quinta, 12 de dezembro de 2019

Visão 2013

Publicações

  • Dezembro 2019 CASTRO, Nivalde de; ALMEIDA, Diego Pinheiro de; CHAVES, Ana Carolina A Repotenciação e Modernização de UHE no Brasil e no Mundo

    Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Nivalde de Castro, coordenador do GESEL e professor da UFRJ, com Diego Pinheiro de Almeida, mestrando do PPED/UFRJ, e Ana Carolina Chaves, pesquisadora do GESEL e doutoranda da ENCE, falam sobre a necessidade aplicar o progresso técnico cientifico na modernização e repotenciação de UHEs. Eles afirmam que, “tendo em vista que o parque hidrelétrico brasileiro é muito significativo, com cerca de 100 GW instalados, o mesmo detém uma grande parcela de usinas em idade que necessitará, cada vez mais, de check-up”.
    (Publicado pela Agência CanalEnergia)

  • Dezembro 2019 CASTRO, Nivalde de; LUDOVIQUE, Camila Veículos Elétricos no nexo energia, água e alimentos

    Em artigo publicado pelo serviço de informação Broadcast da Agência Estado de São Paulo, o coordenador geral do GESEL, Nivalde de Castro, e a pesquisadora do Grupo, Camila Ludovique, tratam dos Veículos Elétricos no nexo energia, água e alimentos. Segundo os autores “os VEs vão gradativamente vencer as barreiras de custos atuais, impulsionados por política públicas de diferentes tipos, com a tendência de se tornarem produtos massificados”.
    (Publicado pelo serviço Broadcast da Agência Estado de São Paulo)

  • Novembro 2019 CASTRO, Nivalde de; MARTINI, Sidnei; BRANDÃO, Roberto Aproveitamento estratégico da reservação hidráulica no Sistema Elétrico Nacional

    Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Nivalde de Castro, professor da UFRJ e coordenador geral do GESEL, Sidnei Martini, professor da USP e pesquisador do GESEL, e Roberto Brandão, pesquisador do GESEL, falam sobre a reservação hidráulica que, “apoiada pela evolução da Eletrônica de Potência e da Tecnologia da Informação, (...) tem sido considerada como o principal recurso de compensação, necessitando, porém, da modificação dos princípios operacionais e de velocidade na regulação da sua geração”. Os autores afirmam que, “diferentemente da geração hidráulica, com reservação de água, e da geração térmica, com reservação de combustível, as gerações eólica e fotovoltaica não apresentam estabilidade de produção, apesar de ser inegável a nobreza ambiental de aproveitamento de ventos e luz solar, fontes limpas e perenes”.
    (Publicado pela Agência CanalEnergia)

  • Novembro 2019 Castro, Nivalde de; VIEIRA, Camila O Planejamento do Setor Elétrico para 2029

    Em artigo publicado pelo serviço de informação Broadcast da Agência Estado de São Paulo, o coordenador geral do GESEL, Nivalde de Castro, e a pesquisadora do Grupo, Camila Vieira, tratam do planejamento feito pela Empresa de Pesquisas Energéticas (EPE) em seu PDE 2029. Segundo os autores “o PDE 2029 reforça um modelo de expansão de sucesso ímpar no cenário macroeconômico nacional”.
    (Publicado pelo Broadcast da Agência Estado de São Paulo)

  • Novembro 2019 CASTRO, Nivalde de; FERREIRA, Daniel; MAESTRINI, Marcelo; OZÓRIO, Luiz de Magalhães Os desafios da regulação de perdas não técnicas no segmento de distribuição no Brasil

    Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Nilvalde de Castro, Daniel Ferreira, Marcelo Maestrini e Luiz de Magalhães Ozório (respectivamente coordenador geral e pesquisadores do Gesel) falam sobre perdas advindas do furto de energia, da falha de cobranças e de erros em medidores, as perdas não técnicas (PNT). Segundo os autores, “a metodologia para a mensuração do nível de dificuldade no combate às perdas não técnicas entre diferentes áreas de concessão enquadra-se como um dos grandes desafios da regulação atual. Destaca-se que, atualmente, essa dificuldade fundamenta a determinação das trajetórias de redução de perdas não técnicas a serem cumpridas pelas distribuidoras”.
    (Publicado pela Agência CanalEnergia)

  • Novembro 2019 CASTRO, Nivalde de; BRANDÃO, Roberto; OLIVEIRA, Carlos Nova Regulamentação para Geração Distribuída

