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IFE: nº 1.694 - 09 de novembro de 2005
www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras
ifes@race.nuca.ie.ufrj.br
lEditor:Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Regulação e Novo Modelo
1
Dilma: investimentos em energia e logística são pilares para a economia
2 Impostos sobem 19% e luz pode ficar mais cara
3 Reunião da Abdib analisa novas regras para compensação ambiental
4 CCEE conclui liquidação financeira relativa a setembro

Empresas
1 Votação do processo de desverticalização da Celesc é suspensa
2 Alerj realiza audiência pública sobre aumento na tarifa da Ampla
3 S&P atribui rating de crédito corporativo 'B+' para Cataguazes-Leopoldina
4 Aneel aprova programas de eficiência energética da Manaus Energia e AES Sul
5 Eletrobrás e PUC-RS inauguram laboratórios de ensaio em eficiência energética
6 Cotações da Eletrobrás
7 Curtas

Leilões
1 Leilão de LTs: Aneel analisa recursos de empresas excluídas

Oferta e Demanda de Energia Elétrica
1 Descargas atmosféricas cortam fornecimento de energia em Boa Vista (RR)
2 Nível dos reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste está em 60,2%
3 Índice de armazenamento da região Sul está em 90,8%

4 Região Nordeste registra 55,2% de volume armazenado

5 Capacidade do submercado Norte está em 38,2%

Gás e Termelétricas
1 Dilma admite novo reajuste nos preços do GNV
2 Dilma: falta do insumo impede migração para veículos movidos a gás
3 Crescem investimentos no setor sucroalcooleiro
4 Governo de SP não permitirá que Gaspetro seja acionista majoritária da Gas Brasiliano
5 Termopernambuco registra lucro de R$ 33 mi no terceiro trimestre
6 Parlamentares visitam usinas em Angra

Grandes Consumidores
1 Lucro da Gerdau cai 31,5% e fica em R$ 811,6 mi
2 Gerdau: vendas físicas no mercado interno devem cair 10%
3 Gerdau: investimentos totais somaram US$ 658 mi
4 Gerdau coloca usina de aços longos em operação
5 Acesita registra lucro de R$ 546,8 mi entre janeiro e setembro
6 Acesita vai investir R$ 95 mi na ampliação da sua produção de aço
7 Usiminas registra lucro de R$ 782 mi entre julho e setembro
8 Usiminas fecha contrato para reforma de unidade de produção da Cosipa
9 Usiminas discute pacote de investimentos avaliado em US$ 800 mi
10 Usiminas reduz dívida em 2005
11 Usiminas comercializou 1,8 milhões de toneladas de produtos no terceiro trimestre
12 Suzano prepara captação de R$ 800 mi

Economia Brasileira
1 Produção industrial tem queda de 2% em setembro, diz IBGE
2 Indústria está desacelerando, avalia CNI

3 Tesouro Nacional anuncia nova captação com reabertura de bônus 2015
4 IPC-S aponta inflação de 0,51% em SP
5 Dólar ontem e hoje

Internacional
1 CNE aprova aquisição da Endesa pela Gas Natural
2 China investirá US$ 180 bi em energias renováveis
3 Cuba economiza em energia

Regulação e Novo Modelo

1 Dilma: investimentos em energia e logística são pilares para a economia

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, cobrou mais investimentos do governo nas áreas de logística e energia, mas negou que faça oposição dentro do ministério ao ministro Antonio Palocci, principal defensor de um rígido controle de gastos oficiais. "A posição da Fazenda e da Casa Civil são complementares até porque hoje a consciência de que esses recursos são para gastar é a mesma na Casa Civil e na Fazenda. A Fazenda também percebe claramente a importância de se gastar e investir em infra-estrutura. Acredito que tem muita agitação para pouca base", disse. Segundo Dilma, os investimentos em logística e energia são pilares da economia que devem ser somados à estabilidade econômica. "O país tem que ter uma economia baseada no pilar da estabilidade e da robustez macroeconômica, no pilar da logística e no pilar da energia", afirmou. Dilma afirmou que a meta de superávit primário de 4,25% do PIB deve ser cumprida para este ano e para 2006. (Folha de São Paulo - 09.11.2005)

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2 Impostos sobem 19% e luz pode ficar mais cara

A tarifa de energia elétrica pode ficar mais cara para os consumidores a partir de 2006, por causa de um aumento de 19% na carga tributária média. A elevação dos tributos de 2005 para 2006 deverá ser provocada principalmente pela mudança no sistema de recolhimento da contribuição ao INSS e na unificação do ICMS dos Estados, medida já aprovada no Congresso Nacional, que aguarda regulamentação para entrar em vigor em 2006. O aumento do custo tributário foi a principal conclusão de um estudo da consultoria PriceWaterhouseCoopers, a pedido das principais associações representantes da cadeia de energia elétrica. (O Estado de São Paulo - 09.11.2005)

