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IFE: nº 1.148 - 11 de julho de 2003
www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras
ifes@race.nuca.ie.ufrj.br
lEditor:Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Reestruturação e Regulação
1
MME começa a viabilizar antecipação das metas de universalização de energia
2 Simonsen Associados: SEE lidera anúncio de novos projetos
3 Distribuidoras investem na melhoria dos índices de Dec e Fec
4 Recursos arrecadados com a RGR em 2001, totalizam R$ 118 mi
5 Órgãos ambientais justificam demora no processo de licenciamento
6 Análise da questão ambiental antes da concessão dos projetos agilizaria processo
7 Novas medidas para o Proinfa são discutidas

Empresas
1 Edital para venda de ações da Eletropaulo é aprovado no BNDES
2 Lessa: prejuízo do BNDES deve aumentar com novas provisões
3 BNDES provisiona R$ 100 mi para dívida da Light
4 Aneel propõe reajuste de 21,75% à Elektro
5 S&P atribui rating 'brCC' a certificados da Cesp
6 Liminares em favor de inadimplentes traz prejuízos a Ceal

Oferta e Demanda de Energia Elétrica
1 Subsistema Sudeste/Centro-Oeste registra queda de 5,71% no período
2 Capacidade do subsistema Sudeste/Centro-Oeste chegou a 71,36%
3 Capacidade do subsistema Sul está em 57,17%
4 Nível da região Nordeste está em 43,99%
5 Capacidade está em 79,93% no subsistema Norte
6 Boletim Diário da Operação do ONS

Comercialização de Energia
1 Regras para os leilões mensais do MAE são aprovadas pela Aneel
2 MAE conclui liquidação de novembro de 2002

3 Aneel autoriza Copen a atuar como comercializador no MAE

Gás e Termelétricas
1 Relatório da Fitch: quebra de contratos com termoelétricas pode retrair novos investimentos
2 Gás da Bolívia: Nadir Figueiredo e Klabin aguardam parecer do MME
3 Carboníferas querem incentivos para impulsionar produção
4 Termelétrica de Lages entra em fase final de construção
5 Preço do gás prejudica fabricantes de vidro

Grandes Consumidores
1 Anglo American faz oferta pública para compra de 44 MW

Economia Brasileira
1 Investimento recua no semestre
2 CNI prevê crescimento de 1,5%
3 Governo estuda incentivos de estímulo à economia

4 Deflação do IPCA abre espaço para corte de juros, diz Mantega
5 Fipe registra deflação de 0,25% na primeira prévia de julho
6 Dólar ontem e hoje

Internacional
1 Fed preocupado com altos preços do gás natural
2 UTE negocia construção de térmica de 370 MW

Biblioteca Virtual do SEE
1 Gonçalves, A. C. Porto & Deane, Tatiana. "Taxa de Juros e Crescimento Econômico" Rio de Janeiro: FGV, mimeo, s/d. - 10 páginas

 

Reestruturação e Regulação

1 MME começa a viabilizar antecipação das metas de universalização de energia

O Ministério de Minas e Energia começou a montar ontem, em encontro com integrantes do Fórum Nacional de Secretários de Estado para Assuntos de Energia, a equação financeira para viabilizar a antecipação das metas de universalização do acesso e uso de energia elétrica. Um dos secretários que participou do encontro revelou que o governo se propôs a bancar até 50% dos projetos nos estados com a utilização, a fundo perdido, de recursos da CDE. O teto beneficiará regiões onde o atendimento é mais precário, variando, para baixo, em áreas onde a oferta do insumo for maior. A proposta apresentada aos secretários estaduais, sobre a qual o ministério não se manifestou, prevê que a participação das concessionárias ficará entre 20% e 25% do custo de cada projeto, cabendo o restante a estados e municípios. O presidente da Aneel, José Mário Abdo, que participou do encontro, destacou que a liberação de recursos a fundo perdido é fundamental para reduzir o impacto no preço das tarifas, já que os investimentos não incluídos nessa condição serão repassados aos consumidores. O projeto ingressa agora na fase de reuniões individuais com os estados. Pelo calendário definido ontem, essa etapa será concluída até 9 de agosto. (Gazeta Mercantil - 11.07.2003)

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2 Simonsen Associados: SEE lidera anúncio de novos projetos

