quinta, 26 de abril de 2018

Visão 2013

Publicações

  • Abril 2018 CASTRO, Nivalde de; BRANDÃO, Roberto; TOMMASO, Francesco A Disputa pela Eletropaulo

    Em artigo publicado por meio do serviço “Broadcast” do jornal O Estado de São Paulo, Nivalde de Castro (Coordenador Geral do GESEL), Roberto Brandão (Coordenador da Área de Regulação do GESEL) e Francesco Tommaso (pesquisador do GESEL) analisam a disputa pelo controle da Eletropaulo. Segundo os autores, “o grupo vencedor da disputa terá tantos desafios e investimentos com a reestruturação da Eletropaulo que enfrentará dificuldades e desestímulos em participar do leilão das distribuidoras do Grupo Eletrobras”.
    (Publicado pelo Estadão Broadcast)

  • Abril 2018 CASTRO, Nivalde de; LIMA, Antônio; PEREIRA, Guilhermo Perspectivas da tecnologia blockchain no Setor Elétrico: Aplicações na Europa, na Austrália e nos Estados Unidos

    Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Nivalde de Castro, Antônio Lima e Guillermo Pereira – respectivamente coordenador, pesquisador e pesquisador associado do GESEL – analisam as aplicações de blockchain em projetos piloto nos setores elétricos europeus, australiano e norte americano. Segundo os autores, “como destacado, há diversas iniciativas sendo realizadas com blockchain no Setor Elétrico, mas existe uma série de desafios para fazer esta tecnologia escalar. A questão da quantidade de energia consumida pela computação que realiza as verificações das transações em blockchain é uma delas, além do tempo de verificação de transações ainda não ser instantâneo”. Eles concluem que “serão necessárias inovações regulatórias para dar suporte e garantia aos novos modelos de negócio que estarão se estruturando via a vis aos negócios vigentes. Por outro lado, pode-se observar, ao nível internacional e em mercados mais liberalizados, o crescente aparecimento de startups adjacentes às empresas do Setor Elétrico, com o foco em aplicações blockchain dedicadas à valorização dos dados disponíveis, cada vez mais granulares e imediatos, sobre consumos, geração distribuída e utilização de infraestrutura”.
    (Publicado pela Agência CanalEnergia)

  • Abril 2018 CASTRO, Nivalde de; MOSZKOWICZ, Mauricio; LIMA, Antonio O Papel do Programa P&D da ANEEL no Desenvolvimento Tecnológico do Setor Elétrico Brasileiro

    Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Nivalde de Castro, Maurício Moszkowicz e Antônio Lima – respectivamente coordenador geral, pesquisador sênior e pesquisador do GESEL) –, tratam dos motivos que tornam o programa de P&D da Aneel de extrema importância. Segundo os autores, “a pertinência e maior importância atual do Programa de P&D da ANEEL deve-se ao fato do Setor Elétrico mundial estar enfrentando uma revolução tecnológica de caráter disruptivo. A geração de energia elétrica está se tornando cada vez mais distribuída e próxima dos consumidores. A distribuição tem incorporado paulatinamente elementos de redes inteligentes, como os medidores inteligentes. Nestes termos, e com base neste pequeno resumo, é inegável que a inovação tecnológica está e continuará tendo um papel-chave no Setor Elétrico”. Segundo os autores, “a proposta apresentada pelo MME, de centralizar no Ministério os recursos e a definição de temas para projetos de P&D, não vai na direção do processo em curso, através do qual as empresas e os principais grupos têm adquirido relevante experiência e competência no desenvolvimento de inovações tecnológicas”.
    (Publicado pela Agência CanalEnergia)

  • Abril 2018 CASTRO, Nivalde de; MOSZKOWICZ, Mauricio; LIMA, Antonio Desafios tecnológicos no Setor Elétrico Brasileiro

    Em artigo publicado por meio do serviço “Broadcast” do jornal O Estado de São Paulo, Nivalde de Castro (Coordenador Geral do GESEL), Mauricio Moszkowicz (Pesquisador Sênior do Grupo) e Antônio Lima (Pesquisador do Grupo) avaliam que "o Programa de P&D da ANEEL criou a possibilidade e deu às empresas a liberdade de definirem e investirem em projetos de inovação tecnológica, determinando ganhos de produtividade e de eficiência operacional e estratégica e formando mão de obra mais qualificada, a qual, em grande maioria, é incorporada pelo próprio Setor". Ainda segundo eles, há, na minuta do Projeto de Lei sobre a reestruturação do modelo do Setor Elétrico Brasileiro, elaborada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) uma alteração "preocupante" que "refere-se à retirada de autonomia das empresas na gestão e na aplicação dos recursos para projetos inovadores, transferindo esta atribuição, em grande parte, ao MME".
    (Publicado pelo Estadão Broadcast)