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3 Reunião da Abdib analisa novas regras para compensação ambiental

O comitê de Meio Ambiente da Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústrias de Base vai se reunir na sexta-feira, dia 11 de novembro, para estudar a nova metodologia para o cálculo da taxa de compensação ambiental, valor a ser pago pelos empreendedores em projetos terrestres de infra-estrutura. A intenção é, após a reunião, oferecer sugestões para aperfeiçoar o novo método proposto pelo ministério de Meio Ambiente. A Abdib pretende realizar simulações nos empreendimentos em andamento, utilizando as novas regras sugeridas pelo governo federal, com o intuito de verificar avanços em relação aos métodos atualmente praticados. (Canal Energia - 08.11.2005)

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4 CCEE conclui liquidação financeira relativa a setembro

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica concluiu nesta terça-feira, 8 de novembro, o processo de liquidação financeira relativo às negociações do mercado de curto prazo do mês de setembro. Segundo a CCEE, o valor liquidado ficou em R$ 119,511 milhões, o que correspondeu a 99,05% de adimplência. Participaram desta operação 569 agentes, sendo 348 devedores e 221 credores. O montante contabilizado atingiu R$ 120,655 milhões. O total de garantias cobertas pelos agentes devedores para este ciclo representou 56,91% do valor contabilizado. (Canal Energia - 08.11.2005)

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Empresas

1 Votação do processo de desverticalização da Celesc é suspensa

A votação na Assembléia Legislativa de Santa Catarina para aprovação do Projeto de Lei 2426/2005, que autoriza a desverticalização da Celesc, acabou não ocorrendo pela intervenção de sindicalistas e servidores, ontem, na Assembléia Legislativa. Os eletricitários invadiram o plenário e impediram que a questão viesse a ser votada pelos parlamentares. Depois de pouco mais de 2 horas de negociações, a sessão foi suspensa. Os manifestantes concordaram em sair pacificamente das instalações desde que não viessem a ser presos. Pela manhã, o projeto recebeu parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça da Casa, com uma votação de cinco a quatro. A matéria deve ser colocada em votação no plenário nesta quarta-feira (09/11). (A Notícia - 09.11.2005)

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2 Alerj realiza audiência pública sobre aumento na tarifa da Ampla

A Comissão de Minas e Energia da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) realiza na quinta-feira, 10 de novembro, audiência pública com a Ampla para discutir o aumento da tarifa de energia. Nesta terça-feira, dia 8, a comissão ouviu a Light e a Aneel, que fizeram uma exposição dos fatores que influenciaram o reajuste. Segundo Ângela Magalhães Gomes, diretora de regulação da Light, os impostos e encargos setoriais foram os itens incidentes no reajuste que mais aumentaram. Ela disse aos deputados estaduais que os outros itens são o lucro da companhia e o preço da compra de energia. O diretor-geral da Aneel, Jerson Kelman, chegou a pedir aos parlamentares que interfiram para diminuir o valor dos impostos. (Canal Energia - 08.11.2005)

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3 S&P atribui rating de crédito corporativo 'B+' para Cataguazes-Leopoldina

A Standard & Poor's atribuiu nesta segunda-feira, 7 de novembro, em sua escala global, o rating de crédito corporativo 'B+', em moeda local e estrangeira, à Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina. O rating de crédito na Escala Nacional Brasil é 'brBBB+'. A perspectiva dos ratings é negativa. Essa perspectiva reflete o risco de refinanciamento provocado pelo grande volume de dívida de curto prazo a custo elevado, o que tornará seu fluxo de caixa apertado, segundo a S&P. Atualmente, o endividamento de curto prazo da grupo atinge R$ 570 milhões, contra R$ 430 milhões líquidos das reservas de caixa. Outro fator que influencia negativamente os ratings da empresa é o conflito de relacionamento entre os acionistas controladores - família Botelho - e os minoritários - a norte-americana Alliant e o fundo de investimento Fondelec. (Canal Energia - 08.11.2005)

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4 Aneel aprova programas de eficiência energética da Manaus Energia e AES Sul

A Aneel aprovou os programas de eficiência energética da Manaus Energia e da AES Sul. O programa da Manaus Energia vai receber R$ 5,2 milhões de investimento. Já a distribuidora gaúcha vai aplicar cerca de R$ 7,9 milhões nos projetos. A implantação dos programas das duas empresas devem ser concluídos até o dia 31 de outubro de 2006. (Canal Energia - 08.11.2005)

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5 Eletrobrás e PUC-RS inauguram laboratórios de ensaio em eficiência energética