Segundo pesquisa semestral da Simonsen Associados, o setor de energia liderou o anúncio de novos projetos, apesar da incerteza criada pela revisão do marco regulatório do setor. Do total de US$ 40,6 bilhões em intenções de investimento, US$ 31% do total (ou US$ 12,5 bilhões) foram feitos por empresas de energia e gás. Esse valor representa uma queda de apenas 9,5% em relação ao valor médio dos últimos 16 semestres. "Apesar das dúvidas, o setor recebeu um volume ainda expressivo de intenções de investimento", avalia Harry Simonsen Jr, presidente da consultoria. A pesquisa apontou uma redução dos grandes planos de investimento, causado principalmente pela retração da economia brasileira e a incerteza do futuro. No primeiro semestre deste ano, o valor total dos investimentos anunciados pelas empresas caiu 30% em relação ao mesmo período do ano passado. O valor global diminuiu de US$ 58 bilhões nos primeiros seis meses de 2002 para US$ 40,6 bilhões este ano, até junho. Foi o menor valor para um primeiro semestre desde 1997. Essa queda brutal no valor total das intenções de investimento esconde, contudo, uma boa notícia: o número de empresas com novos projetos de investimento aumentou 5% na mesma comparação. Ocorreu uma "pulverização" e regionalização de novos projetos. Simonsen Jr argumenta que há, de fato, uma interiorização dos investimentos no país. O Norte, por exemplo, ficou com expressivos 19,6% do total no primeiro semestre em parte pelos US$ 4 bilhões anunciados por Furnas Centrais Elétricas para duas hidrelétricas no rio Madeira, em Rondônia. (Valor - 11.07.2003)

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3 Distribuidoras investem na melhoria dos índices de Dec e Fec

As distribuidoras que estão passando por revisão tarifária em 2003 terão novas metas de Dec (Duração Equivalente de Interrupção) e Fec (Freqüência Equivalente de Interrupção) a partir do próximo ano. A Aneel definirá os novos parâmetros no segundo semestre deste ano. A Cemig, por exemplo, investe R$ 300 milhões por ano, sendo que a metade é destinado a expansão do sistema de distribuição e resto no reforço da rede. Segundo o gerente de Engenharia da Operação e Manutenção da Distribuição da empresa, Alexandre Bueno, as concessionárias poderão propor padrões de qualidade de acordo com suas características até a próxima terça-feira, dia 15 de julho.Ele explica que a Aneel avaliou o histórico de investimentos e de melhoria da empresa e propôs algumas metas ainda em abril. Em novembro, a agência irá divulgar os índices de cada distribuidora através de resoluções. Bueno informa que pela metodologia de Clusts há uma comparação do desempenho entre grupos semelhantes. Atualmente o DEC da empresa está em 13 horas e o FEC em 7 horas. Bueno afirma que a previsão para este ano é terminar com 12 e 6 horas, respectivamente. (Canal Energia - 10.07.2003)

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4 Recursos arrecadados com a RGR em 2001, totalizam R$ 118 mi

Os recursos arrecadados com a RGR (Reserva Global de Reversão) referente ao ano de 2001 totalizam R$ 118 milhões e devem ser pagos em 12 parcelas iguais a partir do dia 15 de julho, no valor de R$ 1,01 milhão. O maior montante ficou com Furnas Centrais Elétricas, que deverá recolher R$ 61,74 milhões em 12 prestações de R$ 5,14 milhões. O valor da Chesf ficou em R$ 19,83 milhões, em doze parcelas de R$ 1,65 milhão. A Cesp teve valor fixado em R$ 18,69 milhões, dividido em 12 vezes de R$ 1,55 milhão. A Eletronorte recolherá R$ 12,15 milhões, em 12 parcelas de R$ 1,01 milhão. A CPFL Geração recolherá R$ 1,99 milhão, em 12 prestações de R$ 166,3 mil. O montante da Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia) foi fixado em R$ 1,96 milhão, em 12 parcelas de R$ 164,15 mil. O menor valor foi da Cachoeira Dourada, com total de R$ 1,62 milhão em 12 parcelas de R$ 135,82 mil. Os valores foram fixados pela Aneel por meio do despacho n° 399/03, publicado na edição de 8 de julho do Diário Oficial da União. Segundo a agência, o montante contempla os itens da parcela A. Em maio, a agência já havia determinado o recolhimento de R$ 36,32 milhões em função das cotas anuais relativas ao período de junho de 2003 a maio de 2004. O montante também será recolhido em doze parcelas mensais iguais a partir do dia 15 de julho deste ano. A Eletrobrás é a encarregada de gerenciar os recursos da RGR. (Canal Energia - 10.07.2003)

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5 Órgãos ambientais justificam demora no processo de licenciamento

