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IFE: nº 1.146 - 09 de julho de 2003
www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras
ifes@race.nuca.ie.ufrj.br
lEditor:Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Reestruturação e Regulação
1
BNDES elabora programa para amenizar dívida de elétricas
2 Pesquisa da Abdib aponta estagnação de novos investimentos
3 ONS recebe a melhor avaliação na pesquisa da Abdib
4 Abradee reinvidica criação de linhas de crédito para investimentos
5 Proposta sobre garantia às geradoras gera polêmica entre distribuidoras
6 Processo de licitação do novo modelo preocupa empresas privadas
7 CBIEE: Governo não tem caixa para realizar expansão
8 Retração de investimentos no SEE prejudica fornecedores de equipamentos

Empresas
1 SVM é a única pré-qualificada para aquisição da Cemar
2 Celg investirá R$ 150 mi até meados de 2004
3 Descontratação de energia representa prejuízo de R$ 400 mi para Cesp
4 Cesp pretende emitir bônus em fevereiro e março de 2004
5 Revisão tarifária da Celpa: Aneel realiza audiência pública
6 CPFL Brasil investirá cerca de R$ 2 bi em projetos de geração hidrelétrica

Oferta e Demanda de Energia Elétrica
1 Pesquisa mostra que profissionais do SEE acreditam em novo apagão
2 Sem investimento, Nordeste pode sofrer novo apagão
3 Demanda de energia no Sudeste/Centro-Oeste chega a 25.432 MW
4 Reservatórios da região Sudeste/Centro-Oeste estão com 71,45% da capacidade
5 Capacidade de armazenamento está em 56,96% no Sul
6 Nordeste está com 44,39% da capacidade armazenamento
7 Capacidade de armazenamento do subsistema Norte está em 50,46%
8 Boletim Diário da Operação do ONS

Comercialização de Energia
1 Entidades contestam regulamentação do leilão de excedentes de energia
2 Associações querem mais espaço para outros segmentos no leilão

3 CPFL pleiteia espaço para comercializadoras no novo modelo
4 Comerc intermediará 45 MW médios em leilão de compra de energia

Gás e Termelétricas
1 Proposta da Petrobras sobre contrato do gás boliviano será analisada em agosto
2 Duke Energy prepara leilão de compra de termoelétrica

Economia Brasileira
1 Inflação indica queda dos juros, diz Palocci
2 IGP-M registra deflação
3 Para Furlan, economia vai crescer 4% em 2004

4 Indústria cresceu só 0,6% este ano
5 Estudo mostra que perfil do gasto público trava expansão
6 Luiz Nassif: PIGP-M e IPCA
7 Luiz Nassif: Controle do câmbio
8 Dólar ontem e hoje

Internacional
1 Justiça dos EUA quer informações sobre relação de Cheney com setor energético
2 E.On fecha acordo para fusão de utilities
3 Endesa reinicia projeto de termoelétrica em Malaga

Biblioteca Virtual do SEE
1 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. "Produção Industrial - Maio/2003" Rio de Janeiro. - 03 páginas

 

Reestruturação e Regulação

1 BNDES elabora programa para amenizar dívida de elétricas

O BNDES está elaborando um programa de socorro às empresas públicas e privadas do setor de energia, com o objetivo de aliviar a dívida dessas companhias e ajudar na recuperação do caixa das elétricas. O BNDES não fala em valores, mas o desembolso previsto para o setor este ano é de R$ 6,7 bilhões. Além de liberar financiamentos para recomposição do caixa, haverá mecanismos que permitam às empresas alongar e reduzir suas dívidas. "Não adianta apenas ampliar o endividamento dessas empresas. É preciso dar a elas condições de se viabilizar", afirmou João Carlos Cavalcanti, superintendente da área de infra-estrutura do banco, que participou ontem do fórum de energia elétrica Infra 2020. Cavalcanti evitou detalhar o que vem sendo estudado pelo banco, mas adiantou que poderão ser utilizados para o alongamento das dívidas o lançamento de debêntures conversíveis em ações, entre outras alternativas. "Não pensamos em usar simplesmente títulos de dívida", explicou. Paralelamente, o BNDES também estuda a criação de soluções, via financiamento, específicas às empresas estatais, voltadas para garantir a implementação do cronograma de investimentos especialmente de Furnas, Chesf e Eletronorte. Neste caso, o tratamento ainda será avaliado pelo Ministério da Fazenda, Banco Central e pelo próprio BNDES. (Jornal do Commercio, Estado de São Paulo e Canal Energia - 09.07.2003)

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2 Pesquisa da Abdib aponta estagnação de novos investimentos

Pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústria de Base (Abdib) com 150 profissionais ligados ao setor elétrico revela que 85% deles constatam uma paralisia dos investimentos, enquanto 11% apontam recuo e apenas 4% falam de crescimento. De acordo com a pesquisa, 56% dos entrevistados acreditam que os negócios do setor elétrico irão diminuir neste ano, enquanto 31% prevêem um nível de negócios similar a 2002. Houve quase a unanimidade entre os entrevistados (94%) na afirmação de que o nível atual das taxas de juros influencia negativamente o setor elétrico. "Isso reflete não só uma preocupação, mas a certeza de que os investimentos estão parados, já que esses agentes estão envolvidos na materialização dos projetos", disse o presidente da EDP Brasil e vice-presidente da Abdib, Eduardo Bernini, durante o 3º Fórum de Energia Elétrica. Os problemas regulatórios são apontados na pesquisa como o principal entrave para a maioria das empresas, seguidos pela falta de financiamentos. Também aparecem como obstáculos a falta de contratos de longo prazo para compra e venda e energia e de licenças ambientais. (Jornal do Commercio - 09.07.2003)

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3 ONS recebe a melhor avaliação na pesquisa da Abdib

Os entrevistados avaliaram também as principais instituições do setor elétrico, dando notas de 1 a 10. A menor nota (4) foi para o Ibama, enquanto o ONS recebeu a melhor avaliação (6,5). O BNDES obteve nota 4,5; o Ministério de Minas e Energia, 5,1; a Petrobras, 5,6; o Banco do Brasil, 6,1; a Eletrobrás, 4,4; e a Aneel, 5. Entre os entrevistados, 41% eram fornecedores; 13% eram órgãos do Governo; 11%, do mercado financeiro; 18%, das concessionárias privadas; 11%, de concessionárias públicas; e 6%, de entidades de classe. (Jornal do Commercio - 09.07.2003)

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4 Abradee reinvidica criação de linhas de crédito para investimentos

O presidente do Conselho da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Orlando González, alerta que o segmento de distribuição não tem encontrado crédito para dar continuidade aos investimentos. Segundo González, as empresas têm de investir de R$ 15 bilhões a R$ 18 bilhões por ano. "Precisamos investir de 40% a 50% de nossa receita", acrescenta. "Isso não se viabiliza sem financiamento de longo prazo", diz. O presidente da Abradee defende a criação de linhas de financiamento do BNDES com "taxas compatíveis à revisão tarifária". Segundo Gonzalez, o principal nó que ainda precisa ser desatado no novo modelo é a regulação econômica. "É fundamental que as revisões ordinárias e extraordinárias de tarifas não sejam feitas de forma subjetiva", disse. (Jornal do Commercio e Valor - 09.07.2003)

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5 Proposta sobre garantia às geradoras gera polêmica entre distribuidoras

O presidente do Conselho da Abradee, Orlando Gonzalez, questionou, durante o 3o Fórum de Energia Elétrica, a idéia apresentada na segunda-feira, pela ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, de que no novo modelo do setor as distribuidoras deverão conceder garantias às geradoras, como forma de um seguro contra a inadimplência. A ministra citou como exemplo de garantia que poderia ser concedida uma parcela da receita das companhias distribuidoras. Para Wilson Ferreira, presidente da CPFL, algumas empresas podem, de fato, ter problemas para depositar as garantias. Para ele, no entanto, o maior problema do segmento é a falta de um mecanismo que cubra a variação dos custos não-gerenciáveis. "Tínhamos a CVA, mas não está funcionando", referindo-se ao adiamento do repasse. (Jornal do Commercio e Gazeta Mercantil- 09.07.2003)

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6 Processo de licitação do novo modelo preocupa empresas privadas

Investidores privados do setor elétrico estão preocupados com a implementação do novo modelo. Umas das maiores geradoras privadas, a Tractebel aplicou, no último ano, mais de US$ 1,5 bilhão no Brasil. O presidente do conselho de administração da geradora, Maurício Stolle Bähr, se diz receoso com o processo de transição para o novo modelo, especialmente em relação à disputa para novas concessões. No novo modelo, vencerá aquele que oferecer a menor tarifa e não mais quem pagar o maior valor para o governo. "Mas como vão ficar as empresas que já pagaram ágio pelas concessões anteriores?", questionou Bähr, no encerramento do 3o Fórum Brasileiro de Energia Elétrica. Uma sugestão, segundo Bähr, é que o governo libere as empresas, a exemplo da Tractebel - que disputou e ganhou duas concessões - de pagar por elas. Explica-se: no modelo vigente, depois de ganhar uma concessão, as empresas precisam depositar uma garantia na Aneel. O valor da garantia é de 0,4% do total que a empresa irá investir na construção da usina. Na opinião de Bähr, o governo terá de encontrar uma maneira "justa" para que as empresas que venceram concessões anteriores possam competir com as que ganharem futuras concessões. (Valor - 09.07.2003)