A Eletrobrás e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul vão inaugurar na quarta-feira, 9 de novembro um complexo de laboratórios voltado para a realização de ensaios de eficiência energética, no âmbito do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica. O projeto tem como objetivo capacitar laboratórios para etiquetagem e concessão do Selo Procel e conta com apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). O investimento foi da ordem de R$ 3,7 milhões e teve contrapartida da PUC-RS da ordem de R$ 1,2 milhão. (Canal Energia - 08.11.2005)

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6 Cotações da Eletrobrás

No pregão do dia 08-11-2005, o IBOVESPA fechou a 30.970,60 pontos, representando uma alta de 0,06% em relação ao pregão anterior, com movimento de R$ 1,31 bilhão. As empresas que compõem o IEE apresentaram desvalorização de 0,86%, fechando a 9.539,95 pontos. Este conjunto de empresas movimentou R$ 73,6 milhões. As ações da Eletrobrás tiveram o seguinte comportamento: ficaram cotadas a R$ 40,70 ON e R$ 40,89 PNB, baixa de 0,73% e 0,99% respectivamente, em relação ao fechamento do pregão anterior. Destaca-se que estas ações movimentaram R$ 17,2 milhões as ON e R$ 24,8 milhões as PNB. De todo o movimento das ações que compõem o IEE, as ações da Eletrobrás foram responsáveis por 34% do volume monetário. Na abertura do pregão do dia 09-11-2005 as ações da Eletrobrás foram cotadas a R$ 41,10 as ações ON, alta de 0,98% em relação ao dia anterior e R$ 41,35 as ações PNB, alta de 1,12% em relação ao dia anterior. (Economática e Investshop - 09.11.2005)

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7 Curtas

A Elektro lançou, na última segunda-feira, 7 de novembro, a Estação Elektro, um projeto que tem como principal objetivo disseminar informações sobre a segurança no uso da energia elétrica. (Canal Energia - 08.11.2005)

O presidente da Celesc, Miguel Ximenes, constatou a precariedade nas instalações da empresa em Tubarão. Ximenes está fechando a compra da antiga sede da Casan, mediante permuta de dívidas, para sediar, depois de uma ampla reforma, os escritórios da agência regional. (Eletrosul - 08.11.2005)

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Leilões

1 Leilão de LTs: Aneel analisa recursos de empresas excluídas

A Aneel realiza reunião extraordinária de diretoria na próxima sexta-feira, 11 de novembro, para analisar os recursos das empresas que não foram pré-habilitadas para o leilão de transmissão, que acontece no dia 17 de novembro, na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. A lista inclui a Chesf e a Alusa Engenharia, além de outros consórcios. Na segunda-feira, 7 de novembro, a comissão especial de licitação da agência manteve a decisão de desqualificar as empresas, que foram excluídas da concorrência por problemas estruturais nos consórcios. As 23 empresas pré-qualificadas para o leilão terão que depositar as garantias na Bolsa de Valores de São Paulo, no dia 16 de novembro, entre 9 e 14 horas. A Aneel vai liberar o nome das empresas habilitadas a participar da concorrência às 18 horas do mesmo dia. O leilão será realizado a partir das 10 horas do dia 17, na Bolsa do Rio de Janeiro. (Canal Energia - 08.11.2005)

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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

1 Descargas atmosféricas cortam fornecimento de energia em Boa Vista (RR)

A população de Boa Vista (RR) foi pega de surpresa neste final de semana, com as quedas de energia elétrica não programadas pela distribuidora Boa Vista Energia. A falta de energia foi geral, atingindo todos os bairros da cidade. No sábado, dia 5, a primeira queda de energia foi registrada por volta das 21 horas e ,na segunda feira,depois do meio dia. A Assessoria de Comunicação da Boa Vista Energia informou que a interrupção foi provocada por descargas atmosféricas. Segundo informações da Ascom, o desligamento de sábado, que durou oito minutos, ocorreu na linha de transmissão localizada entre o Brasil e Venezuela e a de domingo foi em território brasileiro. (Eletrosul - 08.11.2005)

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2 Nível dos reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste está em 60,2%

A capacidade do submercado Sudeste/Centro-Oeste está em 60,2%, com aumento de 0,2% em relação ao volume registrado no dia anterior. O índice fica 32,2% acima da curva de aversão ao risco. As usinas de Furnas e de Camargos operam com 77,2% e 35,3% de capacidade, respectivamente. (Canal Energia - 08.11.2005)

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3 Índice de armazenamento da região Sul está em 90,8%

A região Sul registra 90,8% de volume armazenado em seus reservatórios. Em relação ao dia anterior, dia 6, houve queda de 0,2% no índice de armazenamento. A usina de Machadinho opera com 96,8% de capacidade. (Canal Energia - 08.11.2005)