  • Março 2018 CASTRO, Nivalde de; BRANDÃO, Roberto; ALVES, André; OLIVEIRA, Carlos Contratação de Térmicas no Leilão A-6 indicam aderência ao processo de transição ao novo paradigma do Setor Elétrico

    Foi publicado, pela Agência CanalEnergia, novo artigo GESEL, que volta a abordar a transição para o novo paradigma da geração. O texto é assinado por Nivalde de Castro (coordenador geral do Grupo), Roberto Brandão (coordenador da área de Regulação do Grupo), Carlos Oliveira e André Alves (pesquisadores do Grupo). Segundo os autores, no “contexto de transição elétrica, o cenário estratégico do setor indica a necessidade do aumento da participação de fontes controláveis na matriz, basicamente por conta de dois fatores. (...) Primeiro, observa-se que o potencial hídrico remanescente está localizado na Região Amazônica, a qual possui características topográficas que inviabilizam a construção de UHE com grandes reservatórios. (...) Em segundo, constata-se a contratação de um volume expressivo de projetos de geração de fontes renováveis, sobretudo de energia eólica”. Eles concluem que “pode-se afirmar que o marco institucional do SEB vem garantindo o processo de expansão da capacidade, através dos editais que estabelecem parâmetros e condicionantes dos leilões, ajustados e definidos de acordo com os estudos e estratégias do planejamento e da política energética”.
    (Publicado na Agência CanalEnergia)

  • Março 2018 CASTRO, Nivalde de; BRANDÃO, Roberto ANEEL mantém WACC das Distribuidoras

    Em artigo publicado por meio do serviço “Broadcast” do jornal O Estado de São Paulo, Nivalde de Castro (Coordenador Geral do GESEL) e Roberto Brandão (Coordenador da Área de Regulação do GESEL), tratam da revisão, por parte da Aneel, da taxa de remuneração das distribuidoras para 8,06%, ressaltando que isso pode contribuir para o reequilíbrio econômico das concessionárias diante dos entraves nos anos anteriores. Os autores explicam que “a Diretoria da ANEEL, em 6/3/18, decidiu manter a taxa de remuneração das distribuidoras em 8,06%, desconsiderando a proposta de redução para 7,71%, formulada pela área técnica, o que representa uma decisão que busca contribuir para o reequilíbrio econômico e financeiro destas concessionárias”. Ainda segundo os pesquisadores, “por se tratar de um segmento de monopólio natural, estas concessionárias não devem ter lucros ou prejuízos excessivos. Assim, frente a esta contradição regulatória, a Diretoria da ANEEL também determinou uma revisão na metodologia de cálculo da remuneração regulatória das distribuidoras para o próximo ano”.
    (Publicado pelo Estadão Broadcast)

  • Março 2018 CASTRO, Nivalde de; DANTAS, Guilherme; CÂMARA; Lorrane Desafios da Difusão da Micro Geração Fotovoltaica Distribuída no Setor Elétrico

    Em artigo publicado no site Canal Energia, Nivalde de Castro, Guilherme Dantas e Lorrane Câmara, pesquisadores do GESEL, tratam da ascensão da micro geração fotovoltaica distribuída no SEB. Segundo os autores, “a predominância e hegemonia da geração hidroelétrica na matriz energética faz do Brasil um dos países com a melhor e maior oferta de energia elétrica a partir de fonte renovável do mundo. No entanto, esta hegemonia está com os dias contados em função das crescentes restrições ambientais ao aproveitamento do potencial hídrico.” Eles concluem que “serão necessários aprimoramentos e inovações regulatórias a fim de assegurar que a inserção da micro e da mini geração distribuída no sistema elétrico brasileiro ocorra de forma consistente, sustentável e neutra, como já está previsto de ocorrer, em 2019, pela ANEEL”.
    (Publicado na Agência CanalEnergia)

  • Fevereiro 2018 CASTRO, Nivalde de; BRANDÃO, Roberto; OLIVEIRA, Carlos Novo paradigma precisa de usinas termoelétricas