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7 CBIEE: Governo não tem caixa para realizar expansão

Para o presidente da Câmara Brasileira de Investidores em Energia Elétrica (CBIEE), Claudio Sales, os indicativos do governo em manter o monopólio na geração criam um paradoxo. "O governo não tem caixa para fazer um terço das obras necessárias em expansão", afirma. Segundo ele, é preciso garantir condições para que os investidores privados possam atuar no mercado com estabilidade regulatória. (Gazeta Mercantil - 09.07.2003)

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8 Retração de investimentos no SEE prejudica fornecedores de equipamentos

Na espera por definições que possibilitem a retomada de investimentos em energia, fornecedores de máquinas e equipamentos para geração, transmissão e distribuição também se mostram cautelosos em relação às mudanças que rondam o setor e rebaixam suas previsões de faturamento para este ano. Segundo o vice-presidente da Voith Siemens, Sergio Parada, o último contrato de fornecimento da empresa no mercado brasileiro foi fechado no dia 31 de setembro do ano passado para a usina de Capim Branco. Desde então, a empresa só tem trabalhado em cima dos pedidos antigos. Para ele, a desconfiança do setor diante das possibilidades de mudanças mais bruscas do que o esperado tem deixado os investidores mais apreensivos. De acordo com o vice-presidente, entre os temores que rondam o setor e causam mais instabilidade está a sinalização de que possam ser adotadas mudanças que afugentem investimentos privados por causa de dificuldades como competição desigual entre poder público e privado e também a insegurança demonstradas pelos investidores que possuem obras já aprovadas diante de cenários diferentes do que estava traçado. (Gazeta Mercantil - 09.07.2003)


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Empresas

1 SVM é a única pré-qualificada para aquisição da Cemar

A SVM Participações e Empreendimentos Ltda. assumiu a frente na disputa para assumir o controle societário da Cemar. A empresa, controlada pela norte-americana Brazil Development Equity Investiment, que por sua vez está sob controle do fundo GP Capital, foi a única pré-qualificada pela Aneel. A decisão retirou do páreo, "por não atenderem aos requisitos", o Grupo de Empresas (Arres do Brasil Participações Ltda., Citissimo do Brasil Participações Ltda. e Orteng Equipamentos e Sistemas Ltda.) e a Acon Offshore Partners, LP. As empresas preteridas do processo têm dez para recorrer da decisão. Já a SVM deve apresentar, até 25 de julho, uma proposta para solucionar a situação econômica da distribuidora, sob intervenção desde agosto de 2002, quando a controladora da empresa, o grupo norte-americano Pensilvânia Power Light (PPL), pediu concordata. Segundo a Aneel, a dívida chega a R$ 806 milhões, mais da metade em empréstimos e financiamentos. O processo deve terminar no dia 12 de agosto, com o parecer sobre a proposta da SVM. Se for aprovada, a empresa pagará o preço simbólico de US$ 1 à antiga controladora e assumirá as dívidas da empresa. (Gazeta Mercantil - 09.07.2003)

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2 Celg investirá R$ 150 mi até meados de 2004

As medidas de restabelecimento do equilíbrio econômico-financeiro da Celg definidas no início deste ano pelo governador Marconi Perillo resultaram ontem no anúncio da retomada dos investimentos da empresa na expansão das redes de transmissão e distribuição. Por meio de parceria com a administração estadual, Marconi e o presidente da Celg, José Paulo Loureiro, assinaram em Goiânia termo de liberação de R$ 150 milhões a serem aplicados em sistemas de energia rural e urbana até julho de 2004. Os recursos serão aplicados em três programas conduzidos pela companhia: o Energia Cidadã, que visa parceria com a Secretaria de Estado de Infra-Estrutura (Seinfra), aplicará R$ 6,4 milhões na implantação de redes de distribuição que atenderão a 11,5 mil unidades habitacionais em 119 municípios; os sistemas Pirineus e Acreúna, com investimentos de R$ 97 milhões em linhas e subestações de distribuição e transmissão de energia em Anápolis, Goiânia, Rio Verde, Acreúna, Caldas Novas e região; e o Força para o Campo, que destinará R$ 46 milhões para as ações de eletrificação rural no Norte e Nordeste goianos. O repasse dos recursos foi possível, segundo Marconi, graças sobretudo à liminar - expedida pela justiça federal no dia 1º de abril - que desobriga a Celg a comprar energia exclusivamente produzida pela Usina de Cachoeira Dourada. (Diário da Manhã - 09.07.2003)

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3 Descontratação de energia representa prejuízo de R$ 400 mi para Cesp