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4 Região Nordeste registra 55,2% de volume armazenado

O nível dos reservatórios do Nordeste está em 55,2%, com queda de 0,4% em relação ao dia anterior. O índice fica 34,9% acima da curva de aversão ao risco. O volume da hidrelétrica de Sobradinho está em 48%. (Canal Energia - 08.11.2005)

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5 Capacidade do submercado Norte está em 38,2%

O índice de armazenamento da região Norte está em 38,2%, com queda de 0,5% em relação ao dia anterior. A hidrelétrica de Tucuruí opera com 31% de capacidade. (Canal Energia - 08.11.2005)

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Gás e Termoelétricas

1 Dilma admite novo reajuste nos preços do GNV

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, admitiu que pode haver novo reajuste de GNV (Gás Natural Veicular). Segundo Dilma, um novo ajuste pode ocorrer por aumento do preço ou pela diminuição de quantidade de gás fornecida, uma vez que a capacidade de produção do insumo hoje no país é limitada. "É inexorável que o ajuste [de preço do gás] se dê. Ou o mercado fica estagnado ou você tem um aumento de preço", afirmou a ministra. Dilma não deu prazos para o eventual reajuste e disse que o horizonte de tempo ocorrerá na medida em que a demanda de gás veicular natural aumentar no país. (Folha de São Paulo - 09.11.2005)

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2 Dilma: falta do insumo impede migração para veículos movidos a gás

Segundo a ministra Dilma Rousseff, o preço do gás natural em relação ao álcool e à gasolina é baixo. Por outro lado, a falta de gás natural para suprir a demanda impede a migração de usuários de álcool e gasolina para veículos movidos por esse combustível. "Não tem como deslocar os usuários porque não há gás natural [suficiente para maior demanda]. As condições para produzir mais gás hoje inexistem. Não há como fornecer mais gás natural veicular [do que o atualmente fornecido]. O gás não dá em árvore", disse Dilma. (Folha de São Paulo - 09.11.2005)

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3 Crescem investimentos no setor sucroalcooleiro

De olho no crescimento da geração de energia que utiliza como fonte o bagaço de cana, fornecedores de cabos de energia como Wirex Cable, IPCE e Phelps Dodge estão ampliando sua atuação no setor sucroalcooleiro. As empresas estimam um investimento de R$ 65 milhões em cabos elétricos pelos produtores de açúcar e álcool nos próximos cinco anos. O excedente dessa energia é vendido no mercado aberto. A paulista Wirex Cable, obtém 7% do seu faturamento nesse setor. Apenas para o setor sucroalcooleiro a Wirex estima que investirá mais US$ 1 milhão até o final de 2006. A IPCE ampliou suas vendas para o setor a partir de 2001, devido aos projetos de venda de energia das usinas. Hoje, estas vendas representam 6% do faturamento da IPCE e devem chegar a 10% nos próximos dois anos. A concentração das usinas sucroalcooleiras no interior de São Paulo pode restringir as vendas, uma vez que a distância entre as usinas e as linhas de transmissão são pequenas. Para os próximos anos, as maiores apostas da Phelps Dodge estão nas indústrias de siderurgia, mineração e papel e celulose. (Valor Econômico - 09.11.2005)

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4 Governo de SP não permitirá que Gaspetro seja acionista majoritária da Gas Brasiliano

O governo de São Paulo vai cumprir à risca o edital de privatização e não permitirá que a Gaspetro seja acionista majoritária da Gas Brasiliano caso feche a compra da concessionária, distribuidora de gás no noroeste do estado. A estatal não poderá nem mesmo dividir o controle da empresa, ainda que por via indireta. Desta forma, a Petrobras terá de rever o acordo que fez com a portuguesa Galp, que previa a divisão meio a meio do controle da Gas Brasiliano. (Relatório Reservado - 09.11.2005)

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5 Termopernambuco registra lucro de R$ 33 mi no terceiro trimestre

A Termope S.A., empresa do grupo Neoenergia que controla a termelétrica Termopernambuco, registrou lucro de R$ 33,001 milhões no terceiro trimestre de 2005, 31,26% inferior ao verificado no mesmo período do ano passado, quando teve lucro de R$ 48,005 milhões. O lucro acumulado da Termope no ano fechou em R$ 91,578 milhões, um aumento de 121,01% em comparação com os R$ 41,437 milhões obtidos no mesmo período de 2004. A receita bruta da empresa no período entre julho e setembro ficou em R$ 141,453 milhões, praticamente sem variação em relação a igual trimestre do ano passado, quando teve receita bruta de R$ 141,464 milhões. Já a receita líquida da Termope no último trimestre ficou em R$ 128,368 milhões, 1,05% inferior em relação aos R$ 129,733 milhões apurados no mesmo período de 2004. O resultado operacional fechou o terceiro trimestre com R$ 50,523 milhões, uma queda de 25,20% em comparação com os R$ 67,548 milhões do mesmo período de 2004. (Canal Energia - 08.11.2005)

