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IFE: nº 1.140 - 01 de julho de 2003
www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras
ifes@race.nuca.ie.ufrj.br
lEditor:Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Reestruturação e Regulação
1
Dilma discutirá com estatais a transição para o novo modelo
2 Governo prepara operações de financiamento para socorrer elétricas
3 Dilma: Novo modelo vai proporcionar redução no preço da energia
4 Governo empenhado na manutenção dos contratos
5 Aneel prorroga o prazo de cadastramento para baixa renda
6 Senador quer mudanças no setor energético
7 MME prepara divulgação dos VEs das fontes alternativas
8 Abinee: Setor de GTD registra queda nas exportações este ano

Empresas
1 BNDES não vai à Justiça para leiloar ações da Eletropaulo
2 Light negocia alongamento de dívidas com credores
3 PCH do Sistema Cataguazes-Leopoldina entra em fase de teste
4 Tarifas da Cataguazes-Leopoldina e da CENF sobem
5 Receita da Cataguazes-Leopoldina foi de R$484,5 mi em 5 meses
6 Distribuidoras procuram alternativas para acabar com inadimplência
7 Inadimplência do setor público já chega a R$ 800 mi
8 Programa da Coelba e do MME leva luz a 132 mil consumidores

Oferta e Demanda de Energia Elétrica
1 MME criará comitê para evitar racionamento
2 Sudeste/Centro-Oeste acumula baixa no consumo de 2,2%
3 Capacidade do subsistema Sudeste/Centro-Oeste está em 73,19%
4 Volume armazenado do subsistema Norte está em 82,24%
5 Capacidade de armazenamento do subsistema Sul está em 61,59%
6 Reservatórios do subsistema Nordeste estão com 45,33% da capacidade
7 Boletim Diário da Operação do ONS

Gás e Termelétricas
1 Petrobras anuncia descoberta no Golfo do México
2 Construção de Angra 3 não será retomada em 2003
3 Negociações sobre o gás boliviano em pauta novamente
4 Térmica emergencial fornecerá energia para Manaus

Economia Brasileira
1 Crescimento só virá a longo prazo, diz BC
2 BC indica corte de juros e mercado já reduz taxas
3 Consumo interno encolhe 2,3%

4 Balança tem superávit recorde de US$ 10,272 bi no semestre
5 IPC-S registra deflação de 0,03%
6 Necessidade de "hedge" cai US$ 30 bi
7 Dólar ontem e hoje

Internacional
1 Endesa Espanha reestrutura Enersis
2 Enerisis aumenta capital em 77,3% com venda de novas ações
3 Demanda total por gás nos EUA está reduzindo


 

Reestruturação e Regulação

1 Dilma discutirá com estatais a transição para o novo modelo

A ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, está disposta a discutir com as companhias estatais um processo diferenciado de transição para o novo modelo do setor elétrico. "Ficamos de nos reunir com a Copel e apresentar uma proposta", contou ontem Wilson Brumer, presidente do conselho de administração da Cemig, após encontro com a ministra. Segundo ele, Dilma mostrou-se sensível ao pleito das estatais. A principal reivindicação das estatais diz respeito à desverticalização, que deverá ser obrigatória no novo modelo do sistema elétrico. Brumer mostrou à ministra que a medida significará prejuízos tributários para as estatais. No caso da Cemig, de acordo com Brumer, as perdas com o aumento dos tributos serão de cerca R$ 80 milhões por ano na cisão em três empresas, de geração, distribuição e transmissão. A proposta da Cemig é criar unidades de negócios separadas, com contabilidade independente, para cada uma das atividades e manter a empresa verticalizada. Outros dois pontos para os quais as estatais querem tratamento diferenciado diz respeito à equação entre energia velha e energia nova e ao acesso a linhas de financiamento. (Valor - 01.07.2003)

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2 Governo prepara operações de financiamento para socorrer elétricas

O governo está concluindo a montagem de duas operações de empréstimos junto ao BNDES que, juntas, podem chegar a R$ 2,8 bilhões, para completar a reestruturação financeira das empresas do setor elétrico e aliviar o caixa das companhias. Ainda nesta semana será anunciada a abertura de uma linha de financiamento do banco, para que as empresas concluam a liquidação das operações de compra e venda de energia no MAE. As dívidas nesse mercado chegam à casa dos R$ 900 milhões, mas o valor do empréstimo do BNDES poderá ser um pouco menor. O trabalho de auditoria dessas operações já foi concluído e o empréstimo do BNDES deverá ser pago em até seis anos. Haverá, ainda, um empréstimo-ponte que pode chegar a R$ 2 bilhões para as distribuidoras. O objetivo é compensar as perdas decorrentes da impossibilidade de repassar, para as tarifas, os custos correspondentes à parcela não gerenciáveis. Este empréstimo terá prazo de liquidação entre 2 e 3 anos. Com esses dois financiamentos, a área econômica do governo considera que terá colocado "em ordem a parte financeira do setor" conforme avalia um dos participantes da discussão. (Valor - 01.07.2003)