O secretário de Energia, Recursos Hídricos e Saneamento do estado de São Paulo, Mauro Arce, afirmou nesta terça-feira, dia 8 de julho, que a descontratação de 900 MW médios de energia velha no início deste ano está representando um prejuízo de R$ 400 milhões para a Cesp. Para amenizar o prejuízo, a empresa está vendendo o excedente de energia no MAE por cerca de R$ 19 por MWh. Segundo Arce, a expectativa é que do montante total liberado, a Cesp venda 110 MW médios no leilão de excedentes de energia, o que poderia gerar recursos da ordem de R$ 40 milhões, ou 10% da dívida absorvida este ano. "O leilão realmente ajuda a situação da Cesp, mas é limitado em razão do baixo volume de venda. Os grandes consumidores não comprarão tanta energia", comentou Arce. (Canal Energia - 08.07.2003)

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4 Cesp pretende emitir bônus em fevereiro e março de 2004

Segundo o secretário de Energia, Recursos Hídricos e Saneamento do estado de São Paulo, Mauro Arce, o Banco JP Morgan está avaliando a conclusão de duas emissões em bônus da Cesp a serem lançadas em fevereiro e março de 2004, no valor de 200 milhões de euros e 300 milhões de dólares. Essa avaliação faz parte da modelagem para equacionar a dívida da empresa, que chega a um total de R$ 12 bilhões. (Canal Energia - 08.07.2003)

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5 Revisão tarifária da Celpa: Aneel realiza audiência pública

A Aneel realiza audiência pública nesta quarta-feira, 9 de julho, para coletar subsídios sobre a revisão tarifária periódica da Celpa. Estarão presentes dois diretores da Aneel, Paulo Pedrosa e Eduardo Ellery, e o diretor-geral da Agência Estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos (Arcon), Ronaldo Barata. As informações sobre a revisão, incluindo a nota técnica com os resultados preliminares, podem ser acessados na página na agência na internet (www.aneel.gov.br). A reunião acontece a partir das 14 horas, em Belém, no Pará. (Canal Energia - 08.07.2003)

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6 CPFL Brasil investirá cerca de R$ 2 bi em projetos de geração hidrelétrica

De acordo com o presidente da CPFL Energia, Wilson Ferreira Jr, a CPFL Brasil - comercializadora da holding - continua desenvolvendo projetos na área de geração hidrelétrica, com ênfase em três projetos: Ceran, Barra Grande e Campos Novos, enquadrados como viáveis pelo BNDES. Os empreendimentos receberão investimentos da ordem de R$ 4 bilhões, sendo que a CPFL tem participação acionária maior que 50%. "Vamos investir perto de R$ 2 bilhões. Já conseguimos no início de junho a aprovação do financiamento do projeto de Barra Grande e teremos uma reunião para discutir Campos Novos na próxima semana com o BNDES", diz. (Canal Energia - 08.07.2003)

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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

1 Pesquisa mostra que profissionais do SEE acreditam em novo apagão

A paralisação nas obras do setor de energia pode levar o País a uma nova crise em 2006 ou 2007. Essa é a avaliação de 77% dos 150 executivos da área ouvidos na pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústria de Base (Abdib) com 150 profissionais ligados ao setor elétrico. A maioria (48%) acredita que o país pode sofrer um novo racionamento em 2007. Na segunda-feira, a ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, também havia alertado para o risco de novo apagão, mas apenas a partir de 2007. "As decisões tomadas em 2003 é que vão definir esse risco de falta de energia", disse o presidente da Abdib, José Augusto Marques, ao se referir ao tempo de construção de novas usinas. Segundo o levantamento, apenas 5% dos executivos não acreditam em uma possível crise. Os outros 8%, mais pessimistas, vêem a possibilidade de um apagão no setor ainda nos próximos dois anos. Marques lembrou que existem hoje 7 mil MW em obras licitadas, mas que estão paradas por problemas ambientais e de financiamento, o equivalente a cerca de 10% do parque gerador atual. Segundo o presidente da Abdib, se a economia crescer em um ritmo de 3% ao ano a partir de 2004 - valor inferior ao previsto pelo Governo no Plano Plurianual -, a reserva de energia que existe hoje se esgotará em 2007. A avaliação dos executivos é a mesma do Governo. (Jornal do Commercio e Valor - 09.07.2003)

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2 Sem investimento, Nordeste pode sofrer novo apagão