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6 Parlamentares visitam usinas em Angra

O grupo de trabalho criado na Câmara para avaliar a fiscalização e a segurança nuclear do País visitou as instalações das usinas nucleares de Angra 1 e 2, em Angra dos Reis (RJ). De acordo com o relator do grupo, deputado Edson Duarte (PV-BA), o objetivo das visitas é avaliar a segurança na atividade e a correta fiscalização das fontes de energia. Posteriormente, o grupo apresentará propostas para tornar mais eficaz o sistema de fiscalização nuclear do País. (Elétrica - 08.11.2005)

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Grandes Consumidores

1 Lucro da Gerdau cai 31,5% e fica em R$ 811,6 mi

A queda acentuada das vendas internas e o impacto da desvalorização do dólar na conversão para reais das receitas com exportações a partir do Brasil e dos negócios das usinas no exterior derrubaram o lucro da Gerdau. É a primeira queda no lucro trimestral consolidado do grupo depois de um ciclo de sete períodos de alta na comparação com os mesmos intervalos dos anos anteriores. De julho a setembro e antes de descontar a participação dos minoritários, o resultado do grupo ficou em R$ 819,7 milhões, ante R$ 1,18 bilhão no terceiro trimestre de 2004. Seguindo o mesmo critério, no acumulado dos nove meses, porém, ainda houve ligeira alta de 2,3%, para R$ 2,5 bilhões. No terceiro trimestre, a receita líquida caiu 2,7% em comparação com o mesmo período de 2004, para R$ 5,09 bilhões, por conta da queda de 13,4%, para R$ 2,41 bilhões, nas operações no Brasil (incluindo exportações). Ao mesmo tempo, e apesar do câmbio desfavorável, as vendas somaram R$ 2,42 bilhões para as unidades na América do Norte, alta de 7,8%, e R$ 251,8 milhões para as usinas da América do Sul (exceto as brasileiras), com expansão de 30,2%. Nos nove meses, a receita líquida consolidada aumentou 11,3%, para R$ 16,35 bilhões, com desempenho positivo de todas as regiões. (Valor Econômico - 09.11.2005)

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2 Gerdau: vendas físicas no mercado interno devem cair 10%

Segundo o vice-presidente executivo de finanças e diretor de relações com investidores da Gerdau, Osvaldo Schirmer, as vendas físicas no mercado interno devem cair 10% em 2005 na comparação com 2004, quando o volume atingiu 3,88 milhões de toneladas, em função da fraca atividade econômica no país. Para 2006, o vice-presidente do grupo, Frederico Gerdau Johannpeter, prevê um crescimento de 6% na demanda doméstica, impulsionado pelo estímulo aos investimentos em infra-estrutura em ano eleitoral. De janeiro a setembro, a queda foi de 13,4%, para 2,65 milhões de toneladas, e no terceiro trimestre o recuo foi ainda maior: 17,3%, para 917,3 mil toneladas. Já as vendas físicas totais cresceram 7,7% nos nove meses, para 10,18 milhões de toneladas, e 7,1% no terceiro trimestre, para 3,39 milhões de toneladas. Com a expansão de 11% nos embarques a partir do Brasil no acumulado do ano, para 2,13 milhões de toneladas, e 21% no desempenho das unidades no exterior, para 5,38 milhões de toneladas, quase 74% das operações foram fechadas em moeda estrangeira e sofreram o impacto do dólar desvalorizado. Ao mesmo tempo, os preços médios em dólar subiram 15% no acumulado do ano, para US$ 427 a tonelada, e devem manter-se estáveis no quarto trimestre, disse Johannpeter. (Valor Econômico - 09.11.2005)

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3 Gerdau: investimentos totais somaram US$ 658 mi

Segundo o vice-presidente executivo de finanças da Gerdau, os investimentos totais do grupo somaram US$ 658 milhões nos nove meses, sendo US$ 410 milhões no Brasil e o restante no exterior, incluindo os US$ 115 milhões aplicados no aumento da participação acionária nas usinas Sipar (Argentina) e Diaco (Colômbia), em setembro. As duas unidades passarão a ser consolidadas integralmente nas demonstrações de resultados do conglomerado no quarto trimestre deste ano. (Valor Econômico - 09.11.2005)

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4 Gerdau coloca usina de aços longos em operação