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3 Dilma: Novo modelo vai proporcionar redução no preço da energia

Dilma Rousseff teve ontem, depois do encontro com Wilson Brumer, um almoço com empresários mineiros na sede da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg). A ministra informou aos empresários que o novo modelo deverá estar concluído em breve, mas não comprometeu-se com prazos. "O modelo é mais importante que o prazo", justificou. Segundo ela, o novo modelo levou a reajustes tarifários incompatíveis com o poder de renda dos brasileiros e também resultou na maior quebra de consumo da história do país, durante o racionamento. "O que vamos fazer é inverter a lógica de tarifa alta", afirmou ela. "Tarifas mais baratas não caem do céu; é preciso ter políticas para isso. " A ministra disse que o novo modelo do setor elétrico vai proporcionar redução no preço da energia e que o consumidor vai "perceber" que está pagando menos pelo serviço. A redução será permitida por uma série de medidas, como a redefinição de contratos de licitação. A redução do preço na energia passa, também, pelo aumento de investimentos no setor. Segundo Dilma, o governo federal vai mostrar que o cenário no Brasil é propício para o investidor, com riscos reduzidos e com regras estáveis. "Quanto mais energia gerarmos, mais o preço pode cair. As empresas que já operam há anos e não têm mais o custo de capital investido inserido na tarifa tendem a ter um preço menor", disse. (Valor e Gazeta Mercantil - 01.07.2003)

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4 Governo empenhado na manutenção dos contratos

Preocupado com a imagem de eventual quebrador de contratos, disseminada pelos opositores durante as eleições do ano passado, o governo do PT quer dar todas as garantias de estabilidade nos acordos firmados. Esse é o norte do novo modelo do setor elétrico em fase final de elaboração pelo MME. Outra diretriz é o planejamento. Partindo da premissa de que o racionamento poderia ter sido evitado, os técnicos petistas fixaram obrigações para todos os atores do setor, de modo que qualquer alteração, na demanda ou na oferta de energia, seja conhecida com cinco anos de antecedência. Segundo normas do governo passado, todos os contratos de compra de energia feitos pelas distribuidoras terminariam em dezembro de 2005. A geração voltaria a ser comprada em leilões. O PT quer alterar isso, para contratos com normas claras e de longo prazo. Antes, vencia o leilão quem oferecesse o maior valor para explorar determinado local. No modelo petista, estará mais habilitada a geradora que conseguir propor um preço menor ao consumidor. O reajuste das tarifas deve ser feito por meio de índice próprio do setor, já em uso pela Aneel. (Folha de São Paulo - 30.06.2003)

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5 Aneel prorroga o prazo de cadastramento para baixa renda

A Aneel prorrogou novamente o prazo para cadastramento de pessoas que se enquadram na categoria de baixa renda, que podem obter descontos de até 65% no valor da tarifa de eletricidade convencional. O cadastramento de unidades com consumo médio mensal entre 80 e 220 kWh terminaria ontem e foi prorrogado para o dia 31 de dezembro deste ano. Segundo a Aneel, a nova alteração no prazo foi feita para aguardar a definição de medidas do governo federal para unificar os cadastros de pessoas que integram os programas públicos de assistência social. A Aneel informou que os cerca de 12 milhões de consumidores de energia no País que gastam em média entre 0 e 80 kWh por mês não precisam se cadastrar para conseguir o desconto. Para essas pessoas, o benefício é concedido automaticamente. Com a prorrogação do prazo para cadastramento, as 64 distribuidoras de energia elétrica do País terão que manter, até 31 de dezembro, os descontos na tarifa de baixa renda para as unidades que consomem entre 80 e 220 kWh por mês e se enquadram nos critérios atuais de concessão. Entre os critérios para se cadastrar ao desconto estão renda mensal per capita de no máximo meio salário mínimo e o preenchimento das exigências dos programas sociais do governo federal. (Gazeta Mercantil - 01.07.2003)

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6 Senador quer mudanças no setor energético