O Nordeste precisará de investimentos da ordem de R$ 2,5 bilhões em geração de energia elétrica até 2012 e R$ 1,5 bilhão em transmissão até 2006. Mesmo assim, a Região não estará livre do risco de déficit na oferta do produto por volta de 2008. Neste ano, o MME prevê que a curva da demanda estará acima da energia disponível para consumo, em cerca de 500 MW médios, ou 1,7%. No entanto, para o presidente da Chesf, Dilton da Conti, a situação é menos preocupante do que se imagina. "Consideramos um risco de até 5% aceitável", comentou ontem, durante o 3º Fórum Brasileiro de Energia Elétrica (Infra 2020), em São Paulo. (Diário de Pernambuco - 09.07.2003)

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3 Demanda de energia no Sudeste/Centro-Oeste chega a 25.432 MW

As regiões Nordeste e Sudeste/Centro-Oeste continuam registrando queda no consumo nos últimos sete dias. Segundo dados do ONS, relativo ao dia 7 de julho, a demanda de energia no subsistema Sudeste/Centro-Oeste chegou a 25.432 MW médios, uma queda de 1,1% na última semana. O consumo no Sul do país subiu 1,3%, atingindo 7.294 MW médios. Já no Norte, o consumo chegou a 2.912 MW médios, um aumento de 2,1%. (Canal Energia - 08.07.2003)

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4 Reservatórios da região Sudeste/Centro-Oeste estão com 71,45% da capacidade

No subsistema Sudeste/Centro-Oeste, o volume armazenado está 38,65% acima da curva de segurança determinada pelo ONS. A capacidade de armazenamento está em 71,45%, uma redução de 0,2% em um dia. As usinas de Marimbondo e Furnas registram, respectivamente, índice de 79,82% e 91,18%. (Canal Energia - 08.07.2003)

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5 Capacidade de armazenamento está em 56,96% no Sul

No subsistema Sul, a usina de Salto Santiago está com 49% da capacidade armazenamento, enquanto o nível da região está em 56,96%. Em relação ao dia anterior, o índice teve uma queda de 0,25%. (Canal Energia - 08.07.2003)

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6 Nordeste está com 44,39% da capacidade armazenamento

A capacidade de armazenamento da região Nordeste está em 44,39%, volume 24,07% acima da curva de aversão 20002/2003. O nível teve uma queda de 0,14% em um dia. A hidrelétrica de Sobradinho, a maior do subsistema, apresenta índice de 39,1%. (Canal Energia - 08.07.2003)

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7 Capacidade de armazenamento do subsistema Norte está em 50,46%

Os reservatórios do subsistema Norte estão com 50,46% da capacidade, uma redução de 0,33% em relação ao dia anterior. A hidrelétrica de Tucuruí registra índice de 95,09%. (Canal Energia - 08.07.2003)

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8 Boletim Diário da Operação do ONS

Para obter os últimos dados do Boletim Diário da Operação do ONS, incluindo produção de energia hidráulica e térmica e energia armazenada, clique aqui.

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Comercialização de Energia

1 Entidades contestam regulamentação do leilão de excedentes de energia

Entidades das principais áreas de atuação do setor elétrico contestaram vários pontos apresentados pela Aneel na minuta da resolução que regulamenta o leilão de excedentes de energia elétrica. O escopo do documento foi levado à audiência pública na semana passada, e gerou contribuições de 25 agentes, entre associações e organismos setoriais, companhias de energia e até uma empresa de móveis. O principal ponto questionado por diversos agentes, especialmente distribuidoras, foi relacionado à criação do Encargo de Serviços de Distribuição (ESD), destinado a suprir os custos com o transporte da energia comercializada bilateralmente entre as geradoras e os consumidores livres. Pela minuta, o encargo será pego pelos consumidores que adquirirem energia no leilão, e rateado proporcionalmente aos montantes arrematados por cada comprador. (Canal Energia - 08.07.2003)

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2 Associações querem mais espaço para outros segmentos no leilão

As principais associações aproveitaram a consulta da resolução que regulamenta o leilão de excedentes de energia elétrica, para pleitear espaço de outros segmentos no negócio, em princípio restrito aos geradores e grandes consumidores industriais. A Abraget (geradoras termelétricas), por exemplo, apresentou a possibilidade de o leilão abrir espaço à comercialização de qualquer energia descontratada, e não só à vinculada aos contratos iniciais. A medida incluiria a produção independente e a energia importada. A Abraceel (agentes de comercialização) aproveitou para contestar o princípio de isonomia do leilão, em função da restrição à apenas dois segmentos de mercado, e destacou a possibilidade de inclusão das comercializadoras no negócio - que atuariam representando consumidores livres. Um dos pontos que foram destacados em relação à minuta por quase todos os agentes, e em especial pela APMPE (pequenos e médios produtores), foi a omissão do custeio da CDE, que de acordo com várias propostas apresentadas, deveria estar incluída nas componentes da ESD e ser rateada entre os vendedores. A conta foi criada como fonte de subsídio às fontes alternativas de energia. (Canal Energia - 08.07.2003)