O vice-presidente do grupo Gerdau, Frederico Gerdau Johannpeter, anunciou que a Gerdau coloca hoje em operação a usina de aços longos de Araçariguama (SP), que num prazo de seis a 12 meses deve atingir gradualmente a capacidade instalada de 900 mil toneladas anuais. A laminadora, capaz de produzir 600 mil toneladas por ano, deve funcionar a partir do fim de 2007. O investimento na primeira fase é de US$ 160 milhões na primeira fase e totalizará US$ 220 milhões com a laminação. (Valor Econômico - 09.11.2005)

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5 Acesita registra lucro de R$ 546,8 mi entre janeiro e setembro

A Acesita anunciou a realização de um lucro líquido de R$ 546,8 milhões, de janeiro a setembro de 2005. O lucro líquido no terceiro trimestre, foi de R$ 181,4 milhões, 21,5% menor que em igual trimestre de 2004, resultado da queda nos preços e da demanda decrescente. O lucro líquido dos nove meses superou o do mesmo período do ano anterior em 29,5%. Segundo o presidente da Acesita, o engenheiro francês Jean-Phillippe Demael, que assumiu a direção da empresa neste ano, até setembro a empresa conseguiu reduzir despesas financeiras, obteve ganhos contábeis gerados pelo impacto da variação cambial sobre a dívida em moeda estrangeira e, ainda, dos julgamentos favoráveis à Acesita de ações judiciais em questões fiscais. O endividamento líquido de R$ 400 milhões em setembro foi 67,7% menor em relação ao mesmo mês de 2004, o que contribuiu para a diminuição das despesas financeiras que somaram R$ 10,3 milhões no trimestre, ante R$ R$ 55 milhões do ano anterior. (Gazeta Mercantil - 09.11.2005)

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6 Acesita vai investir R$ 95 mi na ampliação da sua produção de aço

A Acesita vai investir R$ 95 milhões para ampliar em 50% sua capacidade de produção de aços siliciosos, das atuais 200 mil toneladas por ano para 300 mil toneladas anuais a partir de 2008. O produto, aplicado em equipamentos do setor elétrico, como transformadores, vem apresentando forte demanda e tendência de alta nos preços. No terceiro trimestre deste ano, quando todos os itens comercializados pela Acesita registraram declínio nas vendas no mercado interno, os siliciosos foram exceção. Na comparação com o mesmo período de 2004, as vendas do aço silicioso de grão não orientado, cresceu 13,4%. A Acesita vai investir ainda outros R$ 35 milhões na melhoria da sua rede de distribuição de aço inoxidável, com a abertura de um centro de serviços em São Paulo. Para o futuro, a Acesita poderá abrir centros em países do Cone Sul. No total, a empresa investirá R$ 130 milhões entre 2006 e 2008. (Valor Econômico - 09.11.2005)

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7 Usiminas registra lucro de R$ 782 mi entre julho e setembro

A Sistema Usiminas - que inclui as siderúrgicas Usiminas e Cosipa - anunciou ontem que o grupo alcançou lucro de R$ 782 milhões no terceiro trimestre do ano. O resultado incorpora os resultados da Cosipa, a participação acionária em empresas do ramo na Argentina, Venezuela e México, além de companhias de sua propriedade que atuam na distribuição e beneficiamento do aço. O valor é 22% inferior ao R$ 1 bilhão do mesmo período de 2004. No acumulado do ano, o lucro líquido alcançou R$ 2,6 bilhões, que corresponde ao aumento de 37% sobre igual período de 2004. A receita líquida chegou a R$ 3,1 bilhões no terceiro trimestre e, nos nove meses, a R$ 10,1 bilhões, representando um crescimento de 20%. Os principais resultados do terceiro trimestre foram inferiores ao do mesmo período do ano passado. As vendas caíram em 12%, a receita líquida em 5%, o Ebitda em 22% e as vendas físicas em 12%. Houve, porém, a redução de 55% no endividamento líquido da companhia e também o aumento do patrimônio líquido em 42%. (Gazeta Mercantil e Estado de São Paulo - 09.11.2005)

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8 Usiminas fecha contrato para reforma de unidade de produção da Cosipa

A Usiminas acaba de firmar com a fabricante austríaca Voest-Alpine Industrieanlagenbau (VAI) um contrato de US$ 100 milhões para reformar uma das unidades de produção de aço da controlada Cosipa. A máquina, que faz a produção das placas (aço semi-acabado), deverá entrar em operação no fim de 2007, informou Rinaldo Campos Soares, presidente da Usiminas. Com a nova máquina, a Cosipa vai ampliar sua produção em 200 mil toneladas e dispor de um tipo de aço, o IF, de qualidade para para aplicação na indústria automobilística. Hoje, a usina tem quatro equipamentos desse tipo (máquinas de lingotamento). As obras vão começar em cinco meses e os recursos terão quase 100% de financiamento do banco de fomento alemão KFW. (Valor Econômico - 09.11.2005)