As divergências entre empreendedores do setor e órgãos ambientais quanto ao processo de licenciamento ambiental estão longe de terminar. Isto porque a principal justificativa dos órgãos ambientais para a demora na liberação de licenças é o prazo estabelecido em lei para projetos do setor elétrico. Hoje, alguns projetos do setor levam, em média, de um ano a um ano e meio para conseguir a licença ambiental prévia (LP), primeiro passo de todo o processo de licenciamento. Em todo o país, cerca de 2 mil MW previstos para iniciar operação neste ano apresentam restrições ambientais e estão com o cronograma comprometido. Outros 6 mil MW têm graves restrições ambientais ou judiciais e podem ser inviabilizados. Apenas 6,2 mil MW não apresentam restrições no cronograma. (Canal Energia - 10.07.2003)

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6 Análise da questão ambiental antes da concessão dos projetos agilizaria processo

Na avaliação do coordenador de Avaliação de Impactos Ambientais da Fatma (SC), Antonio Macedo, uma maneira de minimizar a questão seria a análise de viabilidade ambiental do projeto antes de autorizar a concessão do projeto. O Ibama também defende a liberação de licença prévia para os projetos antes que eles sejam leiloados ou outorgados pela Aneel. Hoje, o processo leva em consideração somente o potencial hidrelétrico. Segundo o Ibama, com a licença prévia acoplada ao projeto, o investidor terá a certeza de que determinado potencial é viável do ponto de vista ambiental. Os acordos de cooperação técnica com a Aneel também são soluções bem aceitas pelos órgãos ambientais. Nesses convênios, a agência e as instituições ambientais trocam informações sobre o projeto para facilitar o processo. (Canal Energia - 10.07.2003)

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7 Novas medidas para o Proinfa são discutidas

Aconteceu ontem, na sede da Unica (União da Agroindústria Canavieira de São Paulo), uma reunião com diversos agentes do SEE para discutir as novas regras estabelecidas para o Proinfa - Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (decreto federal nº 4.541/02). No evento foi discutido o Valor Econômico da Tecnologia Específica da Fonte (VETEF). Especificamente, para a co-geração de biomassa, foi determinado, pelo MME, que o valor de venda à Eletrobrás será da ordem de R$89,59 o Mw/h (Área 2 - região sul e central). Já na área 1 (região SUDAM/Sudene) o valor ficou em R$119,61 o Mw/h. Para empresários do setor, o valor estabelecido na área 2 é muito aquém do esperado, o que pode inviabilizar o programa. O MME abriu um processo de consulta pública, que durará até o dia 31 de julho, para receber contribuições da sociedade sobre a metodologia e parâmetros que serão utilizados no cálculo do valor de referência das diversas fontes de energia. Já a chamada pública, para definir quais serão os projetos aprovados, deverá acontecer no próximo dia 30 de setembro. O evento contou com a presença do deputado estadual Arnaldo Jardim (PPS-SP), que coordena a Frente Parlamentar pela Energia Limpa e Renovável (NUCA - 11.07.2003)

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Empresas

1 Edital para venda de ações da Eletropaulo é aprovado no BNDES

O edital de convocação das consultorias que farão a modelagem e venda do bloco de controle das ações ordinárias da Eletropaulo de propriedade da AES e caucionadas no BNDES já passou pelo crivo da diretoria do banco e foi aprovado com louvor. Com isso, o documento deverá em breve ser publicado em hasta pública para abrir o processo de concorrência. O leilão dessas ações, correspondentes 75% do capital votante da Eletropaulo, deverá ser feito ainda neste semestre. O presidente do BNDES, Carlos Lessa, disse que o edital que vai selecionar as consultorias que vão fazer a avaliação e a venda das ordinárias da Eletropaulo foi submetido a uma "precisão conceitual e jurídica impecável". Paralelamente, a venda das ações PN da Eletropaulo, oferecidas como garantia à dívida da AES Transgás e também caucionadas na BNDESPar, deve ocorrer neste mês, confirmou Lessa. O leilão, neste caso, está sendo organizado pela Câmara Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC) por recomendação do banco. (Valor - 11.07.2003)

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2 Lessa: prejuízo do BNDES deve aumentar com novas provisões

Nos primeiros quatro meses do ano, o BNDES acumulou prejuízo superior a R$ 1 bilhão por conta das provisões feitas aos créditos da AES. O prejuízo, disse o presidente do BNDES, Carlos Lessa, deve aumentar agora que o banco fará novas provisões para cobrir as dívidas da Cemig e da Light. "A técnica bancária manda provisionar sim. Desde que eu cheguei ao banco eu disse à imprensa que a situação dos financiamentos elétricos era inquietante, porque, na medida em que uma empresa não paga, formalmente o BNDES tem que provisionar. Isso vai construindo contabilmente o prejuízo", disse. Carlos Lessa demonstrou ontem que as tentativas de negociação entre o BNDES e a AES parecem vãs. As reuniões entre representantes do BNDES e executivos graduados da AES se estendem por meses, mas até agora nada foi resolvido. "Se é uma estratégia de banho-maria, isso é uma bobagem, porque os prazos estão correndo", disse o presidente do banco. (Valor e Gazeta Mercantil - 11.07.2003)