    Foi publicado novo artigo GESEL pelo serviço 'Broadcast' do jornal O Estado de São Paulo. Assinado por Nivalde de Castro (coordenador geral do Grupo), Roberto Brandão (coordenador da área de Regulação do Grupo) e Carlos Oliveira (pesquisador do Grupo), o artigo trata da transição para o novo paradigma da geração que, segundo os autores, "depende da eficácia e aprimoramento do planejamento focado e na direção de uma matriz estratégica futura, que expresse as características técnicas e operacionais das fontes".
    (Publicado pelo Estadão Broadcast)

  • Fevereiro 2018 CASTRO, Nivalde de; HIDD, Gabriel; MIRANDA, Murilo O Furto de Energia Elétrica

    Em artigo publicado pelo serviço 'Broadcast' do jornal O Estado de São Paulo, o coordenador do Grupo, Nivalde de Castro, junto aos pesquisadores Gabriel Hidd e Murilo Miranda, tratam do agravamento de um vetor de desequilíbrio econômico-financeiro das distribuidoras de energia elétrica, qual seja, as perdas não técnicas (PNT), vulgarmente chamadas por “gato” ou furto de energia elétrica. O texto pega o exemplo da Light (dado que o GESEL desenvolve estudo, vinculado ao Programa de P&D da ANEEL, em parceria com a distribuidora) para mostrar a gravidade do problema. Segundo os autores, “o que está ocorrendo no Rio de Janeiro tende, por força da crise econômica e social, a se ampliar a nível nacional, tendo em vista a redução da capacidade de gastos em segurança, saúde e educação, pilares de um razoável nível de bem-estar social. As greves da polícia em vários estado são reflexas deste processo.” 
    (Publicado pelo Estadão Broadcast)

  • Fevereiro 2018 CASTRO, Nivalde de; BRANDÃO, Roberto; CATÓLICO, Ana Carolina Usinas Hidrelétricas Reversíveis: novas possibilidades para o Setor Elétrico Brasileiro

    Em artigo publicado no site Canal Energia, Nivalde de Castro, Roberto Brandão e Ana Carolina Católico (respectivamente: coordenador, pesquisador sênior e pesquisadora do GESEL-UFRJ) voltam a analisar as hidrelétricas reversíveis (UHR) no contexto de mudanças significativas no parque gerador brasileiro, dada a perda de uma de suas “principais especificidades, qual seja, a grande capacidade de armazenamento de energia e de regularização da oferta”. Segundo os autores, “o aumento da capacidade de armazenamento energético, promovido pelas UHRs, poderá proporcionar maior segurança energética ao sistema, modicidade tarifária e atendimento à demanda horária. Contudo, ainda se fazem necessários estudos mais detalhados no âmbito econômico, social e ambiental, incluindo modelagens econômico-financeiras, de forma a definir alternativas e sugestões de inovações regulatórias a serem implementados pela ANEEL”.
    (Publicado na Agência CanalEnergia)

  • Fevereiro 2018 CASTRO, Nivalde de; BRANDÃO, Roberto; VARDIERO, Pedro Uma nova e estratégica função das usinas termoelétricas na matriz elétrica brasileira

    Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Nivalde de Castro, Roberto Brandão e Pedro Vardiero, (respectivamente: coordenador, pesquisador sênior e pesquisador do GESEL-UFRJ) analisam as mudanças nas funções das usinas termoelétricas no Setor Elétrico Brasileiro (SEB) à luz da alteração do perfil da matriz brasileira. Segundo os autores, “a partir de 2004, o perfil da matriz elétrica brasileira começou a se alterar estruturalmente em função de dois drivers: o fim da construção de UHE com reservatórios e a expansão da capacidade de geração priorizar o aproveitamento do potencial das fontes solar e eólica”. Eles concluem que “a tendência irreversível é que as termoelétricas passem a deter uma função cada vez mais importante, estratégica e determinante nesse novo paradigma”.
    (Publicado na Agência CanalEnergia) 

  • Fevereiro 2018 CASTRO, Nivalde de; BRANDÃO, Roberto; CATOLICO, Ana Carolina Usinas hidrelétricas reversíveis - um novo negócio?