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9 Usiminas discute pacote de investimentos avaliado em US$ 800 mi

A Usiminas discute com os acionistas outro pacote de investimentos, preliminarmente avaliado em até US$ 800 milhões. Prevê a construção de novo complexo de alto forno, aciaria, coqueria e lingotamento de placas para produzir de 1 milhão a 2 milhões de toneladas. (Valor Econômico - 09.11.2005)

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10 Usiminas reduz dívida em 2005

O presidente do grupo Usiminas, Rinaldo Campos Soares destacou a redução da dívida em US$ 313 milhões durante 2005, agora estabilizada em US$ 1,8 bilhão. Simultaneamente à redução do endividamento, a empresa investiu R$ 350 milhões em atualização tecnológica e proteção ambiental das usinas. (Gazeta Mercantil - 09.11.2005)

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11 Usiminas comercializou 1,8 milhões de toneladas de produtos no terceiro trimestre

O Sistema Usiminas comercializou, durante o terceiro trimestre, 1,8 milhão de toneladas de produtos laminados e beneficiados. Deste total, 69% destinaram-se ao mercado doméstico e 31% para exportação No acumulado do ano, as vendas somaram 5,4 milhões de toneladas de produtos, sendo 72% negociados no mercado interno. As vendas totais caíram 12% em relação ao terceiro trimestre de 2004 e levaram a um faturamento, de R$ 3,126 bilhões, 5% menor frente ao ano passado. O presidente do Sistema Usiminas, Rinaldo Campos Soares, só espera retomada das vendas de aço no primeiro ou no segundo trimestre de 2006. (Gazeta Mercantil - 09.11.2005 e Superávit - 08.11.2005)

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12 Suzano prepara captação de R$ 800 mi

A Suzano Petroquímica resolveu inovar para captar no mercado doméstico. A empresa criou um programa que prevê a captação de R$ 800 milhões no prazo de dois anos nas mais diferentes formas: debêntures simples, debêntures conversíveis em ações ou ainda apenas ações (ordinárias ou preferenciais). Em um comunicado, a Suzano informa que os recursos serão usados para a "implementação de sua estratégia de crescimento no setor petroquímico brasileiro."Um boletim da Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro (Andima) mostra que o fôlego das empresas para captar no mercado interno segue elevado. De janeiro a outubro, foram aprovadas pela CVM 39 emissões de debêntures, totalizando R$ 34 bilhões, ante 34 em igual período de 2004, um crescimento de 280% no volume financeiro.As empresas de leasing continuam a liderar os lançamentos, com cerca de 64% do total dos títulos. Em seguida, aparecem as companhias de administração e participação (com 13%), energia elétrica (11%) e saneamento (3%). (Valor Econômico - 09.11.2005)

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Economia Brasileira

1 Produção industrial tem queda de 2% em setembro, diz IBGE

A produção industrial brasileira registrou queda de 2% em setembro na comparação com agosto, segundo dados divulgados pelo IBGE. O resultado interrompe o movimento de recuperação verificado em agosto, quando a produção havia apurado alta de 0,9%. O comportamento da produção industrial sofreu oscilações no terceiro trimestre: caiu 2,1% em julho, subiu 0,9% em agosto e voltou a cair em setembro. Na média, entretanto, a produção do trimestre foi 0,7% menor do que a do período abril-junho. No terceiro trimestre, a produção industrial foi influenciada pelas altas taxas de juros chegou a 19,75% ao ano. Além disso, a crise política enfrentada pelo governo Lula afetou a confiança de consumidores e empresários. Em relação a setembro do ano passado, a indústria registrou crescimento de 0,2%, o menor resultado desde setembro de 2003. No acumulado do ano, a expansão é de 3,8%. (Folha de São Paulo - 09.11.2005)

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2 Indústria está desacelerando, avalia CNI

Setembro foi um mês pouco favorável para a atividade industrial no Brasil, segundo o boletim Indicadores Industrias elaborado pela CNI. O estudo, divulgado nesta terça-feira (8), aponta que a atividade do setor desacelerou no mês passado. "Os indicadores de setembro consolidaram um quadro de desaceleração da atividade industrial, bem claro neste terceiro trimestre do ano", avalia economista Flávio Castelo Branco, coordenador da Unidade de Política Econômica da CNI. Um dos dados desfavoráveis, segundo ele, foi que setembro marcou a terceira queda consecutiva das vendas reais da indústria. De 0,47% em comparação a agosto. Em relação a setembro de 2004, as vendas caíram ainda mais: 1,07%. Outro dos indicadores destacados pelo economista é o índice de utilização da capacidade instalada. Em setembro, esse índice ficou em 80,7%. Foi uma queda em comparação com o mesmo período do ano passado. "Isso mostra que há uma folga relativamente grande no parque industrial, á maturação de investimentos ocorreu parcialmente, pelo menos, e a atividade se acomodou", diz Castelo Branco. (Superávit - 08.11.2005)