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3 BNDES provisiona R$ 100 mi para dívida da Light

O BNDES vai fazer uma provisão de R$ 100 milhões para se precaver contra uma possível moratória da dívida que tem a receber da Light. Na semana passada, a distribuidora deixou de pagar uma dívida milionária a um grupo de bancos privados. Apesar de a inadimplência não afetar o BNDES, o banco optou por fazer a provisão, que vai representar um prejuízo no balanço do banco. A dívida total da Light com o BNDES é de cerca de R$ 800 milhões. Deste total, em torno de R$ 700 milhões estão garantidos por meio de recebíveis da empresa. Os outros R$ 100 milhões, que foram provisionados, não estão com o pagamento atrasado. Segundo Carlos Lessa, presidente do BNDES, quando houve o anúncio do default da Light, na semana passada, ele soube que a empresa havia pago uma parcela desses R$ 100 milhões. "Mas esses R$ 700 milhões são absolutamente seguros. Não têm risco nenhum porque está bancado pelos recebíveis da própria Light", afirmou Lessa. (Jornal do Brasil - 11.07.2003)

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4 Aneel propõe reajuste de 21,75% à Elektro

A Aneel sugeriu aumento de 21,75% em agosto para a Elektro, distribuidora de energia que atende parte do mercado paulista e o mercado de Mato Grosso do Sul. A proposta da Aneel é de que o aumento atinja 28,21% até 2007. A proposta da Aneel será colocada agora em consulta pública e, nos próximos dias 29 e 30 de julho, serão realizadas audiências públicas em Limeira (SP) e Três Lagoas (MS), respectivamente. A Elektro é uma das 17 distribuidoras que passam pelo processo de revisão tarifária este ano. (Valor - 11.07.2003)

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5 S&P atribui rating 'brCC' a certificados da Cesp

A agência de classificação de risco Standard & Poor's atribuiu nesta quinta-feira, dia 10 de julho, o rating 'brCC', em escala nacional, à 9ª emissão de Certificados a Termo de Energia Elétrica (CTEEs) pela Cesp. Os papéis montam R$ 320 milhões, e têm previsão de amortização mensal entre junho de 2006 e novembro de 2007. Segundo o comunicado, o risco de pagamento dos CTEEs equivale, em última instância, ao próprio risco de crédito da estatal paulista, dado que a emissão está originalmente vinculada aos contratos iniciais de venda de energia da Cesp para a Bandeirante Energia. O pagamento dos certificados começará apenas quando os contratos iniciais estiverem integralmente liberados, e não há a certeza de que serão substituídos. O rating também reflete a possibilidade de uma nova proposta de reestruturação das MTNs, totalizando US$ 500 milhões, que vencem em fevereiro e março de 2004, o que seria equivalente a um inadimplemento. Este ano, a Cesp já refinanciou a opção de venda inclusa na MTNs de US$ 150 milhões, pagando 20% (US$ 30 milhões) e oferecendo aumento nos juros de 11,5% para 12,5%. O vencimento foi mantido para maio de 2005. (Canal Energia - 10.07.2003)

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6 Liminares em favor de inadimplentes traz prejuízos a Ceal

Além da crise no setor elétrico do pós-racionamento, a Ceal sofre o impacto adicional de uma enxurrada de liminares contra o corte no fornecimento por parte de usuários inadimplentes. As decisões beneficiam, principalmente, grandes consumidores industriais. Ao todo, a distribuidora, que integra a holding Eletrobrás, tem a receber R$ 105 milhões, sendo 55% deste valor referentes a débitos de clientes amparados por medidas judiciais. Numa tentativa de reverter este quadro, a diretoria da concessionária parte agora para negociações com o Tribunal de Justiça de Alagoas. "Esperamos sensibilizar o Judiciário para que a onda de liminares seja contida ainda este ano", afirma o diretor comercial da Ceal, James Bolívar, ressaltando que as decisões são baseadas no argumento de que "o serviço de fornecimento de energia é essencial e deve ter caráter ininterrupto". Os números mostram o estrago que a inadimplência provoca: a Ceal fechou o exercício de 2002 com um prejuízo de R$ 35 milhões e ficou no vermelho em R$ 16 milhões no primeiro trimestre de 2003. Estes resultados estão relacionados, em grande parte, às contas não quitadas. O desequilíbrio no caixa vem afetando a capacidade de investimento da empresa, o que tem rebatido na qualidade dos serviços prestados. (Gazeta Mercantil - 11.07.2003)