    Em artigo publicado pelo serviço de informação Broadcast da Agência Estado de São Paulo, em 6 de novembro de 2019, o coordenador geral do GESEL, Nivalde de Castro, o coordenador da área de Geração e Mercados do Grupo, Roberto Brandão, e o pesquisador Carlos Oliveira abordam a revisão da Resolução Normativa nº482/2012 – que trata das as regras para as distribuidoras e consumidores em relação à micro e mini geração distribuída solar fotovoltaica (GD) –, defendida pela Aneel. Segundo os autores, “a proposta de alteração regulatória não vai impedir o desenvolvimento da energia solar no Brasil”.
    (Publicado pelo Broadcast da Agência Estado de São Paulo)

  • Outubro 2019 ESTEVES, Jorge; COSTA, Pedro; VERDELHO, Pedro A Regulação e a Mobilidade Elétrica em Portugal

    Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Jorge Esteves, Pedro Costa e Pedro Verdelho (respectivamente Diretor da Direção de Infraestruturas e Redes; Assessor na Direção de Infraestruturas e Redes e Vogal do Conselho de Administração da ERSE – órgão regulador português), falam sobre a regulamentação do setor de mobilidade elétrica em Portugal e o avanço no debate sobre a questão. O artigo é baseado em apresentação com o mesmo título realizada durante o Seminário Luso-Brasileiro “Mobilidade Elétrica”, realizado na Universidade de Coimbra, promovido pelo INESC e GESEL-UFRJ em 27/2/2019, disponível aqui. Os autores afirmam que a legislação portuguesa estabelece “que a remuneração das atividades do setor da mobilidade elétrica observa os princípios de igualdade de tratamento e de transparência na formulação e fixação da remuneração e dos preços dos serviços prestados e assegura que, mesmo que exercidas pelas mesmas entidades, não há subsidiações cruzadas do setor de mobilidade elétrico com o setor elétrico”.
    (Publicado pela Agência CanalEnergia)

  • Outubro 2019 CASTRO, Nivalde de; ALVES, André; SALLES, Diogo; MASSENO, Luiza Transição elétrica: os casos de Reino Unido e Alemanha

    Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Nivalde de Castro (coordenador geral do GESEL), junto com André Alves, Diogo Salles e Luiza Masseno (pesquisadores do Grupo), falam sobre a transição energética analisando estudos de casos no Reino Unido e na Alemanha. Segundo eles, “há diferenças nas dinâmicas nacionais, como se pode constatar em relação às fontes não renováveis, indicando, assim, certo e compreensivo pragmatismo das políticas energéticas, determinado acima de tudo pela preocupação com a segurança nacional energética”.
    (Publicado pela Agência CanalEnergia)

  • Outubro 2019 CASTRO, Nivalde de; CORDEIRO, Renato O desenvolvimento da geração eólica offshore no Brasil

    Em artigo publicado no serviço Broadcast da Agência Estado, o coordenador geral do GESEL, Nivalde de Castro, e o pesquisador do Grupo, Renato Cordeiro, falam sobre geração eólica offshore no Brasil. Segundo eles, “a exemplo da geração eólica onshore, em que os custos por MW caíram de forma surpreendente nos últimos anos, esta trajetória econômica já está ocorrendo com a eólica offshore, em função dos ganhos de escala, dos avanços tecnológicos e das torres mais potentes, tornando esta fonte mais competitiva”.
    (Publicado pelo Broadcast da Agência Estado)

  • Setembro 2019 CASTRO, Nivalde de; CASTRO, Bianca de; MASSENO, Luiza Transição Elétrica no Brasil

    Em artigo publicado no serviço Broadcast da Agência Estado, o coordenador geral do GESEL, Nivalde de Castro, e as pesquisadoras do Grupo, Bianca de Castro e Luiza Masseno, falam sobre as diferenças no processo de transição elétrica do Brasil e do resto do mundo. Segundo o texto, “no caso brasileiro, a matriz elétrica não é um problema ambiental, ao contrário, temos uma das matrizes mais renováveis do mundo. Mesmo assim, há em curso um processo de transição dentro do conjunto das fontes renováveis”. A conclusão é a de que “o Brasil tem uma posição privilegiada, que deverá ser mantida pela política e planejamento energético que garantem um cenário de estabilidade essencial e fundamental para dar segurança aos investimentos privados.”
    (Publicado pelo Estadão Broadcast)

  • Setembro 2019 CASTRO, Nivalde de; GOUVÊA, Adriana Ribeiro; CASTRO, Bianca de O Mercado Solar Fotovoltaico no Brasil

    Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, o coordenador geral do GESEL, Nivalde de Castro, junto às pesquisadoras Adriana Ribeiro Gouvêa e Bianca de Castro, falam sobre a transição energética pela qual estamos passando e sua necessidade em ser descentralizada e sustentável. Eles afirmam que “atualmente, no Brasil, uma parte minoritária dos consumidores, com maior poder aquisitivo, está investido em painéis fotovoltaicos, com o objetivo de reduzir e controlar os gastos com energia elétrica, o que contribui para manter a matriz elétrica brasileira como uma das mais renováveis do mundo”. Segundo o texto, “na realidade, a velocidade desta expansão irá depender, basicamente, da dinâmica econômica, ou seja, da retomada do crescimento econômico do país.”
    (Publicado pela Agência CanalEnergia)

  • Setembro 2019 CASTRO, Nivalde de; ALMEIDA, Diego Pinheiro de; CHAVES, Ana Carolina A Repotenciação das UHE

    Em artigo publicado pelo Serviço de Informação Broadcast da Agência Estado de São Paulo, o coordenador geral do GESEL, Nivalde de Castro, junto aos pesquisadores Diego Pinheiro de Almeida e Ana Carolina Chaves, tratam da repotenciação e modernização das UHE como “possibilidade técnica tangível, de baixo impacto socioambiental e com grandes benefícios para o Sistema Interligado Nacional (SIN)”. Segundo os autores, “apesar das vantagens que a repotenciação pode trazer, em razão do grande número de UHE que o Brasil possui, diferentemente da maioria dos países, este processo enfrenta uma limitação vinculada diretamente ao marco regulatório vigente”.
    (Publicado pelo Estadão Broadcast)

  • Setembro 2019 CASTRO, Nivalde de; ALVES, André; CASTRO, Bianca; Masseno, Luiza; SALLES, Diogo A Transição Energética na lógica da Descarbonização: do carvão para o gás natural

    Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Nivalde de Castro, André Alves, Bianca castro, Luiza Masseno e Diogo Salles, pesquisadores do GESEL/UFRJ, discutem sobre o processo de transição energética corrente, fundamentado pelos 3 D’S: descentralização, digitalização e descarbonização. Segundo eles, “pode-se constatar, entre tantas, duas tendências da transição elétrica: i.. A ampliação da participação das fontes renováveis em relação às fontes não renováveis na matriz elétrica; e ii. Alterações na composição das fontes não renováveis na geração de energia elétrica.”. Concluindo, “O processo de transição energética em escala mundial é irreversível pela sua importância estratégica em relação ao acelerado aquecimento global em curso.”
    (Publicado pela Agência CanalEnergia)

  • Agosto 2019 CASTRO, Nivalde de; CÂMARA, Lorrane; CASTRO, Bianca de Desafios das Utilities do Setor Elétrico Brasileiro

    Em artigo publicado pelo Broadcast/Estadão, o coordenador geral do GESEL, Nivalde de Castro, junto às pesquisadoras Lorrane Câmara e Bianca de Castro, tratam da digitalização do Setor Elétrico Brasileiro. Segundo os três, “uma questão crucial será como considerar e classificar os investimentos em digitalização vinculados ao monopólio natural, sobre os quais o retorno é assegurado contratualmente”. Eles concluem que “as utilities do SEB estão se preparando e têm capacidade para enfrentar os desafios que a transição energética está impondo ao seu ambiente de negócio”.
    (Publicado pelo Estadão Broadcast)

  • Agosto 2019 CASTRO, Nivalde de; ZAMBONI, Lucca; MOSZKOWICZ, Mauricio; ROSENTAL, Rubens Evolução e Aprimoramentos do Programa de P&D da Aneel

    Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Nivalde de Castro, Mauricio Moszkowicz, Rubens Rosental e Lucca Zamboni (respectivamente coordenador geral, coordenador executivo, coordenador de temas estratégicos e pesquisador do GESEL/UFRJ), tratam da importância do investimento em inovação e P&D para o desenvolvimento do Setor Elétrico Brasileiro. Segundo os autores, “para que as estratégias de inovação sejam estruturadas, desenvolvidas, testadas e permitam um posicionamento competitivo neste novo mercado, são necessárias ações colaborativas, em rede e com recursos coordenados de distintos atores, públicos e privados.” Ainda segundo eles, “o Brasil é um dos únicos países do mundo que tem um programa de P&D financiado diretamente pelo próprio setor elétrico e, com destaque, cabendo às empresas a decisão final de onde e quanto investir.”
    (Publicado pela Agência CanalEnergia)