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3 CPFL pleiteia espaço para comercializadoras no novo modelo

O presidente da holding CPFL Energia defendeu nesta terça-feira, dia 8 de julho, a presença das comercializadoras no novo modelo do setor elétrico que será apresentado pelo governo. Segundo Wilson Ferreira Jr., em qualquer modelo há sobra de energia elétrica, por isso a atuação desses agentes torna-se fundamental. Segundo o executivo, o setor elétrico brasileiro possui atualmente 47 comercializadoras, que negociam 10% da energia adquirida pelos consumidores livres e 7% do montante vendido no MAE. "Vai ser difícil convencer um consumidor livre voltar a ser cativo. As comercializadoras oferecem preços 30% mais baixos", observa, destacando ainda que as empresas de comercialização administram portfólios de energia elétrica tanto para compra e venda. A proposta de as distribuidoras centralizarem a compra de energia elétrica, na opinião de Ferreira Jr., não representam um risco para a CPFL. Ele informa que a empresa tem recebíveis para dar em garantia nos contratos de longo prazo, entretanto, outras distribuidoras podem ter problema. "Algumas distribuidoras podem ter dificuldades para arcar com o volume de energia disponibilizado, ou não ter recebíveis suficientes para dar as garantias necessárias", afirma. (Canal Energia - 08.07.2003)

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4 Comerc intermediará 45 MW médios em leilão de compra de energia

A Comerc Comercializadora de Energia Elétrica vai intermediar um novo leilão de compra de energia para grande consumidor. A comercializadora pretende comprar 45 MW para um cliente, ainda a ser divulgado pela empresa, da região Sudeste. O edital será divulgado nesta quinta-feira, dia 10 de julho, e o leilão acontecerá no próximo dia 23. O novo negócio aproveita o sucesso da primeira operação realizada pela Comerc, nesta terça-feira, dia 8 de julho. A companhia intermediou a compra de 27,5 MW médios para três grandes consumidores - Dixie Toga, Klabin Kimberly e Klabin. (Canal Energia - 08.07.2003)

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Gás e Termoelétricas

1 Proposta da Petrobras sobre contrato do gás boliviano será analisada em agosto

A Petrobras, a estatal boliviana YPFB e o Ministério de Hidrocarburetos e Energia da Bolívia vão se reunir, novamente, para analisar a proposta da estatal brasileira para chegar a um acordo sobre o contrato de fornecimento de gás boliviano. O encontro está previsto para acontecer nos dias 11 e 12 de agosto, no Rio de Janeiro. Segundo Ildo Sauer, diretor de Gás e Energia da Petrobras, a proposta feita no início deste mês prevê a redução no preço do gás, além do aumento da flexibilidade do contrato (com a redução do take or pay) e do volume de gás a ser comprado pela estatal brasileira com prazo maior de pagamento. A estatal também está preocupada em garantir que o contrato da proposta não gere perdas ao governo boliviano, inclusive em relação ao pagamento de royalties. Sauer conta que as conclusões dessas negociações serão fundamentais para implementar o programa de massificação do uso do gás que a estatal está elaborando. A iniciativa inclui projetos para as áreas de cogeração, industrial, comercial, residencial e de transporte. Novos investimentos, entretanto, dependem da venda da energia produzida pelas térmicas. (Canal Energia - 08.07.2003)

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2 Duke Energy prepara leilão de compra de termoelétrica

A Duke Energy já prepara o leilão de compra da geradora termelétrica Norte Fluminense, marcado para o próximo dia 18. O negócio será realizado pela plataforma Duke Open Market, que opera leilões mensais de balanço de carga desde janeiro deste ano. O negócio com a usina térmica será o primeiro da Duke Trading - braço de comercialização do grupo - voltado exclusivamente a terceiros. Segundo José Manoel Amorim, gerente de Operações de Mercado da Duke Trading, a empresa será responsável pelo desenvolvimento do sistema e pela operacionalização do leilão, que vai objetivar a compra de 160 MW. Entre os vendedores, poderão habilitar-se empresas que atuam no MAE, como distribuidoras, produtores independentes, auto-produtores e comercializadores. (Canal Energia - 08.07.2003)

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Economia Brasileira

1 Inflação indica queda dos juros, diz Palocci

A manutenção das projeções de queda da inflação após o corte nas taxas de juros promovido pelo BC mostra, segundo o ministro Palocci, que os juros devem continuar a cair. "Isso mostra que há sustentabilidade em uma curva declinante das taxas de juros no próximo período; confirma uma tendência", disse o ministro. Segundo Palocci, o mais importante da decisão do Copom não foi o corte de 0,5 ponto percentual na taxa de juros em si. "Nós estávamos havia 11 meses com taxas de juros ascendentes. A partir do mês passado, a curva caiu e a projeção de inflação continuou caindo". Segundo Palocci, o governo previa 7% de inflação para os próximos 12 meses, mas pesquisa do BC com o mercado financeiro divulgada na segunda-feira passada indicou 6,75%. "As projeções de inflação estão abaixo das metas para 12 meses e para 2004", disse. (Folha de São Paulo - 09.07.2003)