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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

1 Subsistema Sudeste/Centro-Oeste registra queda de 5,71% no período

No Sudeste/Centro-Oeste, o consumo chegou a 24.734 MW médios, contra previsão de 25.350 MW médios do ONS. O submercado está com baixa no PMO de 2,81% nos últimos sete dias. Em relação à curva de aversão ao risco, de 26.664 MW médios, o subsistema registra queda de 5,71% no período. O Sul consumiu 7.540 MW médios no dia 9, contra previsão de 6.755 do operador do sistema. Em relação ao programa mensal de operação, a região registra elevação de 4,02% nos últimos sete dias. Já o Nordeste consumiu 5.954 MW médios, contra previsão de 5.914 MW médios do operador do sistema. Nos últimos sete dias, o submercado acumula queda no consumo de 2,23%. Em relação à curva de aversão ao risco, de 6.132 MW médios, o subsistema registra baixa de 5,71% no mesmo período. O Norte teve consumo de 2.929 MW médios na última quarta-feira, dia 9 de julho, contra previsão de 2.855 MW médios do ONS. Em relação ao programa mensal de operação (PMO), a região tem ligeira alta de 0,31% nos últimos sete dias. (Canal Energia - 10.07.2003)

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2 Capacidade do subsistema Sudeste/Centro-Oeste chegou a 71,36%

No subsistema Sudeste/Centro-Oeste, o volume armazenado está 38,52% acima da curva de segurança determinada pelo ONS. A capacidade está em 71,36%, valor 0,18% menor do que o registrado no dia anterior. As usinas de Itumbiara e Furnas apresentam, respectivamente, índice de 89,77% e 90,63%. (Canal Energia - 10.07.2003)

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3 Capacidade do subsistema Sul está em 57,17%

Com um acréscimo de 0,52%, a capacidade do subsistema Sul chegou a 57,17%. A hidrelétrica de G. B. Munhoz registra índice de 46,93%. (Canal Energia - 10.07.2003)

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4 Nível da região Nordeste está em 43,99%

A capacidade do subsistema Nordeste está em 43,99%, volume 23,86% acima da curva de aversão 2002/2003. O nível de armazenamento caiu 0,19%. A hidrelétrica de Sobradinho está com 38,68% da capacidade. (Canal Energia - 10.07.2003)

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5 Capacidade está em 79,93% no subsistema Norte

No subsistema Norte, a usina de Tucuruí se encontra com 94,57% da capacidade, enquanto o nível da região está em 79,93%. O índice teve uma redução de 0,24%. (Canal Energia - 10.07.2003)

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6 Boletim Diário da Operação do ONS

Para obter os últimos dados do Boletim Diário da Operação do ONS, incluindo produção de energia hidráulica e térmica e energia armazenada, clique aqui.

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Comercialização de Energia

1 Regras para os leilões mensais do MAE são aprovadas pela Aneel

A Aneel anunciou ontem a aprovação das regras operacionais para a realização dos leilões mensais de compra de energia elétrica pelas distribuidoras e comercializadoras, a serem realizados pelo MAE. Segundo o presidente do conselho do MAE, Antônio Machado, ocorrerão 12 leilões mensais de compras de energia, sendo que o primeiro está previsto para o dia 31. (Correio do Estado - 11.07.2003)

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2 MAE conclui liquidação de novembro de 2002

O MAE concluiu nesta quinta-feira, dia 10 de julho, a terceira liquidação financeira pendente desde o ano passado. O volume arrecado na operação, que se refere às negociações realizadas em novembro do ano passado, fechou em R$ 60,7 milhões, e contou com um nível de 83,9% de adimplência. Segundo o MAE, quatro empresas deixaram de pagar integralmente os débitos na liquidação, que foi intermediada pelo Banco Itaú. Somando as três operações realizadas em 2003, o total arrecadado chega a R$ 1,19 bilhão. O cronograma do MAE prevê que os débitos referentes ao período de outubro de 2002 a junho de 2003 sejam liquidados até o dia 4 de agosto. A partir deste mês de julho, as liquidações mensais estarão normalizadas, e ocorrerão sempre no último dia útil do mês posterior. (Canal Energia - 10.07.2003)

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3 Aneel autoriza Copen a atuar como comercializador no MAE

A Copen recebeu autorização da Aneel para atuar como comercializador no MAE. A empresa está localizada em São Paulo e é a 48ª autorizada a operar no segmento de mercado à vista de compra e venda de energia. (Canal Energia - 10.07.2003)