  • Agosto 2019 CASTRO, Nivalde de; BRANDÃO, Roberto Usinas Hidroelétricas Reversíveis no Brasil

    Em artigo do GESEL publicado pelo Broadcast/Estadão, Nivalde de Castro e Roberto Brandão falam sobre o grande potencial inexplorado de Usinas Hidroelétricas Reversíveis (UHR) no Brasil. Segundo os autores, o “SEB precisa de uma metodologia e inovações regulatórias para atrair investimentos em UHR, abrindo um novo mercado e ampliando, ainda mais, a atratividade da geração renovável não controlável, notadamente as fontes eólica e solar”.
    (Publicado pelo Estadão Broadcast)

  • Agosto 2019 CASTRO, Nivalde de; MOSZKOWICZ, Mauricio; LUDOVIQUE, Camila A Precificação do Carbono e a Transição Energética

    Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Nivalde de Castro, Mauricio Moszkowicz e Camila Ludovique (respectivamente coordenador geral, coordenador executivo e pesquisadora do GESEL/UFRJ), tratam de dois sistemas importantes de precificação do carbono: a tributação de emissões e os sistemas de comércio de emissões. Segundo os autores, “as empresas para operar sob restrições climáticas deverão desenvolver estratégias de comercialização e gestão de emissão, com participação ativa nos leilões, nos lances de abertura e na comparação do preço de carbono, analisando os valores primários versus os secundários e diversificando sua carteira de mecanismos de compensação de carbono (offsets), com a finalidade de reduzir suas emissões e sobreviver aos preços competitivos do carbono.”
    (Publicado pela Agência CanalEnergia)

  • Julho 2019 CASTRO, Nivalde de; GUERRA, Matheus Inteligência Artificial na Mobilidade Elétrica

    Em artigo do GESEL publicado pelo Broadcast/Estadão, Nivalde de Castro e Matheus Guerra falam sobre veículos elétricos e a utilização de Inteligência Artificial (IA) para a concepção de veículos autônomos. Segundo os autores, “este cenário tecnológico, aparentemente distante, não deve ser desprezado no país, basicamente por três razões: (i) nossas dimensões econômica, demográfica e continental; (ii) a indústria automobilística ser globalizada; e (iii) o impacto imperativo na economia brasileira em decorrência da dimensão disruptiva da mobilidade elétrica”.
    (Publicado pelo Estadão Broadcast)

  • Julho 2019 CASTRO, Nivalde de; GOUVÊA, Adriana Ribeiro; CHAVES, Ana Carolina; COSTA, Luana Carolina da O processo de Transição Energética: Brasil e a Dinâmica Internacional

    Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Nivalde de Castro, Adriana Ribeiro Gouvêa, Ana Carolina Chaves e Luana Carolina abordam a questão do processo de transição energética no cenário internacional, dando destaque à situação do Brasil. Segundo os autores, “nos termos da transição energética vinculada diretamente à integração das renováveis na matriz elétrica, o marco regulatório e as políticas públicas para o desenho de mercado são desafios bem distintos para, por exemplo, EUA, China, Alemanha e Brasil. Mesmo assim, o compartilhamento dos desafios determinados pela transição energética e das experiências em curso permitem e induzem a uma maior cooperação internacional”.
    (Publicado pela Agência CanalEnergia)

  • Julho 2019 CASTRO, Nivalde de; ALVES, André; SALLES, Diogo Leilão de Energia e Usinas Termelétricas

    Em artigo do GESEL publicado pelo Broadcast/Estadão, Nivalde de Castro, André Alves e Diogo Salles falam sobre as perspectivas para o Leilão A-6 para UTEs, notadamente aquelas a gás. Segundo eles, as causas centrais que explicam os números do Leilão (52 projetos de térmicas a gás natural, com 41,7 GW de capacidade instalada) são, basicamente, as seguintes: “primeiro, a consistência do modelo e os ajustes que foram feitos nos editais, notadamente em relação ao nível de inflexibilidade (...). Segundo, a perspectiva de metamorfose do mercado de gás natural, reduzindo significativamente o poder de mercado da Petrobras (...). Terceiro, a exigência de novas termelétricas para dar mais segurança ao suprimento de energia elétrica, frente à intermitência das fontes eólica e solar e à sazonalidade da geração hidrelétrica. E, por fim, o Brasil está aproveitando o processo de transição energética do carvão para o gás natural, vinculado ao esforço de descarbonização.
    (Publicado pelo Estadão Broadcast)

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