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2 IGP-M registra deflação

A primeira prévia do IGP-M de julho registrou queda de preços de 0,17%, uma deflação 0,30 ponto percentual menor que a de 0,47% registrada na primeira prévia de junho. No varejo, a queda de preços foi de 0,37%, a maior desde a primeira prévia de setembro de 1998, quando os preços ao consumidor caíram 0,6%. A última vez em que o IPC, componente do IGP-M que mede a variação de preços no varejo, havia apresentado uma queda de preços na primeira prévia do índice havia sido em novembro de 2000, quando caiu 0,05%. Na prévia divulgada ontem, os preços no atacado caíram 0,19%, contra queda de 0,83% na primeira prévia do mês passado. Para Salomão Quadros, coordenador de análises econômicas da FGV, o Brasil vive uma "pré-recessão branda e reversível". Nesse quadro, diz ele, não há motivo para que o governo não reduza os juros. Ele defende corte entre meio e um ponto percentual. (Folha de São Paulo - 09.07.2003)

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3 Para Furlan, economia vai crescer 4% em 2004

O ministro Furlan disse ontem que a economia o Brasil deverá crescer 2% neste ano. Para o ano que vem, o ministro estima uma expansão de 4%. Em Lisboa, Portugal, onde participa de encontro com empresários, Furlan afirmou que o governo anunciará medidas de impacto, de caráter desenvolvimentista, para alcançar esse crescimento. As previsões de Furlan são mais otimistas do que as do BC, que estima um crescimento de 1,5% a 1,8% neste ano. No primeiro trimestre, a economia brasileira teve contração de 0,1% como resultado das altas taxas de juros adotadas pelo BC para conter a inflação. Analistas e institutos de pesquisas estimam que uma contração possa ter ocorrido no segundo trimestre. "O primeiro semestre foi muito difícil, especialmente devido à política monetária, mas o Brasil deve crescer 2% neste ano e 4% em 2004", disse Furlan. (Folha de São Paulo - 09.07.2003)

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4 Indústria cresceu só 0,6% este ano

A produção física da indústria voltou a registrar declínio em maio, de 0,3% ante maio de 2002 e aumento mínimo de 0,1% ante abril. No ano, a indústria acumula crescimento de apenas 0,6% e, em doze meses, está estagnada em 2,7%, divulgou ontem o IBGE. O resultado, bem abaixo do esperado pelo mercado, está levando institutos de pesquisa, consultorias e bancos a rever as projeções de crescimento do PIB para 2003. Os dados de maio, da indústria, vão impactar diretamente o PIB do segundo trimestre do ano, que deverá situar-se bem abaixo da taxa de crescimento de 2% do PIB do primeiro trimestre. A projeção do Ipea é de um PIB entre abril/junho crescendo 0,7%. O que deve derrubar o desempenho da economia no período é a construção civil, com grande peso no PIB. Na pesquisa do IBGE, os insumos para construção registraram um declínio de produção de 9%, sinalizando que esta atividade está no fundo do poço. Para Sílvio Sales, chefe da coordenação de indústria do IBGE, os dados da pesquisa da produção da indústria indicam "uma tendência clara de retração do nível de produção". Para Carlos Frederico Rocha, economista da UFRJ, a trajetória de estagnação das fábricas tem a ver com "o governo segurar o nível de atividade com o que tem efeito direto sobre a indústria: os juros altos e o mega-superávit primário". Clique aqui para conferir o estudo do IBGE. (Valor - 09.07.2003)

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5 Estudo mostra que perfil do gasto público trava expansão

O tímido crescimento da economia brasileira não pode ser alavancado apenas com a redução das taxas de juros e com o equilíbrio das contas públicas. "Ao se colocar a taxa de juros como principal fator que inibe o crescimento econômico, estão, na verdade, fazendo especulação política. Há uma série de outros fatores que devem ser solucionados para que a economia cresça", diz Antonio Carlos Pôrto Gonçalves, diretor do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas, autor, junto com a economista do Ibre, Tatiana Deane, do trabalho "Taxa de Juros e Crescimento Econômico". Entre esses fatores, Pôrto Gonçalves cita a escassa poupança interna, a fragilidade do Estado como investidor, o baixo grau de atração de investimentos externos, a excessiva carga tributária e as incertezas que pairam sobre a economia brasileira. O estudo sustenta que um dos entraves ao crescimento é o perfil dos gastos públicos que deixa pouca margem para investimentos. Atualmente, as despesas da União com a Previdência equivalem a 13% do Produto Interno Bruto (PIB), com o funcionalismo público a 12% e com os encargos da dívida interna, 7%. Pôrto Gonçalves e Tatiana ressaltam no trabalho que, além da fragilidade do Estado, as "incertezas que permeiam a economia brasileira reduzem significativamente os investimentos privados. (Gazeta Mercantil - 09.07.2003)

