (Canal Energia - 09.11.2005)

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Gás e Termoelétricas

1 Secretário do MME pede investimentos em pesquisa na área de gás

Segundo o secretário de Petróleo e Gás Natural do MME, João José Souto, o Brasil pode sofrer problemas de abastecimento de gás natural a partir de 2010, caso novos investimentos em pesquisa na área não sejam feitos. O secretário participou nesta quarta-feira, 9 de novembro, do seminário "O gás na matriz energética: desafios e perspectivas", realizado na Câmara do Deputados, em Brasília. (Canal Energia - 09.11.2005)

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2 Governo negocia inclusão de duas termelétricas no Pecém

O governo do Ceará iniciou ontem, no Rio de Janeiro, com as cúpulas da Petrobras e da Companhia Vale do Rio Doce, negociações que visam à implantação, em 2006, no Complexo Portuário e Industrial do Pecém (55 km de Fortaleza), de mais duas termelétricas: uma movida a gás natural, com a estatal brasileira respondendo pelo investimento; e outra movida a carvão mineral, sob responsabilidade do setor privado. As conversações com a Petrobras e a Vale do Rio Doce envolveram o vice-governador Maia Júnior, que responde também pela pasta do Planejamento, e os secretários estaduais do Desenvolvimento Econômico, Régis Dias, e da Infra-Estrutura, Luís Eduardo Morais. Romeu Aldigheri, superintendente da Semace, também participou dos contatos e avaliou de forma positiva esses empreendimentos. Os dois projetos concluídos garantirão a produção de 200 megawatts a mais de energia para o Ceará. O valor dos projetos não foi divulgado pelo vice-governador Maia Júnior, mas o BNDES está liberando financiamento. (Elétrica - 09.11.2005)

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3 Gasmig busca parceiros para a compra da Gas Brasiliano

A exemplo da Cemig, a Gasmig também quer ultrapassar as fronteiras do estado. No momento, busca parceiros para a compra da Gas Brasiliano, distribuidora de gás do noroeste de São Paulo. (Relatório Reservado - 10.11.2005)

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Grandes Consumidores

1 Vale lucra R$ 7,806 bi em 9 meses

A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) acumulou até setembro deste ano lucro líquido recorde de R$ 7,806 bilhões, equivalente a R$ 6,78 por ação. O resultado que supera o montante apurado em todo o ano de 2004, de R$ 6,460 e ficou 58,2% acima do registrado de janeiro a setembro do ano passado, quando se situou em R$ 4,9 bilhões No terceiro trimestre deste ano, a companhia obteve lucro líquido de R$ 2,711 bilhões, correspondente a R$ 2,35 por ação, com incremento de 18,1% quando comparado ao mesmo período do ano passado. A receita bruta no período entre junho e setembro alcaçou R$ 9,042 bilhões, com aumento de 14,0% frente ao memo trimestre do ano passado. No acumulado do ano, receita bruta totalizou R$ 26,146 bilhões, 23,1% acima a igual período de 2004. O lucro operacional, medido pelo EBIT (lucro antes de despesas financeiras e impostos), no acumulado do ano foi de R$ 10,897 bilhões. Já o Ebitda (geração de caixa) no período de doze meses encerrado em 30 de setembro de 2005 chegou a R$ 15,503 bilhões, 26,6% a mais que o do ano de 2004 ( de R$ 12,249 bilhões). As exportações consolidadas de janeiro a setembro atingiram a marca de US$ 5,010 bilhões, crescendo 20,1% relativamente ao realizado no mesmo período de 2004. (Jornal do Commercio - 10.11.2005)

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2 Vale: maior parte das unidades opera a plena capacidade

A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) informou que opera a plena capacidade na maior parte de suas unidades e cada tonelada produzida é embarcada para seus clientes. A despeito das pressões de custos derivadas do ciclo econômico e da significativa apreciação do real, as margens de rentabilidade continuam a se manter em níveis bastante superiores à média histórica, enquanto que a geração de caixa tem sido suficiente para financiar um vasto programa de investimentos e considerável retorno de capital aos acionistas, ao mesmo tempo em que o balanço da companhia tem mostrado crescente fortalecimento. A prioridade para o uso do fluxo de caixa da CVRD é o financiamento de oportunidades de investimento geradoras de valor, a administração adequada de seu balanço e o retorno do capital para os acionistas. (Jornal do Commercio - 10.11.2005)

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3 Vale: bom desempenho operacional e financeiro é responsável pelos resultados

A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) atribuiu os números recordes à boa performance operacional e financeira. De acordo com a companhia, a despeito das pressões de custos derivadas do ciclo econômico e da significativa apreciação do real, as margens de rentabilidade continuaram em níveis bastante superiores à média histórica, enquanto que a geração de caixa tem sido suficiente para financiar um vasto programa de investimentos. (Jornal do Commercio - 10.11.2005)

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4 Lucro da Braskem cai 90% no trimestre