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Gás e Termoelétricas

1 Relatório da Fitch: quebra de contratos com termoelétricas pode retrair novos investimentos

Empresas de energia e a Petrobras estão rompendo contratos inicialmente acordados de compra de energia das termoelétricas ou tentando redefini-los. Com isso, os riscos existentes no setor, inclusive o de não-pagamento de dívidas, crescem, colaborando para uma restrição maior no investimento privado. Esse é o alerta feito pelo analista da FitchRatings, Ricardo Luiz de Carvalho, em relatório obtido pelo Valor. Se nada for feito pelo governo, avalia ele, os investidores privados vão se retrair ainda mais. Para ele, o governo precisa explicar se acha mesmo importante ter uma reserva de energia termoelétrica para momentos de escassez da hidrelétrica. Precisa também definir como fazer para viabilizar os investimentos públicos ou privados futuros e evitar uma crise maior no setor. Segundo alerta, o problema é que a energia termoelétrica hoje não é mais competitiva. E, se não conseguirem gerar o fluxo de caixa esperado inicialmente, os projetos das termoelétricas passarão a ter sua capacidade de pagamento aos credores comprometida, além do impacto nos sócios que alocaram recursos próprios, como a El Paso e a Enron. (Valor - 11.07.2003)

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2 Gás da Bolívia: Nadir Figueiredo e Klabin aguardam parecer do MME

Em São Paulo, há uma fila de empresas de olho no parecer que o Ministério das Minas e Energia deve dar, até o fim do mês, a respeito da importação direta de gás da Bolívia até o "citygate" para posterior distribuição pela Comgás. Apesar de não ter peso de decisão oficial, o parecer balizará o próximo passo de duas empresas - Nadir Figueiredo e Klabin - na queda-de-braço pela importação direta. O preço do gás cairia pela metade. (Valor - 11.07.2003)

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3 Carboníferas querem incentivos para impulsionar produção

Garantir o carvão como fonte de geração de energia elétrica no país, ampliando sua participação no sistema de 1,4% para 5%, através de um programa de incentivo à expansão do setor carbonífero, assegurar a compra de um volume do combustível que proporcione o equilíbrio da produção, ter a garantia de que a energia produzida em usinas termelétricas sejam adquiridas e que a conta de consumo de combustível (CCC), volte a existir como no passado, se constituindo em uma espécie de seguro para garantir o pagamento da produção de carvão destinado ao setor energético. Essas são as quatro reivindicações que os governadores de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, Luiz Henrique da Silveira e Germano Rigotto, vão ouvir da cadeia produtiva de geração de energia a carvão mineral nacional, com que se reúnem, em Criciúma, na manhã desta sexta-feira. A pauta do encontro foi antecipada ontem à tarde pelo presidente do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc), Ruy Hülse, que mobilizou seus parceiros de produção e autoridades de vários escalões para a reunião de hoje, no Centro de Convivências da Sociedade Assistencial do Trabalhador do Carvão (Satc), em Criciúma. Segundo Hülse, o objetivo central é a assinatura de um protocolo de Intenções para a organização da cadeia produtiva de geração de energia elétrica a carvão mineral nacional. (A Noticia - 11.07.2003)

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4 Termelétrica de Lages entra em fase final de construção

A termelétrica de Lages, que vai ser movimentada com resíduos de madeira, está entrando em fase final de construção. Orçada em R$ 70 milhões, atualmente a obra conta com cerca de 200 trabalhadores e se concentra em dois pontos, a montagem da caldeira e a construção da adutora que terá a capacidade de 140 mil litros/hora e irá abastecer a usina com as águas do Rio Caveiras. O presidente da Tractebel Energia, Manoel Zaroni Torres, espera colocá-la em escala comercial em março. O empreendimento resolve um dos principais problemas ambientais da indústria madeireira do Planalto Serrano: o destino dos resíduos. Segundo o Secretário de Desenvolvimento, Joaquim Goulart Junior, são produzidos 400 mil toneladas de resíduos todos os anos pelas madeireiras. "Com esta usina, estes resíduos serão transformados em combustível e vão gerar 28 MW de energia". Isso representa 45% do consumo atual de Lages. (A Notícia- 11.07.2003)

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5 Preço do gás prejudica fabricantes de vidro

Os fabricantes de vidro de São Paulo que optaram pelo gás natural dizem que não estão conseguindo competir com o vidro argentino. O gás corresponde a 25% dos custos de produção. Na Argentina, o milhão do BTU de gás custa um terço do preço do que é cobrado em São Paulo. (Valor - 11.07.2003)