O senador Delcídio do Amaral (PT/MS) disse ontem que o Governo vai enviar no segundo semestre ao Congresso Nacional proposta para reformular totalmente o setor energético brasileiro. As linhas básicas da proposta, que chegarão ao Congresso através de projeto de lei ou medida provisória, estabelecem que o Ministério das Minas e Energia vai recuperar o poder de outorga das licenças para produção, transmissão e distribuição de energia, hoje delegado à Aneel, e retomar o planejamento das ações no setor, para que o País volte a ter uma política de energia. "Conversei na semana passada demoradamente com a ministra Dilma Rousseff, que me garantiu o compromisso do presidente Lula e da área técnica do MME de definir as bases de um modelo energético moderno, capaz de atender aos interesses das empresas que querem investir no mercado de produção, transmissão e distribuição de energia, mas que, ao mesmo tempo, seja capaz de zelar pelos interesses do Governo e do consumidor brasileiro, que não pode mais correr o risco de racionamento, como o que vivemos em 2001. Se nada for feito, poderemos ter novos apagões dentro de 3 ou 4 anos", afirmou o senador. (Correio do Estado - 01.07.2003)

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7 MME prepara divulgação dos VEs das fontes alternativas

O MME está finalizando a apresentação dos valores econômicos (VEs) das fontes alternativas para utilização de recursos da CDE. O documento a ser divulgado já está pronto, e a data de publicação depende apenas de decisão final da ministra Dilma Rousseff, que pode ocorrer apenas após o lançamento do novo modelo do setor elétrico. Nessa consulta, o governo apresentará o VE para cada fonte alternativa e os interessados terão prazo de 30 dias para encaminhar sugestões e dúvidas sobre a metodologia aplicada para definição de cada valor. Após esse período, o MME avaliará as contribuições recebidas e divulgará o VE final de cada fonte alternativa. (Canal Energia - 30.06.2003)

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8 Abinee: Setor de GTD registra queda nas exportações este ano

A retração na atividade industrial ligada ao setor elétrico nacional foi confirmada nesta segunda-feira, dia 30 de junho, quando a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) divulgou a balança comercial relativa ao período de janeiro a maio deste ano. O relatório revela a redução do nível das exportações em 3,2% em relação ao mesmo período do ano passado, e um acréscimo de 17,4% nas importações. Apesar de não representarem a potencialidade real do setor fabricante no país - que alcançou um faturamento médio próximo a US$ 2 bilhões em 2002 - os números comprovam a redução das atividades, cujos efeitos são bem mais fortes no cenário interno. Segundo a Abinee, um dos fatores para a pouca representatividade da área de GTD (geração, transmissão e distribuição de energia elétrica) na balança comercial é a forte capacidade tecnológica da indústria brasileira, de alto valor agregado. "Os produtos são de tecnologia dominada e os produzimos muito bem internamente, apesar de a demanda interna não estar muito boa", explica Luiz Cezar Rochel, gerente de economia da associação. Segundo ele, a queda no nível de exportação deve-se basicamente à realização de grandes projetos estrangeiros de engenharia no setor elétrico. Uma fase de poucas obras, como esta, reflete diretamente em um decréscimo na procura pela indústria brasileira. (Canal Energia - 30.06.2003)


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Empresas

1 BNDES não vai à Justiça para leiloar ações da Eletropaulo

O BNDES comunicou à direção da AES que não será necessário recorrer à Justiça para leiloar as ações ordinárias da Eletropaulo. O desgaste e a morosidade de uma disputa judicial era considerado um dos principais empecilhos à decisão de executar a dívida, nas negociações que se arrastam há pelo menos seis meses. O vice-presidente do banco, Darc Costa, voltou a afirmar que o BNDES tem apenas um interesse: reaver os recursos que emprestou. Ele não deu detalhes sobre as propostas que foram apresentadas pela AES nas sucessivas reuniões na sede do banco, mas revelou que, conforme apurou o Departamento Jurídico, do mesmo modo que as ações preferenciais (PN), as ordinárias (ON), que garantem o controle da empresa, também podem ser vendidas sem recurso judicial. Há normas gerais no BNDES aplicáveis a todos os contratos do banco, prevendo a execução em caso de inadimplência. E é neste documento que a direção da entidade irá se basear para a venda dos títulos, caso não haja acordo. Pelos prazos legais, a partir do início de agosto as ações poderão ser levadas a leilão. (Estado de São Paulo - 01.07.2003)

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2 Light negocia alongamento de dívidas com credores

A Light publica hoje um fato relevante para informar que está pedindo aos seus credores alongamento do prazo de vencimento de suas dívidas. No último dia 24 de abril, a distribuidora de energia elétrica da cidade do Rio, mais 34 municípios do Estado, já havia publicado outro fato relevante para comunicar que estava iniciando reestruturação do perfil de seus débitos. ''Não obstante os esforços realizados até o momento, não foi possível concluir as negociações até o dia 1 º de julho de 2003 (...). Assim, a Light informa que está solicitando a extensão do prazo de vencimento das parcelas, vencidas nesta data'', informa o comunicado. A Light registrou prejuízo de R$ 135 milhões no primeiro trimestre do ano, ante lucro de R$ 24 milhões no mesmo período de 2002. (Jornal do Brasil - 01.07.2003)