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3 Tesouro Nacional anuncia nova captação com reabertura de bônus 2015

O Tesouro Nacional acaba de anunciar nova captação externa em dólares. Está reabrindo novamente a emissão de bônus Global 2015. A nota divulgada há pouco não informa quais são os bancos mandatários. A primeira emissão desse título ocorreu em março de 2005. Uma nova captação foi realizada em junho e esta é a terceira operação com os papéis de dez anos. Em março, o Tesouro captou US$ 1 bilhão e, em junho, obteve US$ 600 milhões com o título. (Valor Econômico - 09.11.2005)

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4 IPC-S aponta inflação de 0,51% em SP

A inflação na cidade de São Paulo está subindo, no âmbito do IPC-S. No indicador de até 7 de novembro, os preços na cidade subiram 0,51%, ante aumento de 0,39% apurado no IPC-S anterior, de até 31 de outubro. A informação foi divulgada pela FGV, que anunciou os resultados regionais de inflação das sete capitais usadas para cálculo do IPC-S de até 7 de novembro, cuja taxa completa foi anunciada ontem, 0,50%. (Estado de São Paulo - 09.11.2005)

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5 Dólar ontem e hoje

O dólar à vista se mantém em queda significativa neste final de manhã, pelo oitavo dia seguido. Às 12h15m, a moeda americana recuava 1,14%, cotada a R$ 2,167 na compra e R$ 2,169 na venda. Ontem, o dólar comercial terminou com queda de 0,40%, valendo R$ 2,1930 na compra e R$ 2,1950 na venda - menor valor desde 19 de abril de 2001, quando registrou R$ 2,19. (O Globo Online e Valor Online - 09.11.2005)

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Internacional

1 CNE aprova aquisição da Endesa pela Gas Natural

A Comissão Nacional de Energia (CNE) da Espanha anunciou ontem a aprovação da oferta feita pela Gas Natural para a aquisição da Endesa, que totaliza 21,4 bilhões de euros. Uma porta-voz da CNE disse que a aprovação contou com cinco votos a favor, três contra e uma abstenção. A porta-voz acrescentou que a CNE não avaliou o acordo da Gas Natural para venda de alguns ativos a Iberdrola. O próximo evento importante é a palavra da Comissão Européia sobre se irá revisar o acordo ou se deixará isso sob responsabilidade das autoridades espanholas. A expectativa é que o órgão executivo da União Européia se manifeste no dia 15 de novembro. (Gazeta Mercantil - 09.11.2005)

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2 China investirá US$ 180 bi em energias renováveis

A China investirá US$ 180 bilhões para desenvolver energias renováveis nos próximos 15 anos, declarou hoje em Pequim Zhang Guobao, vice-ministro da Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento. O objetivo do ambicioso plano é elevar em até 15% o uso de energias renováveis no total da produção energética da China, um país que, por seu tamanho e pelo dinamismo de sua economia, amplia a grandes passos a demanda de geração de energia. "A energia renovável, incluindo a solar, eólica e hidráulica, contribuirá para uma melhor segurança energética na China", declarou Zhang durante uma conferência internacional sobre energias renováveis realizada ontem e hoje em Pequim. Nos próximos 15 anos, a China também desenvolverá a biomassa e ampliará suas placas solares até cobrir 300 metros cúbicos em 2020. Em discurso durante a abertura do fórum, o presidente Hu Jintao pediu à comunidade internacional que melhore a colaboração em pesquisa e desenvolvimento, transferência de tecnologia e financiamento para promover o uso de energias renováveis. (Elétrica - 08.11.2005)

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3 Cuba economiza em energia

Os comitês de Defesa da Revolução de Cuba têm substituído as lâmpadas de luz amarela das casas de todo o país por outras de luz branca, fria, como parte do plano de economia de energia adotado pelo país. Em Havana, o programa, que começou há um mês, já apagou 1,1 milhão de lâmpadas incandescentes de alto consumo. O plano inclui ainda a reforma de alguns eletrodomésticos e a substituição de outros. (Folha de São Paulo - 09.11.2005)

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Equipe de Pesquisa UFRJ - Eletrobrás
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Sub-editor: Fabiano Lacombe
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Daniel Bueno, Alice Fucs, Carolina Pereira, Marcelo Machado, Guilherme Branquinho e Larissa Barbosa

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos de vista da Eletrobrás e da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Visite o site do Provedor onde encontra-se a maior base de dados sobre as empresas do setor: www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras
Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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