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Grandes Consumidores

1 Anglo American faz oferta pública para compra de 44 MW

Em meio a indecisões sobre o novo modelo para o setor elétrico, a Anglo American - segunda maior mineradora do mundo - decidiu tornar-se consumidora livre de energia no Brasil. Pela primeira vez, a companhia de origem sul-africana vai fazer oferta pública para comprar 44 MW de energia elétrica. Por meio da comercializadora de energia Comerc, a mineradora convocou empresas (estatais e privadas) que quiserem ofertar os 44 MW, por no mínimo 15 anos e no máximo 20 anos, em leilão marcado para o dia 23 de julho. Vencerá o leilão quem oferecer o menor preço, diz Marcelo Parodi, sócio da Comerc. Além de garantir o abastecimento no longo prazo, a companhia também busca, com essa estratégia, reduzir custos de produção. Ainda não está decidido se a compra dos 44 MW será destinada para única unidade em Goiás ou se será distribuído por demais plantas do grupo. As geradoras interessadas em participar do leilão não precisam depositar garantiras, mas têm até o dia 21 de julho para assinar o termo de adesão com a Comerc. Isto pode ser feito pelo site da empresa. O resultado sai no dia 25 de agosto. (Valor - 11.07.2003)

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Economia Brasileira

1 Investimento recua no semestre

O volume investido no setor produtivo no Brasil deve recuar neste ano em relação a 2002, se consideradas as intenções de investimento anunciadas pelas empresas no primeiro semestre. Um relatório preparado pela consultoria Simonsen Associados aponta que, de janeiro a junho, as empresas instaladas no país anunciaram investimentos de US$ 41 bilhões. No mesmo período de 2002, por exemplo, mesmo considerados os efeitos do racionamento e do 11 de Setembro, os investimentos previstos chegavam a US$ 58 bilhões. Ao longo de 2002 foram anunciados investimentos de US$ 127 bilhões. Para este ano, pela projeção da consultoria, devem situar-se em US$ 120 bilhões. A partir de exercício matemático, a Simonsen estabeleceu um piso, US$ 112 bilhões, e um teto, US$ 136 bilhões. Essa primeira hipótese, de US$ 112 bilhões, admite a existência de choques, de natureza externa (como maior retração da economia mundial) ou interna (dificuldades para aprovação das reformas, disparada do dólar). O segundo cenário pressuporia a inexistência de abalos -situação que a própria direção da consultoria toma como "improvável". (Folha de São Paulo - 11.07.2003)

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2 CNI prevê crescimento de 1,5%

O fraco nível da atividade econômica levou a CNI a reduzir sua projeção de crescimento do PIB de 2003 de 1,8% para 1,5%. Para a indústria de transformação, a previsão é de uma expansão de apenas 1%. A revisão das estimativas deveu-se, principalmente, ao ambiente de estagnação da atividade econômica verificada no primeiro semestre do ano. "As perspectivas para este ano não são favoráveis", destaca a CNI no Informe Conjuntural, divulgado ontem. Outra justificativa foi o fato de a retomada da redução das taxas de juros só ter tido início em junho, com uma política monetária contracionista até então. Para a CNI, o balanço da economia "divide-se entre pontos positivos e negativos". O desempenho da balança comercial e a queda recente da inflação foram os aspectos positivos. "A estagnação da atividade econômica é o contraponto negativo, explicitando o custo da reversão da trajetória altista da inflação". Esse movimento de inércia da economia tem mantido o mercado de trabalho contido e o desemprego elevado, segundo avaliação da CNI. Se não fosse a demanda externa (exportações), a análise da confederação é que o resultado global do PIB seria negativo no primeiro semestre. (Folha de São Paulo - 11.07.2003)

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3 Governo estuda incentivos de estímulo à economia

O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Guido Mantega, disse ontem que outros setores, além do automobilístico, receberão incentivos do Governo através de um pacote de medidas de estímulo ao crescimento que deve ser anunciado até o fim deste mês. Segundo o ministro, esses outros setores ainda estão sendo definidos pelas autoridades e um anúncio deverá ser feito dentro de 15 dias. Mantega disse outros setores a serem beneficiados também terão incentivos tributários. "Claro, vai sair daí uma política industrial, identificando setores que terão algumas facilidades a mais. O pessoal (do Governo) está trabalhando dia e noite para definir os setores e as facilidades que serão dadas". (Jornal do Commercio - 11.07.2003)

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4 Deflação do IPCA abre espaço para corte de juros, diz Mantega