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3 PCH do Sistema Cataguazes-Leopoldina entra em fase de teste

A PCH Granada, com potência instalada de 15,8 MW e capacidade anual de produção de 66,5 GWh, está entrando em comissionamento (teste de operação). Essa é a segunda PCH a começar a operar, das cinco que fazem parte dos projetos de geração de energia elétrica do Sistema Cataguazes-Leopoldina e que se encontram em diferentes estágios de construção. A primeira foi a PCH Ponte de 24,4 MW e capacidade anual de produção de 136,5 GWh, que entrou em operação comercial no último mês de maio. Com a PCH Granada em operação, o Sistema Cataguazes-Leopoldina passa a ter uma capacidade instalada de 194,5 MW e uma capacidade de produção anual de cerca de 1.204 GWh. A próxima usina hidrelétrica a ser concluída é a PCH Palestina, de 13 MW, prevista para entrar em operação em agosto próximo. (NUCA - 01.07.2003)

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4 Tarifas da Cataguazes-Leopoldina e da CENF sobem

A Aneel autorizou a Cataguazes-Leopoldina e a sua controlada CENF a aumentar em, respectivamente, 33,86% e 35,78% suas tarifas de fornecimento de energia elétrica, a partir de 18 de junho último. A correção dos custos não gerenciáveis (Parcela A) foi de 19,17 % para a CFLCL e de 19,66 % para a CENF. Por sua vez, os custos gerenciáveis (Parcela B, que representa a cobertura para as despesas operacionais, impostos e remuneração do investimento) foram reajustados em 14,69 % para a CFLCL e 16,12 % para a CENF. (NUCA - 01.07.2003)

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5 Receita da Cataguazes-Leopoldina foi de R$484,5 mi em 5 meses

As vendas físicas consolidadas de energia elétrica da Cataguazes-Leopoldina (CFLCL) aumentaram 12,9% nos primeiros cinco meses do exercício em curso, em relação ao igual período do ano passado. O montante consolidado vendido foi de 2.455 GWh. Quando comparado ao volume consolidado vendido nesses mesmos meses de 2001, período em que o mercado ainda não havia sofrido as conseqüências do programa de racionamento de energia elétrica, esse nível de vendas é inferior em 0,8 %. As vendas de energia no Nordeste, especificamente das controladas Energipe, CELB e Saelpa, mostram uma recuperação de mercado mais acentuada após o racionamento, em relação as vendas da CFLCL e CENF, atuantes no Sudeste brasileiro. Em relação ao período de janeiro a maio de 2001 (sem racionamento), as vendas consolidadas nesses cinco meses de 2003 das controladas que atuam no Nordeste são superiores em 1,1%. Já no Sudeste, o volume vendido de energia pela CFLCL e CENF é menor em 6,9%, em relação àquele período sem racionamento. Com esse mercado, a receita operacional bruta consolidada da Cataguazes-Leopoldina foi de R$484,5 milhões nos primeiros cinco meses deste exercício, ou seja, 14,1% maior em relação ao mesmo período de 2002. (NUCA - 01.07.2003)

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6 Distribuidoras procuram alternativas para acabar com inadimplência

Reduzir a inadimplência nas contas de energia é uma das principais preocupações das distribuidoras na tentativa de aumentar as receitas. Na RGE, o aumento dos cortes de energia foi a saída encontrada para diminuir uma inadimplência que já chega a 6,7% do faturamento dos últimos cinco anos - um prejuízo de R$ 70 milhões. Além de combater a inadimplência, a RGE também reforçou suas equipes de "fiscalização especializada", no combate ao roubo de energia. Já a Coelba colhe os frutos de iniciativas para desestimular os atrasos. O principal deles é uma redução no número de cortes no fornecimento de energia causados pelo não pagamento da conta. Atuando na Bahia, a distribuidora tinha um índice de 32% de pagamentos rigorosamente em dia e de 53% com inadimplência de até 10 dias. Hoje, a Coelba considera irrecuperáveis apenas 2,2% das contas em atraso. Uma das iniciativas da empresa para a melhoria dos resultados foi a montagem de uma equipe para a cobrança na porta do cliente. Em São Paulo, a Elektro optou por uma promoção para reduzir a inadimplência. A empresa criou a campanha que premia mensalmente os consumidores adimplentes. Só no primeiro mês da campanha, a adimplência dos consumidores residenciais subiu de 43,45% para 47,95%. A Light também tenta coibir a inadimplência através da criação de um cartão de descontos em estabelecimentos conveniados para quem paga as contas em dia, caso (Gazeta Mercantil - 01.07.2003)