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6 Luiz Nassif: PIGP-M e IPCA

Há uma velha lei que diz que, quando um índice de preços cresce mais do que outros, em um primeiro momento, no segundo momento tende a crescer menos, e os que cresceram menos, a crescer mais. A troca do IGP-DI pelo IPCA, a esta altura do campeonato, equivale ao sujeito que troca de fila justamente quando a sua fila começa a andar. (Folha de São Paulo - 09.07.2003)

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7 Luiz Nassif: Controle do câmbio

Ainda está por ser feito o balanço correto do desastre provocado pelos quatro anos de política do real valorizado do primeiro governo FHC. Cinquenta anos de patrimônio público foram queimados pelas taxas de juros necessárias para sustentar o câmbio. Mataram no mínimo 12 anos de crescimento, comprometeram o investimento direto externo por muitos anos, arrebentaram com as contas públicas. E isso em uma conjuntura internacional extraordinariamente favorável. É inacreditável como, depois de todo esse inventário, a tese do câmbio apreciado ainda encontre defensores no país. (Folha de São Paulo - 09.07.2003)

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8 Dólar ontem e hoje

O dólar comercial registrava às 11h57m queda de 0,20%, cotado a R$ 2,866 na compra e R$ 2,869 na venda. A moeda americana abriu hoje estável e permaneceu assim na maior parte do tempo, partindo para o campo negativo em apenas dois momentos. A liquidez é muito pequena por conta do feriado que comemora a Revolução Constitucionalista de 1932 no Estado de São Paulo. Ontem, o dólar comercial fechou os negócios em queda, após 3 sessões consecutiva de alta. A moeda norte-americana recuou 0,41%, negociada a R$ 2,87 para compra e R$ 2,873 para venda. (O Globo On Line e Invertia - 09.07.2003)

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Internacional

1 Justiça dos EUA quer informações sobre relação de Cheney com setor energético

Um tribunal federal de recursos norte-americano, decidiu que o vice-presidente dos Estados Unidos, Dick Cheney, precisa revelar informações sobre as reuniões que manteve com altos executivos de empresas de energia ao formular a política do governo George W. Bush para o setor. Pela decisão do tribunal, Cheney terá, no mínimo, que listar os documentos específicos que não quer tornar públicos. O processo pela liberação das informações foi movido pela ONG ambientalista Sierra Club e pela entidade conservadora Judicial Watch. Até agora, Cheney, ex-executivo-chefe da Halliburton, tem se recusado até mesmo a revelar os nomes das pessoas do setor de energia com que se reuniu nos primeiros meses do governo Bush. (Tribuna da Imprensa - 09.07.2003)

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2 E.On fecha acordo para fusão de utilities

A alemã E.On informou que assinou acordo para a fusão das utilities regionais Elektrizitatswerk Wesertal, Pesag e Elektrizitatswerk Minden-Ravensberg (EMR). A nova companhia será chamada de E.On Westfalen-Weser e terá sede em Paderborn. A E.On Energie terá uma participação acionária de 63% enquanto que o resto ficará sob controle de 39 municípios. O acordo fortalece o processo de cooperação entre a E.On e os municípios do sul da Baixa Saxônia e do leste de Westphalia. (Platts - 09.07.2003)

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3 Endesa reinicia projeto de termoelétrica em Malaga

A espanhola Endesa vai reiniciar o projeto de instalação de usina termoelétrica de ciclo combinado com capacidade de geração de 390 MW, a ser localizada nos arredores de Málaga. O projeto foi suspenso anteriormente devido a proibição do governo espanhol, em junho de 2002, da expansão da companhia no setor de geração de energia. A Endesa já terminou o estudo de impacto ambiental do projeto, que está sujeito agora a apreciação pública. (Platts - 09.07.2003)

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Biblioteca Virtual do SEE

1 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. "Produção Industrial - Maio/2003" Rio de Janeiro. - 03 páginas

Disponível em: www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras/biblioteca/conjuntura.htm

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Equipe de Pesquisa UFRJ - Eletrobrás
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Sub-editor: Fabiano Lacombe
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Bruno Negreiros, Bruno Nini, Daniel Bueno e Rodrigo Berger
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