Mantega afirmou que a deflação de junho apontada pelo IPCA (0,15%) e pelo IGP-DI (0,7%) indica que o surto inflacionário está controlado e, agora, abre-se espaço para a redução da taxa de juros. "Vejo com muita satisfação que conseguimos dominar o principal problema que encontramos. Agora, temos segurança de que o surto inflacionário está controlado, e isso abre espaço para uma redução da taxa de juros que permitirá a retomada dos investimentos", afirmou Mantega. O ministro disse que, quanto mais a inflação cai, maior é a possibilidade de redução dos juros. "É proporcional. A medida exata o Copom é que vai dar". Ao responder a uma pergunta sobre o efeito negativo dos juros altos na atividade econômica, Mantega afirmou que o maior custo para a economia é a inflação, que "corta a renda dos trabalhadores e traz temores" para os investidores". E acrescentou: "Esse ônus foi eliminado, não existe mais." (Jornal do Commercio - 11.07.2003)

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5 Fipe registra deflação de 0,25% na primeira prévia de julho

A inflação voltou a cair na cidade de São Paulo, segundo dados divulgados há pouco pela Fipe. Na primeira quadrissemana de julho, o IPC-FIPE registrou deflação de 0,25%, puxada pela queda apontada pelo grupo Alimentação, que apresentou variação de -1,51%. O grupo Transportes também apresentou variação negativa, com -0,81%. Em junho, o IPC-FIPE fechou o mês com deflação de 0,16%. (Jornal do Brasil - 11.07.2003)

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6 Dólar ontem e hoje

O dólar comercial reduziu um pouco o ritmo de alta nesta última hora de negociação. Às 11h55m, a moeda americana era negociada a R$ 2,899 na compra e R$ 2,904 na venda, com elevação de 0,41%. Ontem, no término dos negócios, o dólar comercial registrava valorização de 1,01% e era negociado a R$ 2,8870 na compra e a R$ 2,8920 na venda. Durante os negócios, a tendência de alta prevaleceu e a moeda atingiu a máxima do dia a R$ 2,9070. (O Globo On Line e Valor Online - 11.07.2003)

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Internacional

1 Fed preocupado com altos preços do gás natural

Os preços altos do gás natural e a escassez do produto já estão prejudicando algumas indústrias dos Estados Unidos, mas ainda não atingiram a economia como um todo. A constatação foi feita ontem pelo presidente do Federal Reserve (Fed), Alan Greenspan, em depoimento ao Comitê de Energia e Recursos Naturais do Senado. Para complicar a situação, ele previu que o preço do combustível vai aumentar ainda mais a partir de dezembro - inverno no Hemisfério Norte. Segundo Greenspan, o desenvolvimento de novas tecnologias de exploração de gás "não evitou o aumento do preço dos produtos". Ele previu também que haverá demissões, já que as fábricas estão perdendo mercado para concorrentes estrangeiras, onde o combustível é mais barato. Greenspan recomendou que o país aumente a importação do produto, uma das poucas medidas que o governo pode tomar para amenizar o problema. Quanto às conseqüências na economia, ele ressaltou que "ainda não se percebe um forte impacto econômico, exceto nas residências, que vão receber contas mais caras no inverno". (Estado de São Paulo - 11.07.2003)

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2 UTE negocia construção de térmica de 370 MW

A companhia energética estatal UTE, do Uruguai, está mantendo conversações "muito adiantadas" com seis empresas de engenharia para a construção de uma usina termelétrica de ciclo combinado de 370MW, de acordo com Alvaro Bermudez, diretor de energia nacional do Uruguai. "A UTE já está no processo de seleção. Esperamos abrir as ofertas em breve e começar a construção até o final do ano", disse Bermudez. No momento, a UTE está discutindo especificações técnicas com seis empresas: a americana GE, a alemã Siemens, as japonesas Mitsubishi e Mitsui, a italiana Fiat Engineering e a francesa Alstom. Outras empresas ainda podem ser incluídas no processo, disse Bermudez, acrescentando que uma empresa, que ele não quis identificar, manifestou interesse preliminar no princípio deste mês. A nova usina térmica reforçaria o sistema elétrico do Uruguai. A UTE tem hoje contratos de segurança que somam 300MW com a comercializadora de energia argentina Cemsa, disse Bermudez. (Business News Americas - 10.07.2003)

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Biblioteca Virtual do SEE

1 Gonçalves, A. C. Porto & Deane, Tatiana. "Taxa de Juros e Crescimento Econômico" Rio de Janeiro: FGV, mimeo, s/d. - 10 páginas

O estudo da FGV analisa qual o peso dos juros na taxa de crescimento econômico do país . Ele argumenta que o investimento é baixo devido a baixa poupança interna, o risco é elevado por causa da falta de estabilidade das regras e o setor público não tem recursos para investir. Como não há capacidade ociosa na economia, uma política monetária expansionista aumentaria a inflação. O artigo conclui que taxas de juros baixas e austeridade monetária não são determinantes para o nível de investimento.

Disponível em:

www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras/biblioteca/conjuntura.htm

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