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7 Inadimplência do setor público já chega a R$ 800 mi

Os programas das distribuidoras para coibir a inadimplência, porém, não atingem um de seus principais maus pagadores: o poder público. Segundo dados da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), a inadimplência do setor público corresponde hoje a aproximadamente R$ 800 milhões. O valor equivale ao que as empresas faturariam com três meses de fornecimento de eletricidade para todo o poder público brasileiro. O fornecimento aos governos federal, estaduais e municipais corresponde a 6,5% do total de faturamento das distribuidoras, e totaliza cerca de R$ 3 bilhões por ano, ou R$ 260 milhões por mês. As empresas não gostam de tocar no assunto, mas sabe-se que a dívida do setor público corresponde a uma fatia representativa do valor a receber. Na paulista Eletropaulo, por exemplo, o índice de inadimplência é de 1,87% do faturamento bruto. Desse total, 1,37% corresponde ao setor público. Segundo a Abradee, a média de inadimplência do setor público é de três meses, mas pode se arrastar por períodos bem superiores. Mas a cobrança não é tarefa das mais fáceis: enquanto o não-pagamento de uma única fatura é suficiente para que se corte o fornecimento de energia a um consumidor privado, não é muito comum o corte de fornecimento estabelecimentos públicos. (Gazeta Mercantil - 01.07.2003)

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8 Programa da Coelba e do MME leva luz a 132 mil consumidores

O trabalho de eletrificação rural do governo baiano acaba de atingir a marca do fornecimento de energia a 132 mil consumidores de pequenas e médias propriedades rurais. Batizado de Luz no Campo, o programa responsável por integrar à rede elétrica 398 municípios do estado, é desenvolvido por parceria da Secretaria de Infra-Estrutura (Seinfra), Coelba e MME. Ao todo cerca de 650 mil famílias são beneficiadas no interior baiano, com investimentos de R$ 270 milhões. O vice-governador e secretário de Infra-Estrutura, Eraldo Tinoco anuncia investimentos de mais R$ 335 milhões na oferta de energia elétrica. Devem ser beneficiadas 158 mil propriedades e domicílios rurais com mais de 18 mil km de linhas de distribuição. A terceira etapa do programa Luz no Campo, em negociação com a Eletrobrás, possibilitará mais 25 mil ligações. (Gazeta Mercantil - 01.07.2003)

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Oferta e Demanda de Energia Elétrica

1 MME criará comitê para evitar racionamento

Segundo Maurício Tomalsquim, secretário-executivo das Minas e Energia, será criado um Comitê de Acompanhamento do Setor Elétrico -um "ministério preventivo de apagão" ligado diretamente à ministra. A cada 30 dias, técnicos do ONS, Aneel e do ministério vão preparar relatórios levando em conta o aumento da demanda, sobra da oferta, condições ambientais etc. Outra precaução da gestão petista é uma reserva que as geradoras terão de adotar. Hoje o governo mantém contratos para emergências com termelétricas, mas acaba pagando por uma energia que nem é produzida. Grandes consumidores, como indústrias, podem escolher hoje se utilizam a energia da distribuidora local ou se compram de uma usina independente. Para aproveitar essa geração, o governo pretende incluir nos editais de licitação um mecanismo sobre o número de novas obras. (Folha de São Paulo - 30.06.2003)

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2 Sudeste/Centro-Oeste acumula baixa no consumo de 2,2%

O Sudeste/Centro-Oeste consumiu 21.320 MW médios, contra PMO de 25.558 MW médios. Nos últimos sete dias, o subsistema acumula baixa no consumo de 2,2%. Em relação à curva de aversão ao risco, de 27.065 MW médios, o submercado está com queda de 7,64% no período. O Sul registrou consumo de 5.485 MW médios, contra previsão de 6.733 MW médios do operador do sistema. Em relação ao programa mensal de operação, a região tem alta de 4,79% nos últimos sete dias. No Nordeste, o consumo foi de 5.242 MW médios, contra previsão de 5.910 MW médios do operador do sistema. Nos últimos sete dias, a região está com baixa no consumo de 4,21%. Em relação à curva de aversão ao risco, de 6.247 MW médios, o submercado registra queda de 9,38% no mesmo período. A região Norte registrou consumo de 2.699 MW médios no último domingo, dia 29 de junho, contra previsão de 2.852 MW médios do ONS. Em relação ao programa mensal de operação (PMO), o submercado acumula alta de 1,31% nos últimos sete dias. (Canal Energia - 30.06.2003)

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3 Capacidade do subsistema Sudeste/Centro-Oeste está em 73,19%