    Em artigo publicado pelo serviço ‘Broadcast’ do jornal O Estado de São Paulo, Nivalde de Castro, Roberto Brandão e Ana Carolina Católico (respectivamente: coordenador, pesquisador sênior e pesquisadora do GESEL-UFRJ) tratam da possibilidade de utilização de hidrelétricas reversíveis (UHR) em um contexto de mudanças significativas no parque gerador brasileiro que “vêm transformando a estrutura da matriz energética nacional, impondo aprimoramentos do arcabouço regulatório, operacional e comercial do modelo atual do Setor Elétrico Brasileiro (SEB)”. Segundo os autores, “análises preliminares de viabilidade da incorporação de UHRs no Sistema Interligado Nacional (SIN), desenvolvidas pelo Grupo de Estudo do Setor Elétrico da UFRJ, permitiram identificar algumas possibilidades de instalação deste modelo de hidrelétrica no país”.
    (Publicado pelo Estadão Broadcast)

  • Janeiro 2018 CASTRO, Nivalde de; HERRERA, Selena Hidroeléctrica binacional Brasil–Bolivia

    Em artigo publicado no periódico boliviano La Razón, o coordenador do GESEL, Nivalde de Castro, e a pesquisadora do Grupo, Selena Herrera, tratam da implementação de uma hidrelétrica binacional Brasil-Bolívia. Segundo o artigo, "a usina hidrelétrica binacional pode se tornar um fator de transformação e um vetor de desenvolvimento social, ambiental e econômico na região e na Bolívia, com grande repercussão geopolítica para ambos os países. A importância geopolítica da integração elétrica da Bolívia e do Brasil é estratégica, fortalecendo ainda mais os laços econômicos e políticos, fortalecendo as relações diplomáticas de forma mais sólida e duradoura". Usando a Usina de Belo Monte como exemplo de comparação, Castro e Herrera afirmam ainda que "é essencial determinar a priori os parâmetros de sustentabilidade econômica, social e ambiental que definirão o projeto".
    (Publicado no periódico boliviano La Razón)

  • Janeiro 2018 CASTRO, Nivalde de; BRANDÃO, Roberto; VARDIERO, Pedro Novo papel das termoelétricas na matriz elétrica

    Em artigo publicado pelo serviço ‘Broadcast’ do jornal O Estado de São Paulo, Nivalde de Castro, Roberto Brandão e Pedro Vardiero (respectivamente: coordenador, pesquisador sênior e pesquisador do GESEL-UFRJ) tratam do perfil da matriz elétrica brasileira hoje, com destaque para as termoelétricas e problemas regulatórios implicados. Segundo os autores, “o atual arcabouço regulatório de contratação e operação das UTE não é adequado e aderente à operação em regime de acompanhamento de carga”. Para os pesquisadores do GESEL, a Audiência Pública nº 071/2017 da Aneel, cujo objetivo é obter subsídios para inovações regulatórias a fim de adequar as UTE ao novo paradigma e realidade do SEB, é “uma iniciativa importante da Agência, que irá viabilizar novas oportunidades de negócios e aumentar a atratividade de investimentos para ampliação do parque térmico, decisivos para se enfrentar a realidade do novo paradigma da matriz elétrica brasileira”.
    (Publicado pelo Estadão Broadcast)

     

  • Dezembro de 2017 CASTRO, Nivalde de; BRANDÃO, Roberto Resultantes do leilão de linhas de transmissão

    Em artigo publicado pelo serviço ‘Broadcast’ do jornal O Estado de São Paulo, Nivalde de Castro e Roberto Brandão, coordenador e resquisador sênior do GESEL-UFRJ, respectivamente, fazem observações sobre o leilão como instrumento de ajuste dinâmico entre a oferta e demanda de energia elétrica. Segundo os autores, "não resta nenhuma dúvida que os leilões estimulam a competição. Porém, há sempre o risco dos vencedores nos leilões não serem as melhores empresas e sim as mais otimistas (...) Estas empresas podem acabar tendo dificuldades para entregar as obras no prazo ou mesmo para conclui-las." As soluções, segundo Castro e Brandão são: 1) "excluir do leilão empresas com mau track record, particularmente aquelas que têm apresentado dificuldades para entregar as obras no prazo"; e 2) "exigir garantias financeiras substanciais e de rápida execução impondo um alto custo de arrependimento para os empreendedores ineficientes e/ou aventureiros que por qualquer razão não cumprem os compromissos contratuais".
    (Publicado pelo Estadão Broadcast)

  • Dezembro 2017 CASTRO, Nivalde de La integración eléctrica Bolivia-Brasil avanza