O lucro líquido acumulado nos nove primeiros meses do ano da Braskem, maior petroquímica da América Latina, somou R$ 681 milhões, mais que triplo do apurado no mesmo período de 2004, quando a empresa lucrou R$ 204 milhões. No terceiro trimestre, entretanto, o lucro foi de R$ 48 milhões, uma queda de 90% na comparação com a mesma fase de 2004. O Ebitda somou R$ 353 milhões de julho a setembro, inferior ante os R$ 744 milhões de um ano antes. No acumulado do ano, caiu 15%, para R$ 1,6 bilhão. A receita líquida entre julho e setembro atingiu R$ 2,8 bilhões, valor 17% inferior na comparação com o mesmo período de 2004. Da receita, 19% foram obtidos com exportações. A empresa informou que a queda é conseqüência do realinhamento de preços no mercado interno e da apreciação do real, que afetou o faturamento com exportações. No acumulado do ano, a receita cresceu 6%, para R$ 8,7 bilhões, ante a do mesmo período do ano anterior, de R$ 8,2 bilhões. (Gazeta Mercantil - 10.11.2005)

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5 Braskem investe, apesar de queda no lucro

A Braskem, indústria do setor petroquímico controlada pelo grupo Odebrecht, apesar da queda acentuada no lucro líquido, anunciou ontem que vai investir para dar importante passo de consolidação na América Latina, região para a qual destina 20% de suas exportações, que devem totalizar US$ 1 bilhão este ano. O Conselho de Administração aprovou a criação de filial na Argentina, onde atualmente opera por meio de um trader. Segundo o presidente da Braskem, José Carlos Grubisich, a manutenção da nova unidade no país vizinho deve custar cerca de US$ 1,5 milhão por ano à petroquímica. Os investimentos na empreitada, porém, não são revelados. "Nosso objetivo é que esta filial entre em operação no máximo em 60 dias. Assim teremos estoque para abastecer o país que compra 80% das encomendas latino-americanas", disse Grubisich. A Braskem trabalha para levar adiante outros dois projetos, na Venezuela e na Bolívia. No primeiro caso, o objetivo é criar unidade produtora de polietileno. No segundo a proposta é a construção de um complexo na fronteira Brasil-Bolívia para produzir resinas a partir do gás natural do gasoduto que existe entre os dois países. (Jornal do Commercio - 10.11.2005)

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Economia Brasileira

1 Governo libera R$ 1,2 bi para gastos de custeio e investimentos

O governo ampliou ontem em R$ 1,2 bilhão os limites de gastos de custeio e investimentos do Orçamento 2005 dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário após elevar a projeção de arrecadação de receitas em R$ 3,485 bilhões, mas parte dos recursos foi destinada ao pagamento das despesas obrigatórias que cresceram R$ 1,26 bilhão acima do previsto no último decreto. Serão ampliados, em relação ao decreto de outubro, gastos de R$ 1,213 bilhão para o Executivo e R$ 21,2 milhões para os poderes Legislativo, Judiciário e para o Ministério Público da União. Segundo informações do Ministério do Planejamento, cresceu a arrecadação do Imposto de Renda, da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido e da Cofins. A Receita Federal alterou suas estimativas, apontando elevação de R$ 1,8 bilhão no IR e de R$ 1,1 bilhão na CSLL na arrecadação anual em relação à projeção anterior. "Em função do recolhimento acima do previsto, ocorrido no mês de setembro, e da expectativa positiva para o mês de outubro, e tendo em vista a necessidade de atendimento de despesas urgentes, procede-se à reavaliação das projeções fiscais, a ser revisada por ocasião da avaliação do quinto bimestre", diz a nota oficial do Planejamento. (Gazeta Mercantil - 10.11.2005)

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2 IPC da Fipe registra elevação de 0,59% na primeira quadrissemana de novembro

O IPC no município de São Paulo subiu 0,59% na primeira medição do mês. Em outubro, a inflação medida pela Fipe foi de 0,63%. O item Despesas Pessoais verificou o incremento mais expressivo no período, de 0,89%, seguido por Transportes, que viu elevação de 0,83%. No mês passado, esses grupos registraram crescimento de 0,81% e 1,23%, respectivamente. Alimentação aumentou 0,59%, Habitação teve alta de 0,53% e Saúde avançou 0,40%. Vestuário apurou expansão de 0,18%, depois de um acréscimo de 0,01% em outubro. Educação apresentou a menor variação positiva, de 0,09%. (Valor Econômico - 10.11.2005)

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3 IGP-M apresenta inflação de 0,16% na primeira prévia de novembro

O IGP-M apurou inflação de 0,16% na primeira prévia de novembro. Todos os seus três apresentaram taxas de variação positivas, mas de menor intensidade do que na mesma medição do mês anterior. Em outubro, a primeira apuração do índice calculado pela FGV havia apurado inflação de 0,25% e, no mês inteiro, de 0,60%. No acumulado de 2005, até o primeiro decêndio de novembro, a elevação do IGP-M é de 0,97% e, em 12 meses, de 1,71%. Na primeira parcial de novembro, o IPA teve alta de 0,13%. Em período equivalente de outubro, o IPA havia subido 0,25%. O IPC assinalou 0,22% de alta na primeira prévia de novembro, contra inflação de 0,29% na parcial de outubro. O INCC teve elevação de 0,17%, depois de aumentar 0,22% na medição inicial de outubro. (Valor Econômico - 10.11.2005)