O volume armazenado do subsistema Sudeste/Centro-Oeste está em 73,19%, valor 39,19% acima da curva de segurança. O índice teve uma queda de 0,04% em uma dia. As usinas de Nova Ponte e Itumbiara registram, respectivamente, 66,32% e 94,57% da capacidade. (Canal Energia - 30.06.2003)

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4 Volume armazenado do subsistema Norte está em 82,24%

Os reservatórios do subsistema Norte estão com 82,24% da capacidade, uma redução de 0,1%. O volume da usina de Tucuruí está em 97,24%. (Canal Energia - 30.06.2003)

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5 Capacidade de armazenamento do subsistema Sul está em 61,59%

Com uma redução de 0,27%, a capacidade do subsistema Sul está em 61,59%. A hidrelétrica de Salto Santiago apresenta índice de 51,81%. (Canal Energia - 30.06.2003)

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6 Reservatórios do subsistema Nordeste estão com 45,33% da capacidade

A capacidade de armazenamento do subsistema Nordeste está em 45,33%, uma queda de 0,17% em uma dia. O volume da região está 24,23% acima da curva de aversão ao risco 2002/2003. A hidrelétrica de Sobradinho registra índice de 40,12%. (Canal Energia - 30.06.2003)

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7 Boletim Diário da Operação do ONS

Para obter os últimos dados do Boletim Diário da Operação do ONS, incluindo produção de energia hidráulica e térmica e energia armazenada, clique aqui.

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Gás e Termoelétricas

1 Petrobras anuncia descoberta no Golfo do México

A Petrobras anunciou ontem a descoberta de petróleo no Golfo do México, onde mantém explorações em parceria com a BHP Billiton, a TotalFinaElf e a Amerada Hess. Segundo nota divulgada pela empresa, "o resultado exploratório da descoberta é encorajador e passará por avaliações exploratórias adicionais e estudos de desenvolvimentos da produção, para permitir uma melhor definição quanto ao tamanho da reserva". A prospeção no poço denominado Chinook, iniciada em janeiro, encontrou petróleo a uma profundidade de 8,4 mil metros. A Petrobras detém 30% de participação no prospecto, a BHP Billiton, 40%, e a Total e a Amerada Hess, detêm cada uma 15% de participação. A descoberta consolida a presença da companhia brasileira na região. A descoberta em Chinook anunciada ontem fica a 32 km da descoberta anterior, em Cascade, no ano passado. Segundo a empresa, sua participação nestas duas descobertas "está em conformidade com o seu Plano Estratégico, representando importantes etapas na consolidação de um portfólio de exploração e produção de alta qualidade em águas profundas no Golfo de México". (Gazeta Mercantil - 01.07.2003)

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2 Construção de Angra 3 não será retomada em 2003

O governo não vai retomar neste ano a construção da usina nuclear de Angra 3, no RJ. O Brasil já investiu R$ 700 mi no projeto, que deveria ter sido concluído em 1988. A cada ano, gasta-se R$ 20 mi para manter os equipamentos. Zieli Dutra (Eletronuclear) justifica a decisão de não retomar a obra da usina: "Temos de ser prudentes porque mexemos com material radiativo. Seria prematuro retomar Angra 3 sem que a saúde financeira do sistema esteja regularizada". (Folha de São Paulo - 30.06.2003)

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3 Negociações sobre o gás boliviano em pauta novamente

O governo vai retomar nesta terça-feira, 1° de julho, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, as negociações de revisão do contrato firmado para importação de gás natural boliviano. A delegação brasileira, chefiada pelo secretário executivo do MME, Maurício Tolmasquim, será composta também por executivos da Petrobras e por técnicos do ministério, que irão negociar com a área de Minerias e Hidrocarburos da Bolívia e a estatal YPFB. Segundo o secretário, a proposta que será apresentada pelo governo brasileiro estará centrada tanto na redução do preço do insumo quanto na revisão da cláusula de 'take or pay' dos contratos - que obriga o pagamento de 63% do valor da commodity, mesmo quando o gás não é inteiramente consumido. Também será discutida a prorrogação por mais 10 anos do contrato de fornecimento de gás boliviano. O prazo passaria a vencer em 2029, e não mais em 2019. As reuniões prosseguem até quarta-feira, dia 2. (Canal Energia - 30.06.2003)

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4 Térmica emergencial fornecerá energia para Manaus

A Eletronorte fechou contrato aditivo com a CBEE e a Ceará Geração de Energia para reforçar o abastecimento em Manaus. O contrato prevê o fornecimento de 56 MW para a capital amazonense, sendo 45 unidades de 1,6 MW. Segundo informações do MME, que participou da negociação, o acordo reduz o risco de restrição de abastecimento e de transmissão na região. (Canal Energia - 30.06.2003)