    Em artigo publicado pelo periódico boliviano La Razón, o coordenador do GESEL, Nivalde de Castro, trata da integração energética entre Brasil e Bolívia. Segundo Castro, “a importância geopolítica da integração elétrica entre Bolívia e Brasil é estratégica, fortalecendo ainda mais os laços econômicos e políticos, fortalecendo as relações diplomáticas de forma mais sólida e duradoura, seguindo os resultados promissores ligados ao desenvolvimento do gasoduto Bolívia-Brasil”.
    (Publicado no periódico boliviano La Razón)

     

  • Novembro de 2017 CASTRO, Nivalde de A Situação Financeira das Distribuidoras de Energia Elétrica

    Em artigo publicado pelo serviço ‘Broadcast’ do jornal O Estado de São Paulo, o coordenador do GESEL, Nivalde de Castro, trata da regulação no setor elétrico, destacando pesquisa desenvolvida pelo Grupo, dentro do Programa de P&D da Aneel. O estudo examinou como era realizado o monitoramento econômico financeiro das empresas em setores regulados de outros países: financeiro, seguros e setor elétrico. A experiência sistematizada pela pesquisa consolidou fundamentos e experiências de sucesso que foram repassados para a Aneel como subsídios para a evolução na regulamentação do tema.
    (Publicado pelo Estadão Broadcast)

  • Novembro de 2017 CASTRO, Nivalde de Integração Elétrica com a Bolívia

    Em artigo publicado pelo Estadão Broadcast, o coordenador do GESEL, Nivalde de Castro, trata da integração elétrica entre Brasil e Bolívia. “Desde 2009, o governo da Bolívia vem manifestando interesse em um acordo para integração elétrica com o Brasil. Inicialmente, o objetivo era a construção de uma usina binacional no Rio Madeira, mas a proposta evoluiu para uma integração substancial que permita a exportação para o Brasil da geração de hidrelétricas e termelétricas construídas em território boliviano. A principal motivação da Bolívia foi o sucesso do gasoduto que permite exportar, para o Brasil, até 34 milhões de m3 em regime de take or pay, com benefícios expressivos, quais sejam, dez anos de crescimento do PIB e de estabilidade política ímpar na história do país. O foco central do programa de integração é o mercado elétrico brasileiro, em função da sua dimensão e do modelo de contratação de longo prazo via leilão. Assim, a Binacional do Rio Madeira será o primeiro projeto e decisivo canal de exportação. Destaca-se a importância geopolítica da integração elétrica com a Bolívia, que estreitará os laços econômicos e políticos entre os dois países, fortalecendo as relações diplomáticas em bases mais sólidas e duradouras, a exemplo de Itaipu e, notadamente, dos promissores resultados vinculados ao gasoduto Brasil-Bolívia”.
    (Publicado pelo Estadão Broadcast)

     

  • Outubro de 2017 CASTRO, Nivalde de Transmissão de Energia Elétrica

    Em artigo publicado pelo Estadão Broadcast, o coordenador do GESEL, Nivalde de Castro, trata da especial atenção dada ao segmento de transmissão no Brasil a partir dos anos 90, “em função dos desafios que se colocavam para um país de dimensão continental onde o distanciamento entre a geração e o consumo exigia grandes investimentos, com longo prazo de maturação, dado o baixo nível de consumo per capita de energia elétrica”. Mesmo havendo percalços no caminho (com lotes não arrematados em leilões e toda a problemática advinda da MP 579), Castro afirma que “este é um segmento do setor elétrico que estruturou uma política pública eficiente. De 1999 a 2017, a rede básica passou de 64 mil para 135 mil km e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) estima contratar mais 62 mil km para 2026”.
    (Publicado pelo Estadão Broadcast)   

  • Setembro de 2017 CASTRO, Nivalde de Desafios da Aneel

    O coordenador do GESEL, Nivalde de Castro, trata dos desafios que a Aneel terá pela frente: “os principais desafios da Aneel são de duas ordens. A mais importante é a revolução tecnológica em curso, a qual determina uma ruptura dos paradigmas vigentes há décadas. (...) O segundo desafio é a renovação completa dos cinco diretores da Aneel até junho de 2018. Eles são indicados pela Presidência da República e aprovados por comissão do Senado Federal. Em meio a isso, o atual ministro do MME deverá deixar cargo para ser candidato em Pernambuco. E haverá eleição para presidência e a renovação de 1/3 do Senado, em 2018. Teremos, assim, um vazio político impondo um risco muito grande”.
    (Publicado pela Agência Estadão)  

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