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4 INPC de outubro aponta elevação de 0,58%

O INPC apurou alta de 0,58% em outubro. O resultado é superior ao de setembro, quando o indicador apresentou avanço de 0,15%. Em outubro de 2004, a alta do INPC havia sido de 0,17%. Nos dez primeiros meses, o indicador acumula elevação de 4,77% e, nos 12 meses encerrados em outubro, de 5,42%. Os alimentos aumentaram 0,28% e puxaram o resultado do índice em outubro. Em setembro, os produtos alimentícios tinham recuado 0,45%. Outro fator de influência foi o reajuste das passagens dos ônibus urbanos em Salvador e Goiânia. Com esses aumentos, esse item registrou alta de 1,67% no INPC geral.O maior índice regional de outubro foi registrado em Salvador, alta de 1,49%. O menor resultado regional ocorreu no Rio de Janeiro, inflação de 0,16%. (Valor Econômico - 10.11.2005)

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5 IPCA mostra maior inflação em 6 meses e já encosta na meta deste ano

A inflação medida pelo IPCA registrou alta de 0,75% em outubro, segundo dados divulgados pelo IBGE. No mês anterior, o índice, que baliza as metas de inflação definidas pelo Banco Central, havia mostrado alta bem menor, de 0,35%. O resultado de outubro representa, na verdade, a maior inflação desde abril e ficou bem acima das expectativas dos analistas, de 0,56%, segundo o último Relatório de Mercado organizado pelo Banco Central. Nos dez primeiros meses deste ano, o IPCA acumula alta de 4,73%, um resultado bastante próximo da meta fixada pelo BC, de 5,1%. Por outro lado, o índice observados nos dez primeiros meses do ano passado era maior, de 5,95% O principal impacto sobre a inflação de outubro veio da gasolina, que ficou em 4,17% em outubro ainda devido ao reajuste de 10% praticado pela Petrobrás em setembro. Segundo o IBGE, no mês anterior apenas uma parcela do reajuste havia sido captado pelo IPCA. (Folha de São Paulo - 10.11.2005)

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6 Dólar ontem e hoje

O mercado financeiro operou um pouco mais tenso na manhã desta quinta-feira, mas nem por isso o dólar conseguiu interromper o movimento de queda. A moeda americana abriu em alta no início do dia, mas fechou a manhã em baixa de 0,41%, cotada por R$ 2,168 na compra e R$ 2,170 na venda. Este é o nono dia seguido de queda do dólar, que opera no menor patamar desde abril de 2001. Ontem, o dólar comercial terminou com queda de 0,72%, negociada a R$ 2,1770 para a compra e R$ 2,1790 para a venda, no menor patamar desde 12 de abril de 2001, quando fechou valendo R$ 2,1550. (O Globo Online e Valor Online - 10.11.2005)

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Internacional

1 Projeto de anel energético pode ser afetado por crise entre Peru e Chile

A recente crise diplomática entre o Peru e o Chile já ameaça a criação do "anel energético", um dos principais projetos de integração na América do Sul. O projeto prevê a criação de rede de gasodutos interligando Peru, Chile, Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil. A Bolívia participa do debate como convidada. O objetivo é facilitar a distribuição do gás produzido na região. Bolívia e Peru são os principais exportadores. Havia a expectativa de que um acordo pudesse ser assinado na cúpula do Mercosul, em dezembro. Anteontem, porém, o Peru cancelou sua participação numa reunião técnica de dois dias em Buenos Aires, que deveria definir o marco jurídico para um eventual acordo relativo ao anel energético. A decisão seria motivada pela crise diplomática com o Chile. O presidente peruano, Alejandro Toledo, alterou unilateralmente a fronteira marítima com o Chile, que não aceita a mudança. A decisão sugere que o governo peruano pode adotar uma estratégia similar à da Bolívia, que se recusa a vender gás ao Chile enquanto os dois países não resolverem uma disputa de fronteira. O Chile depende de gás importado para sua indústria e para a geração de eletricidade. Se perceber que o fornecimento de gás não será garantido, o Chile poderia desistir de investir no anel energético. (Valor Econômico - 10.11.2005)

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Biblioteca Virtual do SEE

1 BNDES. Programa de Financiamento de Geração de Energia Elétrica ("Energia Nova"). Rio de Janeiro. BNDES, 9 de novembro de 2005.

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Equipe de Pesquisa UFRJ - Eletrobrás
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Sub-editor: Fabiano Lacombe
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Daniel Bueno, Alice Fucs, Carolina Pereira, Marcelo Machado, Guilherme Branquinho e Larissa Barbosa

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos de vista da Eletrobrás e da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

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Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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