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Economia Brasileira

1 Crescimento só virá a longo prazo, diz BC

Contrastando com o discurso otimista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para quem o mês de julho será de crescimento, o BC anunciou ontem projeções pouco otimistas para o desempenho da economia em 2003. Nas contas do BC, um crescimento mais sólido só virá a longo prazo. Neste ano, deve ficar em 1,5%, valor idêntico ao registrado em 2002 e menor do que os 2,2% projetados há três meses. Não fossem as exportações, calcula o BC, o país encerraria o ano com queda do PIB de até 0,5%. Segundo o banco, as exportações vão contribuir com dois pontos percentuais para o crescimento do PIB deste ano. Já o consumo interno, ao contrário, terá um efeito negativo no PIB que pode chegar a 0,5 ponto percentual. O diretor de Política Econômica do BC, Ilan Goldfajn fez previsões cautelosas. "Estamos trabalhando para criar condições para o crescimento no longo prazo", disse Goldfajn. Essas condições, segundo Goldfajn, incluem o controle da inflação, a continuidade do ajuste fiscal e a redução do déficit nas contas externas. (Folha de São Paulo - 01.07.2003)

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2 BC indica corte de juros e mercado já reduz taxas

O Banco Central indicou ontem ao mercado que vai dar continuidade à redução da taxa básica de juros, hoje em 26% ao ano. No Relatório de Inflação do segundo trimestre, divulgado ontem, o BC projetou para o ano que vem uma inflação medida pelo IPCA de 4,2% para 2004, abaixo da meta central de 5,5% definida pelo governo na semana passada. Com isso o BC disse ao mercado que, se o juro for mantido em 26% pelos próximos meses, a inflação ficará abaixo da meta. Para atingir o alvo de 5,5%, a Selic, com todo o impacto negativo que vem provocando na economia, está desnecessariamente elevada. Economistas que participaram ontem do seminário "Os Desafios para a retomada do crescimento" concordaram que a inflação vem dando sinais de que está sob controle, o que permite que os juros caiam. Para eles a economia já está em recessão e uma recuperação é esperada para o último trimestre do ano. Clique aqui para ler o relatório do BC na íntegra. (Valor - 01.07.2003)

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3 Consumo interno encolhe 2,3%

O saldo externo de bens e serviços, que refletiu o aumento das exportações e a queda das importações, foi o principal responsável pelo País ter gerado uma capacidade de financiamento de R$ 345 milhões no primeiro trimestre do ano. O resultado, divulgado ontem pelo IBGE mostra uma reversão em relação às necessidades de financiamento de R$ 7,7 bilhões no mesmo período de 2002. O País transformou a necessidade que tinha de financiar suas contas com o resto do mundo em uma capacidade de gerar saldo positivo. Apesar da melhora dos indicadores econômicos no primeiro trimestre do ano, os números divulgados ontem revelam a retração da demanda doméstica e aumento de preços de produtos importados. O consumo das famílias (que atingiu R$ 207,2 bilhões) caiu 2,3%, atingindo a maior redução desde o primeiro trimestre de 2001. As despesas do governo também caíram (0,2%), revertendo o crescimento observado nos quatro trimestres de 2002. Os dois indicadores tiveram um desempenho pior que o PIB nos primeiros três meses do ano, que cresceu 2%. (Gazeta Mercantil - 01.07.2003)

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4 Balança tem superávit recorde de US$ 10,272 bi no semestre

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, disse ontem que as vendas brasileiras feitas no exterior perderão fôlego a partir deste mês. "O ritmo de crescimento das exportações vai diminuir consideravelmente no segundo semestre".A declaração foi feita durante apresentação do superávit comercial recorde histórico de US$ 10,272 bilhões do primeiro semestre deste ano, superior ao melhor resultado anterior, de US$ 8,9 bilhões, de 1989. Furlan disse que está mantida a meta anual de exportação de US$ 68 bilhões e que é "factível" o superávit de US$ 17,5 bilhões. Ele salientou que a taxa de câmbio é um fator importante. Para demonstrar a tendência de desaceleração, Furlan disse que enquanto a média mensal das receitas com exportações do primeiro semestre de 2002 ficou em US$ 4,2 bilhões, a do primeiro semestre de 2003 fechou em US$ 5,5 bilhões. (Gazeta Mercantil - 01.07.2003)

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5 IPC-S registra deflação de 0,03%

O IPC-S, da FGV, registrou deflação de 0,03% nas quatro semanas encerradas em 22 de junho. Na semana anterior, o IPC-S teve alta de 0,28%. Segundo a FGV, todas as classes de produtos apresentaram recuo em relação à última medição. Dezesseis dos 20 produtos que compõem o grupo tiveram queda de preços. O efeito menor dos reajustes de eletricidade também permitiu uma inflação menor no grupo habitação, cuja taxa passou de 0,91% para 0,60%. (Folha de São Paulo - 01.07.2003)

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6 Necessidade de "hedge" cai US$ 30 bi

Um estudo apresentado ontem por Ilan Golfajn, diretor de Política Econômica do BC, mostra que a necessidade de "hedge" cambial diminuiu consideravelmente entre março do ano passado e março deste ano. Depois de aumentar de US$ 130,5 bilhões para US$ 133,4 bilhões no primeiro trimestre do ano passado, o montante líquido de passivos privados que demandava proteção contra desvalorizações do real caiu para US$ 103,3 bilhões até março deste ano. Por causa dessa queda, mesmo sem rolar os juros de sua dívida cambial, o governo passou a suprir uma parcela maior dessa necessidade. Essa foi uma das razões pela qual o governo veio, posteriormente, a deixar de rolar também parte do principal da dívida pública atrelada ao câmbio. A necessidade de "hedge" cambial da economia brasileira foi estimada pelo BC a partir da chamada Posição Internacional de Investimentos (PII) do setor privado e do setor público financeiro, posição esta que reflete passivos e ativos de residentes em relação a não-residentes no país. (Valor - 01.07.2003)

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7 Dólar ontem e hoje

O dólar comercial mantém alta nesta manhã. Às 12h22m, a moeda americana registrava elevação de 0,35%, cotada a R$ 2,849 na compra e R$ 2,854 na venda. Ontem, o dólar inverteu a tendência de alta do final da manhã e encerrou o dia em forte queda. A moeda norte-americana fechou negociada a R$ 2,84 para compra e R$ 2,845 para venda, queda de 1,21% em relação ao fechamento de sexta-feira. (O Globo On Line e Invertia - 01.07.2003)

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Internacional

1 Endesa Espanha reestrutura Enersis

Depois da conclusão na segunda-feira de mais uma fase de seu aumento de capital, a holding chilena Enersis tornou pública sua maior reestruturação organizacional desde que a Endesa Espanha assumiu o controle da empresa em 1999. A Enersis era o veículo de investimento da Endesa Espanha na América Latina, mas em reuniões de diretoria na Enersis e na subsidiária de distribuição chilena Chilectra, o grupo aprovou um plano segundo o qual a Endesa Chile fica responsável por gerir o setor de geração da América Latina e a Chilectra fica a cargo da distribuição na região. A medida aumenta a divisão entre as atividades de geração e distribuição do grupo, enquanto o foco financeiro da Enersis foi evidenciado com a nomeação do ex-diretor financeiro Mario Valcarce para presidente, substituindo Enrique Garcia, que volta para Madri. (Business News Americas - 01/07/2003)

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2 Enerisis aumenta capital em 77,3% com venda de novas ações

Até 27 de junho, a Enersis tinha vendido US$ 1,6 bilhões de novas ações de seu aumento de capital, de acordo com comunicado da empresa. O montante representa 77,3% do aumento de capital. Acionistas minoritários compraram US$ 381 mi, e a empresa internacional de investimentos internacionais Elesur, através da qual a Endesa Espanha é dona da Enersis, comprou US$ 1,22 bilhão. A Endesa subscreveu o aumento de capital através da capitalização de créditos interempresariais concedidos pela Elesur à Enersis. Os acionistas da Enersis autorizaram um aumento de capital de até US$ 2 bilhões, e o período de subscrição preferencial de acionistas fora do grupo Endesa para as ações remanescentes começa em novembro. O aumento de capital também inclui uma recompra de bônus emitidos no mercado chileno. Entre 1 e 15 de novembro, os detentores poderão trocar seus bônus por ações da Enersis a 60,4202 pesos por título, o mesmo preço dos novos títulos emitidos no aumento. A Endesa havia dito que compraria quaisquer ações não subscritas pelos acionistas ou detentores de bônus. (Business News Americas - 01/07/2003)

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3 Demanda total por gás nos EUA está reduzindo

A Associação de Distribuição de Energia Elétrica (EPSA) dos Estados Unidos informou a Secretaria de Energia que a nova e mais eficiente geração de energia a gás está reduzindo a demanda total do gás pelo setor energético, ao invés de aumentá-la. Em carta do dia 25 de junho, publicada oficialmente nessa segunda-feira, a EPSA comunica ao secretário de energia, Spencer Abraham que "no Texas e na Califórnia, foi documentado que o desenvolvimento de novas usinas a gás resultaram num menor consumo total do insumo pela indústria de energia elétrica. A Administração de Informação de Energia informou recentemente que a geração de energia a gás aumentou em 8% em 2002, mas o total de gás usado na geração de energia elétrica teve um aumento de apenas 2%" (Platts - 30.07.2003)

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